Com certeza, virei a vadia da República

Essa é uma continuação das minhas últimas histórias, quando me mudei para uma república.

Quando penso nessa semana em especial, eu sinto minhas mãos suarem, meu corpo tremer e os pés ficaram gelados.

Na história anterior, eu saí da casa do Dono da Quitanda e voltei pra república, fui direto para o quarto e, ao colocar a cabeça no travesseiro, eu entrei em um tipo de espiral de desejo sem fim, ficava pensando nas coisas que fiz nos últimos dias, mamei e transei o com um anão, com o porteiro, com um homem que veio de Campinas que já nem lembrava o nome, com o dono da quitanda e até com o vizinho dele, ninguém escapou da minha sede, eu mal cheguei e estava ali estirada na cama e mandando uma siririca feroz de tanto pensar nesses homens que usaram e abusaram do meu corpo durante os últimos dias, a excitação estava tão grande que eu não conseguia resistir, ainda precisava de um pau dentro de mim me fodendo igual uma vadia, então levantei e bati na porta do meu vizinho de quarto, o anão, mas quando percebi que ele não estava eu fiquei ali no corredor toda desesperada, a vontade era tanto que minha boceta estava babando sem parar, pingava no chão, escorria pelas pernas, era uma sensação tão insana que acabei me dando um tapa na cara para tentar me recompor, minha mente estava toda ferrada, era visível que tinha algo muito errado comigo.

- Eu: Que merda é essa que está acontecendo comigo?

Eu vesti um shortinho, peguei a toalha e fui às pressas para o banheiro e tomei um banho gelado para ver se acalmava o meu corpo, essa foi a primeira vez que me senti nesse estado, era assustador. Sai do banho e me tranquei no quarto pra tentar dormir, mas eu não conseguia parar de pensar nas coisas que fiz. No calor do momento, resolvi fazer algo bem idiota pra me distrair, peguei um caderno pequeno e comecei a escrever coisas que aconteceram comigo nessa semana, mas já enrosquei no início só de lembrar do porteiro, lembrei que eu poderia voltar lá e descobrir como era a tal salinha de descanso deles (mais detalhes na história: Provocando o Porteiro), mas pensar nisso me deixou mais excitada do que eu já estava, não demorou para deitar na cama e voltar para a siririca, estsva muito fora de controle. Logo já pensei em uma pessoa que talvez poderia resolver meu problema, tinha o zelador da República. Ele já me viu pelada naquele outro dia (mais detalhes na história: Era pra ser apenas uma conversa) e com certeza ele e o Paulo (meu vizinho de quarto) conversaram sobre mim. Eu vesti o shortinho novamente e saí à procura dele, fui até o lado de fora, atrás da casa onde tinha as lavadoras e o encontrei lá varrendo o chão.

- Clélio: Boa tarde, Lívia.

- Eu: Olá, Clélio, tudo certinho com você?

- Clelio: Tudo certo, você está bem?

- Eu: Ah, você pode me ajudar rapidinho?

- Clelio: Posso, o que precisa?

- Eu: Vem comigo que eu vou te mostrar.

Ele deixou a vassoura ali e veio me seguindo dentro da República, caminhando em direção ao meu quarto, que inocente.

- Clelio: O Paulo só volta amanhã.

- Eu: Ah sim, vi que ele não estava por aqui hoje.

- Clelio: Imaginei que você iria gostar de saber.

Quando eu olhei para a cara dele, ele deu um sorriso insinuante, eu pensei comigo "Logo, logo vou tirar esse sorriso dele, ele vai ver", como se o que eu fosse fazer com ele no quarto era algum tipo de punição. E ao chegar no meu quarto, eu não demorei, já não estava nem aí pra mais nada, só tirei o shortinho, sentei na cama e abri bem as pernas, foi uma ação muito rápida.

- Eu: Pode me ajudar com isso?

Ele olhou para o meio das minhas pernas, olhou para minha cara, olhou pro lado de fora, fechou a porta do quarto e começou a tirar a bermuda.

- Clélio: Vou te ajudar bem gostoso com isso aí.

- Eu: Nossa, vem logo Clélio, quero muito sua ajuda.

- Clélio: Eu já estava pensando quando seria minha vez.

Eu vi o pau dele endurecer na minha frente, as bolas eram grandes, tinham pelos grisalhos, esse certamente era o homem mais velho que me comeria até aquele momento.

- Clélio: Eu só vou precisar ser rápido, porque tenho que ficar lá embaixo, tem bastante gente na república hoje.

- Eu: Vou tentar não te segurar muito, haha.

- Clélio: Você está bem molhada já...

- Eu: É que estou com muita vontade, pode meter com tudo, vem!

Assim que pedi, ele não perdeu tempo, foi enfiando o pau de uma vez na minha boceta molhada, até enroscava um pouco, mas ele dava uma puxada com as mãos e continuava entrando.

- Clélio: Ahhh, agora foi, entrou tudo...

- Eu: Ahhhhh.... Era isso que eu precisava... HMMMM.... Nossa...

- Clélio: Que quentinho... Que coisa boa... Ahhhh.

Ele forçou até entrar tudo e começou a se mover devagar para frente e para trás, com isso, comecei a gemer.

- Clélio: Só não pode fazer muito barulho, se outros souberem que estou aqui, vai ser problema.

- Eu: Vou tentar não fazer muito barulho, mas se meter forte eu não vou conseguir me segurar.

Então ele olhou para minha cara e foi metendo bem devagar, entrava com o pau bem lentamente dentro da minha boceta, com ele inteiro, quando nossas pélvis se tocavam ele ainda forçava um pouco, nesse ritmo lento ficamos fazendo contato visual, até que ele foi se aproximando do meu rosto e começou a me beijar, um beijo bem gostoso e demorado. Fomos deitando nossos corpos na cama, coloquei uma mão atrás da cabeça dele e comecei a beijar mais intensamente, então cruzei minhas pernas atrás de suas costas.

- Clélio: Você vai virar minha putinha também?

- Eu: COM CERTEZA! Nossa... Ahhh... Ahhh... não sabe o quanto eu passei o dia todo querendo dar. Ainda bem que você estava aqui para me ajudar, haha.

- Clélio: Você vai ficar bem famosa aqui dentro. Hehe.

- Eu: O pessoal sabe que era eu quem estava com o Paulo aquele dia?

- Clélio: Só desconfiam, mas eles ainda não têm certeza, então estão rolando boatos. hehe

- Eu: Nossa, eu não quero virar a vadia da república, não.

Paramos a conversa e ele voltou a me comer e continuamos a nos beijar, mesmo ele metendo o pau em mim, devagar, estava tão molhada que fazia até barulho dele deslizando dentro da minha boceta "PLEK! PLEK! PLEK! PLEK!".

- Clélio: Mas isso te preocupa?

- Eu: Claro, eu cheguei aqui essa semana, não quero que fiquem sabendo das coisas, principalmente minha amiga.

- Clélio: Você se refere à Jéssica? Mas posso te contar uma coisa, ela fica aqui só mais uns dias, já avisou que vai mudar.

- Eu: Ah, achei que ia contar algo picante. Haha

- Clélio: Ela se comporta bem aqui dentro, mas é bem reclamona.

- Eu: Ela não me disse nada ainda, nossa.

- Clélio: Mas depois que ela sair, vai ficar mais à vontade aqui dentro?

- Eu: Bem, na minha lista só tem você e o Paulo, o resto achei muito novinho.

- Clélio: Então eu estou até na sua lista?

Dei um sorriso, o puxei e voltamos a transar, estava gostando de ficar conversando e aquele pau pulsando dentro da minha xoxota, eu comecei a devolver o favor apertando de volta. Ele começou a acelerar mais e meus gemidos voltaram a fluir, ele até me beijava para tentar conter os gemidos, mas era em vão.

- Clélio: Eu quero ir mais rápido, o problema é o barulho.

- Eu: Juro que estou tentando segurar, mas sou muito sensível aí embaixo, tá muito gostoso.

- Clélio: Eu quero ver você gemer gostoso no meu pau, pena que agora é complicado.

- Eu: Segura minha boca, acho que aí vai abafar.

Ele usou uma das mãos para se apoiar e com a outra tapou a minha boca, eu só fiz sinal com a cabeça de "sim", aí ele voltou a me comer, ao perceber que funcionou, ele começou a meter livremente e bem mais rápido, só se ouvia "PÁ! PÁ! "PÁ!", eu murmurava, tentava soltar os gemidos, ele apertava minha boca e metia com velocidade. Eu estava com um sorriso de ponta a ponta estampado no rosto com ele em cima de mim, olhando pra minha cara de vadia, esse já nem tinha idade pra ser meu pai e sim o suficiente pra ser o meu avô, esse fato por si só já me inundava de prazer, um velho, com aquele pau grosso estava fodendo minha boceta novinha com gosto, com bastante desejo e eu estava amando cada segundo daquela metida, o pau dele delizava todo pra dentro da minha boceta molhada, entrava por completo, fazia aquele barulho de molhado quando a pélviz dele batia na minha, sentia as bolas pegando na minha bunda, depois ele começava a deslizar pra fora e assim repetia, entrava com tudo, eu ia abrindo mais as minhas pernas, incitava ele pra ir mais fundo, ele me olhava de forma dominante e eu devolvia com um olhar de submissa, demonstrando que ele tinha total poder e controle sobre o meu corpo, ele poderia fazer o que quiser comigo que eu o aceitaria com todo prazer.

E durante a tarde naquela república, no segundo andar, dentro daquele quarto pequeno no fim do corredor, tinha um homem com mais de cinquenta e cinco anos comendo uma menina novinha de desesseis, a minha boceta viciada estava babando de amores por aquele pau, minha cara de felicidade e de prazer era evidente, essa sensação de êxtase continuou até mesmo após eu sentir que ele estava gozando dentro de mim, saber que tinha mais um pau jorrando porra dentro da minha boceta era sempre uma conquista pessoal, ele deu aquele gemidão e começou a se mover mais devagar, enquanto gemia, eu fiquei ali apenas sentindo e observando, me deliciando com o momento, já ele estava perdendo a força, até soltou a minha boca.

- Eu: Isso, Ahhh... enche minha boceta de porra, Ahhh... Ahhh... me enche de porra... Ahhh....

- Clélio: Ahhhhhhhhhhhh.....

- Eu: Olha aqui na minha cara... hmmmm... eu sou sua putinha... Ahhhh.... Que delícia...

- Clélio: Nossa... sequei... ahhh... ahhh...

- Eu: Que delícia... nossa... Ahhh... Eu estava precisando muito disso, ahhh, ahhh.

Depois dessa gozada, ele foi tirando o pau de dentro de mim, o ar que estava preso até deu um espirro e a porra formou uma bolha de ar na entrada da minha boceta, também escorria bastante e pingava na cama.

- Clélio: Opa, até espirrou. Hehe.

- Eu: Sim, nossa, ela está até te agradecendo. Haha

- Clélio: Quem ficou agradecido sou eu.

- Eu: Não, sério! Muito obrigada por me comer, foi uma delícia. Nossa, estou até devendo um favor agora.

- Clélio: Você agradecendo fica engraçado. Hehe.

- Eu: Haha, mas é sério!

Enquanto ele se vestia, eu me levantei e lembrei de devolver a chave do quarto que estava comigo, a que ele me emprestou depois que minha colega trancou o meu quarto.

- Eu: Aproveitando, aqui a chave que ficou comigo. Haha

Ele pegou a chave da minha mão e ficou olhando para ela por alguns segundos.

- Clélio: Você não vai precisar dela?

- Eu: Ah, acho que minha colega aparece mais tarde, aí pego a outra chave com ela.

- Clélio: Que tal você me entregar ela bem mais tarde?

- Eu: Mais tarde você diz quando estiver escuro e todo mundo estiver dormindo? Que tal... Uma da manhã?

- Clélio: Isso, nessa hora vou ter mais tempo sobrando, você leva ela lá no meu quarto.

Eu peguei a chave da mão dele.

- Eu: Ahh, então Clélio, nossa, pensando bem, deixa eu fixar com a chave mais um pouco, mais tarde eu levo ela pra você, por favor. Haha

Nós dois ficamos rindo, combinamos de nos encontrarmos novamente quando for uma hora da madrugada. Desde que cheguei nesse dia na república, eu não consegui dormir de excitação, mesmo não tendo um orgasmo, foi o suficiente para me relaxar. Ele se despediu e foi continuar seus afazeres. Resolvi pegar o caderno e escrever minha mudança de planos para essa próxima noite. Comecei com resumos do que aconteceu nesse dia e as expectativas para o próximo encontro: eu iria me arrumar igual uma deusa para aquele homem me arregaçar. Abri o guarda-roupa e até escolhi que roupas iria usar. Para mim, era sim um encontro. Aí comecei a falar comigo mesma.

- Eu: É, Livia, mudança de planos, o porteiro fica para a madrugada de domingo. Haha... Pensando bem, será que se eu chegar lá, eles vão me chamar para a salinha? Será que eu ligo para saber se ele falou algo? Qual era o nome dele mesmo...

(Nota: Essa é uma referência da história que postei "Provocando o Porteiro")

Então, eu liguei para o porteiro.

- Eu (celular): Oieee, lembra de mim?

- Porteiro (celular): Quem é?

- Eu (celular): Sou eu, Livia, a moradora do xxx, já esqueceu de mim?

- Porteiro (celular): Esqueci não, pô! Só não reconheci a voz. Estava pensando em você agora pouco.

- Eu (celular): Haha, então, estou pensando em ir no prédio domingo de madrugada, pra conhecer a tal salinha de descanso.

- Porteiro (celular): Esse domingo? Justo no dia que é minha folga. Hehe.

- Eu (celular): Ahhh... Que triste, queria aproveitar antes de meus tios voltarem de viagem.

- Porteiro (celular): Mas vai lá sim, os meninos vão te receber.

- Eu (celular): Mas você chegou a contar para os outros porteiros?

- Porteiro (celular): Contei para todo mundo, hehe.

- Eu (celular): Espera, todo mundo quem?

- Porteiro (celular): Todo mundo que trabalha no prédio, o pessoal da portaria, da faxina, contei até para o rapaz que limpa a piscina às segundas. Hehe.

- Eu (celular): Nossa, aí vai ficar difícil para eu aparecer no prédio.

- Porteiro (celular): Relaxa.. Mas agora tá todo mundo me chamando de mentiroso. Eu até falei que se eles te chamarem para a salinha, vão ver que eu não estou mentindo, mas como você não apareceu mais lá...

- Eu (celular): Então pode deixar, vou lá domingo de madrugada... Eles vão me chamar para a salinha mesmo, né?

- Porteiro (celular): Eu disse para eles o que você me falou, mas eles duvidam. Se tivesse me avisado antes, eu teria trocado de turno, porque eu quero levar você para a salinha também.

- Eu (celular): Tá bom, desculpa, na próxima eu aviso antes. Qualquer coisa, você pode me ligar, mas pode deixar que vou fazer todo mundo acreditar em você.

Despedi e desliguei o celular, então tinha como planejamento ter um encontro com o Clelio nessa madrugada, dar para o Paulo amanhã a tarde e ir para o apartamento dos meus tios no domingo de madrugada, se tudo desse certo, eu não iria nem subir no apartamento, estava curiosa para conhecer essa salinha. E já que eu estava ali toda empolgada, comecei a escrever resumos de cada "brincadeirinha" que fiz, gostei de fazer isso e decidi que iria escrever sobre tudo que acontecer de hoje em diante, nomes, lugares, parceiros, tudinho. Começando pelas viagens de táxi, das coisas que aprendi e das frustrações que passei, foram. horas escrevendo, isso me ajudou a não ficar maluca, me deu até um certo tipo de controle ilusório, não sobre o que já aconteceu, mas sim para as próximas coisas que iria fazer.

Porém, o destino não é controlável. Se eu não consigo ter controle nem mesmo sobre mim, imagine sobre os outros.

Mas é isso, termino por aqui. E, como podem ver, ainda não acabou. ;P

Mil beijos e até a próxima.


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Comentários


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fernando1souza2 Comentou em 12/01/2026

Tava sumida gata, q saudade!

foto perfil usuario casualsomente

casualsomente Comentou em 11/01/2026

Sempre um magnífico prazer cada relato seu Quem sabe um dia ainda nos esbarramos nessa minúscula sp rsss




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Com certeza, virei a vadia da República

Codigo do conto:
251728

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
11/01/2026

Quant.de Votos:
13

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