O dia que levei uma bolada na cara no vôlei

Eu sempre gostei de jogar vôlei, só tinha adormecido essa pratica por um tempo, porém quando fui passar férias na minha cidade natal e acabei jogando uma partida com amigos acabei lembrando o quando gostava do esporte. E depois de voltar para São Paulo eu comecei a procurar não só bate bolas (como chamamos as partes de vôlei) quanto treino.
Enfim, adentrando nessa máfia do vôlei, sim é uma máfia porque descobri uma comunidade no whatsapp, coisa que eu nem sabia que o whatsapp tinha, e essa comunidade apresenta vôleis de todas as regiões de São Paulo e região metropolitana. Conheci alguns vôleis e com isso conheci muita gente, legal e nem tão legal assim.
Já depois de alguns meses praticando vôlei achei um bate-bola que me deixou muito confortável de jogar, um amigo de treino tinha me indicado a muito tempo atras e nunca quis ir, pois não me achava muito bom, mas depois de um tempo perdi essa neura e fui. Enfim, a galera era muito legal, vôlei muito tranquilo e acabei virando regular neste vôlei.
Sempre no mesmo dia o vôlei acontecia e nesses vôleis tem muita rotatividade de gente, novatos, gente que cansa ou que não pode ir, e por aí vai. E num belo dia cheguei no vôlei e me deparei com um casal novato. Eles muito simpáticos e interagindo, eu cumprimentei os dois e segui para a rodinha de amigos.
Não posso dizer que o cara não era bonito, sabe aqueles galegos de olhos azuis, queimados de sol que tem corpo largo e uma barriga provavelmente de cerveja, pernas grossas e um sorrisão que deixa qualquer um desconcertado. Assim era o João Lucas, que depois descobri que o apelido era Juquinha, que de “inha” não tinha nada pelos 1’80 que tinha.
Jogo começou e a namorada dele não jogou, apenas ele estava jogando e a namorada estava na arquibancada hora mexendo no celular, hora olhando para o jogo, ele jogava muito bem, hora errava alguns passes e outras descia as mãos na bola. Foi bem legal ver o entrosamento dele com o time, nesse dia ficamos no mesmo time, e sempre ele vinha bater a mão na minha e na do time quando acertamos pontos ou ele mesmo pontuava.
Depois que o jogo terminou pensei que nunca mais veria Juquinha, até que ele entrou no grupo do whatsapp como um regular, então passei a ver ele quase todo dia de jogo, e era muito bom olhar para ele, ele não era apenas bonito, era muito educado e gentil e sempre chamava todos pelo nome. O grande perigo desses homens.
Não tinha muita intimidade com o Juquinha, já que nossos encontros sempre foram na quadra e no grupo de whatsapp não falamos muito. Mas sempre ele me cumprimentava com um aperto de mão forte e que mãos, macias, mão grande e dedos longos, com ele me chamando pelo nome e tenho de admitir que não decorei o nome dele tão fácil assim. Mas sempre sorria e acenava para ele quando o via e tínhamos estabelecido essa relação.
Em alguns jogos eu pegava Juquinha me olhando, os administradores do jogo sempre colocam musica para tocar, muitas vezes musicas para as gays já que oitenta por cento do vôlei é de gays, e eu sempre ficava dançando antes de um saque. E ele sempre me elogiava quando eu fazia uma defesa fora da curva ou um ataque bom, mas todos fazem isso, então nunca levei para outro lugar.
Até que num dia ficamos em times opostos e estávamos em quadra, jogo rolando normal e eu estava na defesa e ele no ataque. De alguma forma ele atacou a bola e eu não consegui desviar a tempo e a bola acertou em cheio a minha cara. Já estou acostumado com essas boladas, pois jogar vôlei é isso, só que eu uso óculos de grau, então imaginem, a bola acertou minha cara, os óculos voo junto com a bola e abriu um corte no meu supercilio.
Todo mundo ficou preocupado e até mesmo Juquinha veio para o meu lado da quadra pedindo desculpas e me ajudando a levantar, pois tinha caído no chão com o impacto. Um dos jogadores catou meus óculos e ele estava inteiro, e eu tive de me retirar da quadra por conta do sangramento.
- Poxa, desculpa mesmo Ben – Disse Juquinha me trazendo um saco com gelo enquanto eu estava sentado no banco.
- Fica em paz, faz parte de quem joga com óculos – Falei rindo enquanto pressionava o saquinho de gelo contra o meu rosto.
- Nossa, mas pegou em cheio na sua cara, pensei que você tinha desmaiado – Falou ele preocupado.
- Também não é pra tanto, já peguei boladas mais fortes na cara e sigo aqui. – Ele riu de um jeito diferente e eu me liguei no que tinha falado.
- Então quer dizer que minha bolada não foi forte? Então quer que eu te mostre o que é bolada forte?
- Claro que não, se você já abriu uma brecha no meu rosto, quer abrir onde mais?
Ele riu alisando a nuca e eu também tentando parecer inocente naquela conversa, mas eu sabia que nada aquilo era inocente. Enfim, depois que o sangue estancou eu voltei a jogar e o vôlei continuou normal, depois que terminou fui ao banheiro e quando sai Juquinha me esperava na saída.
- Quer uma carona? Eu abri um buraco na tua cara, nada mais justo.
- Precisa não, eu peço um uber – Falei, eu sabia que ele era hetero e que nada ia rolar ali.
- Claro que não, me fala teu endereço e eu te deixo lá. – Falou ele me entregando o celular.
Eu coloquei meu endereço que não ficava muito longe da quadra e ele agradeceu, nos despedimos do pessoal e logo fomos embora. Saímos calados da quadra e caminhamos até o carro dele, quando entrei percebi que era carro de trabalho também, tinha ferramentas e capacete de obra, ele pediu desculpas pelas sujeiras, mas eu falei que tava tudo certo.
- Você trabalha com obra? – Perguntei enquanto colocava o cinto.
- Sim, sou engenheiro civil, mês que vem nem vou aparecer tanto por conta disso – Disse ele saindo com o carro.
- Que legal, deve ser estranho conviver com tanto gay assim nos vôleis né?
- Eu gosto, povo animado pra caralho – Ele falou rindo – Eu gosto de jogar vôlei, sabia que meu pai até falava que eu era viado por conta disso? Nunca liguei não.
- Que bom, são poucos heteros que pensam assim, todos acham que a gente vai dar em cima, até tem uns que fazem isso, mas nesse vôlei o pessoal é de boas.
- Pô eu queria que dessem em cima de mim, pelo menos massageava um pouco o ego.
- Até parece que um homem como tu não tem várias investidas.
- Homem como eu? – Perguntou ele me encarando com um sorriso safado.
- Há Juquinha, até parece que tu és feio né.
- Então tu gostas do que vê? – Perguntou ele abrindo os braços.
- A cara, vai dizer que tu te achas feio?
- Não foi isso o que eu perguntei.
- Ué, tu és bonito e simpático, acho até que se tu fosses feio a simpatia te faria curtir muito, se tivesse mais mulher no vôlei e se tu não fosses comprometido.
- Obrigado – Disse ele pomposo – Sempre fui de boas, não tem por que não ser, mas não tô comprometido não.
- E a moça que foi contigo na primeira vez?
- Nossa, você lembra? – Ele perguntou me olhando surpreso, fiquei tímido.
- Ela era muito bonita, e foi super legal com todo mundo...
- Então você reparou em mim no primeiro dia?
- Obvio né, um homem todo desses, como não reparar?
- Então eu te chamo atenção? – Ele riu me encarando.
- Há Juquinha, não é bem assim.
- Por que você me chama muita atenção, quando tu começas a rebolar na quadra é uma tortura.
Olhei para ele meio assustado e ele riu, então do absoluto nada Juquinha encostou o carro numa vaga qualquer e então olha para mim.
- Te acho um cara muito bonito e é o tipo de homem que eu gosto, gordinho e meio afeminado e que rebola muito bem. Uma pena que eu te dar uma bolada na cara foi o motivo disso acontecer, mas posso te dar mais algumas boladas na cara?
Eu ri da piada idiota e confirmei, ele simplesmente me puxou para um beijo e pura que pariu, que beijo bom, as mãos grandes dele me abraçavam enquanto a gente se amassava valendo no carro, eu não sou uma pessoa pequena, mas as mãos dele dava quase minha costa toda.
Ele tirou meu cinto enquanto nos pegávamos e me puxou para o colo dele, me apertando em todos os lugares possíveis, eu já nem respirava muito bem quando nossas bocas se separaram, eu respirei fundo e ele também, ele então riu.
- Porra, queria ter feito isso desde o primeiro dia. – Ele deixou uma tapa na minha bunda e voltou a me beijar com força.
Eu estava tão entregue que nem me liguei quem estava beijando e onde, até que passou uma pessoa e bateu na janela nos assustando. Sai de cima de Juquinha e me sentei no banco do passageiro sem acreditar naquilo. Ele estava com um jeitinho cínico me olhando.
- Posso bater mais algumas bolas na tua cara?
Ele disse olhando para fora enquanto baixava o short e fincando completamente pelado.
Juquinha não era exatamente o apelido perfeito se me entendem, não era muto grande, tinha uns 17 centímetros, mas era grossa, parecia uma lata de coca cola. O cheiro que subiu junto também foi muito afrodisíaco, tínhamos jogado pelo menos três horas de vôlei, então ele estava com um cheirão de macho suado que me deixou hipnotizado.
Eu simplesmente abocanhei aquele pedaço de carne com toda fome que eu tinha, estava um tanto salgado de suor e mijo, mas muito gostoso, comecei a mamar aquele homem que gemia na minha boca, ele fez algo que me surpreendeu, ele ligou o carro e voltou a dirigir enquanto eu mamava ele.
Sorte que o carro era automático, pois uma mão ia no volante e outro na minha cabeça, me afogando naquela rola roliça. Eu chupava com vontade aquela rola, lambia a cabeça, lambia até o saco e depois me deliciava naquelas bolas grandes e peludas, já Juquinha apenas o suspirava e pedia para eu não parar.
O jeito que ele empurrava minha cabeça me sufocando naquela rola me deixava ainda mais submisso, ele mexia um pouco o quadril, oras segurando minha cabeça, oras me deixando respirar. Eu só queria deixar aquela rola muito bem molhada e limpinha enquanto eu chupava. Até que do nada o celular dele toca e ele atende, só que o celular dele estava na viva voz do carro.
- Amor, preciso que quando vier do vôlei traga creme de leite e alguma coisa pra gente beber no almoço. – A mulher dele falou.
Juquinha enterrou minha cabeça na rola dele e respondeu meio ofegante – Claro vida, acabei de sair e já passo no mercado, tem algo mais para comprar?
Ele relaxou minha cabeça e eu olhei para ele realmente puto, ele sorriu de uma forma muito safada e falou sem som “Continua” e moveu o quadril contra minha boca.
Voltei a mamar aquela rola, engolindo tudo o que eu podia sem fazer barulho, meus olhos lagrimejavam e ele não parecia se importar de estar falando com a mulher ao telefone enquanto socava na minha boca, seus movimentos eram intensos, não sei como com o carro em movimento, e eu chupava tentando fazer o mínimo de barulho.
- Acho que só isso mesmo, qualquer coisa te ligo de volta.
Ela desligou quando ele parou num sinal vermelho, eu queria sair daquela rola, mas ele não deixou, ele voltou a bombar na minha garganta com força, eu só aceitava, ele segurava no meu cabelo com força e simplesmente começou a gozar na minha boca, e não era pouco gozo, ele quase me afogou.
- Caralho, que boca gostosa – Ele disse e encostando no banco.
- Tu ainda tá namorando.
- E daí? Foi ruim pra ti?
- Não tô falando isso.
- Então não neura com isso.
Juquinha me pegou pelo pescoço e me puxou pra um beijo, e puta que pariu, que beija esse cara tinha, ele me deixou mole mesmo que eu fosse contra ser amante, ele me soltou e eu vi que já estávamos na frente da minha casa.
- Agora eu tenho algo pra resolver, mas me passa teu celular, assim consigo vir aqui quando tiver de boas.
- Claro que não.
- Mano, tu tava com a boca na minha rola até ainda agora, eu quero muito te arrombar, então para de frescura, qual teu número.
Eu não se muito bem o que me foi que me fez dar o número para ele, o jeito mandão ou a vontade de dar para ele...

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Ficha do conto

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ben69

Nome do conto:
O dia que levei uma bolada na cara no vôlei

Codigo do conto:
251800

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
11/01/2026

Quant.de Votos:
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