O dia que levei uma bolada na cara no vôlei - Parte 2

Depois que Juquinha me deixou em casa ele logo me mandou mensagem pedindo para que eu salvasse seu número, eu fiquei muito relutante em salvar, nunca gostei de ficar com homem comprometido, então salvei como “NÃO FALAR” e segui minha vida normalmente.
O vôlei seguiu normalmente, porém em três semanas seguidas o Juquinha não confirmou presença e nem apareceu no vôlei, ouvi um dos administradores do vôlei falou que ele estava com muito trabalho para fazer e não estava tendo tempo para o lazer, claro que não ia ficar perguntando o motivo dele não aparecer mais, como falei anteriormente, a rotação de pessoas é muito grande nesses bate bolas.
Algumas quadras não funcionam durante o feriado, o que é uma pena já que não podemos jogar, e o vôlei que acontecia no dia do feriado acabou não acontecendo já que a quadra estava fechada, então acabei ficando em casa de bobeira naquele feriado.
Estava eu jogando quando surge uma mensagem do NÃO FALAR:
“Qual a boa de hoje?” Ele perguntou.
Pensei em não responder, não queria realmente me meter com homem comprometido, mas logo depois chegou “Tô aqui na frente da tua casa, abre aqui!”.
Tomei um susto, não pela visita, e sim pela ousadia ou falta de noção, como ele surgia na frente da minha casa do absoluto nada, além de eu não querer, eu poderia não esta em casa. Mas admito que a ousadia me fez levantar do sofá e abrir a porta de casa.
O carro dele realmente estava na frente da minha casa, e quando eu abri o portão ele saiu do carro com roupa de jogar vôlei, bateu a porta do carro e veio na minha direção com aquele sorrisão lindo.
- Resolvi tentar a sorte – Ele disse me comendo com os olhos, eu estava apenas de cueca.
Juquinha me abraçou apertado, as mãos logo escorregaram para minha bunda durante o abraço, ele descolou um pouco o tronco do meu e me presenteou com um beijo. E puta merda, como aquele cara sabia beijar, tanto que liguei o foda-se e segui beijando ele, não me importando com meus vizinhos ou a esposa dele.
- Você é cara de pau mesmo – Disse quando nos soltamos, logo cobri meu pau, pois só com aquele beijo eu já tava extremamente excitado, depois dei uma conferida na rua, por sorte não tinha nenhum vizinho a vista.
- Se a gente não tentar, nunca vai conseguir né? – Ele olhou para dentro de casa e sorriu.
- Pode entrar – Falei dando passagem para ele, eu sabia que ia me arrepender depois.
- Que bom, fiquei em dúvida se ia me deixar entrar ou não, tenho o tempo todinho do vôlei pra ficar contigo. – Ele disse me aguardando enquanto fechava o portão. – Minha mulher não sabe que não tem hoje, então, aqui estou, e você pode fazer tudo o que quiser comigo.
Juquinha nem me deixou responder, mesmo ainda no pátio de casa começou a tirar a camisa, mostrando aquele corpo delicioso de marido que ele tinha. Ele era branquinho e com o mamilo rosado, não tinha pelos, era todo lisinho, achei engraçado que quando ele tirou a camisa ficou com a marca da camiseta num estilo Monteiro Lopes, onde seus braços ficam mais escuros, parte que pegava sol, e o resto do corpo branco. Os braços e o tronco eram bem fortes e a barriga saliente de chopp, o homem gostoso.
- Estás com calor? – Perguntei me aproximando dele, segurando em sua cintura.
- Muito, ficar perto de ti me deixa quente. – Ele segurou na minha nuca e me puxou para um beijo.
Eu soltei um gemido enquanto nos beijávamos, pois a mão dele segurava no meu cabelo e puxava lentamente meio que no ritmo do beijo, sua outra mão me abraçou pela cintura, me mantendo forte colado nele, definitivamente aquele homem me tinha e ele sabia disso.
- Cara eu tô muito afim de fazer uma coisa – Ele disse soltando um pouco meu corpo, mas não totalmente.
Juquinha abaixou a cabeça e abocanhou o meu mamilo com desejo, eu suspirei forte e segurei em seu cabelo, ele mamava me olhando nos olhos, sugava meu mamilo, mordia o bico e brincava com a língua. Tudo o que eu conseguia fazer era gemer, minhas pernas já estavam bambas, esse é meu ponto fraco.
- Assim eu vou gozar – Disse entre gemidos quando ele passou para o meu outro mamilo.
- Faz isso não – Ele disse segurando o bico do meu peito entre os dentes, eu gemi alto quando ele fez isso.
Ainda estávamos no pátio de casa, por sorte o portão ele não é aberto e sim tem aquela chapa de ferro que ninguém consegue vê nem de fora e nem de dentro, porém é pode ouvir. No meu pátio tem um banquinho de madeira logo na frente da porta e foi ali que Juquinha me fez ficar de joelhos quando me soltou e me virou de costas para ele.
Juquinha puxou minha cueca samba canção deixando ela nos meus joelhos e se ajoelhou atrás de mim, ele ficou admirando minha bunda por um tempo e logo depois deu uma tapa com aquela mãozona, minha bunda não é muito pequena, mas tenho certeza que as mãos dele preencheram todinha minha bunda. Ele ficou massageando minha bunda com as mãos enquanto passava o nariz por ela.
- Porra que delicia – Ele disse quando parou de massagear minha bunda e abriu mostrando meu cu.
Logo eu estava gemendo sentindo a língua de Juquinha percorrer meu rego até chegar ao meu cu, e aquele cara tinha habilidade com a língua. Encostei minha cabeça na parede e segurei com força o banco, pois eu realmente estava sentindo meu corpo mole, enquanto isso Juquinha engolia meu cu com vontade, mordia, lambia, cheirava, batia, ele estava se deliciando com aquela ação, e eu estava entregue.
Juquinha levantou e ficou atrás de mim, com uma mão ele virou minha cabeça para ele e me beijou com vontade e com a outra ele ficou brincando com os dedos grossos no meu cu. Não demorou muito para ele enfiar o dedo médio em mim e eu gemer em sua boca, ele não parava de me beijar em nenhum momento, e seu dedo ia saindo e entrando do meu cu com mais velocidade.
Eu não sei o que estava acontecendo comigo, mas eu simplesmente comecei a gozar ali no banco com o dedo do Juquinha me fudendo o cu e a língua dele fudendo minha boca, e não foi pouco gozo, eu gozei fartamente com aquela ação. Ele parou de me beijar e olhou chateado para meu gozo, mas sem tirar o dedo do meu cu.
- Poxa, não era para ter gozado – Ele disse cutucando minha próstata, eu mordi os lábios para não gemer e encarei ele.
- Desculpa, eu não aguentei, tinha muito tempo que ninguém mexia a... Ai – Suspirei antes de terminar a falar, Juquinha tinha tirado e colocado o dedo de novo em mim.
- Pra me recompensar dessa sacanagem, vou continuar com o dedo no teu cu. – Ele beijou meu pescoço. – E você vai rebolar igual você faz lá na quadra quando tá dançando – Ele mordeu meu ombro e entrou e saiu de novo com o dedo em mim.
- Isso é ridículo.
- Eu não to pedindo Benzinho – Ele falou no meu ouvido com aquela voz grave, eu me arrepiei todinho.
Juquinha encostou a testa no meu ombro e desencostou o seu corpo do meu, admito que senti falta do calor dele contra meu corpo, e ordenou um “Rebola pra mim, vai” e eu involuntariamente comecei a rebolar no dedo dele. Com o braço livre ele segurou meu pulso e levou até sua rola que até então estava dentro da cueca, e assim que invadi a cueca dele eu pude sentir que aquela latinha de coca cola estava toda melada.
Comecei a punhetar lentamente por dentro da cueca aquela rola, enquanto ele seguia me dedando num ritmo compassado, nós dois gemíamos com aquilo. Puxei um pouco o short e a cueca dele para baixo liberando aquele pau que pulsava horrores, e comecei a intensificar a punheta, ele também seguiu me dedando com vontade e logo enfiou um segundo dedo. Aquilo estava tão gostoso que meu pau já estava duro de novo e babando, e eu não sou de babar pelo pau.
Juquinha tirou os dois dedos do meu cu e se colocou rapidamente atrás de mim, seu pau babão ficou roçando pela minha bunda e eu sentia o pré-gozo dele me melando todinho, eu sabia o que iria acontecer, então me segurei novamente no banco no momento que a cabeça da rola do Juquinha encontrou meu cu. Ele começou a empurrar devagar, mesmo que eu estivesse laceado ainda encontrava um pouco de resistência com aquela invasão.
Custou um pouco, mas a cabeçona conseguiu a passagem que tanto queria e eu vi estrelas, tinha muito tempo que não dava o cu, e com aquela rola da espessura de um antebraço eu sofri um pouco. Juquinha foi super paciente comigo, parava quando eu apertava seu braço e me beijava muito, tentando me deixar o mais relaxado possível. Quando senti seu corpo encostar em mim de novo e seus pentelhos roçando na minha bunda percebi que a latinha de coca cola tinha entrado toda, o que foi um alivio.
Juquinha abraçou meu corpo segurando em meus peitos e começou a fuder lentamente, ele sussurrou no meu ouvido “Seu cu é tão quentinho e tá esmagando meu pau, isso é uma delicia, por isso que eu gosto de cu de homem”, o ritmo começou a aumentar devagar, o banco começou a ranger com a movimentação de nossos corpos e os gemidos também começaram a aumentar.
Ele soltou um dos meus peitos e levantou meu braço passando por cima de seu ombro, seu rosto passou por baixo do meu corpo que já pingava de suor e abocanhou meu mamilo novamente, isso tudo sem parar de meter em mim. Segurei com força em seu cabelo e não consegui mais gemer baixo, sentir aquela rola dentro de mim e ele mexendo no meu mamilo estava me levando a loucura.
Foi então que primeira vez eu tomei a iniciativa com aquele homem, tirei sua boca do meu peito e sua rola do meu cu rapidamente, podia sentir o estrago no meu cu só com a brisa que batia no pátio.
- Quem mandou você tirar? – Perguntou ele vindo novamente para cima.
Eu o parei e o sentei no banco, o short continuava no meio das coxas assim como minha samba canção. Sai do banco, terminei de tirar nossas roupas, Juquinha finalmente entendeu o que eu queria fazer e bateu em suas coxas me chamando para sentar nele. E foi o que eu fiz, subi no banco ficando de frente para ele.
- Nunca gostei de chupar rola, mas você tá me deixando doido – Disse ele me parando de sentar e abocanhando minha rola.
Pensei que um cara metido a hétero como ele não iria querer me chupar, e admito que era o único ponto fraco dele, ele não sabia muito bem o que estava fazendo, mas deixei que ele continuasse, pois ele estava me dando tanto tesão. Juquinha ficou alguns minutos naquela mamada meio sem jeito, mas ele estava empenhado em me dar prazer, enquanto me chupava ele voltou a dedar o meu cu. Eu gemia e suspirava com o que ele estava fazendo.
Puxei o cabelo dele tirando meu pau de sua boca e ele me olhou com uma carinha de moleque travesse, seu cabelo estava grudado no rosto pelo suor, seu rosto estava vermelho pelo calor, e seu corpo estava todo melado e o principal, sua rola continuava dura como antes e tão babona quanto antes, aquela visão quase me vez gozar de novo.
- O que foi? Eu não disse que você podia fazer o que quiser comigo? – Ele perguntou me encarando de baixo enquanto se masturbava.
- E eu vou – Me agachei ficando de cócoras em cima dele, ele abriu um sorrisão para mim me ajudou a sentar mirando a rola para cima.
Como ele já tinha me arrombado antes, então entrou um pouco mais fácil, e eu não sei também se o fato dele estar todo melado de pre gozo e eu de suor também ajudou, mas quando sentei pareceu que era aquele pedaço que tava falando em mim. Abracei o pescoço dele e ele abraçou minha cintura e comecei a cavalgar com vontade dele.
Juquinha suspirava a cada sentada que eu dava, ele apertava minha cintura e gemia para mim falando “Isso gostoso, que sentada gostosa você tem Benzinho, senta em mim vai”, quando eu cansava ele continuava a meter por baixo, fazendo nossos corpos se chocarem, aquilo estava muito delicioso de sentir.
Me soltei um pouco dele inclinando meu corpo para trás me apoiando em seu joelho, Juquinha tinha toda a visão do meu corpo, ele soltei uma das mãos de minha cintura e começou a alisar meu corpo suado, isso enquanto em quicava nele, e depois abocanhou meu peito, ele ficou chupando e mordendo meu mamilo até que eu não aguentei mais e gozei sem me tocar pela segunda vez, apenas sentido a rola dele entrando e saindo de mim.
- Pra quem não queria tô te fazendo sentir tesão para caralho, não é? – Ele disse rindo quando parei de sentar enquanto gozava.
Juquinha me trouxe de volta para ele e abraçou minha cintura com força me tirando um pouco de seu colo, mas me mantendo preso em seus braços, ele me olhou nos olhos e começou a macetar meu cu com força e rapidez, sentia que ia ficar todo esfolado naquele momento, pois seus olhos até ficaram mais escuros enquanto me encaravam.
Agarrei em seu cabelo tentando me manter naquela posição o máximo que conseguia, enquanto isso Juquinha, não sei como, subia e descia com uma rapidez incrível, o banco rangia e andava enquanto ele pulava no banco para acertar mais fundo meu buraco, os olhos deles continuavam fixos no meu e eu sentia todo o desejo dele não só ali, mas na rua rola dura entrando e saindo de mim cada vez mais rápido. Os gemidos iam ficando mais altos, tanto meu quanto dele e por fim veio a socada final daquela britadeira.
Esse homem urrava tanto em cima daquele banco que eu tive de tapar sua boca, eu sentia meu cu se inundando de porra e minha pele doer, pois Juquinha agarrou forte minha cintura enquanto gozava, os espasmos eram tão fortes que quase me derrubaram, mas como ele me segurava ele apenas me apertou contra ele. Ficamos colados e ofegantes por um bom tempo, até ouvirmos o barulho do pau dele sair de mim e eu involuntariamente soltar seu gozo para fora.
- Porra, que partida de vôlei foi essa Benzinho – Ele disse rindo encostando a cabeça no banco e fechando os olhos, acho que tentando não morrer, seu coração estava muito acelerado.
- Levei bem mais bolada do que da primeira vez, não achas? – Disse também ofegante encostando a cabeça no ombro dele, ele riu e ficou fazendo carinho na minha costa com aquelas mãozonas.
- Isso porque ainda nem entrei na tua casa – Falou ele fazendo carinho no meu cabelo.
- Que horas são? – Perguntei levantando o rosto.
- Uma e meia – Ele fez algo que me assustou um pouco, desceu a mão do meu cabelo e alisou o meu rosto, e ficou alisando tanto minha barba quanto meus lábios enquanto conversávamos.
- Então ainda temos mais uma hora e meia, quer ir para minha cama?
- Quer mais? – Ele disse surpreso.
Eu não respondi, apenas o beijei com muita vontade, eu não queria me desgrudar daquele homem, e ele entendeu, pois me abraçou com força enquanto nos beijávamos com força, foi impossível não sentir o pau dele começar a ganhar vida embaixo e mim assim como o meu, e ficamos nos beijando nesse fogo por mais ou menos uns dez minutos.
Não sou uma pessoa magra e nem leve, e Juquinha me surpreendeu quando levantou do banco me carregando isso tudo sem desgrudar a boca da minha, fiquei tão assustado que abri as pernas e nos paramos de nos beijar, ele me soltou pelo susto e eu fiquei olhando para ele perplexo.
- Que?
- Como você consegue me aguentar?
- Eu falei que curto gordo, né? Carrego cimento na obra para carregar meus gordinhos pra cama – Ele disse dando uma tapa na minha bunda e me puxando pela cintura para mais um beijo.
Fomos para dentro de casa, mas se quer chegamos à minha cama, acabamos transando mais um pouco no sofá, dessa vez ele me colocou de quatro com o pé dele pressionando minha cabeça no sofá. Ficamos nessa metessão até mais o umas duas e meia da tarde, ele colocou o despertador no celular para alertar o horário.
Acabou que ele pediu para tomar banho e me chamou para tomar banho junto com ele, no banheiro ele me colocou contra a parede, fez eu me apoiar na parede e segurar no pescoço dele e me carregou, ficou metendo um pouquinho enquanto me carregava, nunca tinham feito isso comigo por conta do meu peso, mas teve de parar, já que estava dando a hora do final do vôlei.
- Vou ter de correr no parque antes de voltar para casa – Disse ele enquanto se vestia.
- Por quê?
- Fiquei três horas no vôlei sem suar? E ainda chego de banho tomado em casa? – Ele colocou a camisa e me encarou – Abre a porta para eu voltar?
Admito que fiquei meio balançado com o jeito que ele me olhou, mas resolvi não me sentir tão emocionado já que eu sabia que não daria em nada aquilo ali. Antes de ele sair ele me deu mais um beijo daqueles de tirar o fôlego, abri o portão e enquanto ele saia ele fala “Só me falar quando voltar que eu dou um jeitinho” deu uma piscadela safada para mim e entrou no carro logo depois.
Uns dez minutos depois ele me manda uma foto daquelas de reprodução única dele correndo no parque o que me fez rir, que bate bola incrível eu tive naquele dia.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
O dia que levei uma bolada na cara no vôlei - Parte 2

Codigo do conto:
252003

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
13/01/2026

Quant.de Votos:
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