O menino do clube de xadrez - Parte 4

Meu pai chegou do serviço e foi cumprimentar Davi, ele conversava e fazia perguntas, acho que estava tentando ser simpático, até falou que Davi tinha que ir um dia que ele estivesse de folga pra que jogasse xadrez com ele kkkkk
Meu pai estava feliz que eu tinha entrado no clube de xadrez e feito amizades que me incentivassem na escola, acredito que por isso fazia tanta questão de ser simpático com Davi. Isso me fez pensar, sobre o meu antigo eu, festeiro que ia pras festinhas adolescentes, beijava meninas pra manter um personagem, e tava disposto até a usar drogas, apenas pra ter a aprovação dos colegas.

Aquele eu era uma pessoa do passado, eu tava realmente feliz por estar fazendo amizade com Davi e me dedicando aos estudos, percebi que eu era mais inteligente do que eu imaginava, mas mais do que isso, estar com Davi me fazia sentir um calor no meu corpo, meu coração bater mais forte. Não sei se isso era paixão, desejo, amor, ou só vontade de gozar... O que importa era que independente do que fosse, eu queria descobrir junto de Davi

A noite chegou e com ela o desejo, beijar Davi era tudo que eu queria, mas não queria parecer desesperado, e nem gay... Tinha medo que isso nos afastasse, então teria que ter paciência e "comer pelas beiradas".
Minha cama era de casal, mas ainda assim tinha uma cama no chão para Davi, eu disse: você é a visita, dorme na minha cama, eu fico com a do chão. Mas foi só cair a noite que já subi pra minha cama com a desculpa de que a do chão estar muito dura kkkk
Estava sem sono nenhum, mas fingi estar pra ter uma desculpa e abraçar Davi, e assim o fiz, passei minha mão sobre seu peito e barriga e o senti se arrepiar.
Me aconcheguei em Davi, com uma conchinha, o cheiro dele né excitava, Davi era magro,eu o aproximava mais, meus lábios em seu pescoço, o beijando por trás.
Desci minhas mãos e senti seu volume explodindo na calça.
- aghhT-tom... O que estava fazendo? - Ele dizia ofegante.
- D-desculpa amigo, eu não estou acostumado a dormir com alguém, acho que acabei de abraçando sem querer...
- Tudo bem... Eu acho... Sei lá, isso é estranho...
- Tem razão Davi, é estranho. Mas cara, eu tô com muito tesão, e tô vendo que tu também tá. Porra, que acha da gente aproveitar isso hein? Te prometo que ninguém vai saber.
- Aproveitar? Cê tá doido Tom? Mano, eu não sou gay não.
- Hahaha, eu também não cara, mas tipo, sei lá, me deu vontade de tocar você que nem mais cedo, tipo, eu curti demais gozar juntos contigo mano. (Fiz uma cara de triste e confuso, usando meu charme inocente pra cima de Davi).
- Tudo bem Tom, tu tá certo, foi gostoso mesmo, mas tipo, sei lá, o que tu quer fazer?
Passei a mão pelo volume dele.
- Não sei colocar em palavras o que quero fazer Davi, posso improvisar?
- Tá, acho que tem razão, pode, com cuidado, não quero que você faça barulho e seus pais nos peguem em uma situação constrangedora.
- okay, abaixa a bermuda e a cueca então. Vou começar.
Depois que Davi abaixou a bermuda eu fui pra debaixo das cobertas. Beijei o peito dele, chupei seus mamilos e lambi aquele abdômen magrinho. Não sei quando teria oportunidade de usufruir do corpo de Davi de novo, então ia com um fogo, como se fosse a minha única oportunidade, afinal, poderia mesmo ser.
Ouvir os gemidos de Davi me excitava, eu batia uma pra mim mesmo enquanto abocanhava aquele pau, lambia as bolas, chupava as bolas, pau, glande, passava a língua enquanto chupava o pau dele e tentava engolir.
- Caralho Tom, isso ta muito gostoso, não para mano, por favor vai até o fim.
Ouvir aquilo me deu a coragem que eu precisava, tentei engolir até me afogar, e então subi pra cima dele olhando em seus olhos e disse:
- Davi, eu vou sentar no seu pau.
-, Você vai o que?
E sentei, senti aquela piroca invadindo meu cuzinho virgem, no seco, o burro aqui nem pra se lembrar que tinha que lubrificar, tirei rápido .
- O que foi Tom??? -Davi me olha preocupado.
- É que seu pau é muito grande mano. -Falei tentando apelar pra autoestima dele.
Passei cuspe na entrada do meu cu, tentei enfiar um dedo pra relaxar, quando eu consegui colocar dois, me senti pronto.
- Acho que agora vai!
E foi, ah como foi, sentei e deixei entrar tudo, bem devagar.
Eu gemia de dor e prazer, já Davi, só de prazer mesmo, ele revirava os olhos e ficava com a boca aberta.
- Caralho Tom, que delícia, mano, posso mexer?
- Pode. - Falei, sentindo ele se movimentar, o pau entrando e quase saindo, os movimentos começaram devagar e começaram a acelerar, a dor estava cada vez dando mais espaço pro prazer, então eu disse: vou cavalgar.
E eu cavalguei mesmo, sentei como se não houvesse amanhã, fui com tanta vontade que Davi não aguentou, avisou que ia gozar.
Eu disse: Goza dentro de mim mano.
Isso era o que faltava, ele ejaculou com vontade, gemia enquanto gozava, apertando minha bunda contra seu pau.
- Caralho! Falei.
- Caralho mesmo Tom, nossa isso foi muito gostoso.
- Foi muito gostoso mesmo! - Falei enquanto levantava e sentia o pau dele sair de dentro de mim.
- Davi...
- Que foi? Perguntou Davi ofegante.
- Quero beijar você! - e falei roubando um beijo dele
- Davi não relutou, aos poucos abria mais e mais a boca, minha língua já invadia a dele, a mão dele já segurava minha nuca, ele também tinha fome de mim, não era só eu que tinha fome dele, pude sentir isso.
Beijei, beijei e beijei mais! Estava tão feliz.
Naquela noite não conversamos mais, apenas senti o abraço de Davi me envolver em uma conchinha, e então dormimos, cansados daquele sexo maravilhoso.
- Te amo Davi! (Não sei se falei, se pensei ou se sonhei, só sei que senti).


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico thomasstreppel

Nome do conto:
O menino do clube de xadrez - Parte 4

Codigo do conto:
251887

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
12/01/2026

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