A vizinha mais velha e o novo conserto

Olá! Sou Roni. Me apresentando novamente: sou loiro, bem alto, olhos verdes, corpo em forma, barba loira, quase ruiva.

Sugiro que leiam o conto anterior “A vizinha mais velha e o filtro de água” para entender melhor o que vou narrar agora.

Os dias se passaram normalmente no prédio, e eu sempre encontrava Lurdes e Mário no elevador, na garagem e até na calçada na frente do prédio. Ela sempre muito discreta e simpática como sempre.

Num desses dias, conversando com Mario (Lurdes ao lado), ele estava me contando de uns trabalhos que teria que fazer em outra cidade e ficaria uns dias fora por causa da distância a partir do dia seguinte, e que se surgisse alguma eventual emergência, se poderia entrar em contato comigo, ao qual eu respondi positivamente, afirmando que vizinhos são para isso mesmo, e que tinha certeza de que se eu precisasse dele, ele estaria a disposição.

Lurdes deu uma risada e chamou ele de dramático e preocupado, e disse que nada de errado aconteceria, mas agradeceu a minha disponibilidade com toda a sua elegância de sempre.

Fiquei super animado, pois teria a chance de possuir aquela delícia de senhora novamente. No outro dia, como tiramos os lixos e deixamos num depósito ao lado do elevador, fiz questão de fazer bastante barulho ao sair deixar o meu lixo no tambor, e como as portas dos apartamentos ficam frente a frente, sabia que Lurdes estaria acordada e perceberia que eu estava ali.

Para provocar ainda mais, saí com minha roupa de pedalar, com bermuda de lycra bem colada, sem cueca e de regata, dando a entender que iria dar um giro de bike, e caso ela não me visse, eu iria mesmo, pois gosto muito de corrida e bike. Então, deixei a rola de lado, marcando bem na bermuda, e por ser um pau avantajado, mesmo mole já parecia grande.

Deixei o saco de lixo e voltei para o hall dos apartamentos e já vi a porta dela aberta. Ela tinha caído na minha isca. Olho para dentro do apartamento dela e a vejo vindo em direção a porta, e confesso que fiquei de queixo caído em ver ela tão sexy.

Ela me pergunta onde eu iria pedalar assim tão cedo, e brinca comigo, perguntando se eu estava levando a bomba de encher pneu na bermuda. Dai uma gargalhada e cheguei mais perto e pude notar os detalhes nela. Não sei se ela leu meus pensamentos, mas estava vestida da forma que me deixa mais louco de tesão: uma camisola de renda tão fina, mas tão fina que era como se estivesse sem nada, e por baixo sem sutiã, onde pude perceber que a gravidade não havia tido efeito nela, pois os seios continuavam firmes e volumosos. Mais abaixo, um fio dental de lucro cirré, imitando couro, bem brilhoso e bem minúsculo. Depois da gargalhada continuei olhando e fiquei paralisado de tesão.

Ela me olha e pergunta se a minha promessa feita ao Mario ainda estava de pé, se eu ajudaria com as emergências mesmo, ao qual eu respondi que sim. Ela me convida para entrar e diz para eu fazer o pedal mais tarde, pois ela tinha uma emergência e falou “lembra que eu disse que precisava reparos no esgoto? Pois bem, preciso, e agora!”

Entrei, fechei a porta atrás de mim e fui seguindo ela, que se virou de costas e foi andando para dentro da casa, em direção ao quarto da filha. Na hora nem pensei, apenas fui atrás daquela bunda gostosa rebolando e se exibindo.

Entrei no quarto da filha juntamente com ela e ela mudou totalmente o tom, e disse que não queria encenação, e sim, que eu a fizesse mulher, mas não tranquilamente, e sim como uma puta. Eu fiquei maluco com aquela cena, com Lurdes que era toda chique e elegante, se mostrando uma verdadeira mulher querendo um homem de verdade.

Ela tirou a camisola transparente, ficando só de fio dental e me beijou com uma voracidade que eu não imaginava vir dela. Enquanto me beijava, foi tirando minha regata, e foi descendo beijando meu pescoço, meu peito e foi descendo. Não eram beijos comuns, eram beijos chupados, com lambidas e muita saliva espalhada, com uma sede de sexo incrível.

Quando chegou na minha cintura ela se abaixou ficando coma bunda empinada pra trás e ficou olhando para o meu pau pulsando dentro da lycra, e como que hipnotizada, passava a mão por cima da bermuda e mordia os lábios. Nessa hora vi seu cuzinho gostoso no espelho atrás dela, e inacreditavelmente ela tinha um plug já totalmente enfiado no cuzinho. Fiquei maluco quando vi.

Ela continuava alisando meu pau, até que puxou a barra da bermuda pra baixo e meu pau pulou para fora de uma vez, e nessa hora ela se transformou: aquela senhora elegante virou uma puta sedenta por pica. Ela chupava como se fosse a última rola da vida dela, tentando colocar toda na boca, engasgando, babando e me olhando com os olhos lacrimejando. Estava deliciosa, parecia que iria sugar toda a minha vida pelo pau.

Levantei ela e a coloquei de quatro na cama da filha, me abaixei e comecei a chupar sua buceta por trás, e mover para dentro e para fora o plug do cuzinho dela, enquanto ela saiu de si, me falando coisas que não imaginava vindo dela, pedindo para fuder a minha vizinha puta. Deliciosa!

Fiquei em pé e deslizei o pau por fora da buceta pingando dela, e ela disse pra eu não enfiar, pois hoje ela queria meu pau no cuzinho. Nisso ela se levanta, abre a gaveta da filha e pega um consolo gigante, grande e grosso e me diz que por isso foi para aquele quarto, pois sabia que a filha tinha esses brinquedos guardados.

Ela olhou para mim e disse para eu encher a buceta dela com o consolo, e realmente era enorme. Ela disse pra eu fazer como eu quisesse, então encostei a ponta na entrada da buceta dela e fui enfiando tudo de uma vez, sentido ela tremer e gritar um “aiiiiiiiiiiiiiiiii”. Só dei um tapa na bunda dela e enfiei até o final dentro dela. Acho que tinha uns 25cm.

Quando entrou tudo ela só se contou na cama, mas com a bunda ainda empinada. Puxei o plug do cuzinho dela, dei uma lambida gostosa e também coloquei o pau de uma vez só. Nunca ouvi um grito tão alto, tanto que empurrei a cabeça dela no travesseiro e comecei a meter com muita força, dizendo para ela que era isso que ela queria e isso que ela merecia.

Incrivelmente ela rebolava, mesmo com aquela pica gigante na buceta e o meu pau enorme no cuzinho. A imagem de mulher santinha tinha ido por água abaixo. Que foda gostosa! Meti muitoooooo. Ficamos um temão assim, ela gozou muitas vezes e eu me controlei muitooo para não gozar logo, e quando não aguentei mais, tirei do cu dela, coloquei ela de joelhos no chão e a segurei pelas bochechas, fazendo abrir a boca, e derramei todo o meu leite, e eram jatos e mais jatos. Acho que foram uma das maiores gozadas dos últimos tempos.

Sentei na cama e ela ainda de joelhos limpou todo o meu pau, me lambeu todinho, deixando brilhante. Levantamos e nos agarramos aos beijos, ainda sedentos tanto quanto o momento em que cheguei na casa dela.

Ela pegou o plug e colocou novamente no cuzinho, e disse que queria ficar sentindo o cuzinho preenchido pelo resto do dia, lembrando do meu pau inchado dentro dela. Tentei continua a putaria, mas ela assumiu o modo elegante outra vez, e disse que eu teria somente o cuzinho dessa vez, mas que o marido iria ficar muitos dias fora, e que ela tem muitos consertos para fazer em casa nesse período.

Ela abriu a gaveta da filha e guardou o consolo gigante, onde percebi que haviam ainda mais guardados na gaveta. Ela percebeu que eu vi e disse que “tal mãe, tal filha” e deu uma gargalhada. Isso me deixou com a pulga atrás da orelha, me lembrando do primeiro dia em que a filha me recebeu de roupão na porta. Muitas ideias passaram pela minha cabeça, mas tenho certeza que ainda vou comer aquela ninfetinha também.

Coloquei minha roupa e fui pedalar, com um sorriso descarado no rosto.
Tenho certeza que ainda vai acontecer muitas coisas mais.

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Ficha do conto

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ronycwb

Nome do conto:
A vizinha mais velha e o novo conserto

Codigo do conto:
252125

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
14/01/2026

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