Thi, meu noivo, tem 32 anos e um porte físico bom; ele se cuida. Ele adora me incentivar a ser o centro das atenções.
Era um sábado de muito calor, e nós decidimos passar o dia na praia de Canoa Quebrada, no Ceará, conhecida praia. Desde cedo, resolvi que naquele dia iria provocar um pouco: escolhi um biquíni preto, bem mais cavado do que o normal, mas, para não entregar tudo de imediato, coloquei uma sainha leve por cima. Thi não percebeu nada durante o caminho — achou que eu estava mais discreta do que o habitual.
Foi só quando chegamos à praia que fiz questão de fazer a surpresa. Tirei a sainha devagar, deixando à mostra o biquíni que mal cobria o necessário. A parte de cima era um triângulo minúsculo que realçava meus seios, enquanto a calcinha, quase imperceptível, deixava minha raba bem à mostra, com apenas uma fina tira desaparecendo entre meu rabo. O olhar do Thi mudou na hora, claramente surpreso e satisfeito. Ele, por sua vez, vestia uma sunga preta justa, que marcava seu corpo de forma provocante.
Enquanto caminhávamos pela areia, eu sentia os olhares de longe. Thi, ao meu lado, segurava minha mão com um sorriso de orgulho e excitação, e sussurrou no meu ouvido:
— Amor, você tá arrasando. Todo mundo tá olhando. Quer brincar um pouco mais?
Dei uma risada baixa, com os olhos brilhando de travessura.
— Claro, meu bem. Vamos ver até onde isso vai.
Montamos nosso cantinho na areia, com o guarda-sol e as cadeiras de praia. Thi ficou sentado, tranquilo, observando tudo de longe, enquanto eu resolvi circular um pouco. Pedi pra ele pasear protetor e rapidamente me levantei, caminhando devagar pela areia quente. Não demorou muito avistei um grupo de três rapazes, que jogavam frescobol ali, que já havíamos passado por eles.
Escolhi passar bem no meio do espaço onde os três rapazes jogavam frescobol, fingindo estar mais interessada no mar do que em qualquer outra coisa. Caminhei com o olhar perdido no horizonte, sentindo o vento bater no corpo e o biquíni fio dental marcando cada movimento meu. Fiz questão de andar com calma, balançando o rabo naturalmente, como se nem percebesse os olhares que começavam a seguir minha raba. Em um momento, parei por alguns segundos, de costas para eles, olhando o mar, ajustando distraidamente a lateral do biquíni, deixando claro mais do que o necessário.
Um deles, um moreno de cabelos curtos e corpo sarado, se aproximou com um sorriso amigável, segurando uma raquete na mão.
— Desculpa atrapalhar moça, mas a bola caiu aqui. Posso pegar? — disse ele, mas seus olhos inicialmente estavam fixos em minhas coxas e bunda. Olhei para ele um pouco surpresa e nervosa mas com um sorriso provocante.
— Claro, pega aí. Só toma cuidado pra essa bola não bater em mim, hein? — respondi, com um tom de brincadeira. Ajeitei o cabelo, enquanto olhava para ele.
O rapaz hesitou por um segundo se abaixou perto de mim me devorando com os olhos, me encarando de cima a baixo, claramente sem saber se falava ou não. Acabou criando coragem e perguntou, com um sorriso enviesado:
— Você tá sozinha?
Ri de leve, virei o rosto na direção do Thi por um instante, só para deixar claro o cenário, e depois voltei o olhar para ele.
— Sozinha não… vim com meu noivo — respondi, sem perder o sorriso. — Mas por quê?
Nesse momento, os outros dois amigos dele se aproximaram, fingindo naturalidade, mas curiosos demais para disfarçar. Um deles cruzou os braços, o outro ficou ao lado, ambos me olhando sem nenhum constrangimento.
— Ah… é que a gente ficou na dúvida — disse o primeiro, rindo sem graça. — Você chamou nossa atenção de longe.
— Gostaram do que estão vendo? — perguntei, girando o corpo de leve para mostrar ainda mais minha silhueta.
Ele coçou a nuca, um pouco sem graça, mas não conseguiu disfarçar o interesse. Eles se entreolharam e deram um riso safado
— Sinceramente? Impossível não gostar. Você tem é muito gostosa. Seu noivo é muito sortudo.
Sorri de canto ao ouvir aquilo. Era exatamente a reação que eu esperava. Cruzei os braços devagar, fazendo questão de realçar o movimento do corpo, e respondi com naturalidade, como se não estivesse consciente do efeito que causava, já sabia que todos estavam de pau duro essa hora:
— Ele é mesmo — falei, olhando novamente na direção do Thi, que continuava sentado na cadeira de praia, relaxado, acompanhando tudo com atenção. — E confia bastante em mim.
O moreno seguiu meu olhar e finalmente percebeu o Thi ali, observando a cena sem qualquer sinal de incômodo. Isso pareceu deixá-los ainda mais safados. Os três trocaram olhares rápidos entre si, como se tentassem entender até onde aquela situação podia ir.
— A gente achou que você tava… sei lá — disse o outro, rindo baixo. — Mas deu pra perceber – olhando meu corpo de cima a baixo - que vocês têm uma dinâmica diferente.
Dei uma risadinha curta, me aproximando mais deles.
— Diferente? como? — perguntei, já bem putinha e excitada. Mordi o lábio inferior, adorando o jogo.
— Livre — respondeu o terceiro, sem rodeios. — Dá pra sentir isso de longe.
— Mais ou menos, vocês não são daqui não é? – percebi pelo sotaque diferente.
— Não, somos de São Paulo só passando as férias aqui, gostosa. E vocês?
— Interior de Minas. – respondi, meio espantada de ser chamada logo de gostosa.
Antes que o clima avançasse demais, fingi que o Thi havia chamado:
— Acho que meu amor esta me chamando.
Me despedi e voltei o corpo em direção ao Thi mas fiz questão de passar entre eles. Abri caminho entre eles, com carinha de safada e senti as mãos deles discretas no meu corpo enquanto passava. Ainda não tão distante, mas um deles perguntou alto:
— Teremos o prazer de rever o rabo dessa mineira gostosa ainda essas férias? – com um certo risinho, em tom de safado. Me senti muito vagabunda nesse momento, pois havia pessoas passando na hora. Respondi, olhando por cima dos ombros, raba na direção deles. Me:
— Com certeza vão ver. Mas agora, é melhor vocês voltarem pro jogo.
O rapaz riu, balançando a cabeça.
— Difícil jogar com uma distração dessas. Mas tudo bem, a gente vai tentar. Se mudar de ideia e quiser companhia, é só chamar.
Caminhando de volta na direção dele sem pressa alguma. Sabia que cada passo era acompanhado por aqueles olhares atentos. Parei ao lado da cadeira, me inclinei um pouco para pegar a garrafa na bolsa térmica e senti o olhar do Thi percorrer meu corpo com a mesma intensidade dos outros — talvez até mais.
Ele sorriu, daquele jeito confiante que sempre me desarmava.
— Você quis isso desde o começo não é Safada?! — disse em voz baixa. — E eles também perceberam.
Olhei por cima do ombro, só mais uma vez, vendo os três rapazes retomarem o frescobol, ainda claramente dispersos. Assenti, me aproximei de Thi e sentei no colo dele, com as pernas abertas na direção dos rapazes. Passei os braços em volta do pescoço do meu noivo, mas sem desviar os olhos do grupo, mantendo o contato visual com um sorriso provocante. Thi se inclinou sobre mim e sussurrou no meu ouvido:
— Você tá adorando isso, né? Tô sentindo seu calor daqui. Putinha, safada essa que resolvi noivar. Quer continuar brincando?
Sorri, virando o rosto para ele.
— Por enquanto, deixa eles olharem mais um pouco. Tô me sentindo uma rainha sendo adorada. Mas se prepara que hoje a sua noivinha vai FUDER forte…
O sol continuava alto, o vento quente, e eu sabia que aquele dia em Canoa Quebrada ainda estava longe de terminar. Continua….
