Olá, tudo bem?? Tenho atualmente 28 anos, kkkkk. Meu noivo gosta de me definir como uma mulher cheia de energia e autoconfiança. Sou morena, tenho 1,69 de altura, peso 65 kg, gosto de academia e natação. Meus cabelos são lisos e longos, vão até a metade das costas, e meus olhos são castanhos. Além disso, adoro meu sorriso, kk, acho que ele é uma mistura de doçura e sedução. Tenho um corpo bonito: seios médios, mas bem empinadinhos e durinhos, cintura fina e um bumbum redondo e empinado que chama atenção por onde eu passava. Thi, meu noivo, tem 32 anos e um porte físico bom; ele se cuida. Ele adora me incentivar a ser o centro das atenções.
Esse conto é a Continuação do: Mostrando o Rabo Na Praia
Terminei falando com meu noivo que queria fuder com os homens que conhecemos na praia. Então ele disse:
— Não — disse ele, a voz baixa e firme, sem espaço para argumento. — Tá louca?
A excitação deu lugar a uma fúria gelada, uma necessidade de quebrar aquela regra que ele acabara de impor. Eu não era troféu para ser exibida e depois guardada. Era troféu para ser exibida e dividida.
— Não, Thi — retruquei, minha voz mais alta do que pretendia. — Eu quero eles. Os três. Hoje. E você vai sentar e só assistir.
Ele finalmente se virou para me encarar. Os olhos dele eram faíscas, um choque entre choque e pura luxúria.
— Você tá falando sério? — perguntou Thi, e eu vi a mandíbula dele se apertar.
— Nunca falei tão sério na minha vida. — Sorri, um sorriso de predadora. — Você disse que eu era sua puta, não foi? Então sou uma puta e você vai me obedecer. E eu estou ordenando. Leva eles pro nosso quarto. E depois... você só vai poder olhar.
O silêncio se estendeu pela praia. O som das ondas parecia ter parado. Thi me olhou por um longo tempo, tentando decifrar até onde eu iria. E então ele viu. Ele viu a certeza nos meus olhos, a determinação. Ele viu que, naquele momento, eu não era a noiva dele, a namorada. Ele percebeu a vagabunda em mim no comando.
Um sorriso lento e torto se espalhou pelo rosto dele. Um sorriso de aceitação, de pura e absoluta excitação. Ele balançou a cabeça, uma vez, quase imperceptível.
— Pelo amor de Deus, Kaka... tem certeza?
Só confirmei com a cabeça. Passamos um tempo em silêncio, sentados pensando e olhando o mar. Até que o Thi se levantou e se virou na direção sos três rapazes, e foi conversar com eles. Falou alguma coisa de longe, apontou para mim. Um expressão de surpresa deles, ao chegarem mais perto
— O que vocês estão esperando? A minha noiva chamou.
Os três se entreolharam, o choque dando lugar a sorrisos de pura incredulidade e desejo. O moreno deu um risinho, passando a mão pelos cabelos. — Tá falando sério?
— Ela nunca fala brincando quando usa esse tom de cadela mandona — respondeu Thi, e já havia um tom de submissão na voz dele que me fez tremer. — Venham. Mas o quarto é meu e as regras são dela.
Eles não precisaram de mais convite. Em segundos, estávamos andando de volta em direção à pousada. Eu na frente com Thi do meu lado e os três rapazes um pouco atrás. Era uma procissão excitante e eletrizante. Algumas pessoas ate achavam estranho, meu bikininho e três macho me seguindo tão de perto, olhavam, mas eu não me importava. Eu sentia o poder correndo em minhas veias, a adrenalina de ter o meu mundo e o deles nas minhas mãos.
Subimos as escadas em silêncio. Thi abriu a porta do nosso quarto e se afastou, fazendo um gesto para que eu entrasse primeiro, seguida pelos três. Ele foi o último a entrar, fechando a porta atrás de si.
O quarto era pequeno, com a cama de casal no centro, a luz do fim da tarde entrando pela janela. Os três rapazes pareciam peixes fora d'água, olhando ao redor, depois para mim, depois para Thi, como se não acreditassem na situação.
Thi foi direto para a poltrona no canto do quarto. Ele se sentou e cruzou os braços. — A plateia está instalada — disse ele, a voz rouca. — Começa o espetáculo, VAGABUNDA.
Eu me virei para os três. O mais baixo já estava tirando o short. O outro, o mais tímido, apenas me encarava, com o peito subindo e descendo de nervoso. Fui até o moreno, o líder deles. Coloquei a mão no peito dele, sentindo o coração acelerado.
— Qual o nome de vocês? — perguntei, minha voz suave, mas carregada de autoridade.
— Eu sou o Rafael. Ele é o Lucas e o Diego — respondeu ele, a voz embargada.
— Bem, Rafael, Lucas, Diego — disse eu, passando os olhos por eles. — A manhã é longa. E eu tenho sede de pau e porra. Mas primeiro... mostrem pra o meu noivo o que eu vou ter hoje.
Rafael não precisou de mais nada. Ele me pegou pelo pescoço e me beijou com uma fome que eu nunca tinha sentido, enquanto suas mãos exploravam meu corpo como se fosse a primeira vez. Senti outras mãos em mim, Lucas e Diego se aproximando, perdendo a timidez. Eu abri os olhos por um instante, por cima do ombro de Rafael, e olhei para Thi.
Ele estava sentado na poltrona, imóvel. Mas seus olhos me devoravam. E uma mão já tinha descido e ajustado o próprio shorts, sem vergonha. Ele estava assistindo. E eu estava reinando.
O beijo de Rafael foi o estopim. Era ríspido, carente, uma mistura de fúria e desejo. Suas mãos não perguntavam, tomavam. Apertavam meus seios, desciam pelas minhas costas, agarravam meu rabo com força. Em segundos, os outros dois se aproximaram. Lucas, o mais baixo, começou a morder meu pescoço e meu ombro, enquanto Diego, o mais tímido, se ajoelhou e começou a passar a língua pela minha coxa, subindo lentamente.
Eu fechei os olhos por um instante, me entregando àquela onda de corpos e mãos. Era exatamente o que eu queria. Caos. Dominação. Ser usada. Quando os abri, procurei por Thi.
Ele estava na poltrona, imóvel. Os braços ainda cruzados, mas o olhar era incandescente. Ele não piscava. Ele devorava cada segundo, cada mão em meu corpo, cada gemido que escapava da minha garganta. Ele me via como deles, mas sabia que, no fundo, eu era inteiramente dele. E aquilo nos excitava mais do que qualquer toque.
— Na cama — ordenou Rafael, puxando meu cabelo.
Nesse momento estava ajoelhada no chão, eu fui, de quatro como um CADELINHA, me sentando na beira da cama. Eles formaram um semicírculo ao meu redor, três corpos moretos e suados, todos os olhares fixos em mim. Diego, o que estava ajoelhado, continuou seu trabalho, agora com a boca entre minhas pernas. Ele não tinha técnica, não tinha jeito, só tinha fome. Chupava minha buceta como se fosse sua última refeição, lambendo, mordendo, metendo os dedos com força. Eu gemi alto, arqueando as costas, minhas mãos agarrando os lençóis.
Lucas se aproximou do outro lado da cama e guiou meu rosto para o seu pau. Era grande e grosso, já duro. Eu abri a boca e o aceitei, sentindo o gosto salgado dele enquanto ele começava a foder minha boca, sem cerimônia.
Fui tomada pelos dois lados. Uma boca na minha buceta, um pau na minha garganta. O quarto estava cheio dos sons da minha sucção, dos gemidos abafados de Diego e dos grunhidos de Lucas. Podendo ser ouvida por todos no hotel, uma puta feliz.
Rafael não esperou. Ele tirou Diego, e disse: — Sai daí, é minha vez.
Diego se afastou, ofegante. Rafael pegou minhas pernas, jogou-as sobre seus ombros e, sem aviso, enterrou o pau inteiro na minha buceta. Gritei, um som de dor e puro prazer. Ele era implacável. Fodia com força, com raiva, cada batida mais funda que a anterior, fazendo meu corpo todo tremer na cama. Lucas ainda estava na minha boca, e o ritmo deles se sincronizou, um entrando enquanto o outro saía.
— Olha pra ele — grunhiu Rafael, me dando um tapa no rosto. — Olha pra seu noivo enquanto a gente te fode.
Forcei meus olhos a se abrirem e a encontrarem os de Thi. A mão dele estava dentro do shorts agora, ele se masturbava lentamente, os olhos fixos no ponto onde Rafael me destruía. Aquilo me levou ao limite.
— Mais! — gritei. — Fode essa buceta! Porra!
Rafael riu, um som cruel e excitado. Ele me virou, me colocando de quatro. Lucas se deitou na minha frente e eu imediatamente voltei a chupá-lo. Rafael, por trás, não perdeu tempo. Mas, em vez de voltar à minha buceta, senti a cabeça do pau dele pressionando meu cu.
— Não... — comecei a dizer, mas a palavra se perdeu em um gemido.
Deu uma cuspida no meu rabo, só senti escorrendo e ele empurrou. A dor foi aguda, eletrizante. Ele não se importou. Enfiou até o fim, me deixando sem fôlego. Lucas agarrou meu cabelo, me forçando a continuar. Fiquei presa entre eles, um pau no meu cu, outro na minha boca, sendo usada, esticada, destruída.
Diego não ficou de fora. Ele ficou de pé ao lado da cama, se masturbando enquanto olhava a cena. Quando Rafael, com um urro, gozou dentro do meu cu, Diego se aproximou. Rafael saiu, e Diego, sem hesitar, enfiou o pau na minha buceta molhada e usada.
A rotina continuou. Um depois do outro. Lucas gozou na minha boca, forçando-me a engolir. Depois foi a vez de Diego me foder por trás, mais rápido, mais desesperado, até que ele também gozou, caindo exausto sobre mim.
Quando terminaram, eu estava deitada de bruços na cama, tremendo, coberta de suor, saliva e porra. Meu corpo doía de uma forma boa. Me sentida vazia e completamente satisfeita.
Eles se vestiram em silêncio, trocando olhares comigo, mas sem dizer nada. O jogo tinha acabado. A diversão foi embora. Rafael foi o último a se virar na porta.
Ele me olhou por um instante, um misto de admiração e estranheza no rosto.
— Boa noite, rainha — disse ele, com um aceno de cabeça.
E se foram. A porta se fechou, e o quarto ficou em silêncio.
Fiquei ali por um minuto, apenas respirando. Depois, me virei lentamente.
Thi ainda estava na poltrona. O shorts estava aberto, e o pau dele, enorme e duro, estava para fora, gotejando. Ele se levantou devagar, como um predador que esperou a presa ficar exausta.
Ele caminhou até a cama, o olhar fixo no meu corpo. Viu a porra escorrendo. Tirou uma foto e não disse nada. Apenas se deitou sobre mim, o peso dele me prendendo, e sussurrou no meu ouvido:
— Agora é a minha vez.
CONTINUA.....
