Para obter mais renda, também estou trabalhando como cuidador de idosos. Sou um sujeito paciente, atencioso e aprecio a companhia dos mais velhos.
Dia desses, fui contratado para cuidar da dona Ângela, uma senhora de setenta e seis anos. Fui contratado pelo filho dela, um jovem médico atarefado e com pouquíssimo tempo para ficar em casa.
A dona Ângela, professora aposentada, não dá trabalho. Apesar de se queixar de artrite, ela ainda se locomove bem, consegue ir sozinha ao banheiro e alcançar objetos em locais altos.
Percebendo que ela é até bastante saudável para a idade dela, eu me questionava se ela realmente necessitava de cuidados. Porém nunca reclamei do serviço. A grana era bem-vinda.
No terceiro dia no apartamento dela, a dona Ângela perguntou:
- Posso te pedir um favor?
- Imaginei que ela desejava que eu fosse comprar pão, ajustar o contraste da SmartTV ou qualquer coisa assim. Porém o que ela pediu foi:
- Lambe o meu cu.
Inicialmente, dei risada. Ela insistiu afirmando que era sério. Me senti desconfortável. Se existia um local que o meu nariz não gostaria de visitar ela aquele toba idoso.
Dona Ângela implorou. Eu, tentando tirar proveito da situação, sugeri:
- Só se depois a senhora deixar eu enfiar o meu pau aí, nesse seu cagador.
A velha consentiu.
Com a jeba, dura, respirei fundo e atolei a minha cara naquela bunda. Ouvir Dona Ângela gemer me fez perder qualquer o nojo. Excitado, desbravei cada preguinha daquele cuzinho apertado.
Em seguida, cheio de tesão, introduzi o meu dedo. Ela adorou.
Quando percebi que aquele buraquinho estava apto para receber algo maior, atolei o meu pau lá dentro.
A idosa gemia e gritava, de quatro sobre a cama, balançando as tetas molengas.
Eu gozei fundo, nas profundezas daquele furico.
No dia seguinte repetimos a dose, sempre no mesmo quarto, sobre a mesma cama. No quinto dia de serviço, enquanto eu comia a dona Ângela, percebi um barulho oriundo do guarda-roupa.
Ela disse que não era nada. Eu, curioso, interrompi a foda e fui averiguar.
Encontrei, entre calcinhas e sutiãs, o filho médico da velha batendo uma punheta.
Constrangidos, ambos falaram que era um fetiche entre mãe e filho.
- Gosto de ver a minha mãe tomando no cu. - O cidadão explicou.
Eu disse que não teria problema em sovar aquele brioco diariamente, desde que eu recebesse o meu pagamento.
Mãe e filho aceitaram e hoje amo o meu trabalho.
