Bati punheta olhando as minhas vizinhas

Quando eu soube que a minha gostosa colega de estágio nutria um profundo interesse em astronomia, quase estourei o meu cartão de crédito ao comprar um maldito telescópio. Tudo isso para impressioná-la, acreditando que saber a diferença entre o Cruzeiro do Sul e a Constelação de Órion seria uma boa desculpa para faturar aquela bocetinha.

Não deu certo e fiquei com aquele trambolho enorme e caro no meu quarto.
Numa noite, sem nada para fazer, ao invés de apontar o instrumento para as estrelas, o direcionei para as janelas dos vizinhos. O prédio onde eu morava era cercado por outros prédios. Bisbilhotar o que ocorria nos apartamentos com luzes acesas pareceu uma boa ideia.

No prédio da direita não havia nada interessante, no do meio também não, mas no quinto andar do prédio da esquerda, vi duas loiras vestindo calcinhas atoladas no meio do cu. Ambas tinham tetas vistosas e se beijavam com gosto.

Com uma mão no ajuste da lente do telescópio e outra no pau, aumentei o foco da lente. Reparei que as duas mulheres eram parecidas. A que tinha tatuagem no braço aparentava vinte e poucos anos, a parceira parecia já ter chegado aos quarenta.

A mais velha deixou a jovem de quatro e enfiou a cara no cu da companheira. Eu me deliciava vendo a moça rebolando o rabo na cara da amiga.

A mais velha sugava o cuzinho da guria como alguém que encontra uma lagoa no meio do deserto. Ela esfregava a cara, lambia e lambuzava o cu e a boceta da moça.

Depois, ainda mantendo a mais nova de quatro, a quarentona colocou uma coleira na parceira. Ela desfilou rebolando a bunda branca e firme, puxando a moça pelo pescoço, como quem guia uma cadelinha pelo parque.

Em seguida, após desferir alguns tabefes na escrava, a dominadora ficou de joelhos sobre a poltrona, empinou o rabo gosto e aguardou as lambidas no cu.

A jovem cheirou e encheu de beijos a rabiola da sua dona. A moça, enquanto lambia, enfiava o dedo na própria boceta, enlouquecida de tanto tesão.

Ambas finalizaram a brincadeira com um beijo apaixonado e apagaram as luzes. Eu, no meu quarto, já estava com o pau despejando porra.

Na noite seguinte, posicionei o telescópio para o apartamento das duas na esperança de vê-las novamente. Elas mais uma vez protagonizaram um show de putaria.

Por quatro noites seguidas gastei o meu pau admirando a loira milf e a sua escrava.
Na semana seguinte, andando pela rua, decidi que iria cortar o cabelo. Entrei no primeiro salão que eu vi com a porta aberta.

Fiquei sem fala quando fui atendido justamente pela quarentona gostosa.
- Máquina dois para aparar os lados. - Eu disse para ela, tentando não ficar com a jeba dura.
- Entendi. A minha filha já vai atender você. - A milf falou.

Segundos depois, uma loirinha gostosa e sorridente entrou no recinto. Era a cadelinha escrava.
- Luana, atende o rapaz. É corte com máquina. - A mulher falou.

A partir desse dia, além de espectador assíduo da brincadeirinha secreta entre mãe e filha, me tornei cliente fiel do salão de beleza das duas.

Foto 1 do Conto erotico: Bati punheta olhando as minhas vizinhas


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Ficha do conto

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nefernander

Nome do conto:
Bati punheta olhando as minhas vizinhas

Codigo do conto:
252387

Categoria:
Lésbicas

Data da Publicação:
17/01/2026

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