Meu nome é Túlio, tenho 32 anos e, apesar de tudo, me considero um cara atraente. Sempre me visto bem, tenho uma boa condição financeira e, o mais importante, tenho uma namorada que me enlouquece. Beatriz, com seus 23 anos, é a personificação da beleza. Seu rosto angelical esconde uma safadeza que me excita profundamente. O corpo dela?,
o corpo dela… Seios naturais, pele clara, a típica beleza latina. As pernas grossas e a bunda, essa sim, é uma delícia, grande e empinada, um rabo perfeito, um espetáculo.
Ela é meiga, delicada, mas na cama ela é uma fera. E o pior, ou talvez o melhor, é que ela já teve um caso com um colega meu, Artur. Não somos amigos, mas frequentamos o mesmo círculo social. E a obsessão e ciúme, sempre me corroeram por dentro. Principalmente porque ele nem disfarçava o olhar para a bunda dela.
Lembro como se fosse ontem. Estávamos na casa de um amigo em comum, e Beatriz usava uma sainha que era curtinha, na verdade Beatriz sempre gostou de usar vestido e saia. Ela estava incrivelmente gostosa. Nós pés apenas um salto pequeno. Em um determinado momento, ela se abaixou para pegar um brinco que havia derrubado, tenho certeza que foi sem malícia dela. E ali, bem na frente do Artur, a polpa daquele bundão apareceu. Na hora, a raiva me consumiu, mas, para minha surpresa, senti meu pau ficar duro. Fiquei chocado, mas aquela cena… Aquela cena me excitou como nunca.
Quando voltamos para casa, eu estava louco para transar com ela. Sem pensar, soltei: “O Artur viu metade da sua bunda hoje.” Ela sorriu, como se eu estivesse delirando. “Você viaja, amor.” Eu a beijei, e ela percebeu a minha excitação. Com aquela ironia que só ela tem, perguntou: “Por que tanto tesão, amor?” E eu, sem pudor, respondi: “Tenho certeza de que aquele idiota está se masturbando agora, pensando em putaria com você.”
Ela, com aquela voz doce e safada, sussurrou no meu ouvido: “O que será que ele está imaginando, amor? Ele quase não viu nada, tadinho.” Meus pelos se arrepiaram. Eu não sabia que ela era tão… safada. Transamos com uma intensidade que nunca tivemos antes. E ela, percebendo o quanto eu havia gostado, dizia: “Você está muito safadinho, amor. Nunca te vi assim. Devia ter deixado ele ver mais. Da próxima vez, vou usar uma mini saia rodada e sentar na frente dele, vou abrir um pouco as pernas e fingir que não estou percebendo. Aí ele pode me imaginar com a calcinha que ele vai ver, da pra ele se masturbar melhor, né, amor?” Ela me provocava e enquanto ela falava, eu a penetrava com força, chamando-a de safada a cada gemido.
Depois daquele dia, ela ficou mais ousada com o Artur. Fantasiar com ele durante nossas transas se tornou algo frequente. Ela me chamava de “corninho” durante o sexo, nunca tinha feito isso, e eu gostava, ficamos assim por alguns meses, e eu, cada vez mais obcecado, cheguei a perguntar se ela teria coragem de transar com ele de verdade. Ela não respondeu de imediato, mas depois de insistir, disse que sim. Com a condição de que eu não ficasse bravo.
Artur morava com a noiva, e a oportunidade perfeita demorou a surgir. Mas, como o destino gosta de pregar peças, Beatriz descobriu que a noiva dele viajaria para a casa de parentes e só voltaria em dois dias. Ela veio até mim, com um olhar sério, e perguntou se eu tinha certeza. A tensão era palpável. Eu, com o coração na mão, respondi que sim.
A noiva do Artur trabalhava com venda de cosméticos, e Beatriz foi até lá com a desculpa de visitá-la. Eu escolhi a roupa que ela usaria. Era um sábado à tarde, e o calor estava de matar. Um vestido florido, bem soltinho, que mal cobria a bunda, uma calcinha fio dental preta e uma sandália básica. Artur jamais poderia saber que eu havia permitido que minha namorada o traísse. Seria apenas um chifre, mas um chifre que me excitava.
Beatriz saiu em direção à casa dele por volta das 14 horas. A promessa era que, assim que terminassem, ela viria para a minha casa. Mas ela não veio. Às 21horas, ela me ligou, dizendo que me contaria tudo pelo WhatsApp, cada detalhe. A primeira mensagem demorou mais de 20 minutos para chegar. Era um texto, detalhado, explícito. Enquanto eu lia, me masturbava, que tesão inexplicável, como se estivesse assistindo a um filme pornô. Eu imaginava cada cena.
Agora, vou colar o relato dela, como se fosse a própria Beatriz falando:
Continua**
