A CHUCA ME SALVOU DE SOFRER NA ROLA NEGRA

Com 15 anos eu já me sentia diferente dos outros meninos da minha idade. Sempre tinha uma vontade de admirar meus amigos de forma involuntária, onde sempre me pegava olhando para os volumes abaixo de suas cinturas.
Eu nunca consegui controlar isso e mesmo gostando das meninas como um cara comum, eu sempre me pegava olhando para eles.
Com 16 anos fiz amizade com um cara de mesma idade que eu, ele se chamava, Manoel e gay assumido. Sempre conversamos normalmente sobre assuntos comuns. A intimidade da amizade foi aumentando até que os assuntos começaram a mudar, ficando mais picantes até então.
Com 16 eu ainda era virgem, já Manoel teve suas aventuras com meninas e meninos, preferindo continuar suas relações com os últimos.
Um dia curioso com tudo isso, perguntei como era se relacionar com homem, ele disse que era normal, que só foi difícil na primeira vez, pois foi doloroso e prazeroso ao mesmo tempo.
A primeira vez de Manoel foi no sexo oral, seu primo iniciou ele mesmo ele não querendo, mas depois que fez, viu ali algo que gostou e não mais parou.
Segundo ele, tinha 14 anos e seu primo 17. Estavam brincando na fazenda onde moravam, e em algum momento seu primo foi mijar no mato e chamou ele para ir junto, e assim foram.
Começaram a mijar e Manoel ficou olhando para o pau do primo que era bem maior que o dele mesmo mole. Então seu primo perguntou por que ele estava olhando e Manoel apenas desviou o olhar. Neste momento em tom de brincadeira, o primo de Manoel se aproxima de dele a bate a rola no braço de Manoel e ele nada faz, deixando aquilo acontecer sem retruque. Seu primo ainda insistindo, coloca a cabeça da rola na mão de Manoel e fica pincelando com a aceitação de Manoel, até ele ouvir seu primo pedir para ele chupar. Neste momento Manoel percebe que aquela rola estava crescendo e engrossando, então diz que não e sai de perto de seu primo.
Seu primo maior e mais forte, força Manoel a se ajoelhar puxando e encostando o rosto de Manoel em sua rola agora dura por completo. Segura o pau com uma mão e com a outra puxa a cabeça de Manoel colocando a cabeça da rola em sua boca. Manoel fecha seus lábios recusando aquilo, mas seu primo abre sua boca e empurra a rola pra dentro dizendo que se ele morder vai apanhar.
Manoel apenas obedece e deixa seu primo ficar entrando e saindo. Naquele momento Manoel me confessa que virou um misto de medo, estranheza, sensação de prazer, de querer parar e continuar, tudo ao mesmo tempo. Sem saber ou perceber, Manoel também ficou de pau duro, mas continuou a chupar seu primo. Sem esperar, de repente Manoel tem a boca inundada pelo sêmen de seu primo, onde o primeiro jato foi direto dentro da garganta. De novo veio outra sensação de estranheza. Aquele gosto e consistência do sêmen, era algo que nunca tinha experimentado antes. Algo grudento e viscoso, salgado e com cheiro de água sanitária estava trancando sua boca, mas no fundo ele acabou aceitando e gostando.
Foram embora e depois disso algum tempo depois ele começou a admirar outros meninos igual eu. Ouvi aquela história e me identifiquei com Manoel. Perguntei como foi a primeira vez dele no anal, e ele me respondeu que foi com seu primo também.
Um dia o primo de Manoel disse que precisavam subir o nível da intimidade, querendo assim enrabar Manoel. Seria a primeira vez dele, então precisaria fazer a famosa chuca limpando toda a sujeira do reto e demais partes. Seu primo disse para ele usar a mangueirinha do chuveiro para isso, introduzindo em seu ânus, deixando a água entrar e depois expulsando tudo na privada. Deveria fazer isso até a água sair limpa e sem odor. Manoel naquela tarde fez este procedimento curioso pelo que estaria por vir. No final da chuca quando tudo estava limpo, ele passou creme corporal no ânus deixando um pouco entre as nádegas. Foi encontrar seu primo numa parte afastada da fazenda. Chegando lá, começou a chupar a rola já dura dele. O primo por sua vez, virou Manoel contra uma árvore e desceu seu short. Se ajoelhou abrindo as nádegas de Manoel e ficou surpreso quando viu o creme espalhado nela. Manoel disse que queria ficar cheiroso e limpo em sua primeira vez, e sem saber, aquele creme iria ajudar ele e muito. Seu primo então pincela a rola no creme e empurra bem devagar ela em seu cuzinho virgem. Manoel geme de dor mas não resiste. A rola grossa começa a entrar alargando a ânus de Manoel. Cada vez mais ela entra deixando um rastro de prazer. Aos poucos, o corpo de Manoel vai se adaptando ao tamanho e espessura do pau de seu primo, e o que antes era dor, agora é só prazer.
Chega a grande hora. Um forte espasmo anuncia que algo entrara na intimidade de Manoel. Fortes jatos de Sêmen quente mais uma vez estão dentro dele, só que agora não em sua boca, mas dentro de seu ânus. Seu primo exausto e feliz, retira o pau de dentro de Manoel deixando seu ouro líquido escorrer de dentro do ânus e cair ao chão. Êxtase total para os dois. O ânus de Manoel ficou totalmente aberto, deixando ele assustado quando passou a mão e viu que seus dedos entraram com facilidade. Mas em breve ele voltaria ao normal conforme havia dito seu primo.
Ouvi aquela história e fiquei de pau duro e com vontade e curiosidade de fazer essa tal chuca, só para saber a sensação que daria. Naquele mesmo dia na hora do banho eu fiz. No início era estranho meter a mangueirinha do chuveiro no lugar onde no máximo eu enfiei somente o dedo. Mas eu fiz e gostei do resultado. Me limpei por dentro e como Manoel fez, eu passei creme corporal dentro do rabo e entre as nádegas deixando elas escorregadias quando eu andava. Na hora de dormir e já na cama, passei a mão na bunda e enfiei o dedo médio no ânus como sempre fazia, só que agora ele voltou cheiroso. Aquilo me deu tesão e passei a fazer a chuca todo dia. Foi a melhor aula que tive.
Passados alguns anos, eu já estava com 18 anos, e comecei a trabalhar numa funilaria do bairro. Era eu e mais dois caras onde um deles era um negro musculoso e atlético. Já no início mesmo sem demonstrar minha oculta admiração pelos caras, eu me simpatizei com ele. Se chamava João, um cara gente boa e com um belo volume no meio das pernas. Um certo dia, estava passando pelo banheiro que não tinha porta, e vejo João com uma tora de rola mole pra fora da calça mijando. Mesmo olhando rapidamente e desviando o olhar, João percebeu que eu olhei, mas ficou tudo de boa até então. Mas o problema era que eu não conseguia parar de ficar olhando aquele volume no decorrer do dia realizando nossas tarefas. Se ele vinha em minha direção eu olhava, se ele se sentava eu olhava, se estivesse debaixo do carro fazendo alguma coisa eu olhava mais ainda pois neste momento ele não me via. E assim foi até que um certo dia, decidi me depilar por completo e em seguida fiz a chuca e passei o creme como de costume. Fui para o trabalho onde chegando lá, só estava João, pois nosso patrão tinha ido comprar peças em outra cidade. Começamos a trabalhar normalmente e percebi que João estava diferente, estava mais provocativo. Estava de short e não de calça como antes. O short era lago nas pernas e meio curto. João pediu minha ajuda para instalar uma peça num dos carros, pediu para eu entrar embaixo dele e parafusar um suporte, enquanto ele agachado, seguraria a peça até eu apertar. Assim eu fiz, entrei debaixo do carro e João se agachou ao meu lado segurando a peça. Quando me dou por conta, o short largo se João deixou aparecer aquela rola enorme e grossa, João estava sem cueca. A cabeça e parte do saco ficaram à amostra na lateral do short e quase perto do meu rosto. A cabeça era grande e o pau mesmo mole era grosso, devia medir uns 16cm. Parei de apertar o parafuso, pois estava admirado com a visão e não conseguia tirar o olho daquilo. João me chama a atenção para terminar de apertar, pois a peça estava pesada para ele ficar segurando. Terminei o serviço mas eu não era mais o mesmo, sai debaixo do carro totalmente atordoado e com vontade de pegar aquela rola carnuda. Sem saber, eu participei de uma cilada, pois João fizera aquilo de caso pensado, e queria apenas tirar a prova dos 9. Sem eu ver, por cima do carro João conseguia me ver lá embaixo, e ele viu que fiquei olhando pra rola dele. Quando sai debaixo do carro, João já ciente que eu era um manjava rola, me pega pelo braço e me leva para o fundo da oficina. Me senta numa cadeira, e em pé e de frente pra mim diz para eu fazer aquilo que estava querendo fazer. Eu nego balançando a cabeça e dou uma de desentendido. João então começa a abaixar o short bem devagar, aos poucos a rola dele começa a aparecer, o short continua abaixando e mais rola vai aparecendo, parecia nunca iria acabar de sair rola daquele short. Eu fico paralisado vendo aquilo, não digo nada, apenas respiro forte e rápido vendo aquele pau negro maravilhoso ir aparecendo aos poucos. Quando o elástico do short chega na coroa da glande, João diz para mim, se realmente eu queria que ele parasse. Eu não respondo nada e ele então abaixa o short de uma só vez. O pau dele pula pra frente se mostrando por completo, já estava ficando duro, João se aproxima mais da minha cabeça que estava à altura de sua rola. Eu fecho os olhos e nada faço. De olhos fechados, sinto a cabeça enorme da rola dele encostar na minha boca, neste momento fico indeciso no que fazer, e enquanto penso, sinto a mão de João se apoiar na minha nuca, enquanto a outra força meu queixo para baixo fazendo minha boca abrir. Continuo de olhos fechados e então aquela cabeçona invade minha boca. O pau estava meia bomba, mas era muito grosso, ao ponto de encher minha boca de carne. Ele começa e colocar e tirar, e eu percebo aquela rola começar a ficar cada vez mais dura, grossa e comprida em minha boca. Decido abrir os olhos e mais uma vez me assusto, aquilo dobrou de tamanho, agora estava enorme, veiúda, grossa e totalmente reta empinada pra cima. Sinto o cheiro gostoso do meu macho. João entre o vai e vem, deixa ela sair de minha boca, ela era tão grande e tão dura, que ao sair empinou fortemente pra cima, onde a cabeça quase cobria o umbigo de João. Eu fiquei olhando e limpando a baba da boca. João disse que sempre soube que eu gostava de ficar admirando a rola dele, só precisava ter certeza para tomar o próximo passo. Com a rola empinada, ele começou a esfregar ela na minha cara, mesmo sendo mecânico, João era cheiroso, aquela rola tinha cheiro de perfume, tipo de shampoo ou algo parecido, e não de mijo como pensava eu que teria. Perco a vergonha e sem por a mão nela, abocanho com vontade aquele rocambole de carne negra. Tento engolir o máximo que dá, mas mesmo assim nem na metade eu chego. Chupo com vontade lembrando das histórias de Manoel. Fico imaginando como será quando ele gozar na minha boca, qual será o gosto que sentirei. Mas isso naquele momento não importava, só queria chupar e sentir aquela rola dura fazer parte da minha boca. De repente sinto um gosto meio salgado, mas não era gozo, era o líquido pré-ejaculatório que estava saindo, se o sêmen tivesse o mesmo gosto, eu estava de boa, pois eu gostei daquilo.
João então tira a rola da minha boca e me levanta pelos braços, me vira de costas pra ele e abaixa minha calça, este foi o único momento que decido falar alguma coisa. Olho para trás por cima de meus ombros e digo que não, pois era virgem tanto no pau quanto no rabo, não tinha experiência com anal. João sem parar de abaixar minha calça, diz que para tudo tem uma primeira vez. Sem frescura abre minhas nádegas e passa o dedo médio diretamente no mau ânus e se assusta quando mesmo sem saber, sente a viscosidade do creme que eu tinha passado pela manhã, ele pensa que era suor ou algo pior e tira a mão rapidamente imaginado que ela viria suja. Olha em seus dedos e vê algo branco. Aproxima a mão até seu nariz e sente o perfume do creme enquanto fecha parcialmente seus olhos delirando de prazer. Me olha nos olhos e diz que eu era um puto ordinário. Então ele novamente enfia seu dedo médio no meu ânus indo fundo nele, retira e novamente cheira vendo que realmente eu estava limpo até mesmo por dentro. Ainda de costas, cinto João separar minhas nádegas colocando a rolona entre elas, sinto a chapeleta dela passear pelas bordas de meu cuzinho que piscava a cada passada. João pede para eu relaxar ao máximo e que eu iria gostar de ser penetrado pela primeira por um negro, e que depois daquele dia, eu nunca mais iria esquecer daquela experiência. Coloco minhas mãos na parede me inclinado pra frente e empinando a bunda para João. Ele separa minhas nádegas com força abrindo elas ao máximo a ponto de doer. Movimentando a cintura e sem usar as mãos, João tenta alinhar seu pau enorme na direção do meu ânus, ele sobe e desce até que a cabeça se alinha com meu rabo e João ainda segurando minhas nádegas empurra com uma certa força. A cabeça força a entrada e eu solto um gemido baixo de dor e prazer. Ele continua cutucando cada vez mais forte, e neste momento o creme me salva facilitando o deslize daquela cabeçona. A glande entra por completo me causando muita dor. João força mais um pouco, e neste momento ele passa a mão entre minhas nádegas retirando um pouco do creme que ainda tinha ali, e passa no resto do pau para facilitar a entrada. Começo a chorar, mas não faço nada. Agora me segurando pela cintura, João me dá estocadas firmes, me puxando pra ele enquanto ele se empurra pra mim. Aos poucos aquele pau grosso vai abrindo caminho nas minhas entranhas. O pau dele devia ter uns 24cm de comprimento x 16,5cm de circunferência. A cada centímetro que entrava, eu me realizava. Quando João percebeu que meu ânus deu uma laceada, ele então começou a bombar mais forte, me elogiando por ainda ser virgem, cheiroso e propiciar aquele momento de tesão para ele. Senti cada estocada com gosto, e ainda curioso em querer saber o gosto da porra, pedi para ele gozar dentro e também em minha boca, e assim ele fez. Continuou estocando com força ao ponto das batidas em minha bunda ecoarem pela oficina. Sinto então o pau dele começar a dar espasmos dentro de mim. Cada espasmo fazia o pau dele ficar mais grosso por alguns momentos. O leite dele escorre dentro de meu rabo. Ele então deixa sair uns dois jatos de porra dentro, tira o pau e me vira enfiando ele em minha boca terminando os próximos jatos dentro dela. Me engasgo com o volume de sêmen, mas engulo tudo. O pau dele tinha agora meu cheiro, e naquele momento misturou o gosto do creme com o do sêmen dele, mas realmente era salgado, viscoso e grudento com cheiro de água sanitária, mas eu amei tudo aquilo.
O pau dele começa a amolecer na minha boca, e não querendo terminar, eu começo a chupar e limpar tudo, inclusive o saco que estava todo babado com minha saliva. João se veste e eu também, então voltamos para nossas obrigações. Vou até o banheiro para me limpar e ao passar a mão no ânus, vejo que ele está totalmente aberto de forma que consigo enfiar 3 dedos nele com facilidade. Aquela rola negra me arrebentou de fato, mas valeu a pena...
Foto 1 do Conto erotico: A CHUCA ME SALVOU DE SOFRER NA ROLA NEGRA

Foto 2 do Conto erotico: A CHUCA ME SALVOU DE SOFRER NA ROLA NEGRA

Foto 3 do Conto erotico: A CHUCA ME SALVOU DE SOFRER NA ROLA NEGRA

Foto 4 do Conto erotico: A CHUCA ME SALVOU DE SOFRER NA ROLA NEGRA


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook

Comentários


foto perfil usuario ksn57

ksn57 Comentou em 18/01/2026

Votado ! Que tesão de conto...

foto perfil usuario safadoytd-

safadoytd- Comentou em 18/01/2026

Tesão

foto perfil usuario carlosmoura

carlosmoura Comentou em 18/01/2026

Que tesão de primeira vez amigo, e com uma rola gigante. Fiquei curioso nessa chuca, Vou experimentar do mesmo jeito que você contou, Sou iniciante nessas aventuras, e quero fazer .

foto perfil usuario marcelo-curioso

marcelo-curioso Comentou em 18/01/2026

Que tesão cara. Você identificou muita coisa em mim se alto identificando. Acho que todo mundo no fundo admira outros caras também, mesmo não assumindo. Que delícia de conto.




Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


252424 - AJUDANTE DE PEDREIRO SORTUDO - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 6
252392 - DOMÉSTICA SAPECA - Categoria: Heterosexual - Votos: 8

Ficha do conto

Foto Perfil mago-do-amor
mago-do-amor

Nome do conto:
A CHUCA ME SALVOU DE SOFRER NA ROLA NEGRA

Codigo do conto:
252465

Categoria:
Bissexual

Data da Publicação:
18/01/2026

Quant.de Votos:
8

Quant.de Fotos:
4