Virei a comida matinal do motorista e do trocador

Virei a comida matinal do motorista e do trocador
Por JJ Dias
dezembro de 2026

A tempos atrás, aqui na região metropolitana da capital antes de implantarem o sistema BRT, havia uma linha de ônibus que tinha seu ponto final, no meu bairro, a uns trezentos metros da minha casa e no centro da capital, bem próximo ao meu local de trabalho.
Então a cada trinta e seis horas, eu pegava este mesmo ônibus, com o mesmo motorista e trocador, de volta pra casa, pois trabalho noturno. Nesse contrafluxo, o ônibus sempre voltava vazio. Geralmente eu e mais um ou outro passageiro. Por diversas vezes, eu era o único passageiro e sempre eu era o último a descer.
O motorista, Sr. Geraldo, era um senhor negro de uns sessenta anos, mediano, lá das bandas de Montes Claros, muito receptivo aos passageiros que entravam no ônibus. Como já era um motorista antigo, todos do bairro o chamavam pelo nome, faziam brincadeiras, porque ele não era um motorista rápido. Era chamado de MOC, de tartaruga ou Seu Moleza, mas em geral todos tinham grande carinho por ele. O trocador, eu nunca soube o nome. Era chamado por todos, de Negão, embora sua pele morena tenha a mesma tonalidade da minha, mais amarronzada, meio indígena, ele era chamado de Negão. Era alto, tinha voz forte, lábios grossos, muito gozador e fazia piada com todos. Também já era companheiro de Sr. Geraldo a muitos anos. A mulherada delirava por ele.
Geralmente, seis e vinte da manhã, no centro da cidade, o ônibus se esvaziava dos trabalhadores que iam trabalhar e voltava com um único passageiro eu e eventualmente um ou outro.
Eu sempre gostava de me sentar nas cadeiras do meio ou mais próximas da roleta, pois como ele ia vazio, chacoalhava muito e atrapalhava meus cochilos.
E sempre trocava uma ou outra conversa com S.r. Geraldo ou com Negão, mas parte do tempo da viagem eu dormia.
Um dia, resolvi perguntar a ele seu nome e ele me falou que era Mateus e perguntei por que o chamavam de Negão, já que ele era mais indígena. Aí ele me explicou que o apelido pegou, mas ninguém ali sabia o real motivo. Eu fiz uma cara de dúvida. Ele me falou que circulou entre as mulheres do bairro que o pau dele era preto e enorme. Por isso, seu apelido de Negão. Sua revelação me desconcertou um pouco e me fez fantasiar coisas e fui tomado de curiosidade.
Sentado na minha cadeira, me voltava a toda hora, para a cadeira dele, tentando imaginar o tamanho da jeba no pacote, que se formava entre as pernas do Negão.
Meu estado de excitação era visível. Ele sacou e facilitou pra mim, se sentado de forma que dava pra ver que o volume sob a calça estava grande.
Então ele foi para a frente, cochichou com s.r. Geraldo e pulou a roleta, sentando-se na cadeira do outro lado do corredor, esticou as pernas sob a cadeira da frente e a cabeça no encosto e ficou massageando o cacete sobre a calça. Eu fui ficando louco e inquieto e ele então, pôs pra fora uma jiromba imensa, preta, com a cabeça bem rosada e um pouco torta.
É por isso que me chamam de Negão, ele me respondeu balançando a jeba. Eu sem perceber estava mordendo os lábios e hipnotizado, como um passarinho, na frente de uma cobra.
Ele me fez um sinal com a mão, me chamando e eu pulei para a cadeira anexa à dele e comecei a pegar naquela jiromba preta e um pouco meladinha. Minha garganta secou, meu coração acelerou e eu não me contive em caí de boca na cobra e mamava guloso aquela mamadeira preta. Ele apertava minha cabeça e eu me engasgava quando a cabeça quase atravessava minha garganta.
Eu nem me lembrava de onde estava e que tinha S.r. Geraldo dirigindo o ônibus. Ele gozou na minha boca e me fez engolir todo seu leite e eu nem resisti e bebi todo o líquido viscoso que ele depositou na minha boca enquanto rosnava de prazer.
Desde então, quase todo dia, quando só estávamos os dois e eu, o Negão se sentava do meu lado pra eu mamar a jebona dele. Nas primeiras manhãs, eu apenas mamava, mas logo ele quis comer meu cu e eu deixei ele me abrir com aquela cabeçona rosada que mais parecia uma bola de sinuca de tão grande. s.r. Geraldo, dirigia o ônibus, mas seus olhos, sempre atentos pelo retrovisor, vigiando e se deliciando com a safadeza que corria solta nos bancos vazio da lotação.
Em uma manhã, havia muita chuva, íamos lentamente pela linha verde e o S.r. Geraldo parou o ônibus na marginal da MG10, igou o pisca alerta, indicando defeito no ônibus, e foi participar da brincadeira.
Mamei os dois e ele quis me comer. Eu quase morri de dor e dei um grito abafado, porque ele enfiou uma jiromba no meu rabo de uma vez. ele estava meio ansioso e fodia com força e gozou horrores dentro de mim enquanto eu mamava o Negão que gozou e encheu minha cara e meu cabelo de porra.
Depois desse dia, eles me comiam sempre. Quando o ônibus chegava no ponto final, la no bairro, ficava estacionado em um campo vazio, um ficava de vigia para o outro me fuder. Assim, aconteceu uns três meses.
Infelizmente, na época da copa, inaugurou o novo sistema de transporte com estações e linhas alimentadoras e a linha de ônibus acabou e eles foram pra outras rotas e eu nunca mais os vi. Mas nunca esqueci. Tinha muita vontade de encontrá-los de novo.

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Ficha do conto

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jjdiasdias

Nome do conto:
Virei a comida matinal do motorista e do trocador

Codigo do conto:
252490

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
18/01/2026

Quant.de Votos:
8

Quant.de Fotos:
2