Eu novinho, com meus 18 anos junto com um amigo, ganhamos um dinheiro e contratamos um motorista de uma cidade vizinha pra dirigir para a gente durante uma noite completa. Íamos para uma festa bem conhecida na região na cidade do motorista. Já no carro fomos para um barzinho que ficava entre as duas cidades, no meio da estrada. Fomos para tomar umas antes da festa, pra chegarmos já animados. Esse barzinho tem como donos um casal: ele com quase 55 anos e ela na faixa dos 40. Ele um senhor conservado e ela uma bela coroa também conservada, dona de belos seios, que ela nesse dia fez questão de destacá-los através de um generoso decote. Se conheceram em São Paulo e ele a trouxe para morar com ela e tomarem conta do barzinho. Assim ele nos contou. Quando contamos que estávamos indo pra festa, o senhor falou que e a esposa também ia, que iria ajudar uma amiga em uma barraca de venda de bebidas. A amiga iria mandar um carro pra pegar ela. Quando ele falou isso, ele mesmo se tocou que a esposa dele poderia pegar carona com a gente:
– Gerlane, bem que você poderia ir com os meninos aqui. A gente não conhece mas dá pra ver que são gente de bem. – o próprio marido que deu a bendita ideia.
– Se não for atrapalhar eles, eu vou mesmo. Ligo pra minha amiga e digo a ela que não precisa mandar o carro me pegar. – Realmente não ia nos atrapalhar e concordamos com a carona sem nenhuma segunda intenção, tanto que na ida nada fora do normal aconteceu.
Fomos conversando na viagem, ela tinha uma boa conversa. Nos contou que vai para ajudar a amiga em uma barraca de bebidas servindo as mesas e também curtir a festa, pois gostava da banda que ia tocar. Chegando na festa o motorista ficou dormindo no carro, enquanto nos despedimos da Gerlane que ia pra sua barraca. Fomos para a festa também. Festa muito lotada, não conseguimos ficar próximos ao palco, fomos nos afastando até ficar distante do palco. Achamos uma barraca de bebidas com algumas mesas pra sentar. Para nossa surpresa e surpresa dela, era justamente a barraca da amiga de Gerlane. Resolvemos que seria ali nosso local na festa. Quem vai pra festa no interior sabe, a gente fica indo e voltando nos cantos na festa, isso para chamar algumas meninas pra dançar. Já relativamente entrosados com Gerlane, oferecemos nossa bebida e tira gosta pra ela. Que de primeira negou mas depois quando começou as músicas que ela gostava começou a beber da nossa bebida e comer da nossa comida. Dançamos com algumas meninas que estavam de passagem e assim foi caminhando a festa. Certa hora estávamos sem ninguém pra dançar e tocando boas músicas de forró quando a dona da barraca, amiga dela que também se deu bem com a gente, fala:
– Vai Gerlane, dança com os meninos aí, dançar não tira pedaço de ninguém. Dá pra ver que eles gostam de dançar e você também gosta. – Falou a dona da barraca enquanto abria mais uma garrafa de bebida pra gente.
Assim passamos a festa, Gerlane ora dançava com meu amigo, ora comigo, ora servia outras mesas. Outros homens a chamaram pra dançar mas ela não foi. Três horas da manhã a gente bem embriagados, Gerlane também havia bebido bastante. Nos oferecemos para trazer a Gerlane de volta para o marido, já que também era caminho. Ela ajudou a amiga na organização da barraca, também demos uma força. Tomamos mais algumas doses e viemos embora para o carro. Aí é que o conto erótico toma forma. Antes de entrar no carro ela pega o celular e manda:
– Amor, estou saindo agora da festa e vou pegar carona com os mesmos rapazes que me trouxeram. Assim que tiver chegando eu ligo pra você. – falou ela entrando no banco de trás.
Quando demos conta, todos os três estavam no banco de trás do carro, ninguém no banco da frente junto com o motorista. Coisa de bêbado. Começou um jogar para o outro: vai você pra frente, vai você. Acabou que o motorista perdeu a paciência e calado a vida toda, deu partida no carro e fomos embora os três atrás no banco do carro. O motorista parecia aqueles motoristas de limousine de filme americano, tudo via mas não falava nada nem se metia em nada. Ela no meio, eu e meu amigo nos lados. Não sei o que deu no meu amigo, mas ele que respeitou a Gerlane a festa toda passou a dá pequenos beijos no braço de Gerlane, como se tivesse beijando na boca de alguém:
– O que é isso menino, me respeita, sou casada. E você é muito novinho pro meu gosto. – Falou isso se afastando um pouco dele e se encostando em mim.
Confesso que achei que a reação dela seria mais enérgica. Ela deu até um pequena risada enquanto se saía pro meu lado. Como a reação dela não foi de escândalo, me achei no direito de fazer o mesmo com ela, a puxei um pouco pra mais perto de mim e a puxando pela cintura falei:
– Venha aqui, esse meu amigo é muito tarado, não sabe respeitar uma linda mulher casada como a senhora. – Falava isso enquanto beijei seu braço e tentei subir para o seu pescoço.
– Eita que vocês dois são dois tarados, tô achando que vou contar para o meu marido. – Falou isso se afastando de mim e indo pro lado do meu amigo.
Longe de querer forçar ela a nada, mas ela não tava tendo reação de quem não estava gostando, ela podia gritar, pedir apoio do nosso discreto motorista, nada disso ela fez. E o motorista lá dirigindo sem se manifestar por nada. No que ela fugiu de mim e foi pro meu amigo, ele com habilidade a colocou no colo dele e começou a beijar as costas nuas dela, beijava e depois roçava a barba, ela se contorcia ora indo pra frente ora voltando com as costas imprensando a boca dele. A safada tava gostando:
– menino, o que é isso aqui embaixo? – falou enquanto colocou a mão no pau do meu amigo por cima da calça.
Aqui um pequeno detalhe: o meu amigo de fato era bem dotado, tinha um pau famoso pelo tamanho. Com certeza ela tinha sentido quando foi parar no colo dele. O meu era normal, mas comparado com o dele era se tornava pequeno. Mais uma vez ela se escapole do meu amigo e foge pra mim, que mais uma vez fiz uso da mesma estratégia do meu amigo e a puxei para meu colo e comecei a chupar suas costas e roçar a barba enquanto procurava um dos seus seios:
– Aí meu Deus, o que eu tô fazendo. – falou com a voz gemendo e se esparramando pra cima de mim. Ela tava entregue.
Devolvo ela para o banco do meio do carro, meu amigo começa a beijar ela de língua enquanto coloca seu pau pra fora e direciona a mão dela para ele:
– Que coisa grande é essa menino, tu dessa idade e com um troço desse tamanho. – falou enquanto ele voltou a beijar ela sem ela soltar sua pica.
Aproveitei enquanto ela focava na punheta para ele, para descobrir os seios dela e comecei a chupar um deles e passei a alisar a buceta dela por cima da calça, que era to tipo legging. Esse lindo momento não devia acabar nunca, mas o carro parou em frente ao bar do seu marido, no outro lado da estrada. Ela parou o beijo no meu amigo e se encostou no banco do carro enquanto pegava o celular e mandava mensagem pro marido avisando que tinha chegado e tava sem a chave. O álcool faz a gente ter coragem pra quase tudo: enquanto ela descansava no banco, comecei e mamar nos seus peitos de novo, meu amigo também tirou o outro peito dela pra fora e começou a mamar também. Ela se contorcia de tesão enquanto a gente chupava os peitos dela e revesava a mão na buceta dela, que essa hora tava arreganhada sendo mamada e deixando a gente passar a mão na sua buceta. Meu amigo parou de mamar e puxou a cabeça dela para o pau dele, ela foi sem se queixar. Deu uma rápida mamada e disse que ele tinha um pau delicioso, mas já ia embora. Eu tirei o meu pau pra fora e mandei ela mamar também. Ela veio e meu amigo mandou ela se ajeitar melhor, ela começou a me chupar e ficou meio que de quatro pro lado do meu amigo. Ele puxou sua calça e calcinha e ela ficou com o rabo livre pra ele a comer:
– Vai devagar, por favor, nunca fui comida por um pau desse tamanho. – falou e voltou e me chupar.
Meu amigo quando encostou a cabeça do pau na buceta dela que ela começou a gemer um barulho no ouro lado da estrada: o marido da Gerlane abrindo o portão do bar para receber sua amada esposa. Aí foi loucura dentro do carro. Gerlane subiu as calças, ajeitou sua blusa e passou por cima do meu amigo, que ainda tava com o pau duro pra fora e saiu do carro pelo outro lado e foi em direção ao seu marido. Baixei vidro e acenei para ele se despedindo, meu amigo também. Ambos ainda estavam com o pau pra fora, não colocamos para não chamar a atenção. O motorista deu partida e saímos. Assim foi nossa despedida. Não tivemos coragem de voltar ao bar tão cedo, vai que ele tivesse descoberto e pegasse a gente lá. Só tivemos coragem quando meu amigo avistou o marido e ele lembrou da gente e perguntou porquê a gente não apareceu mais por lá no seu bar. Ele deu uma desculpa e prometeu que a gente logo logo ia voltar lá, e voltamos. Mas aí fica para o outro conto.
Por favor amigo, continue... S2 Betto o admirador do que é belo S2
Gostei, tá bem escrito, a história é boa e a putaria foi show!
brasilviagem