Flagrei meu melhor amigo metendo na minha filhilha pequena – e agora?

Para entender como a situação chegou a esse ponto, é preciso olhar para o começo da relação. O Afonso não era apenas um conhecido; ele entrou na casa com o papel de professor particular. No início, ele era a figura que trazia conhecimento e disciplina, alguém em quem o pai, Leandro, depositava total confiança para o futuro das filhas.

A mudança de tom foi sutil. Como professor, o Afonso tinha a desculpa perfeita para passar horas trancado no quarto com as meninas, supostamente focado nos estudos. O Leandro começou a notar pequenos sinais: um toque mais demorado, um elogio fora de hora, um flerte que parecia "brincadeira", mas que carregava uma tensão diferente.

Em vez de impor limites, o Leandro travou. Ele ficou naquele estado de paralisia e curiosidade. Por um lado, sabia que aquilo estava atravessando uma linha perigosa; por outro, havia uma fascinação silenciosa em ver o desenrolar daquela situação. Ele escolheu o silêncio para ver até onde o Afonso seria capaz de ir, e esse silêncio foi interpretado pelo professor como uma permissão.

Essa omissão do pai criou um ambiente onde o proibido se tornou o novo normal. O Afonso percebeu que não seria punido e passou a agir com cada vez mais liberdade, transformando as "aulas" em algo completamente diferente, enquanto o Leandro se tornava um espectador de uma situação que ele mesmo deixou crescer dentro da própria casa.
No dia seguinte, eu continuava dividido. Tava ansioso pela chegada do Afonso, mas me sentindo culpado. Vesti as meninas com dois vestidinhos mais curtos. Deixei a Maria Flor com uma calcinha frouxa mais velha que ela tinha.
Fui fazer minhas coisas e quando o Afonso chegou, eu tava muito excitado. Não via a hora de ir lá olhar ele com as meninas. Esperei ansioso e pelas três da tarde, fui olhar pela fechadura. Essa hora era boa porque a luz vinha da janela do quarto e não daria pra ver nada de sombra por baixo da porta, quando eu tava olhando.
Quando cheguei já foi ouvindo gemidos e a voz do Afonso.
- Isso, assim, princesa. Chupa, assim... Que delícia, mama na minha piroca, vai...
A Maria Flor tava ajoelhada embaixo da escrivaninha, abocanhando a rola do Afonso. Mal cabia na boquinha dela. Ele tinha deixado ela com o vestidinho levantado e puxava a calcinha frouxa na bunda dela, enquanto dedilhava o cuzinho. Minha filha parecia uma verdadeira putinha..
- Tio, não aguento mais, minha boca dói.
- Então vem, senta aqui.
- O senhor vai meter agora?
- Você quer?
- Quero.
Meu coração gelou. Ele ia fuder minha filhinha???? Ela ainda era muito pequena e ele era enorme!
Mas foi exatamente o que eu vi.
Ela sentou no colo dele, de frente pra escrivaninha.
- Vem, que o tio vai ensinar o exercício. Do jeito que a gente começou, lembra? Estudando e sentando na picona. Você gosta de sentir a pica dura, né?
Ela ria.
Ele puxou a calcinha dela pro lado e começou a esfregar a piroca nela. Era ainda maior diante daquela bucetinha pequena.
- Vai fazendo o exercício, vai. Aí rebola aqui.. Assim... Safadinha... Foi assim que você seduziu o tio, né? Esfregando a bucetinha na minha picona.
- É que faz cosquinha, tio.
- Você gosta da cosquinha, é?
- Ahammmm...
- É gosta quando entra?
- Dói.
- Dói mas é bom ou ruim?
Ela parou pra responder...
- É bom e é ruim...
- Hummm. Então aguenta agora, porque eu vou enfiar tudinho lá dentro.
Eu vi ele encaixar a rola na entradinha da bucetinha dela que se abria. Minha rola parecia que ia estourar de tão dura.
Ele foi metendo, ela mordia o lábio, franzia a testa e gemia, enquanto tudo ia entrando dentro dela. Ele enfiou mesmo tudo. Vi a rola entrar cada cm. Não parecia que ela ia aguentar, mas engoliu tudo. Ele ficou alisando a barriguinha e os peitinhos inexistentes da minha filha e começou a mexer, bombando embaixo dela, o corpinho dela balançando, e ela gemendinho, quase chorando, no colo dele.
Comecei a punhetar com força.
- Delícia de buceta, que tesuda, Maria Flor, isso, vou arregaçar essa bucetinha toda. Abre essas pernas, agasalha minha rola fundo! Vou te rasgar inteira! Queria que o Leandro visse isso, eu fudendo a filhinha dele, rasgando a buceta dela toda!
Quando ele falou isso, meu tesão foi a mil. Minhas pernas tremiam e eu segurava o gozo.
Ele segurou ela pela cintura e começou a bombar com força. Fazia barulho e eu via só o tronco aparecendo e sumindo da buceta dela, os ovos embaixo amassados. E o barulho da bunda dela no corpo dele. Ela gemia mais alto: aiiii, aiiiiiiii.... AIIIII!!!!
- Toma! Toma! Toma! Vou gozar, aguenta, vou entupir tua buceta de porra, toma!!
Não aguentei, quando comecei a ver o leite dele escorrer pela buceta dela, gozei também. Pus a camisa na frente pra não sujar tudo e esporrei minha bermuda e minha camisa. Gozei como nunca.
Quase caio ali de tanto gozo.
Me recompus e voltei pro escritório. Tomei um banho rápido e retomei meu trabalho que tava atrasado, quase sem conseguir me concentrar.
Agora sei que o Afonso fode a minha filha todo dia. Pior que eu tô gostando. E ainda mais: Tô esperando ansioso que ele comece a meter na Maria Letícia também, que até agora só assiste e, no máximo, ele pega na bucetinha dela, e ela pega no pau dele ou põe a cabecinha na boca.
Afonso tem ficado até mais tarde aqui em casa e eu finjo que não vejo ele meter o dedo na Maria Flor na minha frente, por baixo da roupa, ou ela colocar a mão no pau dele. Ela já sentou no pau dele enquanto víamos o jogo, rapidão, eu fingi que não notei. Mas meu tesão foi a mil.
Não sei o que faço. Tem horas que a consciência pesa, mas o que faço se ela gosta??? Já tô pirando. Tive vontade de tentar comer ela também, mas tenho medo que ela rejeite. Tive vontade de meter nela dormindo, mas só se p algo pra ela dormir, porque se ela acordar, não sei o que fazer...

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Comentários


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kzdopass48es Comentou em 20/01/2026

A Maria Flor, me pareceu bem experiente. Aprendeu com a maezinha? Amiga, o que você fez? Imagens M A R A V I L H O S A S. S2 Betto o admirador do que é belo S2

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doc24 Comentou em 20/01/2026

Que bom que idades não foram reveladas pois esse conto podia dar cadeia. Prefiro pensar que mesmo para meninas com mais de 18 anos, serão sempre as filinhas do papai.

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doc24 Comentou em 20/01/2026

Q




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Flagrei meu melhor amigo metendo na minha filhilha pequena – e agora?

Codigo do conto:
252665

Categoria:
Virgens

Data da Publicação:
20/01/2026

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