A mudança para a casa da mãe – e agora? (Parte 03)

Cinco anos haviam transformado o antigo trauma em uma nova e complexa realidade. A casa da mãe, Ana, não era mais um refúgio de cura, mas um território dominado por uma presença que nenhum deles poderia ignorar. Samuel não era apenas um homem; ele era uma força da natureza. Negro, gigante, com uma pele que brilhava como obsidiana sob as luzes do apartamento, ele trouxe consigo uma virilidade que eclipsou completamente a lembrança pálida e doentia de Leandro e Afonso. Samuel ocupava cada fresta da casa com uma autoridade que misturava proteção e domínio absoluto.

A mudança nas filhas era visível. Maria Flor, agora na faculdade, e Maria Letícia, entrando na adolescência, viviam em uma tensão constante entre o respeito que deviam ao novo pilar da família e uma curiosidade instintiva que fervilhava sob a superfície.

A noite do pacto começou com o som que mudaria tudo. No silêncio da madrugada, os gemidos de Ana não eram de dor ou medo, mas de uma entrega que as meninas nunca tinham testemunhado. Atraídas por uma força magnética, elas se arrastaram pelo corredor frio até a porta do quarto principal. Pela fresta, a cena era visceral. Samuel estava no comando, sua silhueta imensa dominando a cama. Sob a luz fraca, as meninas viram a realidade daquela união: o pau negro e enorme de Samuel entrava bem fundo na buceta de Ana, com um ritmo que parecia ditar o batimento cardíaco da própria casa. Ele a segurava pelos quadris com mãos que poderiam esmagar, mas que ali apenas guiavam o prazer.

A fresta da porta era uma janela para um mundo de intensidade que Maria Flor e Maria Letícia mal conseguiam processar. O que as prendia ali não era apenas o visual, mas o peso das palavras que Samuel lançava enquanto possuía a mãe delas. A voz dele, mesmo durante o esforço físico, era firme, profunda e carregada de uma autoridade que preenchia o quarto.

A cada estocada profunda, Samuel segurava os quadris de Ana com mais força, forçando o corpo dela contra o colchão.

— Você sente isso, Ana? — Samuel rosnou, a voz vibrando perto do ouvido dela. — Sente o peso de um homem de verdade? Eu não estou aqui para brincar de casinha.

Ana soltou um gemido longo, as unhas cravando nos ombros largos e negros de Samuel. — Sim... Deus, Samuel... você é demais... parece que vai me atravessar...

— É para sentir exatamente isso — ele respondeu, aumentando o ritmo, o som da carne se chocando ecoando pelo corredor onde as filhas ouviam tudo. — Eu quero que você sinta cada centímetro dessa rola. Quero que saiba que, a partir de hoje, ninguém mais toca nesse corpo como eu toco. Eu sou o dono dessa porra toda agora, entendeu?

Ana mal conseguia articular as palavras, tomada por uma onda de prazer que a fazia arquear as costas. — Sim... é seu... é tudo seu... continua, Samuel... mais fundo!

— Eu vou meter até você não aguentar mais — ele continuou, a voz ficando mais rouca e impiedosa. — Eu vou te preencher tanto que você vai esquecer que qualquer outro homem já passou pela sua vida. Esse apartamento, essas meninas, você... tudo agora gira em torno do que eu decido. Você gosta de ser minha, não gosta?

— Eu amo... eu nunca senti nada assim — ela confessou entre suspiros pesados. — Você me desmonta, Samuel... você é um gigante...

— Então aguenta — ele sentenciou, dando as últimas estocadas, as mais potentes, que faziam a cama ranger violentamente. — Aguenta o peso do seu homem. Eu vou gozar tão fundo que você vai me carregar dentro de você o dia inteiro amanhã.

No corredor, Maria Flor e Maria Letícia ouviam cada palavra, cada confissão de entrega da mãe e cada afirmação de posse de Samuel. Aquelas falas, carregadas de uma virilidade crua, faziam com que o desejo delas — e a umidade em suas mãos — aumentasse a cada segundo. Elas entenderam ali que a relação entre Samuel e a mãe não era baseada apenas em carinho, mas em uma força de dominação que as atraía de um jeito perigoso e irresistível.

Hipnotizadas, Maria Flor e Maria Letícia sentiram o reflexo daquele ato em seus próprios corpos. Ali mesmo, no escuro do corredor, o desejo despertou de forma incontrolável. Suas mãos desceram para as bucetinhas, que rapidamente ficaram ensopadas, reagindo à visão daquela potência bruta que o pai delas jamais teria.

Samuel, cujos sentidos pareciam captar cada vibração do ambiente, percebeu a presença delas. Ele levou Ana ao ápice com uma força explosiva e, enquanto ela apagava, nocauteada por um prazer que a deixava sem forças, ele apenas sussurrou que iria ao banho. Mas seu destino era outro.

O caminhar de Samuel pelo corredor era pesado e deliberado. Quando ele entrou no quarto das meninas, o ar pareceu ficar mais denso. Elas fingiam dormir, mas o tremor de seus corpos sob os lençóis e a respiração descompassada eram provas claras de que estavam despertas. Sem dizer uma palavra inicialmente, ele se aproximou das camas. Com a calma de quem é o dono do território, ele levantou a camisolinha de cada uma, expondo a umidade e o brilho do desejo que elas tentavam esconder.

— Sei que estão acordadas — a voz dele era um trovão baixo, vibrando diretamente no peito delas. — Sei que viram a gente e sei que vocês querem a minha rola também.

O silêncio que se seguiu foi carregado de eletricidade. Ele não usava força física, mas sua presença era tão esmagadora que a vontade delas se curvava à dele.

— Mas tem uma condição — ele continuou, o olhar fixo e autoritário marcando cada uma. — Não podem contar nada para a mãe de vocês. Isso será o nosso segredo, a nossa lei dentro desta casa. Ok?

As duas, sentindo o peso daquela escolha e o fogo que Samuel despertara nelas, sentaram-se na cama e concordaram com a cabeça, selando um destino sem volta. Naquela noite, o passado foi enterrado. Leandro e Afonso tornaram-se sombras irrelevantes. Agora, o futuro daquelas mulheres pertencia ao silêncio cúmplice e ao domínio absoluto de Samuel, o homem que transformara a casa em seu próprio império de segredos e prazer.

Foto 1 do Conto erotico: A mudança para a casa da mãe – e agora? (Parte 03)


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Ficha do conto

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Nome do conto:
A mudança para a casa da mãe – e agora? (Parte 03)

Codigo do conto:
252673

Categoria:
Interrraciais

Data da Publicação:
20/01/2026

Quant.de Votos:
4

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