Moreno desconhecido

Em um dia qualquer, sem expectativa nenhuma, eu rolava vídeos aleatórios no TikTok. Entre uma distração e outra, surgiu uma solicitação de alguém cujo vídeo eu havia curtido. Aceitei por impulso, segui de volta e continuei a vida. Não havia intenção. Não havia curiosidade real.
Ou pelo menos era o que eu dizia para mim mesma.

Minutos depois, veio a primeira mensagem. Educada, direta. Perguntou de onde eu era. Ele morava longe. Aquilo deveria ter sido o fim. Além disso, eu era casada. Segui com o dia, sem dar muita importância.

Mas ele insistiu.

Mensagem após mensagem, sempre presente, sempre atento. Acabei respondendo. Talvez pela distância — que dava uma falsa sensação de segurança — talvez pelo jeito dele. Moreno, alto, corpo bem cuidado, voz firme nos áudios, mas com uma leveza que me desmontava. Também era casado. Um detalhe que, em vez de afastar, criava uma cumplicidade perigosa.

O papo foi crescendo. De ocasional, virou diário. Bom dia, boa noite, risadas, confidências. A conversa escorregou para um território mais quente, mais íntimo, onde as palavras carregavam intenções claras. A fantasia ganhou espaço. A curiosidade virou desejo.
Um tempo depois, surgiu uma viagem a trabalho. O destino ficava perto da cidade dele — um meio termo improvável, quase provocativo. Marcamos de nos encontrar. Faltava um mês. Trinta dias de expectativa, mensagens carregadas, promessas veladas. Cada dia parecia mais longo que o anterior.

Quando o dia finalmente chegou, combinamos de sair para beber alguns drinks e nos conhecermos melhor, lá rolaram alguns beijos quentes. Em seguida sugeri irmos ao hotel em que eu estava instalada.

Já era noite quando entramos no quarto.
Fui até a janela mostrar a vista da praia. Foi ali, sem aviso, que senti o corpo dele atrás do meu. Fui prensada contra o vidro frio quando ele veio por trás de mim, começou a beijar meu pescoço puxando meu cabelo para o lado e deslizando sua mão até minha virilha me tocando por cima da roupa mesmo e ali eu já estava toda molhada

Fui ao banheiro tentar me recompor. Quando voltei, ele estava deitado na cama, completamente sem roupa, como se aquele momento já estivesse decidido há meses. Tirei a roupa em silêncio e me deitei ao seu lado.
Ele me virou de costas, percorreu meu corpo com a boca e foi descendo pelas minhas costas até chegar na minha bunda aonde deu várias mordidinhas.

Quando me virei de frente abri minhas pernas e ele começou a chupar minha bucetinha - e que chupada! - me deixou louca de prazer, estava quase tempo um orgasmo então pedi para ele subir e me foder. Ele veio e me fodeu na posição papai e mamãe, enquanto ele estocava forte e me dava tapas na cara e me chamava de vadia.

Depois de foder minha bucetinha, ele me fez o chupar, ficou de joelhos em cima da cama ao meu lado e colocou seu pau na minha cara me fazendo o chupar enquanto ele me masturbava.
Nessas horas eu já estava morrendo de tesão...
Pedi para ele deitar na cama e sentei com minha buceta no seu pau, comecei a cavalgar deliciosamente e ele gemia de prazer, podia ver que ele estava adorando aquilo, não demorou muito até que ele falou que iria gozar e me jogou para o lado dele para não gozar dentro de mim.

Deitamos juntos, ainda sem fôlego, em silêncio.

Ali, entendi algo perigoso: às vezes, a fantasia não perde força quando se torna real. Às vezes, ela só muda de forma — e passa a nos habitar de um jeito ainda mais intenso.


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Ficha do conto

Foto Perfil kzinha
kzinha

Nome do conto:
Moreno desconhecido

Codigo do conto:
252730

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
21/01/2026

Quant.de Votos:
2

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