Depois daquele dia, passamos a nos encontrar com uma frequência que já não permitia fingimentos. Duas, às vezes três vezes por semana. Bastava alguns dias sem nos ver para que o corpo começasse a cobrar, inquieto, impaciente. A vontade não esperava.
Eu ia até a casa dele quase sempre. A reforma ainda em andamento deixava tudo improvisado, incompleto — e estranhamente mais excitante. Poucos móveis, pouco conforto, pouco espaço, apenas uma cadeira e um colchão.
Era mais uma tarde de calor excessivo. O tipo de calor que cola a pele, que acelera a respiração. Ele havia improvisado um ventilador. O ar era pesado. O clima, ainda mais.
Eu vestia um short amarelo bem fresquinho e uma regata coladinha branca, por baixo estava de lingerie de renda bordô maravilhosa, estava toda perfumada, cabelo liso e maquiagem leve. — suficiente para parecer casual, nunca inocente.
Assim que a porta se fechou, os olhares já falavam demais.
Ele imediatamente foi tirando toda sua roupa, ficando completamente pelado e eu tirei apenas minha regata para o provocar, mostrando meus seios tampados pelo sutiã.
Ele então sentou na cadeira e pude ver aquela cena maravilhosa dele já com o pau ereto. Fiquei de joelhos no chão, e comecei a mamar ele, alternava entre chupar seu pau e as bolas, fazia movimentos circulares na cabeça do pau dele com a língua, escutando ele gemer gostoso e me falando palavras de baixo calão, fiquei chupando ele por cerca de uns 15 minutos e ele era forte, não se rendia a gozar.
Em seguida ele mandou eu me levantar, queria que eu sentasse com o cuzinho no pau dele e assim obedeci, já fui logo tirando minha roupa ficando apenas de sutiã. Ele passou gel lubrificante por todo seu pau e na entrada do meu cu, e decostas pra ele sentei no seu pau, ele me mandava abrir bem minha bunda para entrar tudo e assim o fiz. Comecei a cavalgar nele sem parar e olhando pra trás com um sorrisinho malicioso, ele pirava e falava que amava ver minha cara de safada.
Então ele ficou de pé, segurou em meus cabelos e começou a foder minha boca com tanta força que eu chegava a engasgar de tão grande. Depois comecei a chupar suas bolas e enquanto ele batia para gozar pra mim até que abri minha boca, coloquei a língua pra fora e ele gozou, enquanto eu olhava pra ele com cara de safada.
Quando finalmente me levantei, o domínio mudou de mão e sabia que aquilo estava longe de terminar.
O colchão no chão parecia proposital. Ele me guiou com palavras baixas, postura segura.
ele mandou eu ficar de joelhos e veio por trás para foder meu cuzinho que ja estava piscando de vontade, ele passou lubrificante e começou a meter em mim enquanto me beijava pelas costas , ao mesmo tempo ele tocava uma siririca pra mim, eu gemia de tesão enquanto o beijava até que soltei uma frase para o provocar de propósito - uma frase dita com sorriso lento, carregada de desafio - soltei:
- Está com dó?
Vi o efeito imediato. O olhar mudou. O ritmo também.
Mandou eu ficar de quatro, com o rosto colado no colchão e a bunda para cima então ele veio por cima de mim fodendo meu cu bruscamente. Ali, senti tudo com intensidade demais para explicar. Era forte, quase insuportável — e ainda assim, absurdamente bom. Pedi pausa sem convicção, sabendo que não queria de verdade. E ele sabia.
Depois de ele ter me arrombado de vez, ele gozou pela segunda vez, e dessa vez foi dentro do meu cuzinho que ficou cheio de porra.
Levantei, vesti minha roupa com o cu cheio de porra e ele me levou pra casa.
Homem tem que saber que, quem tem dó é música. Mulher tem que ganhar rola firme até ela se esguichar toda