Depois do expediente, uma mamada na praça

Isso aconteceu a cinco anos atrás. Eu e a Dani trabalhávamos na mesma empresa, um daqueles escritórios cinzentos onde o ambiente é tóxico e o dia a dia vira rotina monótona.
Ela chegou numa leva de novos contratados e, aos poucos, começou a me orbitar. No início achei insistente demais — aproximações calculadas, conversas puxadas quando eu estava sozinho, uma presença que parecia sempre “por acaso”. Fingi ignorar.
Mais baixa que eu, com seus vinte e oito anos, cabelos ondulados, tingidos de um laranja queimado, escorriam pelos ombros. O corpo chamava atenção sem pedir licença: seios fartos, redondos, uma cintura macia e uma bunda pequena e firme. O rosto era de traços macilentos, com lábios finos bem desenhados e olhar curioso — ora sedutor, ora quase dissimulado. Sempre como se ela testasse até onde conseguia chegar.
A confirmação veio numa madrugada qualquer, quando ela me adicionou no Instagram. A mensagem veio tarde demais para ser inocente. Começou com uma desculpa qualquer de trabalho e, em poucos minutos, o assunto era outro. Conversa vai, conversa vem, eu joguei verde. E colhi fácil. Dani não fez rodeios: estava afim de mim. Disse com todas as letras.
Ela sabia que eu era casado. Isso nunca a fez recuar, talvez até o contrário.
Durante a conversa, ela confessou fetiches deliciosos, meu pau endureceu na hora. Ela gostava de submissão, controle, ser usada, exposta, sentir dor. Percebi que ela não parecia apenas estar falando, e sim se oferecendo - disse que queria obedecer. Servir. Ser conduzida.
Respondi com o discurso certo — que não me envolvia com gente do trabalho, que era casado — mas deixei escapar a verdade: que estava com tesão, e só conseguia pensar nela ajoelhada na escada de incêndio do prédio.
A conversa terminou ali. Mas eu já sabia: não tinha mais volta.
No dia seguinte, ela se afastou. Com uma postura distante e profissional demais, saiu mais cedo. Não vou mentir, o silêncio dela me provocou mais do que qualquer mensagem, mas me mantive quieto e na minha.
No outro dia, durante o almoço, me chamou de lado. Disse que estava envergonhada. Que tinha exagerado. Que eu era casado, colega de trabalho, que tudo aquilo era errado. Enquanto falava, a voz tremia baixa, o rosto corado. Enquanto falava, os dedos brincavam nervosos com o guardanapo. Por fim confessou, sem me encarar, que tinha gozado pensando em mim naquela noite.
Quem jogou o verde agora foi ela!
Meu coração acelerou; o pau endureceu sob a mesa. Disse que tudo bem - desejo acontece. Mas controle é escolha. Falei com uma voz firme, machista, objetificando-a como uma vadia safada. Completei, com calma, que ela também tinha me deixado excitado — inclusive naquele momento.
Ela baixou os olhos. O olhar escorreu até a minha virilha por um segundo rápido demais para ser acidente. Quando percebeu, voltou o rosto, corada, com o olhar baixo, submisso.
Após o almoço ela foi fumar um cigarro, resolvi acompanhá-la até a área externa - o ar carregado de tensão. O cigarro tremia levemente enquanto eu a olhava de cima a baixo - o tesão já me deixava inquieto. Disse que queria terminar o que ela tinha começado, mas sem envolvimento além daquilo. Eu ali seria direto, dominante, e ela apenas corpo e resposta.
Ela assentiu com gesto pequeno e o olhar no chão. Clássico. Consentido. Definitivo.
Isso me deu confiança, e resolvi ousar: 'Nos vemos na escada de incêndio do quinto andar às 21.'
A frase cortou o ar e eu senti a coluna dela gelar momentaneamente. Depois de engolir em seco - percebi os mamilos endurecendo sob a blusa fina - veio a resposta controlada: 'Sim, vou estar lá.'
Não aguentei a vontade e sem pensar no risco peguei sua mão e a levei direto a meu membro duro, recebi novamente um olhar estarrecido, porém a mão não se moveu. E sem falar mais nada, segui para minha sala.
Próximo ao horário marcado, fiquei com medo de sermos pegos na escada de incêndio, mudamos o plano - iríamos a um local público. Escolhi uma praça próxima, cercada de prédios, escura o suficiente para esconder o mínimo.
Saímos separados, nos encontrando numa esquina. Meu pau pulsava, ela parecia inquieta, respirando rápido, ansiosa.
Na praça, o ar de julho estava gelado. Sob pouca luz e sem dizer nada me sentei em um banco no meio das árvores. Ela ficou à minha frente, parada, aguardando. O corpo dela denunciava o conflito: pernas tensas, respiração curta, mãos inquietas. Ela sabia que, a partir dali, não controlava mais nada.
Beijei-a com fome, a língua invadindo sua boca úmida, enquanto minhas mãos apertavam aqueles peitos grandes e macios. Ela gemeu baixinho, o corpo se rendendo. Mordi seus mamilos através do sutiã, puxando o tecido para o lado, chupando com força até suas costas arquearem. Minhas mãos em brasa passando por todo seu corpo, puxando seus cabelos da nuca.
Cada mordida arrancou dela um gemido contido. Quanto mais eu apertava, mais o corpo dela cedia. Quando os sons começaram a escapar, mandei ficar quieta — não com raiva, mas com controle.
Meus dedos já escorregaram para baixo, para minha surpresa, ela estava sem calcinha - e incrivelmente molhada, escorrendo, o cheiro dela me inundou!
Sob o céu, abaixei sua calça até o joelho e enfiei dois dedos na buceta pequena e raspada, era apertada, mas os dedos escorregaram em tanto mel. Seus peitos pesados balançando para fora da blusa, livres. Ela gemeu alto, eu já não me importava. Estávamos invisíveis naquele escuro.
Num instante, virei-a de costas, admirando a bunda redonda e deliciosa que ficava escondida, mesmo sob as calças apertadas – bunda carnuda, perfeita para apanhar. Cravei meus dentes e logo em seguida bati com força, a palma da mão deixando marcas vermelhas na pele - ela empinou mais (aquele movimento que elas fazem e me deixam doido). Dei alguns tapas e voltei a torturar seus mamilos com meus dedos, unhas e dentes. Lembro que fiquei impressionado com o quanto ela gostava de sentir dor.
Depois da sessão, coloquei-a de quatro no chão úmido, de frente pra mim. Sua calça ainda presa nos joelhos, a bunda exposta como uma oferenda. Meu pau doendo de duro, latejando contra a cueca.
Abri o zíper e depois de uma pausa forçada, coloquei ele para fora. Com os olhos famintos ela começou a me masturbar com vontade. Mandei abrir a boca. Ela engoliu tudo sem pressa, sem engasgar, com controle e entrega - boca quente, língua precisa e a garganta profunda envolvendo o pau inteiro.
Quem diria que eu estava prestes a receber um dos melhores boquetes da minha vida. Ela chupava com uma vontade insana, saliva escorrendo pelo queixo, gemendo em volta da carne dura como se ela precisasse daquele para viver.
Sem nenhuma resistência, segurei seus cabelos e comecei a foder sua boca de forma violenta. Fudi forte sua garganta. Quando parei, ela continuou o movimento por si só. Devagar. Chupava o saco, passava o pau no rosto, voltava a engolir inteiro. O corpo dela tremia de tesão, os peitos duros, a virilha molhada.
Senti meu corpo tremer e avisei que estava próximo de gozar - queria ver o que acontecia com ela sabendo.
Ela aumentou a intensidade, acelerou os movimentos e, enquanto sentia a pulsação aumentando, me encaixou o mais fundo possível em sua garganta. Soltei jatos quentes que foram prontamente absorvidos, terminando com lambendo os lábios. Mas não parou – continuou chupando, limpou cada gota do meu pau, os olhos erguidos para mim cheios de submissão e tesão.
'Você é uma puta perfeita', murmurei, e ela sorriu, o corpo ainda tremendo
Por fim, brinquei um pouco mais com sua buceta, consegui colocar 4 dedos. Ela ficou quietinha enquanto sua buceta pingava - não gozou. Nunca tinha visto uma mulher sentir tanto prazer em mamar alguém.
Disse que estava saciado e era hora de ir. Caminhamos até a estação Granja Julieta com as pernas fracas e o vento gelado acariciando nossa pele suada. No caminho vimos um motel piscando neon, não sabíamos da existência dele - rimos.
Na semana seguinte, ela me disse que começou a namorar e não queria mais me servir. Pouco depois, saí da empresa.
Dani é dessas mulheres que você cruza todos os dias na rua e ninguém imagina a vadia submissa que ela é, a fome por dor e controle que ela mantém em segredo. Mas acho que somos todos assim, não?
Tinha até esquecido desse episódio da minha vida sexual, me lembrei recentemente, quando percebi que ela me excluiu do Instagram. Algumas histórias não precisam de continuidade, ficam bem onde estão.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Depois do expediente, uma mamada na praça

Codigo do conto:
252756

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
21/01/2026

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