Surpresas na praia de nudismo

Este episódio da minha juventude, com meu amigo Sérgio, foi uma espécie de ensaio para o meu verdadeiro desejo, a descoberta da minha atração por homens, que eu sempre negara. Sérgio era meu melhor amigo no bairro suburbano de Brás de Pina, onde morávamos, no Rio de Janeiro. Eu não sei se eu e ele demonstrávamos alguma coisa oculta com nossas atitudes, mas o fato é que jogávamos “pelada” num campinho que havia na comunidade, íamos à praia do Arpoador, assistíamos a jogos de futebol no Maracanã, frequentávamos bailes “funk”, enfim, fazíamos tudo o que fazem rapazes dos subúrbios. De vez em quando, até “traçávamos” algumas garotas do local, na época conhecidas como “galinhas”. Resumindo: nada nas nossas atitudes e comportamentos revelava o que verdadeiramente (como viria a constatar) se passava com nossos corpos e mentes.
Existe no Rio uma praia pouco conhecida, no final do Recreio dos Bandeirantes, chamada praia do Abricó, em que se pratica o naturismo saudável. Quando descobri a existência desta colônia de nudistas, através de um site na internet, fiquei com imensa curiosidade de conhecê-la. Mas, cadê coragem? Ficar pelado na frente de homens e mulheres desconhecidos, eu tinha vergonha e me sentia culpado por imaginar-me em tal situação. Mas decidi contar minha descoberta para o Sérgio e ver o que ele pensava a respeito. Qual não foi minha surpresa ao saber que ele não só toparia ir, como se mostrou muito entusiasmado com a ideia.
- Deixa de ser maricas! Tem vergonha de ficar pelado? Afinal, você é homem ou não? – brincou Sérgio, animando-me a ir ao tal “paraíso” no dia seguinte, um domingo.
Naquela noite, procurei dormir, mas a lembrança do que havia sido combinado sucedido entre mim e Sérgio não me saía da cabeça. Fantasias e mais fantasias eróticas povoavam a minha imaginação. As imagens que povoavam minha fértil imaginação, que eu consentia, presumindo serem involuntárias, me provocavam uma estranha e prazerosa sensação, tanto que meu pau endureceu.
Cerca de sete horas da manhã despertei. Pouco depois, com o Sol brilhando intensamente, fazia um calor danado no Rio, Sérgio chamou-me no portão da minha casa. Chamamos um Uber e rumamos na direção de Grumari. Uma hora depois, eis-nos na trilha que conduzia à tal praia de nudismo. Acho que tinha um pressentimento de que algo iria acontecer. Chegamos a um trecho em que uma tabuleta indicava a praia do Abricó, escondida dos olhares curiosos por algumas pedras. A placa dizia que daquele trecho em diante a nudez era obrigatória. Dois seguranças tipo “armário” orientavam os poucos visitantes e fiscalizavam o cumprimento da medida. Sérgio e eu nos despimos – eu virado de costas para os guardas, envergonhado de mostrar meu diminuto pinto. Sérgio despiu-se sem qualquer constrangimento.
Cabe aqui uma breve descrição de nossos tipos físicos. Eu sou branco, magro, altura mediana, não tenho corpo musculoso, ao contrário, sou meio franzino, um pênis que considero pequeno, mas uma deliciosa bunda, bem arredondada e empinada, até parece bunda de menina, elogiada até por algumas garotas com quem eu transei. Já Sérgio é alto e louro, olhos azuis, corpo bronzeado, músculos cultivados em academia, e, como pude reparar, um tanto envergonhado, ostentava um membro de razoáveis proporções, mesmo em repouso. Além, é claro, de uma bunda muito bem torneada, pra ninguém botar defeito.
Aquela visão inédita do meu amigo já me despertou tesão. Fomos os dois caminhando pela tépida areia da praia, bem junto ao mar, sentindo nos pés toda a frescura da água. A extensão da faixa de areia contínua não é muito grande, teria cerca de menos de um quilômetro. A praia não estava muito cheia, viam-se aqui e ali casais, homens sozinhos, e mesmo grupos mistos. Todos e todas inteiramente nus. Muitos encontravam-se abrigados debaixo de guarda-sóis, ou estirados em toalhas ou cangas na areia. Engraçado que não notei qualquer constrangimento aparente nestas pessoas, portavam-se normalmente, como se estivessem numa praia comum, em Copacabana ou Ipanema.
Eu observava fascinado alguns paus duros ostensivamente à mostra e muitas bocetas e bundas expostas ao sol e aos olhares de todos sem o menor pudor. As mulheres expunham suas “vergonhas” sem a menor vergonha...
Eu e Sérgio caminhamos em direção às pedras, que ficam no fim da praia, parecendo um local mais discreto. Comentamos alguma coisa sobre o tempo, depois o assunto passou a ser nossa vida na escola, quais as matérias de que a gente mais gostava, quais os professores que nós detestávamos, as meninas que “davam” e por aí vai. Notei que, vez ou outra, Sérgio atrasava um pouco o passo, e posso jurar que ele olhava para o meu traseiro, exposto aos quatro ventos...
O tema da conversa, infalivelmente, passou a ser o assunto “namoradas”. Sérgio disse que não se casaria, pois preferia curtir “vida de solteiro”, sair com quem quisesse, sem ter que dar satisfações a ninguém. E – era inevitável – perguntou-me se eu já tinha namorada. Procurei ser sincero:
- Não, não tenho. – Fui além: – Nem nunca tive namorada firme. Acho que eu não agrado às garotas...
Aproveitando a “deixa”, Sérgio foi direto:
- E aos garotos, você agrada? Tem vontade de ficar com outros caras? Beijaria um homem? – perguntou, para tirar qualquer dúvida. Senti vontade de enfiar minha cara num buraco da areia de tanta vergonha. Com toda a certeza fiquei com o rosto vermelho.
- Por que não? – foi a única coisa que consegui responder.
- Legal. – Sérgio se limitou a dizer somente isso, sem dar indícios do que pensava. Até começar a falar novamente:
– Agora fiquei curioso, Guilherme. Eu entraria como candidato para o seu primeiro beijo?
O rumo daquela conversa estava me deixando agitado. Por que, diabos!, eu tinha que virar o assunto do momento? Sérgio parecia estar adorando me ver daquele jeito. Ele era um cara bonito, como já disse, alto, forte, bronzeado de praia, com certeza entraria para a minha lista, se eu tivesse uma. Até aquele momento nunca o tinha visto com outros olhos. Já que ele estava tão curioso, decidi revidar e esperar pela sua resposta.
- Sim, eu acho que sim. – Ele sorriu, sem graça. Finalmente, o jogo virara. Tentei mudar de assunto.
– Vou dar um mergulho.
Me dirigi até o mar, quando ele me tocou no braço para chamar minha atenção. Olhei para ele tentando entender o que pretendia.
- Será que beijo de mulher é diferente do de homem? – perguntou.
- Sei lá – respondi. – Nunca tomei beijo de homem!
Num gesto de extrema ousadia, Sérgio procurou minha boca e me beijou. De língua. Embora surpreso, correspondi, meio desajeitadamente. Nunca um homem havia me beijado, e eu, até então, só beijara algumas poucas meninas, flertes apenas.
Nossas línguas se entrelaçaram e juntamos nossas salivas. Sérgio se aproximou de mim para facilitar nossas carícias. Ele começou meio sem jeito, sem saber ao certo onde me tocar. Passou sua mão em meu peito e coxas. Nossos ombros estavam colados pela proximidade dos corpos, o que aumentava ainda mais meu tesão. Nossos corpos já estavam um pouco suados, pelo calor e a situação excitante.
Olhei em seu rosto enquanto o explorava também com minhas mãos e sentindo as suas em meu corpo. Sérgio passou a me olhar também, seu rosto transparecendo desejo. O que ocorreu em seguida me pegou totalmente de surpresa, sem me dar a chance de impedir. Sua língua invadira minha boca com sofreguidão e correspondi ao seu beijo, dando um gemido de prazer. Ele me deitou no chão e voltou a me beijar por cima de mim. Senti seu pau se esfregando na minha barriga e suas pernas tocando as minhas. Passei minhas mãos em suas costas, ele sempre me beijando avidamente.
- Até que não tem diferença em beijar homem – falei em seu ouvido entre um beijo e outro. – Estou morrendo de tesão, está sentindo?
Ele fez um movimento insinuando uma penetração, esfregando seu pau ainda mais no meu.
- Você me deixaria te inaugurar? Posso ser seu primeiro homem?
Não respondi com palavras. Apenas fiz um sinal de sim, que é entendido por ele. Seu braço musculoso me puxou delicadamente para perto dele, me envolvendo. Ficou alguns segundos me olhando nos olhos até que os fechou para me beijar novamente. Seus lábios tocaram os meus suavemente, o que me causou arrepios pelo corpo. Pude sentir melhor seu cheiro pela proximidade dos nossos corpos, um cheiro suave, amadeirado. Sua língua procurou novamente a minha, o que não demorou a encontrar.
Sérgio beijava muito bem, logo peguei seu ritmo e ele percebeu minha maior confiança. Ficamos assim durante alguns minutos até ele começar a me beijar no pescoço e me dar alguns chupões. Nesse momento, entrei em êxtase, sentindo um enorme prazer. Comecei a soltar pequenos gemidos com aquela sensação maravilhosa. Sérgio percebeu como minha nuca é sensível ao toque e intensificou ainda mais as carícias, o que me levou ao delírio.
Sérgio me fez deitar na morna areia da praia e veio por cima de mim para continuarmos a nos beijar. Senti seu membro tocando no meu, também ereto. Passei a mão por seu peito largo, com poucos pelos. Ao sentir meu pau duro também devido a toda aquela situação, começou a esfregar o seu contra o meu. Ficamos assim alguns minutos.
- Desde que te vi a primeira vez, que eu desejava isso. – Sérgio revelou, após uma ligeira pausa com o beijo, mas ainda me acariciando.
Aquela súbita inconfidência me deixou surpreso. Nunca desconfiaria que o meu melhor amigo pudesse sentir algo por mim. Nem mesmo imaginava que ele, de aparência tão máscula, atleta no colégio, de quem contavam mil histórias de casos com meninas, tivesse algum interesse por homem. Na verdade, eu não sabia muito de sua vida pessoal, e pelo visto, nem a família do meu amigo.
- Como você sabia que eu aceitaria? – perguntei.
- Tive que arriscar – respondeu, sorrindo.
Num único movimento, ousado, inverti nossas posições, o que me deixou por cima dele.
- E valeu a pena?
- Muito – declarou, com cara de safado, que eu desconhecia, mas que estava adorando conhecer.
Com suas mãos, Sérgio explorou meu corpo sem qualquer pudor, até chegar em minha bunda. Ele apertou e acariciou meu traseiro com intenso desejo. Não sabia aonde tudo aquilo nos levaria, mas estava sendo delicioso me deixar levar pelo momento. Com uma das mãos acariciou meu rosto, eu e ele nus em pelo. Não demorou para suas mãos voltarem a brincar pelo meu corpo, ora em minha bunda, ora massageando meu pau.
Notei que a uma certa distância de onde nos encontrávamos dois sujeitos, também nus, evidentemente, nos observavam. Não dei maior importância ao fato, tão absorto estava na deliciosa brincadeira com Sérgio.
Decidi fazer com ele o mesmo que fazia comigo. Toquei de leve seu monte-de-vênus, coberto com uma suave penugem loura. Sua enorme pica, do tamanho como eu a imaginara em meus devaneios, deu um pequeno pulo, me revelando a glande vermelhona, exposta pelo prepúcio. Sérgio gostou da ousadia, demonstrando o prazer que sentia através de prolongados gemidos...
Envolvi seu pênis em minhas mãos e comecei uma lenta masturbação. Sérgio era um cara bem-dotado, com um pau maravilhoso, acredito que um dos maiores, se não o maior que veria em minha futura vida gay. Já eu tenho o pau pequeno, o que, naquela ocasião, não me importava. Decidi, então, tentar algo diferente, que foi rapidamente percebido por meu amigo: abaixado entre suas pernas, comecei em seguida chupar seu magnífico instrumento.
Comecei pela cabeça, dando leve chupadas, enquanto Sérgio gemia baixinho. Passei minha língua por todo comprimento de seu membro antes de colocá-lo inteiro na boca. Com as chupadas, vou me acostumando com sua ferramenta e pegando o jeito de forma prazerosa, tanto para mim quanto para ele.
Chupei por alguns minutos, sendo acariciado por ele. Ver seu estado de prazer me excitava ainda mais, o que me fez aumentar o ritmo do sexo oral. Não demorou muito para Sérgio começar a sentir os primeiros sinais do clímax vindo, quando anunciou que iria gozar. Continuei mamando seu pau, mesmo quando despejou seu gozo em minha boca.
Já havia provado do meu próprio esperma antes e sabia o sabor, o que não era muito diferente do gosto da porra de Sérgio. Sua fisionomia era de prazer puro, ainda se recuperando da gozada, quando me puxou para mais um beijo. Ele me deitou no local onde estivera ainda há pouco, pegou meu pênis e me punhetou, para, em seguida, pagar meu boquete na mesma moeda.
Sua boca envolveu minha pequena pica de forma voraz, passando a língua por toda a minha glande. Dava para perceber a diferença de experiência entre nós dois, Sérgio, com toda a certeza, não era iniciante naquela forma de prazer. Continuou até eu ejacular em sua boca, assim como eu havia feito com ele, e engoliu cada gota da minha seiva.
Uma rápida olhada para trás me confirmou que os dois sujeitos continuavam a olhar, mas agora percebia que eles se masturbavam mutuamente! Que cena mais bizarra!
Já não conseguia raciocinar, estava me deixando arrastar pelo tesão. Àquela altura, já havia me esquecido até que estávamos numa praia e que havia gente próxima de onde estávamos. Ficamos descansando durante alguns minutos. Calados. Eu pensava na incrível experiência que estava vivenciando pela primeira vez. No mar, ao longe, avistei um barco de pescadores, que agitavam seus braços para nós. Será que teriam visto alguma coisa?
Pouco depois, me virei de bruços, o que foi entendido rapidamente por Sérgio. Começou a sarrar minha bunda, deixando-a toda babada, procurando a entrada do meu cu. Sabia que não seria suficiente para lubrificar e pedi para passar sua saliva.
Com as duas mãos, Sérgio abriu minha bunda, expondo meu cuzinho, à espera de sua rola. Deu uma cuspida bem no meio do meu buraquinho ainda fechado e passou a enfiar seu dedo dentro dele. Numa reação involuntária fechei meu cu com seu dedo tentando me penetrar. Sérgio insistiu até que seu dedo entrou, o que me causou uma dor tolerável.
Ele ficou com seu dedo enfiado em mim enquanto batia uma no próprio pau. Enfim, chegara a hora esperada. Sérgio retirou o dedo para enfiar o pau. Mandou-me ficar de quatro, como uma cadela no cio. Ao introduzir a cabeçorra, enfrentou um pouco de resistência por parte do meu cuzinho virgem, que não estava cedendo passagem para aquela grossa rola. Com bastante insistência a volumosa cabeça do seu pau passou pelo meu anel, rompendo meu cabaço.
A dor foi grande e eu senti as pregas do meu cu se esgarçando. Sérgio, percebendo meu sofrimento, parou de enfiar e perguntou se eu queria parar. Respondi que esperasse um pouco daquele jeito, e ele assim o fez. Alguns poucos minutos foram suficientes para a dor diminuir, e comecei a mexer minha bunda de forma a enfiar mais fundo sua pica.
Aos poucos, ele foi enfiando o resto do pau todo em meu cu e começou a me comer devagar. Acomodou seu corpo em cima do meu e abriu mais minhas pernas. Meu tesão estava a mil, sentindo a pressão de seu corpo junto ao meu.
Ele beijou minha nuca, enquanto metia cada vez mais fundo, meu pau doía de tão duro que estava. Sérgio, então, deitou-me de bruços, ficando em cima de mim. Fodeu-me assim por um tempo; depois, nos viramos com seu pau ainda dentro de mim e ele passou a me comer de ladinho. Num ritmo contínuo, o garanhão me fodia com facilidade, arfando de prazer. Mudamos a posição novamente, e agora sentei em seu pau de frente para ele.
Olhar em seu rosto enquanto me comia era um prazer maior ainda. Voltei a beijar sua deliciosa boca, segurando sua nuca. Sérgio chegou ao seu limite do prazer, assim como eu: sem nenhum aviso, ejaculou dentro do meu cu, soltando gemidos nada discretos. Me levantei do seu colo, sua porra estava toda dentro de mim. Fui surpreendido quando ele me deitou de costas e começou a massagear meu pau. Deixei que ele tomasse conta da situação e esperei para vez no que aquilo daria.
Fiquei espantado quando Carlão começou a me chupar novamente sem nenhum pudor, o que não deixava de ser muito excitante. De fato, tinha prática no boquete. Sua boca no meu pau me causava falta de ar, ele me olhava enquanto chupava toda a pequena extensão do meu membro. Não demorou para eu despejar toda minha porra em sua boca sem nenhum aviso, porra que foi sorvida até a última gota pelo meu amigo.
Acho que minha expressão de surpresa estava evidente quando nos olhamos depois de toda aquela experiência conjunta. Sérgio apenas deu de ombros, como se tudo que acabara de ocorrer fosse algo natural entre nós.
Uma olhadela para os dois rapazes que nos espionavam me revelou que eles estavam fodendo a poucos metros de onde nos encontrávamos. Não tinha resistido a apenas assistir a nossa tórrida cena de amor!
Me levantei e dirigi-me ao mar. Minha pele grudava de suor e areia, não sabia se era o calor que tinha aumentado ou se o prazer provocara o aumento da temperatura do meu corpo. Dei um mergulho. A água fria envolvendo meu corpo aliviou o calor daquela manhã. Minha cabeça era um turbilhão de pensamentos naquele momento, as lembranças me pareciam algo irreal, fantasias de uma mente criativa. Mas o ardor em meu ânus me dava a confirmação do que ocorrera.
Meu pau ganhou vida novamente ao avistar Sérgio, em pé, na areia, com todo o seu belo corpo à mostra, sobretudo seu pauzão, que, embora flácido agora, era bastante vistoso... Bati uma embaixo da água, na tentativa de aliviar e dispersar todo aquele tesão. Gozei mais uma vez naquela manhã, com pouca diferença de minutos entre cada gozada. Voltei à areia, nos enxugamos, vestimos nossos shorts, e regressamos à sede da inesquecível praia do Abricó.
Na volta para casa, vim pensando em tudo que acabara de acontecer. Esse foi, sem dúvida, um dos meus melhores encontros sexuais, comparando com os que ainda teria dali por diante em minha vida. Tudo foi muito prazeroso como imaginava, e nunca o esqueci.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Surpresas na praia de nudismo

Codigo do conto:
252984

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
24/01/2026

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