Houve um tempo, antes que eu me casasse e viesse a me tornar um cuckold, em que eu tinha o desejo de transar com mulheres casadas. A oportunidade para que eu realizasse esse objetivo me foi oferecida numa ocasião, por um amigo meu, Jonathan, que conheci quando ainda morava em Copacabana. Éramos parceiros de uma rede de vôlei no Posto 2. Jonathan era casado com Teresa, uma mulher muito bonita, mas discreta e recatada. Encontrávamo-nos frequentemente na praia do Lido, e certo dia em que nos encontrávamos sozinhos na barraca, Jonathan veio com um papo estranho. Lembro-me de parte do diálogo que travamos.
- Bonita, minha mulher, não, Paulo?
- Concordo. Muito...
- Desejável? - cortou Jonathan.
- Sim, porque não? Todas as mulheres são desejáveis. Concordo com você. Até Teresa.
- Você não quer fazer-nos uma visita? Não a achou bonita
- Sim, achei.
Sua pausa não foi interrompida. Achei um pouco estranho o convite, mas acabei concordando.
Assim, deu-me o endereço do apartamento e combinamos de eu ir visitá-los no fim de semana, para nos conhecermos melhor. Fiquei bastante entusiasmado com a novidade, e é claro que aceitei o convite. No dia combinado, um sábado, lá estava eu no apartamento do casal, localizado num prédio luxuoso, em plena Avenida Atlântica. Na ocasião em morava num conjugado, na Rua Prado Júnior.
Jonathan, o Jô, era alto, espadaúdo, com uma barba preta cerrada e algumas
pinceladas brancas. Devia ir pelos quarenta e tantos anos. Ainda conservava o bom preparo físico de dois anos atrás, quando jogava basquete. Os cabelos eram ralos, mas bem cuidados. Alguns centímetros mais alto que Teresa, miúda e morena, cabelos curtos, pretos como os olhos, era uma mulher que tinha as medidas exatas nos lugares exatos. As nádegas eram rechonchudas e os seios fartos e firmes, que ela procurava esconder, pois frequentava a praia vestindo um discretíssimo maiô preto. Contava trinta e dois anos, segundo o marido me revelara.
A visita transcorreu num clima de alegria e descontração, além de um certo
toque de intimidade, pois Jonathan era um excelente anfitrião e me pôs logo à vontade. Ele providenciou um excelente uísque doze anos e alguns tira-gostos. Teresa parecia pouco interessada na nossa conversa, e apenas perscrutava com olhos atentos a minha figura. Devo confessar que não sou nenhum galã: na época tinha trinta anos, magro, altura mediana, olhos e cabelos castanhos, sou um tipo de homem muito comum. Eu aguardava com mal disfarçada curiosidade o que Jonathan me prometera revelar.
Eu, às vezes, disfarçava e olhava mais atentamente Teresa, admirando-a e, como sempre, cheguei à conclusão de que a esposa do meu amigo era realmente uma mulher muito atraente.
A música, vindo de um aparelho estereofônico, era escolhida conforme a
preferência de cada um. Jonathan então perguntou-me gentilmente se gostaria de dançar com Teresa. Meio encabulado, concordei, e notei que Teresa mostrou-se bem disposta, pois logo levantou-se da poltrona e veio em minha direção.
Teresa aguardou que a música lenta recomeçasse e esperou que eu a enlaçasse. Antes de opor qualquer resistência, deixou que o corpo se encostasse de cima a baixo ao meu. Meu corpo cheirava a uma lavanda suave, diferente do perfume do marido. Sentiu meu hálito quente no seu delicado pescoço e notou perfeitamente que meu pau estava crescido, pela dureza encostada quase que de encontro ao seu sexo. Em seguida, esfregou-se mais forte contra mim enquanto suspirava. Receei ter sido ousado demais e procurei com o olhar, até ver Jonathan. Fiquei um tanto surpreso, pois a mão direita dele estava alisando os genitais, por cima da bermuda que vestia. Teresa olhava para ele, disfarçadamente. Deu-me a impressão de que iria dizer algo, mas não o fez. Tornou a pousar a cabeça no meu ombro. Consciente de que meu pau estava ereto, não fiz o menor esforço para disfarçar. Ao contrário, apertei o corpo moreno e miúdo mais de encontro a mim, e comecei a sentir mais tesão, no calor que era irradiado dos seios dela, uma onda gostosa. Notei que Teresa procurava colar-se sem cerimônia em meu pênis já endurecido. Nada era tão agradável como o contraste de sua modéstia, de seu recato, com sua grande indecência. Por fim, o disco parou.
- Bem, vamos ao uísque - disse Jonathan, com naturalidade. - Você dança muito bem, Paulo.
- Obrigado. Sua esposa também é ótima dançarina.
Sentamo-nos. Eu e Teresa num sofá vermelho grande, enquanto Jô mudava novamente o disco. Em seguida, veio sentar-se ao lado de Teresa. A música de tango argentino inundou o ambiente. Antes do fim do disco já Jô servia a todos mais uma dose.
- Paulo... - Jonathan pareceu levemente encabulado. - Bem, ouça, Paulo, eu... Ora, bolas. Escute, Paulo, o que acha dela, hein?
- Já disse, Jonathan. Muito bonita.
- Você bem que gostaria de ter visto os seios dela naquele dia na praia, não?
Olhei olhei sério para os dois. Teresa enrubesceu ligeiramente, mas nada
falou. Jô apenas acompanhava com os olhos e ouvidos bastante abertos.
- Olha, pra dizer mesmo a verdade, Jonathan . . .
- Pois bem. Quer mostrar a ele, querida?
Teresa gelou, por um instante. Seu primeiro pensamento foi de reação
veemente. Mas viu no marido um olhar confiante, uma expressão de amor e
orgulho. Engoliu em seco. Tomou ciência da situação. Soube claramente que dependia muito dela, da sua atitude, do seu comportamento, o desenrolar do que viesse a acontecer. E sentiu, mais que nunca, os anseios do seu Jonathan.
Chegou então à conclusão de que não poderia de forma alguma decepcioná-lo. Jô sentou-se. Por cerca de um minuto, um silêncio acentuado tomou conta da sala, só quebrado pelo leve chiado feito
pela agulha no fim do disco que esqueceram de tirar.
Teresa voltou a cabeça para Jô e, por fim, resolveu. Sabia o que deveria fazer. Colocou o copo de uísque sobre a mesinha de centro e andou até ficar a uns cinco passos, mais ou menos de nós, que, concentrados, a olhávamos, expectantes. Estávamos todos silenciosos, como que num alento, como uma força a levá-la à capitulação final.
Com os olhos, Teresa passeou pelo olhar de cada um. Viu em Jonathan, seu marido, um toque de orgulho misturado de alguma angústia, carinho e excitação. Em mim, a expressão era de curiosidade e expectativa e Teresa parecia adivinhar nos meus olhos uma mistura de erotismo e desejo. Jonathan, por sua vez, mantinha um semblante que transpirava excitação misturada com a certeza de que saberia e poderia apreciar a ousadia da esposa. Mas o que predominou nos nossos olhares, sem dúvida, foi muita lascívia, uma total e completa libertinagem.
De repente, Teresa pareceu sentiu-se como se fosse transbordar de excitação. Pensei que naquela hora suas paredes vaginais deviam estar molhadas. Sua face adquiriu a cor normal. Os braços se movimentaram e desfizeram, com dedos ágeis, o laço que prendia a blusa aos ombros. Feito isso, os braços cruzados, usou as mãos para segurarem a bainha da vestimenta. Depois, consciente e calma, foi erguendo as mãos, e os nossos olhares convergiram para os pontos vitais.
Primeiro apareceu a barriga branca, um pouco abaixo do umbigo. Mais acima, a saliência que a posição dos braços provocava às costelas. Daí em diante, o movimento de Teresa foi rápido e decisivo, para, num piscar de olhos estar de braços abaixados, segurando numa das mãos a blusa preta. Olhou altiva para os dois espectadores, com a perfeita consciência do que estava mostrando. Um colo delicado, alvo. Seios fartos, morenos, cheios, firmes, com os mamilos salientes ligeiramente enrugados pela excitação. Era a primeira vez, depois de tantos anos de casada, que os mostrava assim, libertos e alegres, a outro homem, que não fosse seu marido.
Nada torna uma fêmea tão superior quanto a situação de estar sendo admirada, observada, desejada, por que não, por dois homens ao mesmo tempo. Olhou para Jonathan e viu-o com um ligeiro sorriso satisfeito. Me viu passar a língua pelos lábios então ressequidos, enquanto meus olhos não desgrudavam dos seus belos e apetitosos peitos.
Teresa viu claramente que eu estava ardendo de desejos por ela. Viu claramente, mesmo ele estando sentado, que o marido, a braguilha da bermuda aberta, estava se masturbando. Teresa apenas sorria e acenava, aprovando. Foi exatamente a sincera franqueza nos seus olhos que trouxe de vez o alívio a mim, a naturalidade. Deu então uma piscadela, endereçada a todos, sorriu de leve, sentou-se novamente, mas não tornou a colocar a blusa.
- Que tal? – me perguntou Jonathan. Eu limpei a garganta, silenciosamente. - Fantásticos. Lindos, Jonathan. Gostei muito.
- Você está em plena forma, Teresa – elogiei.
E olhando para Jonathan, maliciosa. - O que acha, querido?
Jonathan não perdeu a dica.
- Concordo. Não... não quer divertir mais um pouco o nosso convidado, Teresa? – insinuou Jonathan, olhando direto nos olhos dela.
Teresa sorriu para ele e olhou para mim. Jonathan fez com que a esposa se levantasse. Eu também me ergui. Em seguida, Jonathan ficou atrás da esposa. Abriu o fecho da saia e correu lentamente o zíper até a cintura.
Teresa permaneceu de braços estendidos ao longo do corpo e quando Jonathan com os dedos empurrou a saia para o chão, esta desceu fulminante, escondendo os pés pequenos da mulher.
Eu me senti invadir por uma onda morna de inquietação. Positivamente a situação me tocava muito. Ver a esposa de meu amigo metida apenas numa diminuta calcinha de seda azul claro, muito transparente, tanto que era-me fácil ver os pelos negros do sexo dela. Ver os seios à disposição
tanto do meu como do olhar de Jonathan, era contagiante.
Jonathan aproximou-se de Teresa e tomou-a pelos ombros, que segurava prudentemente longe do seu corpo e inclinando-se, beijou-a de leve na testa, enquanto murmurava um "obrigado" que pela emoção saiu quase inaudível. Passado o primeiro momento de revelação, quebrado o gelo, mostramo-nos os três mais à vontade. Foi servida mais uma rodada de uísque.
Jonathan então procurou retomar o controle dos acontecimentos e prosseguiu a conversa. Confessou-me que era um marido liberal, contrário às ideias ultrapassadas e patriarcais do casamento tradicional, da monogamia, mas partidário da relação de confiança e da honestidade entre os casais; e perguntou-me o que eu achava do “casamento aberto”. Respondi que, como não era casado, não tinha opinião formada a respeito. Jonathan, então, prosseguindo, indagou-me se eu teria vontade de beijar Teresa. Meio desconcertado com a inusitada sugestão, respondi que, sim, é claro, que ela era uma mulher muito atraente, mas não ousava fazê-lo, pois era mulher de amigo...
- Pois então, pergunte a ela se pode beijá-la. Tem o meu consentimento explícito.
Teresa não esperou pela solicitação. Adiantando-se para mim, e diante da minha estupefação, pousou suavemente os lábios carnudos nos meus, que não mais consegui me controlar. Meu pau quase furava minha cueca de tão excitado que estava depois do showzinho de Teresa e da maliciosa sugestão do marido. Apertei-a nos braços e esmaguei aquela boca morena com fome, com desejo. Exultei ao perceber que Teresa não opunha qualquer resistência. Quando ela se afastou, notei que Jonathan nos estava observando, quieto. Então Teresa virou-se para mim:
- Está no seu direito. Se quiser, pode me beijar de novo.
Passando a mão pela cintura dela, eu uni-me a ela com lábios
quentes. Teresa grudou-se toda em mim, abrindo os dentes para receber ansiosa a língua pontuda e úmida, sob o olhar complacente de Jonathan.
As palavras não se faziam muito necessárias, num momento como aquele. Por fim, Teresa quebrou o silêncio, com voz calma, segura:
- Já está ficando tarde. Por que não vamos todos para o quarto? Que acha, querido?
Jonathan levantou-se. Pegou Teresa pelo braço e a conduziu, deixando-a perto de mim. Jonathan aproximou-se e a beijou de leve nos lábios. Depois, voltou-se para mim, que havia me recuperado da surpresa, e me apontou Teresa. Abracei-a e a beijei com ardor. Em seguida, ele próprio a livrou da saia e abaixou-lhe a calcinha fio-dental, ante meu cada vez maior espanto. Acariciou um e outro seio, obrigando-os a tremerem. Voltou-se para mim:
- Vamos logo para o quarto. Não posso deixar de falar. Acho que a franqueza é tudo, e...
Eu o interrompi, meio envergonhado, pois meu pau apontava visivelmente na minha braguilha.
- Sabem, eu nunca pratiquei sexo com mulher casada, ainda mais sendo esposa de amigo. Mas, confesso, sempre tive vontade de fazê-lo. Deem-me essa chance, por favor.
- Eis aqui a sua oportunidade – respondeu o meu amigo, empurrando-nos gentilmente para dentro do espaçoso e muito bem decorado quarto do casal..
- E Teresa? Precisa haver comum acordo – indaguei, pressuroso.
Jonathan voltou-se para Teresa. Esta sorriu-lhe.
- Eu quero.
- Obrigado, amor.
Não pude conter-me mais frente àquela inusitada situação.
- Teresa, querida. Eu estou ardendo de desejos por você. Quero possuí-la. Quero vê-la nos meus braços, nua, inteiramente despida, à minha disposição. Quero poder tocar em cada parte do seu corpo.
Jonathan, que a esta altura, mostrava-se bastante ansioso, a face vermelha, mal pronunciando as palavras, com a voz rouca, dirigiu-se a mim:
- Quero ver Teresa gemendo, inteiramente nua, sob você. Quero ver você entrar nela, quero que Teresa seja possuída na minha frente, olhando nos meus olhos. Quero sentir, aprender, assimilar técnicas. Quero ver vocês dois copulando... O que me dizem?
Fui eu, já recomposto da surpresa, a responder:
- Tudo bem, Jonathan. Eu também quero Teresa. Eu a desejei quando a vi seminua lá na sala.
Jonathan, recuperando, a segurança, ordenou:
- Deite-se na nossa cama para ele, querida.
- Por que não o fazemos, todos? - A voz de Teresa transparecia a emoção do erótico. Depois, ajudou Jonathan a livrar-se também da sua roupa. Eu estava ainda um pouco aturdido. Despi-me inteiramente, o pau apontando para cima, Colei-me a ela e a beijei, primeiro de leve, depois,
correspondendo sofregamente. Deixando os braços caírem, deitou-se na cama do casal. Jonathan ficou sentado, à cabeceira do leito, afagando os seios da esposa. Quando me afastei para deixá-los à vontade, Jonathan pediu:
- Foda ela, Paulo, foda essa puta!
Livrei-me dos últimos escrúpulos e avancei para a mulher, que entreabria as pernas e se tocava nos genitais com volúpia.
Estático, Jonathan acompanhou apenas com os olhos, enquanto sentia liberdade plena para masturbar-se. Então, já inteiramente nu, meu
o pênis pulou como uma mola, batendo no olho esquerdo de Teresa.
Ela, ante a visão, daquilo, descontrolou-se. Passou as mãos em volta da
Minha bunda e fez com que eu trouxesse os quadris para a frente. Fechou os olhos e colocou meu pênis na boca, sugando-o com tanta calma quanto lhe permitia a excitação.
Sei que Teresa não me considerava um homem exatamente bonito. Mas, estávamos os dois despidos, frente a frente, eu apontando firme para ela e ela intumescida, tocada em sua sensualidade, contava apenas o fato de serem um homem e uma mulher. Obrigou-me a sentar na cama. Virou-se de costas para mim e sentou-se sobre meu membro quente. Era um pênis estranho, de um felizardo amigo do marido que deslizaria suavemente, que se deliciaria com o tanto que ela podia e era capaz de dar, e que ao mesmo tempo a faria gozar como nunca. Deixou o corpo descer e dentro de mim foi sentindo que eu ia entrando, fundo. Ao terminar a descida, encostou-se ao meu tronco e me abraçou. O detalhe da minha barba no seu ombro a agradou, e ainda mais que eu a segurei firmemente pelos seios, fazendo com que Jonathan deixasse de acariciá-los, enquanto enterrava o pênis vitorioso no mais quente e fundo da sua vagina, para retirá-lo ainda sem descarregar. Coloquei Teresa de bruços. Fi-la abrir as pernas, expondo a vagina avermelhada, a bunda bem junto ao meu nariz. Ali, colei a boca, iniciando uma escaramuça com a língua.
A certa altura, Teresa pediu:
- Entre. Mete aí dentro, por favor, meu amor. Já não aguento mais.
As minhas mãos acostumadas a apertar seios grandes, agora apertava os
seus, com sofreguidão, com volúpia. Teresa sentiu entre as coxas, o primeiro quente contato. Sentiu eu forçar, obrigando-a a se abrir. Sentiu-se arreganhar, à medida em que ia sendo possuída pelo orifício anal. Vibrou quando aquele elemento estranho entrou dentro dela. Não era mais o membro de Jonathan, não era mais o seu dedo. Era um outro homem que a estava penetrando. Atingiu um orgasmo explosivo.
Pude perceber pela expressão contraída de Jonathan que ele havia ejaculado no tapete do quarto, ao contemplar a sodomização da esposa.
Meu amigo gozara ao me ver dentro de Teresa. O sexo de Jonathan, agora murcho após a primeira esguichada, foi crescendo novamente, ante o espetáculo que presenciava. Tudo estava sendo como ele sempre imaginara, sempre desejara. Estava vendo Teresa trepando com outro. Sentia que tanto ela como eu estávamos nos satisfazendo.
Olhou para os quadris de ambos. Ver o meu pênis aparecer e sumir dentro da bunda de sua Teresa, molhado do suco da vagina dela e do meu esperma, encheu-o de sensualidade, de desejo.
Colocou a mão entre os nossos dois corpos. Pôde sentir entre os dedos o meu membro deslizando para dentro de Teresa. Da sua Teresa. Da mulher aparentemente tímida, que se revelava agora uma verdadeira puta. Era a realização do seu acalentado sonho de ser corno manso.
Enquanto a mão continuava sentindo, ergueu-se, beijando Teresa com ardor. As faces da esposa estavam vermelhas. Seus mamilos completamente endurecidos, túmidos. Teresa compreendia Jonathan. Sabia que ele estava
atravessando seu momento de libertação, que estava passando para a prática a imaginação que todo casal um dia havia imaginado. Jonathan olhou para ela. Teresa o beijou. Em seguida, olhou para mim, que lhe sorri.
Jonathan levou as mãos nos seios de Teresa, apertou-os. Notou que um ficou molhado, pois havia estado com a mão a masturbar-se e a sondar entre o sexo de Teresa e o meu pênis. Passou a língua pelo seio molhado, sentindo o gosto de porra deliciosamente forte. Fui para trás de Teresa, onde a visão era gratificante.
Enquanto o marido beijava Teresa, enfiei o membro dentro da boceta dela, por trás, com presteza. Com isso, Lea Teresa levou a língua mais para dentro da boca do marido. Imitando um animal irracional, comecei a entrar e sair da gruta da mulher, aumentando gradativamente a velocidade,
proporcionando, assim, junto com Teresa, espasmódicos gemidos de prazer.
Saí de dentro delas, jogamo-nos na cama, saciados. Jonathan também acomodou-se. Três corpos nus, suados, mas satisfeitos, dispostos à colaboração mútua, a se dar ao máximo, para com isso, proporcionar o melhor.
- Eu sabia que seria maravilhoso. Não acha, Teresa? – perguntou Jonathan.
- Muito. Muito bom mesmo – respondeu a desavergonhada.
- Gostou da Teresa? – Jonathan quis saber.
- Eu a amei, Jonathan. Ela é bem quente, sabe?
- Teresa é ótima. Muito apertada e molhada. Adoro seus seios. E as pessoas não lhe dando o valor merecido, hein?
Mas eu não quis ouvir muito diálogo. Encostei-me em Teresa e entrei nela
com desejos incontroláveis. Jonathan iniciou uma nova masturbação. Gozou, mais uma vez, dando urros de prazer. Depois, como podiam
variar, Lea saiu de baixo de mim e foi até Jonathan, tirando-o da pausa necessária, depois das punhetas.
Levou-o até a poltrona no canto do quarto, onde deitou-se, erguendo as
pernas. A vagina ficava à altura dos quadris de Jonathan. Quando este chegou, Teresa descansou as pernas em seus ombros.
- Agora, corno, lamba a porra que o seu amigo derramou em mim! – ordenou, de um modo que não admitia réplica.
A posição lhe proporcionou uma penetração extremamente profunda, gratificante, da língua pressurosa do marido.
Senti que o clima e o tempo da festa estava se esgotando.
Vesti minha roupa, devagar, enquanto observava o casal já se recuperando, de mãos dadas. Teresa andou até a mim, toda transformada num sorriso. Estava realmente muito à vontade.
Eu conhecera sensações novas. A visão de seu marido com a boca colada à
vagina de Teresa foi outra dádiva, que coroou aquele dia inesquecível.
- Você é um bom macho, sabe? Me satisfez. Venha mais vezes nos visitar. Nós amamos você, não é, querido.
Jonathan apenas sorriu e acenou com a cabeça.
Voltei para casa pensando nas delícias que tinha vivido, e principalmente na expressão de felicidade estampada no rosto de Jonathan ao ser chifrado pela esposa, assistindo a tudo e participando.
Fiquei empolgado pela inusitada ideia. Quem sabe, eu podia tentar ser como ele, também? Arranjar uma esposa e...
Mas isso é uma outra história.