Olá meus amados e amadas, aqui da Ana, vou relatar para vocês como tudo começou com meu avô, porque muitos em privado me perguntaram, e aqui está! Então vou tentar escrever um pouco de como tudo aconteceu até seu falecimento em 2020. Meu avô Manuel (pai da minha mãe) na época em que tudo aconteceu ele tinha 70 anos, já era viúvo a algum tempo, e eu tinha só 16 (neste momento tenho 40). Ele tinha sido militar, e se reformou do exército português como Tenente-coronel, com a sua idade mesmo assim ele metia muitos quarentões num canto! Meu avô era um homem bonitão (um pouco calvo), forte e com um peitoral bem saliente com um sixpack bem no lugar, 1,90 de altura e uns 80 kg. Certo dia fui somente eu e minha mãe visitá-lo a Anadia (Cidade pequena do Centro de Portugal), e que ficava a cerca de 8km da Mealhada (local onde ainda hoje moram meus pais. Meu avô como morava sozinho e não queria sair de casa, meus pais e meus tios pagavam a uma empregada para fazer o seu almoço e jantar, e cuidar da limpeza da casa e do meu avô. Então nesse dia eu com 15 anos e com os hormônios sempre a mil, ouvi uma conversa da empregada com a minha mãe, onde essa empregada reclamava do meu avô ser muito atrevido por vezes e tarado. Acho que a empregada devia ter uns 45. - Ele fica me mostrando seu pinto quase todos os dias, Rosa (minha mãe). Minha mãe que sempre foi calma; quase parando: - Mas ele já tentou algo com você ou tentou algo à força? - Ainda não, mas tenho medo, Rosa! - Conheço meu pai Beatriz; tenho certeza que ele não vai querer abusar de ti! E do jeito que ele está velho, só deve querer se exibir com a pouca força que ainda deve ter na pica e também já está sem a minha mãe faz 12 anos e nunca mais teve uma mulher com ele! Acho que minha mãe não se deu conta do que dona Beatriz comentou em seguida: - Velho? Eu é que não dou trela pra ele; se não!!!!!... Meses depois, meu pai resolveu que tinha que fazer uma remodelação e pintura em nossa casa. Pra isso, íamos ter que ficar pelo menos um mês morando na casa do meu avô Manuel; que era bem grande… Além do quarto suíte do meu avô, tinha mais três; todos mobiliados. Meus pais trabalhando, e após a empregada já ter ido embora, fui procurar meu avô pra pedir um dinheiro (escondido dos meus pais) pra comprar uma blusinha que tinha visto no mercado. Porta do seu quarto aberta, entrei: - Avôôôôô?!?!?!!! - Podes entrar Ana e vem cá netinha! Percebendo que sua voz tinha vindo lá do banheiro, cheguei até a porta: - Avô se não demorar; eu vou esperar aqui até o senhor sair do banho! Ouvindo o barulho que ele fazia com a água, percebi que devia estar tomando banho de banheira. Alguns minutos depois ele fala! - Podes entrar se quiseres Aninha!... Abri somente um pouco a porta pra olhar e confirmar que ele estava dentro da banheira se banhando. E como eu estava ansiosa pra ir logo para o mercado encontrar com uma colega, e pensando na blusinha, resolvi pedir dali da porta. Ele logo respondeu à minha pergunta: - Claro que te dou o dinheiro; já estou quase a terminar o meu banho… Me afastei encostando novamente a porta quando ouvi ele me chamando novamente. Voltei a olhar pra dentro do banheiro; e ele sorrindo pra mim: - Será que você poderia esfregar minhas costas, Aninha? Hesitei apenas alguns segundos pra entrar e ir direta, e ficar atrás das costas do meu avô. Mesmo achando errado fazer aquilo, precisava agradá-lo pra poder ganhar aquele dinheirinho que tanto precisava para o mercado! Esfreguei bastante a esponja nas suas costas, e até na sua bunda e entre suas nádegas e, resolvi olhar sobre seus ombros. Cheguei a engasgar com minha própria saliva ao ver que aparecia acima do nível da água da banheira, mais de um palmo de um pinto cheio de veias e cabeçudo… Meu avô estava de pau duro!!!!!! Trêmula, entreguei-lhe a esponja dizendo que ia esperá-lo lá na sala. Dez minutos depois, ele veio me entregando o dinheiro… Quando vi que ele me dava o dobro do valor da blusa, fiquei de pé sobre o sofá pra poder dar-lhe um abraço e um beijão no rosto. - Quando precisar de mais, é só me pedir; Ok? Toda empolgada dei-lhe um novo beijão do rosto: - Adorei vô; mas não fale nada nem pra minha mãe, nem para o meu pai, que me deu esse dinheiro! Por favor tá? Ele me segurando, eu de pé sobre o sofá com suas duas mãos na minha bundinha: - Segredinho só nosso Aninha! Já mais vou entregar nós dois! E você é minha netinha, e pode contar comigo sempre que quiser! No dia seguinte, assim que a Beatriz foi embora, vovô indo até meu quarto: - Você esfrega de novo minhas costas Ana? Pensando nos futuros dinheirinhos que eu poderia ganhar do meu avô dali pra frente: - Já vou indo vô!... É que eu pensava primeiro trocar minha roupa; pois estava de shortinho curto e com uma blusinha bem decotada de alcinhas e sem sutiã… Mas rapidamente achei que poderia agradar mais meu avô se eu fosse daquele jeito mesmo. Vovô já estava sentado dentro da banheira, e igual o dia anterior comecei a passar a esponja pelas suas costas… Só que, novamente olhando aquele enorme pinto cabeçudo duro, entreguei a esponja novamente na sua mão: - Pronto vô, já terminei! Ele ficando de pé dentro da banheira e virando pro meu lado para colocar suas duas mãos sobre meus ombros: - Tá precisando de algum dinheiro hoje? Achei que ia ficar chato se eu dissesse que “sim”, e vendo aquele enorme salsichão: - Hoje não vô!... Suas mãos empurraram as duas alças da minha blusa fazendo meus peitinhos aparecerem: - Vou te dar mais um pouco pra você guardar; tá bom? - Tá bom vô; eu aceito! Vovô ficou acariciando meus dois peitinhos; ate pedir: - Deixa o vovô dar um beijinho aqui? - Deixo sim vô; pode beijar!... Vovô reclinou seu corpão e começou a colocar todo meu peitinho dentro da boca e vir chupando até chegar no biquinho que rapidamente ficou bastante saliente. Adorando, comecei a gemer baixinho e ele pegando minha mão fez-me segurar seu cacetão duro e pulsando de tesão! Então comecei a movimentar minha mão na pica do vovô que continuou chupando meus peitinhos. Mas ele tirou a boca do meu peitinho e veio direto na minha boca me dando um inesperado beijo. Ainda um pouco assustada; ele: - Alguém já chupou sua bucetinha? - Naaaaaão Vô! Porquê? (Mentira pois já tinha tido alguns namoradinhos e namoradinhas e eu já não era mais virgem). - Deixa o vovô chupar Aninha? - Mas… Mas… Como assim vô? Com minha blusa caída e toda enrolada na minha cintura, ele segurou meu short e foi descendo. - Não vô! Não!... Tenho medo! E se alguém nos apanha?!?!!! - Tenho certeza que vai gostar quando o vovô fizer você gozar! Ele terminando de tirar meu short começou a passar seus dedos na minha bucetinha me fazendo voltar a gemer. Colocando-me sentada na beirada da banheira, ficou meio de quatro pra alcançar minha cona (buceta) e começou a me lamber e mamar bem gostoso! - Ai vô! Ai! Hummmmm! Vai! Chupa! Chupa!... Oooohhhh! Oooohhhh!... Não para seu velho tarado!... Chupa! Chupa a puta da tua netinha! Hummmmmm… Acabei tendo um gozo tão delicioso que deixou meu corpo todo mole. Depois, ele ficando de pé na minha frente. - Você consegue fazer o vovô gozar? Segurei e comecei a punhetar meu avô. - Noooosssa, que delícia minha princesa; mais rápido! Mais rápido! Quando fui me cansando, comecei a comparar o pau do meu avô ao dos colegas da escola! Tomei coragem e dei umas três ou quatro lambidas antes de colocar somente o cabeção na minha boquinha… - Caaaaralho Aninha! Isto é sensacional! Chupa o avô! Chupa!!!!... Aí que vaquinha que mama gostoso!... Isso chupa o meu caralho!... Chupa tão bem netinha!... Mama o avô! Mama!!!... Sem parar de movimentar minha mão na punheta, fui sugando e passando a língua por vários minutos, até ele pedir: - Larga; larga que eu vou gozar!... Tirei a boca para ele mesmo começar a punhetar e ir soltando toda sua porra sobre meus peitinhos. Vovô me lavou pra tirar aquela gosma que escorria pelo meu corpo, e me beijando novamente na boca. - Isso tem que ser um segredinho só nosso! É só nosso segredo, combinado? - É claro né vô?! Eu já não sou nenhuma bobinha! Eu bem que isto é errado, mas foi gostoso, não foi?! - Foi sim meu amor! Mas temos de ter cuidado! Fui pro meu quarto, e meia hora depois ele entrou me entregando um pequeno maço de notas de dinheiro… Ao ver a quantia, fiquei até meio abobalhada. - Isso é pra você guardar, tá bom? - Muito obrigado avô! - Não têm de agradecer meu amor! É pelo nosso segredinho! Tive que subir na cama pra alcançá-lo pelo pescoço e dar-lhe um beijo bem safado na sua boca e com direito a língua e tudo! Parecíamos um casal de namorados… Dois dias depois, repetimos tudo novamente! Ele chupou bem gostoso minha bucetinha e eu chupei e punhetei seu pau até ele gozar! Chegou o domingo; logo após o pequeno almoço (café da manhã), meus pais saíram dizendo que só voltariam a noite… A putinha que tinha dentro de mim ficou toda eufórica imaginando sozinha com o vovô sem vergonha! Achei que tinha que continuar de camisola, fui me sentar na sala, liguei a TV à espera do meu vovozinho aparecer! Vi ele saindo do seu quarto já sem camisa, vindo soltando os botões da sua calça (bermuda)… Chegou próximo de mim já com o pau na mão começando a crescer e ficar duro e grosso e disse: - Aninha meu amor, hoje vamos poder ficar sozinhos bastante tempo, né? Podemos brincar meu amor?! Eu já nem estava mais pensando só no dinheiro do meu avô; na verdade eu estava era adorando ter aquele pauzão todinho pra mim. Segurei naquela pica e fui chupando pra deixá-lo ainda mais duro e ele fala: - Calma minha princesa! Têm alma… Não precisa fazer o vovô gozar assim tão rápido hoje! Ele terminou de tirar sua calça, em seguida tira a minha camisola e a minha calcinha. Colocou-me sentada no seu colo e começou a chupar meus peitinhos, e quando ele enfiou dois dedos na minha bucetinha: - Não vô, nããããooooo!!!! - Larga de ser bobinha! Eu te chupei já várias vezes e sei que você já não é mais virgem, sua safadinha! - Então só com os dedos, tá vô? É que estou com medo! O teu caralho é muito grande… Ele aumentou as socadas com seus dois dedos na minha buceta. - E na bundinha, você deixa? - Não sei vô! É que o seu pinto é muito grande e tenho medo!!!! - Vovô usa um creme pra não doer muito! Pode ser Aninha? - Vou pensar vô! Mas vamos continuar a brincar assim que está muito bom! Hoje sou só sua vô! - Aaaahhh! Aaaaahhhh! Continua vô! Não para!... Vovô passou a socar seus dedos na minha bucetinha num ritmo alucinante que gozei procurando sua boca pra beijar. Ele depois me fala: - Vai para o seu quarto e me espera tá toda nua, está bom? Como uma bela netinha mandada, eu lá fui para o meu quarto! Vovô apareceu no meu quarto segurando na mão uma bisnaga e me mandou ficar de quatro. Passou aquele creme em volta e até em cima no meu buraquinho… Após passar também na cabeçorra do seu pinto, subiu sobre a cama e foi colocando seu pinto sobre meu cuzinho que só tinha levado cenouras com a minha namorada… Tive a impressão que minha bundinha estava sendo dividida em duas quando a pica do vovô começou a entrar e ele falava: - Puuuuuuuta de merda… Aaaaiiii! Aaaiiiii!... Que cuzinho quentinho!... Ele parou de forçar e foi enfiando lentamente. - Que cuzinho quentinho!... Estás tão gostosa e este cú é guloso, igualzinho ao da tua avó!... Que buraquinho apertadinho puta!!!... Calma! Calma que já está quase terminando… Terminando uma porra; depois de enfiar tudo no meu cuzinho vovô começou a puxar e enfiar novamente até o fundo me fazendo berrar escandalosamente. - Que bom vô!!!!... Me fode!!!... Fode o cuzinho da tua netinha cabrão!!! Estou a gozar mesa pica… - Eeeeh cuzinho gostoso… Aaaahhh! Aaaahhh! Vooouuuuuu me esporrar dentro d o teeeuuu cú putinnhhha!... O pintão do vovô pulsava e ejaculava dentro do meu cuzinho que ardia feito brasa, ao mesmo tempo que nós dois chegávamos ao orgasmo! Mesmo com a bunda ardendo fui ajudei vovô levar seu carro, e depois fui tomar banho de banheira junto com ele. Ficamos pelo menos uma hora só na sacanagem! Ele chupando meus peitinhos e minha bucetinha, e eu brincando de punheta e chupar seu pau que num determinado momento ficou duríssimo novamente. - Vamos lá pra cama Aninha?!?! Quero comer sua bundinha de novo! - De novo não vô?!?! Novamente vô? Eu não aguento!!!!! - Que pena minha princesa! Mesmo assim vamos pra lá, para gente ficar mais à vontade amor! Nos enxugamos e fomos para a sua cama continuar na beijação, chupação, mão naquilo e aquilo na mão. Vovô me abraçou por trás e colocou seu pauzão no meio das minhas pernas e ficou fazendo movimento pra frente e pra trás roçando na minha bucetinha que foi ficando muito molhada… Quando ele começou a mordiscar minha orelha, eu não aguentei: - Hummmm! Assim me derreto toda vô! Enfia na minha cona (buceta)! Mete sem dó! Vai vô, enfia na tua netinha!!!!! Ele ajeitando seu pinto e procurando a portinha: - Pode mesmo Aninha? É isso que você quer? Ou vamos parar? Senti a cabeça alargando minha delicada bucetinha. - Sim quero vô! Por favor me come! Enfia tudo, sem medo! Tuuuuuudo!!!!! Iiiiiiisso vô!!! fode gostoso sua netinha! Fode a sua putinha! Abre-me todaaaa seu touurrrooo! Vovô deu várias socadas ainda me abraçando por trás; depois, fez-me ficar novamente de quatro pra enterrar até o saco e meter feito um boi, meten-do numa pequena bezerrinha… Realmente acabei gozando feito uma bezerrinha antes dele tirar e esporrar em cima da minha bundinha! A partir deste dia sempre que eu ia na casa do vovô ou ele na nossa eu dava tudo para ele e ele me dava seu leitinho! Quando voltámos para nossa casa, passei a ir pelo menos uma e até duas vezes por semana na casa do vovô pra ele me fazer gozar e eu a ele! Foi muito bom esta aventura, mas em 2020 ele nos deixou… Espero que vos tenha esclarecido, podem comentar, deixar perguntas! Pois quantos mais comentários e perguntas, mais eu irei escrever minhas aventuras! ESTA FOTO É MERAMENTE ILUSTRATIVA
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