Eu vivia com meus avós, pois minha mãe era muito jovem e estudava e trabalhava noutra cidade, vindo nos feriados e alguns fins de semana. Me dava muito bem com ela, especialmente porque a diferença de idade entre nós duas era relativamente pequena (14 anos). Quando fui ficando moça, era com ela que conversava sobre "coisas de mulher", pois minha vó era idosa e conservadora... Em resumo, nossa relação era mais parecida com a de irmãs, mas sem a parte das briguinhas e implicâncias.
Além disso, eu a admirava muito. Ela era linda, um corpo perfeito, tinha um séquito de homens correndo atrás dela, mas Vânia (era seu nome) não dava moral pra nenhum. Estava fazendo mestrado e já tinha uma carreira bem encaminhada, não se preocupava em casar, talvez desiludida por ter sido abandonada pelo primeiro namorado (meu pai).
Sempre que estava conosco, mamãe dormia no quarto de hóspedes, mas teve umas férias em que um tio também veio nos visitar e ela acabou ficando no meu quarto (o que eu adorei). Mesmo após ver vários dias seguidos, não conseguia deixar de me encantar cada vez que ela ela se despia para deitar, ficando apenas de camiseta regata e calcinha. Ficava imaginando se, com sua idade, seria tão bonita quanto ela e chegava a sonhar com isso, em ter seu corpo, em ser admirada e desejada... às vezes acordava excitada e sentir o calor do seu corpo tão pertinho do meu e, principalmente, seu cheiro sob as cobertas aumentava aquele tesão adolescente, embora me deixasse um tanto envergonhada...
Então, certa noite, acordei de madrugada e percebi algo estranho. Ao meu lado, mamãe parecia dormir, porém se movia discretamente. Meio sem entender a princípio, a examinei com mais cuidado: tinha os olhos fechados e mordia o lábio inferior... suava e o corpo estava encolhido, as pernas juntas, curvadas em direção ao seu peito... num primeiro momento, cheguei a pensar que estava com dor ou passando mal... mas então, prestei mais atenção e notei uma mão sob a camiseta, segurando um seio e a outra entre as pernas... o movimento discreto e ritmado partia dos seus quadris... ela estava se tocando... logo senti seu cheiro que tomava o quarto pequeno... cheiro de suor e de sexo... cheiro de safadeza, de fêmea... cheiro de buceta...
Fiquei um pouco chocada por minha mãe estar se masturbando ali, a alguns centímetros de mim, mas algo me fez fingir que continuava dormindo, mas sem conseguir desviar os olhos dela... Após alguns minutos, se contorceu, afundando o rosto no travesseiro, o que não abafou completamente seu gemido... Depois, seu corpo relaxou, se estendeu e aquele cheiro se tornou ainda mais forte, conforme sua respiração ia se regularizando. Senti uma emoção estranha, um tesão violento e envergonhado... a muito custo consegui me conter, pois a vontade que sentia era de me tocar também.
Só cochilei de manhã e quando acordei, ela tinha se levantado, estava tomando banho. A camiseta e a calcinha estavam jogadas numa cadeira ao lado da cama e, ao vê-las não resisti: peguei a calcinha, ainda úmida, e encostei no meu rosto, sentindo aquele cheiro pecaminoso... me toquei com urgência, cheirando e lambendo aquela calcinha... a ideia de que ela poderia sair do banheiro e me flagrar me deixava ainda mais excitada... Tive um orgasmo tão intenso que meu corpo ficou molinho... isso e o sono da noite acordada me fizeram quase desfalecer... peguei no sono ainda com a lingerie colada no rosto.
Minha mãe deve ter recuperado sua calcinha com muito cuidado para não me acordar. Quando finalmente despertei, a pecinha não estava mais comigo. Ela não comentou nada, nem eu a respeito da sua masturbação noturna, porém ambas sabíamos que as coisas não eram mais como antes...