Sempre fui um cara grande, forte e sempre gostei de meter usando certa violência.
Com 1.80 de altura, 85 kg, e treinamento de defesa pessoal e imobilização, eu sempre gostei de ser dominante. Meu pau, branco rosado, 22cm Grosso e Veiúdo sempre deixou os caras apreensivos e ao mesmo tempo doidos pra tentar aguentar tudo.
Combinei com o pivete de encontrar em um posto de gasolina da cidade, no começo da noite, era mais seguro pra nós dois, e como o posto ja ficava na saída da cidade, facilitaria pra pegar um motel se rolasse clima. Chegue no local e esperei no carro até ele aparecer, quando eu ja estava quase desistindo de esperar vi a silhueta miúda dele de aproximando, ele chegou perto do carro, ficou sem graça de chamar então abri o vidro e falei com ele pra entrar pra sair do frio. Conversamos um pouco, o garoto era franzino, não tinha mais que 1.55 de altura, magro, branquinho, cabelo escuro meio arrepiado, olhos escuros, e uma expressão de pânico constante, era visível que ele realmente não tinha experiência e provavelmente a alegação de virgindade era real. cheguei a cogitar deixa-lo em casa e não fazermos nada mas ele insistiu que queria tentar.
Uma vantagem dos motéis de cidade pequenas de interior é que vc se comunica por um interfone, ninguém vê quem entra e nem quem sai, fomos para um motel simples de beira de estrada, entramos e quando ele começou a tirar a roupa e ficar só com a cuequinha, me dei conta de como ele era frágil, pequeno, inocente e até meio bobo. Deitamos, comecei a passar a mão pelo corpo dele que se arrepiava e soltava uns gemidinhos fracos, quando botei a mão no meio das pernas dele consegui pegar a bundinha dele inteira com uma mão só, deixei o dedo do meio esfregando o cuzinho dele que era muito pequeno e apertado. com ele deitado na cama, passei um braço ao redor dele segurando os dois braços magrinhos junto ao corpo, projetei meu rosto sobre o dele e com o outro braço levantava levemente o quadril dele, subindo e descendo, lentamente, enquanto dedilhada o cuzinho e apertava a bundinha inteira por baixo.
Vi que o nervosismos dele começou a dar lugar ao tesão, o pauzinho dele ficou duro como pedra e ele já estava gemendo com mais vontade a cada vez que eu empurrava mais o dele, mal conseguiu aguentar um dedo todo, quando me coloquei de joelho da cama, e agarrei ele pelos cabelos, cheguei o rosto dele na minha cueca, esfregando, ele começou a sentir o volume e o tamanho dos meus ovos, e ficou ofegante, tirei pelo lado da cueca, já dura, e deixei cair pesada na cara dele, primeiro um susto, depois olhinhos arregalados olhando meu pau, depois ele fechou os olhos e se afundou de novo com o nariz no meu saco, se esfregando com vontade nos meus pentelhos. Teve que abrir a boca no máximo pra cabeça do meu pau caber, mal consegui empurrar até a metade na boquinha babada dele, depois de mamar bastante ele pediu desculpa, falou que não iria dar conta de transar comigo, porque era muito grande pra ele, de fato, meu dedo (só um) ja sentiu a pressão do rabinho dele, muito apertado e pequeno.
Falei com ele:
_ Cara, não precisa se obrigar a fazer nada, tá de boa...
_ É que eu fico sem graça, vc tá pagando o motel e eu disse que queria fazer, e chega na hora num faço, é ruim.
_ Vc tem que fazer se vc estiver se sentindo a vontade pra fazer cara, se não vai ser uma experiencia ruim, a gente já conversou, vc sabe o estilo que eu gosto, pegada mais forte, se vc estiver no tesão vai ser gostoso, mas se não estiver, vai ser bem ruim, porque doer vai de qualquer jeito, vc não está acostumado e eu gosto de ser bruto, meu pau vai te machucar, vai ficar sentindo uns dias, pode ser que sangre um pouco, mas não quero que vc saia traumatizado, quero que saia com tesão, e bata muita punheta lembrando disso depois.
Ele deu uma risadinha, relaxou um pouco, falei pra tentarmos, ele resolveu deixar, tentou sentar umas 4 vezes, e toda vez que ele começava a dilatar pra tora do meu pau entrar ele desistia e caía sobre mim tremendo as perninhas. Tentamos varias outras formas, sempre chupando bastante o cuzinho dele, dilatando os os dedos e forçando com a pika. Aos poucos o corpo dele foi aceitando, mas quando eu senti que a cabeça já estava entrando um pouco mais, o tesão tomou conta, ele ja estava gemendo muito gostoso toda vez que eu forçava, então agarrei ele pelo meio, virei ele de 4 na cama com a bundinha pra cima, segurei a cabeça dele com a mão e firmei o quadril dele com a outra.
_ Agora é a hora, não desiste, meu pau ja ta entrando, faz força pra fora e aguenta firme que vc vai sentir pelo primeira vez a sensação de aguentar tudo... aguenta... aguenta firme porra, faz força pra fora, faz!
nesse ponto eu ja estava um animal, e ele estava urrando e fazendo força, preso entre o paredão das minhas coxas e o peso da minha mão que tapava a cara dele inteira pressionando contra a cabeceira da cama, ele ainda titubeou umas duas vezes tentando tirar o quadril mas agarrei forte e empurrei firme até o encaixe perfeito, a essa altura ele já estava todo suadinho, babando e chorando, fiquei quieto um pouco esperando ele se recuperar, insisti pra ele não se mexer até se acostumar, e no fim ele respirou fundo e se controlou. Aos poucos fui movimentando em vai e vem, e ele a cada movimento contraía o corpo todo e gemia. Consegui segurar a onde e meter na maciota um tempo, ele começou a pedir pra eu terminar, gemendo, chorando e me olhando por cima do ombro com os olhinhos escorrendo, quando a vontade de gozar meio, foi outro berreiro, peguei ele mais firme pela cintura, apertei forte e meto pra encher de leite, ele sentiu a pressão brutal, ja estava rouco e sem forças mas ainda lutava pra se desvencilhar, gozei feito um cavalo, depois de encher ele usei o peso do corpo pra manter ele preso debaixo de mim, encolhido entre meus braços, em um minuto o cuzinho dele expulsou meu pau ja amolecendo com um barulho de estouro, escorrei muita porra e sangue e no lençol, levei ele pro banho, ele ainda tremia, mas se recuperou bem, no fim ainda comemos um lanche no mesmo posto onde nos encontramos antes de eu levar ele pra casa, não tive mais notícias dele, mas acho que ele ficou com a segunda opção a nossa conversa e bate uma punheta gostosa até hoje, lembrando do dia em que um macho forasteiro arrebentou o cabacinho dele.
[ confere aí em baixo o que ele teve que aguentar ]




