A PRAIA RENDEU UMA FODA GOSTOSA - PARTE I

O relato que passo a contar para vocês aconteceu com um casal amigo Manu e Fábio. Ele pediu para eu escrever e compartilhar com outros.

Era um domingo de verão mais nada de  sol, dia nublado e já tinha até caído uma chuvinha fina, dia perfeito pra ficar em casa só de boa na cama assistindo um filme qualquer. 

Mais claro, para Manu, não tem tempo ruim, ela cismou que queria ir curtir uma música ao vivo no quiosque  e tomar uma cervejinha.

A contra gosto acabei concordando, não sabia dizer não para ela.

Chegando lá pedimos uma  gelada e uns petiscos e ficamos apreciando a música .

A praia claro estava praticamente deserta.

Como aquele era o único quiosque aberto tinha umas dez pessoas além do tecladista.

Enquanto bebíamos, ficamos apreciando a música e a vista, ela às vezes,  dançava mesmo sozinha. quando sem mais nem menos, um rapaz (Pedro, nos conhecemos depois) que estava em outra mesa, a convidou para dançar, perguntando se havia problema, já que ela estava dançado sozinha. 

Ela olhou pra mim pedindo aprovação. 

Eu disse que tudo bem, e ela aceitou o convite.  Os dois  foram dançar e estava tudo normal,  tinha apenas eles e mais um casal dançando, acabou a música mas eles continuaram a música seguinte e mais outra. 

Nessa altura eles já estavam bem mais à vontade,  Pedro segurava em sua cintura enquanto Manu colocou os braços sobre os ombros dele juntando as mãos em sua nuca.

Depois que acabou a terceira música, ela veio se sentar dizendo que queria descansar. 

Falei que a dança foi boa, já que eles não queriam parar, ela disse que por Pedro (foi aí que soube o seu nome), ficariam dançando para sempre. Que ele teceu vários elogios, de como ela dançava bem e como era linda. E que resolveu parar porque a coisa estava esquentando, ele deslizava a mão por suas costas, alisando, quase chegando na bunda, discretamente, com muita sutileza enquanto cheirava seus cabelos e pescoço, sentiu que ele estava animado já que começou a sentir algo duro esfregando nela,  um cacete que parecia ser bem grande e grosso, ele era praticamente da mesma altura dela, então ela sentia o cacete dele duro, pulsando em sua buceta.

- Quer dizer que ele tava com tesão e aproveitou para sarrar em você?

- É amor, mas muito discretamente, com medo, não sabia o que eu poderia fazer, fingi que não percebi. 

- Sei, mas no fundo você gostou, não é?

- Amor, que isso, assim você me magoa, como fala assim da sua santinha, rs...

- Se eu não conhecesse minha santinha, sentir uma rola endurecendo e esfregando nela, não chegou a ficar com a buceta melada, não é?

- Claro que não amor, não muito, rs. Mas também não sou de ferro né, um homem excitado me alisando daquele jeito, me cheirando e enchendo de elogios, ele até passou a língua no meu pescoço e orelha uma vez. Era impossível não ficar com a buceta molhadinha.

- Eu sabia, olha se você der mole ele te come ali mesmo, no meio de todo mundo. 

- Eu não duvido disso, acho que ele teria coragem, mas se fosse em outro lugar mais reservado, quem sabe.

- Como assim,  quer dizer que já tá pensando em dar para ele, é?

- Aí amor, você quem falou, só respondi, ué. 

- Então tá, daqui a pouco ele vem de novo, quero ver se você resiste?

- E se ele vier amor, o que eu faço, posso dançar novamente?

- Você quem decide, mas se for dançar com ele de novo já sabe que ele vai querer tirar uma casquinha, principalmente depois dele ficar de pau duro se esfregando em você, e você ainda aceitar dançar com ele de novo, é porque gostou não acha? 

- Pode ser, mas o que tem de mais né. Um sarro não tira pedaço, e você vai está por perto, não corro perigo.

- Verdade, só que você vai ficar com tesão e toda meladinha, com a buceta escorrendo, te conheço. 

- E não é você que adora, ver a sua mulher putinha com tesão?

- Adoro mesmo, ainda mais sabendo que ficou com tesão enquanto dançava com um estranho, deixando ele louco de vontade de lhe fuder gostoso. 

- Então amor, ele me deixa meladinha e depois você me deixa sequinha, me sacia.

Não demorou e ele fez um sinal pra ela.

- Amor ele tá me chamando pra dançar de novo, vou lá viu?

- Então decida, vou pedir mais uma cerveja gelada. 

Não precisou falar de novo, ela se levantou e foi, ele rapidamente a pegou pela cintura e grudou seus corpos, agora dançavam bem mais agarrados, as mãos dele deslizava pelas costas dela sem pudor, as vezes descendo até quase tocar na bunda dela, as vezes escorregava bem devagar pelas costelas até as coxas, algo bem sutil, nada agressivo, depois levou a mão em sua nuca e fazia carinhos de leve, apenas com os dedos e vi quando ele beijou o pescoço dela. Meu cacete só faltava estourar, sair pela bermuda de tão duro, era muito excitante, ver a minha putinha sendo acariciada por outro, bem ali, na minha frente.

Como eu sabia o que estava acontecendo, percebi que ele estava viajando, sentindo aquele corpinho maravilhoso colado ao dele. Se esfregava descaradamente nela, roçando o cacete duro na buceta dela.

E ela se deliciava com isso, pude perceber devido ao sorriso safado ao me olhar, eu sabia que ela estava adorando.

Ele subiu a outra mão e deixou próxima ao seio dela e passava os dedos quase sem mexer, apenas a ponta dos dedos iam até o bico e voltava, fazendo carícias, ela apenas fechava os olhos com certeza se deliciando.

A música acabou e ela veio se sentar. Ele disfarçou colocando a mão no bolso, percebi que ele estava com o cacete extremamente duro. 

- Nossa amor, pensei que vocês não fossem parar mais. Ele quase lhe fudia ali mesmo, no meio do salão.

- É amor, ele não queria parar, mas a coisa tava complicada, se eu não parasse ele ia acabar gozando em mim enquanto dançava. E eu também estava quase gozando, minha buceta está toda lambuzada, quer sentir?

- Que isso amor, então a coisa nem tá mais na inocência? Vou querer sentir sim, a buceta da minha putinha encharcada de tesão, por outro macho.

- Não amor, ele falou no meu ouvido que eu sou muito gostosa e não aguenta mais de vontade de me fuder, falou assim mesmo, confesso que fiquei babando de tesão, a buceta piscando,...

- E você falou o que?

- Que sou casada e você é muito ciumento. Ele riu e disse que se fosse verdade, você não me deixava dançar com ele todo esse tempo. Ele tá certo, né?  então nem falei mais nada. 

- Ele foi ao banheiro, será  que  foi tocar uma punheta para a minha putinha?

- Bem que podia me chamar, para dar uma mãozinha né, rs... brincadeira amor.

- Sei, mas não duvido nada que você iria sem pensar duas vezes. Não é putinha?

- Se ninguém visse, eu entrando com ele, porque não, do jeito que eu tô, com a buceta molhada, que o melzinho está escorrendo pelas coxas...

- Falei que você ia ficar com tesão.

- Não tem como não ficar, amor, você sabia e incentivou, agora não reclama. Vai ter que arcar com as consequências, não me responsabilizo por mais nada do que possa vir a ocorrer,...

- Não estou reclamando amor, você sabe que eu também fico cheio de tesão  com isso tudo. Com uma vontade, desejo de ver você gemendo e gozando em outro cacete,...

- Isso me deixa mais louca, saber que o meu corninho está vendo, sabendo e querendo que sua putinha foda com outro até gozar bem gostoso, sei que você está amando o que está rolando e que quer muito...

- Não tem como não gostar, ver minha amada esposa, minha putinha, sendo acariciada e desejada desse jeito por outro macho. É impossível não sentir desejo e tesão,...

- Amor, ele até alisou minha bunda, senti a mão dele percorrendo toda a extensão do meu rego, enfiando ainda mais o meu biquíni, que engoliu a minha buceta e também alisou os biquinhos de meus seios, alisando e apertando os biquinhos, me deixando toda arrepiada e gemendo no seu ouvido, foi muito gostoso, eu também alisei o cacete dele, por cima da bermuda, quente, grande e grosso, queria sentir ele me rasgando ali mesmo,... foi por pouco.

- Eu percebi, e você nem se importou de ele está alisando a sua bunda, não tentou evitar, sua putinha safada?

- Ah amor, não sei amor, com esse tesão, só fiquei com medo de alguém ver. Mas o tesão falou mais alto...

- Creio que ninguém percebeu, pelo menos não notei, não percebi ninguém reparando, não tem quase ninguém aqui e mesmo assim só estavam mais interessados em beber. 

- Melhor, assim fico mais tranquila.

Nisso ele já tinha saído do banheiro e estava em sua mesa depois de pedir uma cerveja e levar uma para a gente, como uma gentileza por ter tido o prazer de dançar com uma exímia dançarina e ainda fez elogios, dizendo que eu tinha uma bela esposa, com todo respeito. O safado quase fudeu a minha putinha e ainda veio falar de respeito, que cara de pau...

Ela descaradamente falou, que eu deveria chamá-lo para sentar conosco,  já que ele estava só e levou uma cerveja de gentileza para a gente.

Concordei, já sabendo quais as intenções dela. Fiz um gesto com a mão lhe chamando para se juntar a nós, o que ele aceitou prontamente, não poderia ser diferente,...

Então ele sentou com a gente e ficamos sabendo que morava ali perto, com os pais e sempre que podia aproveitava a praia.

Eu agradeci a Pedro e disse que já íamos embora daqui a pouco, no que ele lamentou bastante. 

Falei que ia pagar a conta e depois iria ao banheiro, eles ficaram na mesa conversando. 

Quando voltei, eis a surpresa: ela chega no meu ouvido e vai e diz:

- Amor, Pedro mora lá na frente quase na pista principal e está a pé, que tal dar uma carona para ele? Diz que sim.

Pedro pediu licença e disse que ia ao banheiro.

Eu não poderia recusar um pedido dela e respondi:

- Tudo bem,  a gente deixa ele lá.

- Amor, se não quiser eu entendo,  mas se você levar ele eu vou fazer uma loucura, só para você ficar logo sabendo.

- Chama ele e vamos antes que eu recupere o juízo amor.

Ele retornou e se juntou a nós na mesa. Ela disse, a ele:

- Você vem conosco, é caminho e deixamos você em casa e não aceitamos um não como resposta.

Pedro respondeu:

- Não quero trazer nenhum incômodo para vocês, não quero atrapalhar.

Ela fez sinal para ele não dizer nada e nos seguir e fomos até o carro. Qual não foi minha surpresa quando ela abriu a porta traseira para ele entrar e senta ao lado dele.

Como ela havia me avisado que se eu aceitasse iria fazer uma loucura, o meu coração disparou, eu estava a mil e o cacete estourando de tanto tesão, achei por bem não falar nada, liguei o carro e seguimos viagem...

Continua no próximo...


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Ficha do conto

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Nome do conto:
A PRAIA RENDEU UMA FODA GOSTOSA - PARTE I

Codigo do conto:
253064

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
25/01/2026

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