MEU PRIMO SAFADO ME FUDEU GOSTOSO

Esse relato meu foi enviado por uma leitora que pediu para eu escrever e compartilhar. Espero que se excitem muito e comentem e votem.
Segue o relato:

Meu nome é Rosilene, tenho 29 anos agora, mas essa história aconteceu há alguns anos, quando eu ainda era solteira e vivia uma fase mais livre e ousada da vida. Eu tinha uns 24 anos na época, e tudo começou em uma reunião de família na fazenda dos meus avós, um lugar incrível no interior de Minas Gerais. A casa era enorme, com arquitetura colonial chique, cheia de quartos espaçosos, varandas amplas e uma piscina que parecia saída de um filme. O plano era passar o final de semana inteiro lá, reunindo primos, primas, tios e tias que não víamos há tempos. Era daqueles encontros cheios de risadas, churrasco e histórias antigas, mas para mim, acabou virando algo bem mais intenso.

Cheguei na sexta-feira à noite, animada para rever todo mundo. Meu estilo sempre foi provocante – adoro roupas que valorizam minhas curvas. Levei vestidinhos curtos e justos, shortinhos colados que marcavam tudo, e calcinhas fio dental que mal cobriam o essencial. Não era por maldade, mas eu gostava de me sentir sexy, especialmente em um ambiente familiar onde todo mundo se soltava um pouco. Foi aí que eu revi o Carlos, meu primo dois anos mais novo que eu. Ele tinha mudado muito desde a última vez que nos vimos. Aos 22 anos, ele estava um gato: alto, com um corpo atlético esculpido na academia, músculos definidos nos braços e no peito, e um sorriso tímido que contrastava com aquela aparência de homem feito. Eu também malhava bastante, então a gente tinha isso em comum, mas enquanto eu era extrovertida e safada, ele ainda carregava um ar de inocência, como se fosse um adolescente grande que não sabia direito como lidar com o próprio corpo.

No sábado de manhã, a casa ainda estava silenciosa, com a maioria das pessoas dormindo após a farra da noite anterior. Eu sou daquelas que acorda cedo, então resolvi dar uma caminhada pela fazenda para curtir o ar fresco e o cheiro de terra úmida. O sol mal tinha nascido, e o orvalho ainda cobria as folhas das plantações. Caminhei sem pressa, passando por um pomar de laranjas e depois por uma extensa plantação de café, com os arbustos verdes e cheios de grãos maduros. Foi ali, escondida atrás de um tronco grosso, que eu o vi: Carlos, sozinho no meio das plantas, com as calças arriadas até os joelhos. Ele não me notou – estava concentrado demais no que fazia. Meu coração acelerou na hora. Ele se masturbava com uma intensidade feroz, a mão grande envolvendo um pau enorme, grosso, cheio de veias pulsantes e avermelhado de excitação. Mesmo com os dedos longos, ele mal conseguia fechar a mão ao redor dele. Era impressionante, algo que eu nunca tinha visto antes. Fiquei parada, escondida, sentindo um calor subir pelo meu corpo. Minha buceta latejava só de assistir, mas eu não podia fazer barulho. Ele gemia baixinho, os movimentos rápidos e desesperados, até que, de repente, jorrou esperma como um animal selvagem, espirrando no chão da plantação. Meu Deus, aquilo me deixou ensopada. Voltei para a casa tremendo, com a mente girando em torno daquela imagem.

O resto do dia foi uma tortura deliciosa. Eu provocava Carlos o tempo todo, sutilmente, para ver até onde ele aguentava. Andava rebolando um pouco mais, me inclinava para pegar algo no chão deixando o vestidinho subir, ou sentava perto dele na mesa do almoço, roçando a perna na dele “acidentalmente”. Ele ficava vermelho, tentava disfarçar, mas eu via o volume crescendo nas calças dele. Aquele pau enorme não tinha como se esconder. Ele era tímido, não dava o primeiro passo, mas seus olhos me devoravam. Eu adorava aquilo – atormentar o coitado, deixá-lo duro várias vezes ao dia. À tarde, enquanto a família jogava cartas ou nadava na piscina, eu me divertia com as reações dele, sentindo minha própria excitação crescer.

A noite chegou, e com ela veio a bebedeira. Todo mundo na piscina, com drinks, música alta e luzes coloridas refletindo na água. A família estava solta, rindo e brincando, mas eu só pensava em Carlos. Esperei o momento certo, quando as crianças estavam distraídas com jogos e os adultos já meio bêbados. Puxei ele pelo braço, disfarçando com uma desculpa qualquer, e o levei para um cômodo nos fundos da casa, uma espécie de despensa velha cheia de ferramentas e caixas empoeiradas. Tranquei a porta por dentro, sentei no colo dele em um banquinho improvisado, puxei minha calcinha fio dental para o lado e me encaixei nele. Meu Deus, que sensação! Aquele pau enorme entrou fundo, me preenchendo completamente. Cavalguei como uma louca, os movimentos ritmados, sentindo o prazer subir como uma onda. Tentei segurar, mas gozei rápido, cravando as unhas nas costas dele e mordendo seu ombro para abafar os gemidos. Não parei – gozei de novo, e mais uma vez, três orgasmos em sequência que me deixaram trêmula. Virei de quatro, apoiada em uma caixa, e ele me comeu com força, me fazendo gozar uma quarta vez. Mas aí ouvimos vozes de crianças brincando perto da janela. Paramos na hora, ofegantes, e saímos na surdina, voltando para o churrasco como se nada tivesse acontecido. Misturamos à família, rindo e bebendo, mas nossos olhares se cruzavam cheios de cumplicidade.

Quando a casa finalmente silenciou, com todo mundo indo dormir, eu e Carlos nos encontramos atrás da casa, no escuro do jardim. Era arriscado demais – qualquer um podia acordar e nos pegar –, mas isso só aumentava a adrenalina. Ele me puxou pelo cabelo, me virou de costas e me pressionou contra a parede fria de tijolos. Subiu meu vestidinho, arrancou a calcinha e me penetrou com urgência, me tratando como uma vadia. Eu adorei cada segundo: as estocadas profundas, o jeito bruto dele contrastando com a timidez diurna. Gozei duas vezes mais, gemendo com a mão tampando minha boca, o corpo já dolorido de tanto prazer. Por fim, ajoelhei no chão gramado e o chupei com vontade, lambendo cada centímetro daquele pau imenso até ele explodir, lambuzando meu rosto, pescoço e peito com esperma quente. Ele era acanhado no dia a dia, mas na cama virava uma máquina incansável. Aquela noite me destruiu de um jeito bom – me deixou exausta, satisfeita e excitada até hoje, só de lembrar.

Foi um segredo nosso, guardado nas memórias daquela fazenda, mas que ainda me faz sorrir quando penso no Carlos e no quanto ele cresceu.

Foto 1 do Conto erotico: MEU PRIMO SAFADO ME FUDEU GOSTOSO


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Ficha do conto

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Nome do conto:
MEU PRIMO SAFADO ME FUDEU GOSTOSO

Codigo do conto:
253959

Categoria:
Fantasias

Data da Publicação:
05/02/2026

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1

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