Depois de tanto tempo na estrada, aprendi que na maior parte das vezes uma parada na estrada pode ser comum. Mas outras acabam sendo inesperadas, como esta que vou contar, principalmente para um homem como eu, que não sai falando para qualquer um, mas pra você eu vou contar.
Certa noite eu parei o caminhão num estacionamento à beira da estrada como sempre faço. Entrei no restaurante e segui direto para o banheiro para mijar antes de me sentar para comer alguma coisa. O banheiro estava quase vazio, exceto por um cara que saiu do reservado e demorou demais para lavar as mãos.
Pedi a comida de sempre, sem olhar direito para o atendente, me sentei no balcão e fiquei aguardando. A comida não demorou muito para vir, não estava lá grandes coisas naquela hora, mas na estrada eu não posso me dar ao luxo de esperar nada muito chique.
Eu mal tinha começado a comer quando um cara se sentou do meu lado no balcão, o mesmo que estava dentro do banheiro. Não olhei pro cara de imediato, apenas quando ele puxou conversa
— Essa estrada tá sempre cheia, né, disse o cara se voltando na minha direção.
— É, meu camarada, a estrada não é para qualquer um, disse a ele.
— Imagino… respondeu ele. Mas tem gente que gosta da estrada, outros só aguentam o baque.
Eu olhei para ele, que já me olhava com curiosidade demais. Ele me avaliava, devagar, ganhando tempo ao esticar a conversa.
— E você, perguntei. Gosta ou aguenta?
— Sempre faço o que quero fazer, disse o cara se aproximando mais de mim e encostando a perna dele na minha quase sem querer.
Te juro, fiquei curioso com o papo furado do cara. Queria saber até onde ele estava disposto a ir com aquilo.
— Deve ser solitário, disse ele com a voz mais baixa. Passar horas dirigindo, sozinho.
— A solidão não é ruim, o problema é que as pessoas não sabem aproveitar. E você, gosta de estar sozinho, perguntei meio sarcástico.
— Ah, sei lá, eu gosto de estar sozinho também, mas acho legal quando aparece uma companhia inesperada.
Olhei pra ele de novo, passei a mão pelo bigode avaliando o que o sujeito me dizia e olhando para ele com firmeza. Ele sustentou meu olhar sem desviar. O cara era impetuoso e eu cheio de marra.
— Já vi que você é o tipo de cara que gosta de uma ação, mas não dispensa uma boa provocação antes. E cuidado com quem mexe, provocação costuma ter resposta.
O silêncio que se seguiu foi denso. Ele continuou me observando enquanto eu comia.
Ele, de repente, me perguntou até onde eu ia. Disse a ele que ainda seguiria por uns duzentos quilômetros até meu destino.
O cara me disse que era coincidência (porra nenhuma), e falou que estava indo pro mesmo lado.
Eu perguntei se ele estava indo sozinho.
— Até agora, sim, disse o cara com a cara mais deslavada que tinha. Eu sabia o que ele queria e se era o que ele queria, eu daria por inteiro.
Paguei a conta. Levantei. Ele demorou um segundo e levantou logo a seguir.
— Caminhão grande aquele seu, disse fingindo ser casual. Deve ser confortável, continuou ele, deixando a frase morrer no Melhor do que esperar o ônibus que não vem.
Olhei pra ele. Demorado.
— Entra aí, ofereci a carona já sabendo que ele estava louco para aceitar, e eu sabia que aquela janta não iria ficar só na comida.
Nós entramos no caminhão. Abri a janela e em seguida tirei a minha camisa.O desconhecido olhou diretamente para mim, seu olhar demorou um pouco mais.
_ A noite está muito quente, disse.
Quando eu liguei o caminhão e peguei a estrada, ele ficou em silêncio por algum tempo me olhando dirigir. Eu dei aquela ajeitada no pau só para atiçar o cara.
_ Você já deve ter pego muita mulher na estrada, nê?
_Uhum!,
_E homens, já?
_ Não! - Menti tão bem que até eu quase acreditei.
Depois disso, o cara naturalmente passou a se insinuar para mim.
_Aposto que eu poderia te ajudar a aliviar a tensão, disse ele., se aproximando mais.
Eu deixei o cara à vontade para morder a isca e ele em seguida se virou um pouco mais no banco e passou a mão no meu ombro. Não olhei para ele, apenas me mexi no banco buscando mais conforto. Afastei mais as pernas o mais que podia sem parar de dirigir. Ele entendeu e em seguida começou a alisar meu tórax. Senti um arrepio na espinha e meu coração bater mais rapido.
_ Cê tá mexendo com fogo, cara. Depois não vai dizer que não te avisei.
O cara se aproximou ainda mais, colocou o braço por trás do meu assento e continuou o me acariciando. Meu sangue fervia e o que era só promessa começou a se desenhar bem diante dos meus olhos. Cada movimento dele era como uma faísca e a boleia começou a ficar pequena. Meu pau já estava dando sinal dentro da roupa.
Eu estava na faixa à direita; diminui a velocidade. Minhas mãos estavam suadas no volante e cada gesto dele me acendia ainda mais.
Em seguida, ele desceu a mão um pouco mais. Os dedos entrelaçaram-se entre os pelos do meu abdome. O cara sabia como provocar um macho, e porra, estava fazendo exatamente isso comigo.
Eu olhei diretamente para ele pela primeira vez depois que entramos na cabine. Seus olhos pareciam brasa de tanto desejo. Eu não disse nada, apenas peguei a mão dele e coloquei sobre minha rola que já estava pressionando a cueca de tanto tesão acumulado.
Eu sabia que não poderia mais continuar dirigindo, tinha que parar o caminhão. O vento que entrava pela janela era fresco e o cheiro de terra acompanhava. Vi uma placa indicando uma estrada de terra vicinal à direita em quinhentos metros.
Reduzi a velocidade e me preparei para sair da pista principal; momento depois estava desviando para a estrada de terra que estava escondida entre o canavial. Conduzi por mais quase duzentos metros para fugir dos olhares da estrada. Acendi a luz interna da cabine, estacionei e desliguei o motor. O vento fresco continuava a entrar pela janela. Tudo ao redor estava em silêncio.
Eu abri o botão da calça, baixei o zíper e ele esperou com ansiedade o que sabia que eu ia revelar. Quando eu puxei o pau duro como aço para fora, bati a cabeça da pica na parte de baixo do volante. Vi os olhos do cara brilharem e em seguida ele pegou a trolha na mão. Sentiu o peso do bruto e inclinando-se colocou-o entre os lábios.
Eu urrei de tesão ao sentir sua boca macia. Ele demonstrou muita aptidão, brincava com minhas bolas lambendo-as e a seguir passava a lingua no pau até voltar à cabeça.
Enquanto ele me chupava, eu passei a mão nas suas costas por baixo da camiseta a procura do seu reguinho.
_ Então é isso, tá a fim de me foder o cuzinho. É isso?, perguntou ele com um sorrisinho safado nos lábios depois de tirar minha rola do boca por apenas alguns instantes e voltando a mamar.
Ele desafivelar o cinto e abriu a calça para me dar espaço. Eu atolei a mão da bunda dele e encontrei seu buraquinho. Dedei o seu cuzinho e ele começou a gemer ao meu toque.
Eu tirei os tênis e ele me ajudou a terminar de tirar a calça e a cueca. A seguir, ele mesmo tirou a camiseta, e puxou a calça pelas pernas.
_Vai, sobe lá na cama, disse a ele, apontando para trás na boleia.
Meu cobertor vermelho estava estendido sobre a cama e assim que ele se deitou, tirou a cueca e me olhou dizendo que me queria dentro dele.
Eu peguei a camisinha no porta luvas. Encapei o bicho e subi na cama. ele ficou de quatro e eu me curvei para me ajeitar sobre ele. A pica estava tinindo. Esfreguei i pau naquele seu rabinho e cutuquei a sua entradinha com a cabeça. Ele rebolava se oferecendo.
_Vai, cara, enfia no meu cu este pauzao.
Eu fiz o que ele me pediu. Apontei a cabeça e forcei a entrada. Ele soutou um gritinho e em seguida arrebitou a bunda e eu continuei. A cabeça da pica passou pela entradinha. Ele me pediu para parar por um segundo apenas para se acomodar à minha grossura.
No momento seguinte eu estava deslizando para dentro. Eu bombava com força e ele gemia de tesão. em dado momento ele se deitou na cama e eu joguei meu peso sobre ele limitando seus movimentos.
Agora eu estava no mais completo controle. Fodi aquele cuzinho como se nunca mais fosse fazer aquilo novamente. Ele pareceu gostar do meu jeito impetuoso e me pediu para meter ainda mais forte.
_Eu te disse, cara, que cê tava mexendo com fogo. Agora aguenta.
Ele se acostumou rapidamente e em seguida já estava rebolando na vara.
_Este seu cu é uma delícia seu puto. Veio atrás de pica, não é. Agora toma.
_Vai, macho. Mete esse pau no seu viado.
Eu disse para ele se virar de costas e levantar as pernas.
Quando ele ergueu as pernas me oferecendo o cuzinho, eu meti nele pela segunda vez. Meu pau latejava dentro ele e ao mesmo tempo os músculos internos dele pareciam massagear meu pau.
Ele me disse que iria gozar e em seguida molhou o próprio peito com jatos fortes de porra.
_Vai, goza no meu cu, goza!
Eu não me demorei mais. Meu pau começoçu a latejar dentro dele e eu jorrei muita porra.
Nós estávamos exaustos. Os pelos colados à pele. Senti meu pau escorregar de dentro dele.
Depois disso, vestimos nossas roupas e quando retornei à estrada, ele me pediu para deixá-lo no próximo posto.
Só depois que eu parei e ele desceu do caminhão reparei que ele não perguntou meu nome, nem eu o dele.
Entendi que às vezes as coisas loucas acontecem deste assim, de um jeito que nos arrasta como um caminhão desgovernado.
O resto da estrada continuei sozinho, com meus pensamentos e sensações recém vividas e nunca esquecidas.
Espero que tenham gostado. Os votos e comentários me estimulam a escrever mais.