Mas ninguém sabia do vazio que crescia dentro dela. Seu marido, Mark, era bom de conversa, bom de dinheiro, péssimo na cama. Há anos que as noites eram mecânicas, previsíveis, vazias. Jackie precisava de mais. Precisava de risco. Precisava de alguém que a fizesse sentir viva.
Remy Danton era esse alguém.
Secretário de Imprensa da Casa Branca, negro, alto, ombros largos, pele escura que contrastava com os ternos impecáveis que usava. Aos 42 anos, Remy tinha o sorriso lento e perigoso de quem já viu o inferno e voltou mais forte. Ele não era só bonito — era magnético. Voz grave, mãos grandes, pau que ele sabia usar como arma. E Jackie o queria desde o primeiro dia em que se cruzaram numa audiência no Congresso, quando ele a olhou de cima a baixo como se já soubesse exatamente como ela gemeria seu nome.
A trama começou com um vazamento. Um dossiê confidencial sobre corrupção em contratos de defesa estava prestes a explodir na imprensa. Jackie, como Vice-Líder da Minoria, precisava controlar o dano para não afundar sua própria carreira. Remy, do outro lado, precisava garantir que o escândalo não respingasse no Presidente. Eles marcaram um encontro “oficial” num hotel discreto em Georgetown, longe dos olhos de repórteres e câmeras.
Quando Jackie entrou na suíte, Remy já estava lá, camisa aberta no peito, gravata frouxa, copo de uísque na mão. Ele não disse nada. Só fechou a porta atrás dela e a empurrou contra a parede com uma mão firme na nuca.
— Você veio — murmurou ele, boca roçando a orelha dela. — Sabia que viria.
Jackie sentiu o coração disparar. O perfume dele, madeira e couro, invadiu seus sentidos. Ela tentou manter a pose política: — Isso é só negócio, Remy. O dossiê...
Ele riu baixo, a mão descendo pelas costas dela até apertar sua bunda com força.
— Negócio é o que a gente faz depois. Agora é prazer.
Ele a virou de frente, beijou-a com fome. Língua invadindo a boca dela, dentes mordendo o lábio inferior até ela gemer. Jackie sentiu a buceta pulsar imediatamente, molhada só com o beijo. Fazia meses que não sentia isso — desejo cru, animal.
Remy rasgou a blusa dela sem cerimônia. Botões voaram. Os seios dela pularam livres do sutiã rendado, mamilos já duros como pedrinhas rosadas. Ele pegou um deles na boca, chupando forte enquanto a mão livre abria o zíper da saia lápis. Jackie arqueou as costas, gemendo alto quando os dedos dele encontraram sua calcinha encharcada.
— Caralho, você tá pingando — grunhiu ele, enfiando dois dedos dentro dela sem aviso. Jackie gritou, as pernas tremendo. Ele metia os dedos rápido, curvando-os para acertar o ponto G, enquanto o polegar esfregava o clitóris inchado.
— Remy… porra… mais…
Ele a levantou como se ela não pesasse nada, pernas em volta da cintura dele, e a levou até a mesa de conferência da suíte. Sentou-a na borda, abriu as pernas dela com as mãos grandes e arrancou a calcinha. A buceta dela estava vermelha, brilhando de tesão, lábios inchados, clitóris exposto. Remy ajoelhou, puxou-a pela nuca e enfiou a língua fundo, lambendo da entrada até o clitóris, sugando com força.
Jackie perdeu o controle. As mãos agarraram os cabelos dele, puxando-o mais para dentro. Ela rebolava na boca dele, gemendo alto, sem se importar se alguém no corredor ouvisse.
— Isso… chupa minha buceta… me faz gozar na sua boca…Ele obedeceu. Língua girando no clitóris, dois dedos metendo forte, o outro dedo roçando o cuzinho dela. Jackie gozou em ondas violentas, corpo convulsionando, gritando o nome dele enquanto esguichava um pouco na língua dele. Remy lambeu tudo, sem desperdiçar uma gota.
Mas ele não tinha terminado.
Ele se levantou, abriu a calça. O pau dele saltou livre — grosso, longo, veias pulsando, cabeça volumosa e escura brilhando de pré-gozo. Jackie arregalou os olhos, boca salivando.
— Meu Deus…
Remy sorriu, segurou o pau pela base e esfregou a cabeça na entrada molhada dela.
— Quer isso dentro de você, Jackie? Quer que eu te foda como seu marido nunca fodeu?
— Quero… me arromba… me enche…
Ele empurrou de uma vez. O pau grosso abriu caminho, esticando as paredes dela ao limite. Jackie gritou de prazer e dor misturados, unhas cravadas nas costas dele. Remy segurou os quadris dela com força e começou a meter — lento no começo, deixando ela sentir cada centímetro, depois acelerando, socando fundo, bolas batendo na bunda dela.
— Isso… toma… toma meu pau, sua safada casada…
Jackie rebolava, apertando a buceta em volta dele, gemendo sem parar.
— Mais forte… me fode mais forte… quero sentir você gozar dentro…
Ele a virou de bruços na mesa, bunda empinada. Cuspiu no cuzinho dela, esfregou o pau na entrada traseira.
— Quero tudo — sussurrou ela.
Remy enfiou devagar no cu dela. Jackie mordeu o próprio braço para não gritar alto demais. Ele foi até o fundo, pau inteiro enterrado, e começou a meter ritmado, uma mão no clitóris dela, a outra puxando os cabelos ruivos.
— Porra, seu cu é apertado… vai me fazer gozar…
Jackie gozou de novo, dessa vez com o pau no cu, corpo tremendo inteiro. Remy acelerou, metendo forte, até que gozou com um grunhido animal, enchendo o cuzinho dela de porra quente, jatos grossos que escorreram pelas coxas dela quando ele saiu.
Eles ficaram ali, ofegantes, suados, o dossiê esquecido na bolsa dela.
Depois, deitados na cama, Remy acendeu um cigarro.
— O vazamento — disse ele. — Eu controlo a imprensa. Você controla o Congresso. A gente se encontra de novo na semana que vem. Mesmo hotel. Mesmo horário.
Jackie sorriu, ainda sentindo o pau dele latejando dentro dela na memória.
— Combinado. Mas da próxima vez… quero que você me foda na sala de conferências vazia do Capitólio. Quero risco de verdade.
Remy riu.
— Você é perigosa, Jackie Sharp.
Ela se inclinou devagar, os olhos fixos no pau dele, que repousava pesado e ainda semi-duro contra a coxa escura. Sem dizer nada, abriu a boca e abocanhou devagar, envolvendo a cabeça inchada com os lábios quentes e úmidos. Chupou com calma no começo, lambendo e saboreando lubrificação que ainda grudavam na pele dele, sentindo o gosto salgado e proibido explodir na língua. Remy gemeu baixo, o corpo relaxando contra os travesseiros enquanto o pau dele começava a endurecer de novo dentro da boca dela, pulsando, enchendo o espaço quente e molhado.
Jackie acelerou o ritmo, sugando mais fundo, a mão envolvendo a base para punhetar o que não cabia. O pau dele ficou completamente duro em segundos, veias saltadas, pronto para mais. Ela ergueu os olhos verdes para ele, boca cheia, sem parar de mamar, como se estivesse matando a fome que ainda queimava no seu interior — uma fome que nenhum marido, nenhum acordo político, nenhum poder em Washington conseguiria saciar.
— E você adora isso — murmurou ela, a voz rouca e abafada pelo pau na boca, antes de descer mais uma vez, até sentir a cabeça bater no fundo da garganta.
Remy agarrou os cabelos ruivos dela com força, guiando o movimento, os quadris subindo devagar para foder a boca dela.
— Porra, Jackie… continua assim e eu não vou te deixar sair dessa suíte hoje.
Eles sabiam que aquilo era só o começo. Uma aliança de poder. Uma traição de carne. E nenhum dos dois queria parar.




