Eu estava viajando para a cidade em que iria fazer faculdade depois de um período de feriado na casa dos meus pais, por se tratar de baixa temporada e terem poucos lugares ocupados no compartimento do ônibs em que estava, decidi por ir com um vestido simples, com amarração nos seios e uma fenda na coxa e uma jaqueta preta por cima, bem como o meu edredom.
Me despedi dos meus pais e embarquei no ônibus, meu assento na janela. Passei alguns minutos sentada torcendo para que ninguém sentasse ao meu lado até que de último minuto um homem sentou-se enquanto o motorista dava os últimos avisos. Era um homem velho, de rosto fechado que me media dos pés a cabeça e quase ocupada meu espaço no banco, e eu sou magra mas de forma alguma sou pequena.
O começo da viagem foi tranquilo, apesar de desconfortável, não pensei em mudar de lugar durante essa parte do trajeto com medo de ser grosseira. Me deitei e tentei relaxar sob meu edredom.
Foi quando este homem tentou puxar conversa, primeiro sobre o clima, depois sobre o que eu estava indo fazer em outra cidade e assim por diante, de pouco em pouco o tempo passou e as luzes se apagaram. Sua voz parou por alguns segundos antes de continuar:
— Você é muito bonita, sabia? — disse em um sussurro, me assustando pela proximidade.
— Obrigada... — Senti sua respiração mais próxima. Uma das tiras que prendia a frente do meu vestido sendo puxada até que se abrisse completamente, deixando metade dos meus seios a mostra, tentei me cobrir mas suas mãos me seguraram antes. Meu coração acelerado.
— Mas assim você fica ainda mais bonita, amorzinho. — Ele disse e riu, sussurrei que ele me soltasse e tentei me levantar quando ele se abaixou e começou a chupar um dos meus peitos com força, raspando o dente e mordendo, fechei a boca me controlando para não gemer.
O corpo deste homem cobria o meu, ainda sugando e mordendo, alternando entre um peito e outro, apertando enquanto meus braços tentavam empurrá-lo sem sucesso, minha calcinha molhando mais e mais.
Quando ele finalmente parou, em meu desespero, bati no rosto dele. O mundo congelou, quando me dei conta novamente eu estava virada de costas para ele, sendo manobrada para que me sentasse no seu colo. Ele fez um barulho com a boca e logo o único passageiro de duas fileiras a frente se sentou do nosso lado. Esse, aprendi, se chamava Levi.
Levi sentou-se de forma silenciosa do nosso lado, ele não era bonito, nem ao menos musculoso. Era um velho forte mas levemente barrigudo com cabelos grisalhos e um sorriso maldoso. Passou a mão na frente aberta do meu vestido, dando fortes tapas nos meus seios expostos, como se avaliando um produto para compra.
— Gostosa ela — ele disse para o homem que me tinha presa no colo. — Já provou?
— Não, é uma putinha rebelde até. Me deu um tapa na cara e tudo depois de eu chupar esses peitos dela.
— Desobediente é? — Levi respondeu rindo, inclinou-se sobre mim e deu uma mordida forte em um dos meus mamilos, outro tapa, outra mordida. E tirou do bolso um prendedor de papeis de metal, aqueles de pressão, prendendo-o ao bico. Gritei, ou tentei, pois o homem tapava minha boca. Levi fez o mesmo do outro lado. — Quieta, menina. Deixa o papai ver você. — disse Levi novamente. Levantando meu vestido e afastando minha calcinha para o lado.
O braço do homem que ainda estava me prendendo então desceu, de prontidão tentei me levantar mas ao fazer isso tanto ele quanto Levi me pressionaram para baixo, enfiando dois dedos cada dentro da minha bucetinha. Caí.
— Você é teimosa, né? — O homem que me segurava falou, me empurrando para Levi enquanto levantava meus quadris. Eu estava então parcialmente deitada com meus seios doloridos sobre o rosto de Levi e minha bunda e buceta expostas ao homem. — Tudo bem, pode teimar, amorzinho.
Foi quando senti pressionar sobre meu cuzinho algo redondo. No seco, a cabeça gorda entrou, abrindo caminho, Levi havia se encarregado do dever de me manter quieta. Murmurou algo sobre eu nunca mais fechar as pernas.
Então parou. Um passageiro se moveu, levantou e foi no banheiro fora da cabine. O homem me puxou de volta ao colo dele e eu caí. Caí em cima do cacete duro dele, quase me partindo ao meio e gritando. Ninguém se moveu. Eles riram.
Quando tudo entrou, joguei minha cabeça para trás e pedi para tirar, eles riram novamente. "Já já" foi o que disseram. Outro passageiro levantou, em vez de pararem, eles continuaram, minha Levi assistindo ao homem me manusear enquanto se masturbava.
Em poucos segundos o outro passageiro que levantou chegou a nossa frente. "Ajuda!" Pensei.
O passageiro ligou a lanterna do telefone e olhou para nós três. Levi se levantou. O passageiro, este se chamava Hélio, mais novo que os dois mas ainda pelo menos 20 anos mais velho que eu, sentou-se no lugar de Levi que ainda tinha uma ereção exposta e disse:
— Posso usar, irmão? — o homem parou nos reposicionou e meteu os dedos na minha buceta.
— Aqui dentro.
Hélio então balançou a cabeça, desfez as calças e de forma absurda expôs um cacete ainda maior que o do homem que estava me fodendo. Ele se posicionou mas em vez de entrar na minha buceta ele obrigou que o homem parasse, forçando passagem no meu cuzinho, soltei outro grito.
O homem sussurrou: — Se você fosse boazinha eu talvez tivesse parado o meu irmão, mas você não foi...
Ele então puxou um dos prendedores nos meus bicos, fazendo com que eu me contorcesse e me rendendo um tapa de Hélio, nos bicos presos e doloridos. A situação prosseguiu por alguns minutos até que o homem esporrasse dentro de mim. Hélio não. Os dois se retiraram. A cabeça macica de Hélio então cortou entrada na minha buceta, não tinha mais forças pra me debater. Ele se levantou comigo no colo enquanto o homem saía, cedendo o lugar original. Porra quase escorrendo pelo meu buraco arrombado quando Levi o preencheu. Apenas rápido o suficiente para gozar dentro de mim também.
Hélio então abaixou e sussurrou no meu ouvido: — Você não pode desperdiçar, viu? — Levi ainda não havia saído de dentro de mim, ele tomou o lugar do homem, quase garantindo que a porra não ia escorrer. Quando Hélio finalmente gozou, caí no sono.
Ao acordar, não havia se passado muito tempo, os prendedores nos meus peitos haviam sido retirados, deixando para trás marcas vermelhas e sensibilidade e enquanto dormiam, ambos os homens, Levi e Hélio mamavam avidamente enquanto mantinham os cacetes dentro de mim. Desconfiava que estivessem gozando também enquanto dormiam.
Desmaiei outra vez. Ao acordar, estávamos na cidade de descanso, onde passaríamos 10 minutos para esticar as pernas e comer algo. 10 minutos que se estenderiam. Minha posição havia sido mudada, Hélio ainda atrás e dentro de mim mas desta vez estava de barriga para cima, encarando um dos motoristas que havia vindo fazer ronda. Minhas pernas estavam abertas.
— Não! Dentro não! — Pedi, como se outros já não tivessem gozado fundo dentro de mim. — Eu não tomo pílula.
Ouvi um couro de risadas, mais apertos nos meus peitos.
Levi riu e falou: — O papai vai ter que chupar muito os peitos da putinha dele pra começar a produzir leite então. — Se aproximou de mim. — Você vai dar o seu leite pro papai não vai, princesa? Vamos, se você chamar "papai" talvez eu te ajude.
Chorei e gritei: — Papai! Papai, por favor, dentro não!
O motorista que estava acima de mim continuou metendo, indo cada vez mais fundo como se encorajado esporrando forte e quente e caindo por cima de mim. Ele apertou os meus bicos e disse: — O "titio" também quer ajudar, ta?
E começou a chupar de forma agressiva, Hélio que ainda estava enterrado dentro de mim começou a se mover cada vez que meu corpo subia, o motorista mordia meu mamilo como se tentasse me puxar para baixo.
Sem descanso, gritei: — Titio! Papai! O papai ta arrombando meu cuzinho! O papai e o titio tão me enchendo de porra!
Hélio gozou dentro mais uma vez. Ouviram-se risadas.
Quando o dia amanheceu, meu corpo estava reclinado sobre o homem, seu pau enterrado na minha buceta até as bolas, a porra fugindo entre as brechas, ele gozando dentro cada vez que ficava insatisfeito com o tanto que deixava escapar, um seio em sua boca e outro na sua mão. Meu cu cheio de porra estava arrombado e tampado apenas pela rola de quem estivesse na vez.
diananinfetinha