Eu tenho o péssimo hábito de matar aula para beber, acumulando faltas na minha faculdade. Sinceramente, se eles não querem que os alunos faltem aula para beber, não deveriam ter construído a faculdade ao lado do bar. O problema é que essas faltas excessivas acarretaram em uma reprovação espetacular com o professor Eduardo, um quarentão que tenta se enturmar com os alunos e não consegue desviar o olhar de nenhum decote. Uma vez, ele deu boa noite para os meus peitos.
Eu tinha a nota, mas não tinha a presença e naquela noite precisaria convencer Eduardo a retirar minhas faltas. Como argumento, levei minhas notas nas provas realizadas e uma blusa tão decotada que se eu me movesse de forma muito brusca eu ficaria nua, não que meus seios sejam grandes, acredito, mas não são de passarem despercebidos. Para não ficar tão vulgar, usava uma saia longa e fluída.
"Professor..." chamei baixinho ao entrar na sua sala. "Eu gostaria de falar sobre..."
"Sobre a sua presença?" Ele me cortou. Me aproximei dele, sentando na cadeira a sua frente e me debruçando sobre a mesa, deixando meu decote amostra.
"O senhor acha que pode fazer algo?" Perguntei. "Minhas notas são boas, na verdade, são as melhores!"
"Infelizmente..." ele começou, os olhos fixos no meu decote, quase consegui ver seus pensamentos mudando. "Eu posso te passar uma atividade extra, mas deve ser realizada ainda hoje." Ele olhou para mim e em seguida para o relógio, faltavam 30 minutos para o final das atividades do dia.
"Devo enviar por email?" Perguntei. Ele ficou quieto, me encarando. O silêncio se estendeu entre nós por um segundo antes de ele se levantar, posicionando-se atrás de mim, suas mãos subiram pelos meus braços e desceram pelo meu pescoço, quase tocando o local que ele encarava previamente. "Professor?" Chamei. Ele parou. Pareceu que iria se afastar quando de repente senti suas mãos arrebentando as tiras da minha blusa, fazendo-a cair e me expondo.
Não reagi. Foi muito rápido. Professor Eduardo então puxou minha cadeira, me virando de frente para si e se ajoelhando à minha frente. Suas mãos no subiram pela barra da minha saia. "Professor?" chamei novamente me rendendo ao impulso de me cobrir e fechar minhas pernas. Ele me abriu novamente, beslicando meu clítoris com força como punição, ainda por cima da calcinha
"Vamos para minha casa, para você terminar o trabalho." Saí da faculdade com pressa, segurando minha blusa para que não caísse na frente de todos e em poucos minutos estávamos em seu carro. Sentei ao banco do carona.
O professor, no motorista, rapidamente afastou seu banco dando espaço entre o banco e o volante, me puxando pelo braço e terminando de destruir minha blusa. Ainda faltavam vinte minutos. Nestes vinte minutos, Eduardo me mamou e mastigou, quase como se tentando me obrigar a produzir leite para alimentá-lo, seu pau dolorosamente duro sob a calça social enquanto meus mamilos pareciam em fogo. A cada vez que tentava afastá-lo, ele mordia com mais força, beliscando minhas coxas logo em seguida.
Quando os vinte minutos acabaram, ele iniciou o carro ainda comigo no colo, aproximando seu banco do volante mas inclinando-o de forma que eu ficasse semi deitada sobre ele, uma posição desconfortável para que possibilitasse que ele continuasse me mamando durante o caminho, a cada sinal vermelho, trânsito intenso ou estresse uma mordida mais forte, me fazendo afastar apenas para receber outra mordida ainda mais forte, o ciclo se repetindo.
Quando chegamos a sua casa, saí do carro em seu colo, com as pernas dormentes de manter a mesma posição por tanto tempo. Ele me sentou na mesa de sua cozinha e me deixou sozinha. Foi quando eu o vi, Jonas.
Jonas era o filho da esposa do professor Eduardo, 3 anos mais velho que eu, preto, ombros largos e cabelo em corte militar, diferente do professor que apesar de alto, apresentava uma careca brilhante e uma pele branca rosada. Ele caminhava pela casa com apenas uma toalha no pescoço, falando ao telefone com o que parecia ser sua mãe, algo sobre desejá-la sorte em sua viagem, quando me viu, ele parou. Me olhou de cima a baixo, pousando os olhos nos meus mamilos babados.
"Oi..." falei, estranha com a situação. "Eu sou... aluna..." minha voz foi morrendo na garganta a medida que a sua pica endurecia, apontando diretamente em minha direção.
"Aluna do Eduardo?" Ele perguntou. Assenti com a cabeça. Ele riu, se aproximou de mim e não perdeu tempo ao subir minha saia, empurrando minha calcinha para o lado e me enfiando quatro dedos grossos de uma vez. Gemi alto e joguei a cabeça pra trás.
"Puta que pariu!" Ouvi a voz do meu professor logo em seguida, carregada de irritação. "Eu te deixo sozinha por cinco minutos e você já está abrindo as pernas pro meu enteado, sua piranha?!" Ele gritou. Me assustei mas Jonas empurrou seus dedos mais fundo, me fazendo soltar um grito. Eduardo, assistindo a cena, desfez o cinto em sua calça, se aproximando com passos largos, olhos arregalados e rosto vermelho. "Vou te ensinar direitinho, puta." Ele falou.
Sua mão levantou e o cinto desceu exatamente nos meus mamilos, gritei, em seguida mais uma e outra vez. Jonas já tinha se posicionado para agarrar minha cintura de lado e continuar me dedando cada vez mais forte. Eduardo olhou irritado para Jonas, que retirou os dedos de dentro de mim prontamente. Mais uma vez sua mão segurando o cinto levantou, descendo diretamente sobre a minha buceta já encharcada. Soltei um grito que me arranhou a garganta.
Ele parou, me empurrou para deitar sobre a mesa e agarrou meus pulsos, usando o cinto como algema. Olhei para Jonas, ele tinha um olhar de curiosidade. Olhei para meu professor, ainda irritado.
"A mãe dele está viajando" Eduardo começou "já que você gostou tanto dele, hoje você vai ser a madrasta, que tal?" Ele concluiu, Jonas estava se masturbando ao lado esperando sua deixa. "Claro, como madrasta você não pode satisfazer só o filho, tem que dar atenção pro pai também." Eduardo falou e em poucos segundos senti seu pau adentrando minha buceta que estava ardida após a surra.
"Vamos" ouvi a voz de Jonas "como você espera manter o pai se não conseguir deixar o filho feliz?" ele perguntou, batendo seu mastro duro na minha cara, ele puxou meu cabelo me entortando em uma posição esquisita para alocar a pica dura na minha boca. Sem minhas mãos para me dar suporte, me restava engasgar e chorar e babar em Jonas que parecia não gozar nunca. Foi quando Eduardo tirou o pau de dentro de mim e sem aviso enfiou no meu rabo de uma só vez. Minha garganta vibrou com um grito, e meus dentes roçaram ao redor de Jonas que gozou na minha boca. Ele puxou rapidamente. Eduardo por outro lado se dirigiu mais fundo, gozando na minha bunda e ficando lá dentro.
Jonas então puxou meu rosto enquanto eu me afogava com sua jatada e cuspia. "Que mãe inútil" ele disse "precisando receber leite do filho e ainda desperdiça." Vi ele com o mesmo cinto na mão se dirigindo aonde o professor estava. "Ainda é uma puta burra, me mordendo" o professor então saiu de dentro do meu cu, sua porra ficando lá dentro. Eduardo mudou de posição, abrindo minhas pernas na direção de Jonas.
"Tudo bem" ele disse, passando a mão na minha testa suada mas se dirigindo a Jonas "o papai vai te deixar ensinar ela, tudo bem? Ela ainda é uma vadiazinha estúpida, precisa ser corrigida agora" e então senti novamente o cinto atingindo minha buceta, dessa vez com o triplo da força que Eduardo usou. Tentei me afastar mas minhas mãos permaneciam presas. Uma, duas, três, quatro e então me viraram, o professor abrindo meu rabo na direção de Jonas apenas para que o cinto acertasse o meu cu; um, dois, e a jatada de porra de Eduardo começou a escorrer enquanto meu buraco parecia pulsar. Um barulho de irritação, mais duas.
"Você desperdiça demais." Jonas falou. "Eu sou um filho gentil, então vou te encher de novo" e então ele adentrou meu cuzinho novamente, se movendo com força enquanto meu corpo se esfregava à mesa com força. Eduardo não me segurava mais, em algum momento ele passou a caminhar ao nosso redor, como se avaliando o trabalho de um aluno. Alguns minutos se passaram até que Jonas soltou seu gozo dentro da minha bunda. Suspirei ao sentir sua rola já flácida saindo e em seguida gemi ao sentir tapas na minha bunda. "Sem cuspir dessa vez, precisa engolir tudo!" ele declarou.
Fiquei esticada à mesa por alguns minutos, desmaiei e ao acordar me encontrei sentada ao lado de Eduardo, reclinada enquanto ele mexia em seu computador com a mão que não segurava minha cintura, novamente sua boca em um de meus mamilos, o que me surpreendeu, no entando, era estar sentada na pica de Jonas, minha bucetinha vermelha e pegando fogo, com gozo quente e gosmento espumando enquanto ele me fodia.
"Acordou?" Eduardo perguntou, me puxando do colo de Jonas, o pau saindo da minha buceta com um "plop" e uma jatada de porra escorrendo logo em seguida. Eduardo suspirou. "Você não aprende, né, querida?" Ele bloqueou parte da leitada que escorria com o próprio pau, me puxando para si e apoiando meu pescoço em seu ombro.
Jonas levantou, ficando em frente a nós dois, levantando meus joelhos causando mais leite escorrer. O professor já tinha começado a me foder quando seu enteado, sem anuncio, começou a forçar a pica roxa e pesada dentro da minha buceta, Eduardo parou. Me contorci, pulsei sem perceber, chorei e tentei me jogar do colo de Eduardo, sem sucesso.
Eles começaram a me foder, gozando e esporrando lá dentro a noite toda.
Quando acordei na manhã seguinte, meus braços tinham sido presos para trás. Durante o café da manhã, apenas comi depois de engolir a porra dos dois de baixo da mesa. Assisti filmes com Jonas depois do café enquanto ele enterrava a pica em mim e durante a tarde fiquei pelo escritório de Eduardo, recebendo seus colegas de negócios com as pernas abertas.
Quando o dia acabou ele avisou que minha atividade extra havia acabado, mas que haveriam outras.
[Todos os meus contos são, até o momento, fantasias que gostaria realizar. Quero agradecer a todos os titios que me mandaram mensagem do último conto, se eu pudesse, deixaria cada um de vocês esporrar em mim, como não vai dar, estou escrevendo com um vibrador dentro de mim (é apenas um bullet de 20 reais, mas vou estar gozando pensando em vocês)! <3]
[2: Eu tenho fetiche em estar lactando mas não posso engravidar pra isso, e agora?]
diananinfetinha