A Entrega - Formas de pagamento

[A puta safada de vocês está de volta! Surpresa no final e lembrem-se: tudo que escrevo são apenas fantasias, talvez um dia possamos realizar juntos!]

Ter a casa só para você tem seus prós e contras. Os contras são ter que ser responsável por pedir o gás. O pró é ter a casa livre apenas para mim.

Quando pedi o bendito gás, me foi dito que o entregador talvez demorasse um pouco. Bem, ele demorou. Tanto que me esqueci que ele sequer viria, me deitando no sofá da sala com as pernas abertas e deixando meus dedos descerem pela minha bucetinha que neste momento começava a molhar. Desci minha calcinha e a joguei para longe, puxei os lábios e me abri bem, usando o vibrador que estava na minha outra mão para me estimular.

No começo, pequenas ondas de prazer possuíam meu corpo, não o suficiente para me fazer gozar mas o bastante para que meu corpo relaxasse, gradualmente eu aumentava a intensidade, sentindo meu corpo começar a tremer com o prazer que se construía em ondas. Minha buceta pulsando, abrindo e fechando ao redor de nada, deseja do ser preenchida. Foi quando ouvi barulhos altos do meu portão.

Me assustei, lembrei do gás. Sem tempo para esconder meus brinquedos, enfiei o vibrador todo dentro de mim com um gemido de dor. Procurei um robe para cobrir minha camisola e corri para abrir para o entregador entrar.

Era um homem grande, gordinho e de expressão pouco amigável. Ele me olhou de cima a baixo e entrou na casa carregando a botija.

— Onde coloco? — Ele perguntou ao entrar. Saí em sua frente, guiando-o até a cozinha. No meio do caminho me deparei com a calcinha que havia retirado minutos antes. Sem pensar muito, me abaixei e peguei-a do chão. Ouvi um assobio. — Que vista. — o entregador riu atrás de mim.

Me assustei novamente. Merda! Pensei. Me endireitei e continuei o caminho para a cozinha como se nada houvesse ocorrido.

Deixei que ele terminasse a troca enquanto mantinha certa distância.

— Qual o valor? — perguntei, enquanto ele se limpava as mãos.

— Cento e trinta, mais a entrega e instalação fica cento e cinquenta.

— Ah... Certo, vou buscar o cartão. — Quando me virei, senti duas mãos agarrando minha cintura.

— A moça pode pagar de outra forma. — sussurrou no meu ouvido. Senti uma mão descendo entre minhas pernas. Circulando a ponta do pequeno vibrador enfiando os dedos fundo dentro de mim. Gemi dolorosamente jogando minha cabeça para trás, no ombro do entregador. — Que puta. — ele riu, os dedos me deixaram, puxando o vibrador de dentro de mim com força.

Minhas pernas perderam a força, me fazendo ceder e cair no chão. O entregador puxou meu cabelo, abrindo as calças ele liberou a sua pica, já dura e molhada, batendo com ela na minha cara.

— Chupa, vagabunda. — mandou. Botei minhas mãos ao redor enquanto sua mão forçava minha cabeça na direção do mastro. Abri a boca e em poucos segundos ele estava empurrando na minha garganta, me dando pouco espaço para respirar. Quando ele finalmente se retirou da minha garganta, tossi. Ouvi ele dizendo: — As bolas também, vagabunda.

Abri a boca e agarrei suas bolas pesadas na minha boca, lambendo a costura e chupando levemente, masturbando o pau simultaneamente. A baba escorrendo da minha boca e da minha buceta vazia e pulsante. Em alguns minutos a sua porra escorria pelo meu rosto.

Ele parecia satisfeito, deu leves tapinhas no meu rosto e se abaixou, me pegando no colo e levando novamente para sala. Quando vi estava novamente jogada no sofá, com as pernas abertas e robe desfeito.

Se ajoelhando entre as minhas pernas, senti sua língua passando pela minha buceta, chupando com força enquanto me fazia ficar ainda mais molhada. Gemi alto jogando minha cabeça para trás. Minhas pernas se cruzaram ao redor do seu pescoço.

Meu corpo começou a esquentar e em poucos minutos minhas pernas começaram a tremer e então... Ele parou. Riu. E me mostrou a vibrador que havia retirado de dentro de mim.

— Eu quero ver você gozar com isso daqui. — Ele disse e me entregou. Ainda confusa o encarei enquanto ele puxava seu telefone e apontava para mim.

— O que você está fazendo? — questionei.

— Comprovante de pagamento, boneca. Agora vamos, mostra como você goza com esse brinquedinho, safada.

— Não... — falei, fechando as pernas rapidamente. — Não na frente da câmera.

Ele agarrou uma de minhas pernas e me abriu novamente.

— Eu não perguntei se você quer, sua vadia. Eu mandei você gozar pra mim com o seu brinquedinho.

— Não na frente da câmera. — falei novamente. Ele se afastou e posicionou o telefone no meu armário. Voltando rapidamente para onde eu estava. Enquanto tentava me virar o entregador puxou meu cabelo. De forma rápida, ele me virou e posicionou deitada em seu colo. Com a bunda para cima.

— Eu disse que mandei. Quando um dono manda, não é lugar da puta questionar, ela abre as pernas e faz como foi mandada. — disse. Sua mão então acertou meu traseiro com força. O barulho reverberou. Soltei sons de dor. — Eu vou te corrigir, quando eu terminar você vai agradecer e fazer o que eu mandar.

Então ele começou. Cada tapa vindo com mais força. Passamos alguns minutos assim. Quando finalmente terminou, meu traseiro queimava e eu estava desnorteada.

Ele me beijou e disse novamente: — Agora quero ver você gozando no meu pau, vamos. Vamos, puta maldita, abre essa buceta pra mim.

— Sim, senhor. — Separei as pernas e levei as mãos à minha bucetinha que apesar de tudo continuava molhada. Abri bem em sua direção. — Obrigada por me ensinar. Obrigada por usar minha buceta e me deixar gozar no seu pau.

Logo em seguida senti sua rola me abrindo. Com força, gritei e rolei os olhos. Mas não tirei as mãos. Ele metia com força, fazendo meu corpo pular e minha bucetinha doer toda vez que atingia o fundo. Ainda assim, mais uma vez comecei a sentir o prazer se aproximando, comecei a me empurrar em sua rola e em poucos minutos todo o meu corpo pareceu ficar dormente, minhas pernas tremeram e comecei a pulsar ao redor da pica que violava meu buraco, sons molhados saindo.

— A tua buceta ta me chupando, porra. Você é uma puta mesmo, que vadia gulosa. — ele gemeu. As mãos entraram na minha camisola e agarraram meus seios apertando com violência.

Nesse momento, gemi desesperadamente e pude finalmente gozar. Em pouco tempo senti a porra entrando quente e forte dentro de mim.

Ele puxou de dentro de mim com força, o gozo escorrendo. Levantou, foi até o telefone e direcionou a mim novamente. Sem precisar falar nada, enfiei os dedos dentro de mim algumas vezes e mostrei em direção à câmera de seu celular, colocando na boca em seguida.

— Minha putinha gulosa. — ele disse por de trás da câmera, parou a gravação e se abaixou na minha frete. — Vou voltar mais tarde, te encher de porra na frente e a trás. Eu vou te comer até a sua buceta apertadinha ficar solta e não fechar nunca mais. Vou arrombar o seu cuzinho. Entendeu?

Assenti com a cabeça.

Horas mais tarde ele realmente retornou, me comeu da forma que prometeu e trouxe brinquedos novos. Dia após dia.

Quando meu padrasto retornou de viagem para casa, antes de minha mãe, me encontrou empalada no pau do entregador, recebendo leitada amarrada.

Eles ficaram amigos, mas isso é história para outra hora.

[Se vocês me tivessem por uma semana, o que fariam comigo? Estarei respondendo mensagens!]

Foto 1 do Conto erotico: A Entrega - Formas de pagamento


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Ficha do conto

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Nome do conto:
A Entrega - Formas de pagamento

Codigo do conto:
257994

Categoria:
Fantasias

Data da Publicação:
27/03/2026

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