Réveillon de 2015 pra 2016, a cidade de Curitiba pegava fogo em meio a queima de fogos da virada.
Eu ainda carregava aquela cabecinha de menina, mas por dentro da calcinha tinha uma brechinha babona e virgem latejando, bocetinha bebê que vivia inchada e pulsando de tanto imaginar pau.
Naquela noite eu cruzei o limite e, deixei ele — meu pai... aquele que eu não podia, não devia, nunca — me comer de verdade.
E não foi só uma foda não, foi a maior pirocada que eu levei na vida inteira até então: grossa, pulsante, rasgando caminho enquanto eu mordia o lábio e gemia alto escandalosamente.
Na hora da pirocada, por mais que eu demonstrasse medo, eu queria tanto aquilo que chegava a doer o peito, queria ser arrombada, queria gozar gritando, queria ser a puta que eu sonhava ser nas siriricas no meu quarto.
Mas ao mesmo tempo me sentia suja, errada, uma vadia imperdoável.
O coração batia disparado de tesão e de culpa, mas minha boceta encharcada, latejando pedia pica.
Eu sabia que tava indo longe demais, sabia que não tinha volta, talvez isso me fazia abri mais as pernas, empinar a bunda, mesmo sussurrando “não paizinho... não me fode... sou tua filha” enquanto os fogos explodiam do lado de fora, minha bocetinha explodia em gozo na piroca do meu pai, me desfazendo em prazer e em pecado.
Eu tava partida ao meio, literalmente rasgada por dentro após todos os acontecimentos daquela noite, antes de cair na piroca do meu pai.
Eu estava com ódio, raiva e ao mesmo tempo cede de vingança, e extremamente vulnerável.
A voz da menina que ainda resistia dentro de mim gritava no meu ouvido: “Para, sua louca, respira fundo, esse cara é o seu pai, garota, o que te abraça quando você chora, o que te leva pra casa de moto... você não pode deixar ele te foder, não pode abrir as pernas pro pau dele entrar na sua buceta como se fosse nada”. Mas aí vinha a outra parte mim, a vadia que se escondia no meu profundo, mentido descaradamente, rindo da minha cara: “Para de fingir, sua hipócrita. Você já gozou mil vezes pensando nele te comendo de quatro, já se tocou imaginando essa rola grossa te arrombando enquanto ele te chama de putinha.
Para de bancar a boazinha, porque a boazinha morreu hoje”.
Meu corpo não esperou a cabeça decidir.
A buceta já tava inchada, latejando forte contra a calcinha fina que eu tinha escolhido “a dedo” pra festa, encharcada a ponto de escorrer pelas coxas toda vez que eu apertava as pernas.
Os mamilos duros roçando no sutiã, o suor escorrendo entre os peitos, mesmo naquela noite fria, o álcool, os fogos me deixando tonta de tesão.
Eu sentia o medo subindo pela garganta — medo de estragar meu relacionamento com papai, medo de ser julgada por ele, medo de que depois disso eu nunca mais conseguisse olhar pra ele sem querer mais —, mas o medo só fazia a buceta apertar mais forte, como se dissesse “fode-se tudo, me dá logo”.
Era intenso demais, sujo demais, bom demais pra eu conseguir negar.
E no fundo eu já sabia: essa noite ia me marcar pra sempre, ia deixar uma cicatriz molhada e quente que toda vez que eu me tocasse depois, eu ia lembrar do gosto da boca dele, do peso do corpo dele em cima de mim, e ia gozar de novo só de pensar no quanto eu me entreguei pro proibido.
Dentro da casa dele, o ar já tava pesado de cheiro de festa — suor, uísque, perfume doce misturado com o meu próprio tesão que eu não conseguia mais esconder.
Aquele sofá de couro preto, o mesmo onde a gente assistia filme abraçados em nossos programas de pai e filha, onde eu deitava a cabeça no ombro dele e fingia que não sentia nada quando a mão dele roçava minha coxa “sem querer”.
Agora eu tava ali sentada, pernas entreabertas sem nem perceber, a calcinha colada na buceta inchada, o couro quente do tecido do sofá grudando nas coxas nuas porque a saia já tinha subido sozinha.
Não era mais só desejo latejando entre as pernas, nem curiosidade de adolescente querendo saber como era.
Paula, não sei se você me entende, mas era uma mudança de pele.
Eu era a garotinha do papai — aquela que ainda ligava pra ele pra dizer que tava chegando, que pedia bênção antes de dormir, mas que guardava as fantasias mais sujas só pra siririca no escuro — se desfazendo pedaço por pedaço.
No lugar dela surgia outra mulher: confusa pra caralho, com o peito apertado de culpa e o corpo inteiro gritando por mais.
Uma mulher que queria ser olhada como puta, que queria sentir o pau dele batendo no fundo da garganta, que queria gozar tremendo e chorando ao mesmo tempo porque era bom demais e errado demais.
Eu olhei pra ele e vi nos olhos dele o mesmo fogo, o mesmo pavor gostoso.
Eu não queria que parasse.
Queria que doesse, que marcasse, que me arrombasse até eu esquecer quem eu era antes de abrir as pernas pra ele naquele sofá.
Eu lembro do momento até hoje.
Meu querido paizinho — meu protetor a quem eu amava perdidamente — empurrava devagar, quase com ternura, mas sem piedade nenhuma, aquela piroca imensa, grossa, veias saltadas e duríssima como pedra, malvada pra caralho, abrindo caminho centímetro por centímetro na minha bocetinha indefesa, apertadinha, ainda “bebezinha” de tão pouca experiência com algo assim.
Eu sentia cada veia daquela rôla roçando nas paredes internas da minha bocetinha, o estiramento ardendo gostoso, a entrada se dilatando forçada, o clitóris latejando louco enquanto o pau ia invadindo devagar, devagar, me fazendo soluçar de tesão.
Lá fora os fogos estouravam como se toda Curitiba estivesse comemorando a minha entrega, celebrando a hora exata em que eu me tornei a putinha dele de verdade.
Ele gemia baixinho no meu pescoço, sentindo minha buceta engolir com muita dificuldade cada centímetro do seu pau, como se ela fosse sob medida praquele mastro. “Devagar, amor… calma... calma... sente tudo… deixa ela se acostumar com o pau do papai”, ele sussurrava, e eu arregalava os olhos, mordia o lábio até sangrar um pouquinho, porque era bom demais, era demais, eu ia desmaiar de tanto prazer contido.
E então, quando eu achava que ia implorar por misericórdia, ele segurou meus quadris com força, dedos cravando na carne, e enfiou tudo de uma vez — uma estocada seca, brutal, profunda, que ecoou no sofá.
Eu berrei alto, o corpo inteiro tremendo igual vara verde no vento, as pernas se debatendo, a buceta apertando o pau dele em espasmos involuntários, gozo escorrendo pelas coxas e pingando no couro quente.
As lágrimas escorriam pelo meu rosto — não de dor, mas de prazer, de saber que eu tava adorando ser arrombada assim pelo meu pai. — Não te disse, querida? — ele murmurou colado no meu ouvido, voz rouca de tesão e posse, língua lambendo o lóbulo da minha orelha. — Tá gostando, né, sua safadinha? Tá adorando sentir o pau do papai te rasgando toda… Ele apertou mais os quadris, me imobilizando, como se quisesse me usar até o sol nascer, até o ano novo virar passado, até eu esquecer que um dia existiu uma versão minha que não gemia pedindo mais.
Eu não conseguia fazer mais nada além de fechar os olhinhos com força, trincar os dentes, como se assim pudesse aguentar aquela tora imensa.
Como uma oncinha selvagem cravei as unhas nas costas do papai tirando sangue, arranhando com força, deixando marcas profundas e vermelhas que eu sabia que iam ficar por dias.
Desesperadamente solucei alto, como uma asmática, sentindo meu corpo todo se derreter naquela pica grossa que me preenchia até o limite, alargando as paredes de minha bocetinha ao extremo ao limite.
Papai então começou.
Vai e vem devagar, depois batendo, invadindo cada pedacinho da minha bocetinha que apertava, abraçada seu pau com toda força e soltava em espasmos desesperados.
Paula, minha amiga, até que veio o choro — não de tristeza, de jeito nenhum.
Era um choro dengoso, manhoso, daqueles que saem entre gemidos e gritinhos agudos nervosos, carregado de tesão puro, de entrega total, de um prazer tão absurdo e avassalador que parecia mentira, que parecia que eu ia explodir em mil pedaços ali mesmo no sofá dele.
Eu nunca vou esquecer essa madrugada.
Nunca.
Foi uma sequência sem fim de gozadas — uma atrás da outra, como ondas que não davam trégua. Cinco? Seis? Sete? Oito? Perdi a conta porque o tempo sumiu, o mundo sumiu, só ficou o latejar entre as minhas pernas e o pau dele me fodendo sem parar.
A primeira gozada veio logo em seguida, forte, violenta, me fazendo arquear as costas, os olhos revirando, quase perdendo a consciência enquanto eu gritava o nome dele “pai eu tô gozando... pai eu tô gozando”.
Mas a que me marcou mais, a que me fez chorar de verdade — lágrimas escorrendo pelo rosto, baba no queixo, corpo tremendo inteiro —, foi quando minha bocetinha esguichou na boca dele. Foi um jato forte, quente, incontrolável, parecido com mijo sendo jorrado de tanta pressão, molhando o rosto dele, o queixo, pingando no sofá de couro que já tava encharcado de nós dois. Ele não recuou — lambeu tudo, gemeu rouco de tesão, segurou minhas coxas abertas com força pra não perder uma gota, e murmurou contra minha buceta inchada: “Isso, amor… goza na minha boca, minha filha... solta tudo, sua putinha deliciosa”. Eu chorei mais ainda, de vergonha misturada com prazer insano, porque era humilhante e libertador ao mesmo tempo — sentir meu corpo se desfazer assim, jorrar como se não tivesse mais controle, e adorar cada segundo.
Vi papai beber todo o meu sêmen mijado na boca como se fosse o champanhe mais caro e efervescente da virada, os olhos brilhando de tesão enquanto engolia devagar, gemendo baixo como se aquilo fosse o melhor presente que alguém já deu pra ele na vida.
Mas o mais insano, o que me fez sentir que eu tinha perdido o chão de vez… foi quando meu corpo simplesmente se desfez no colo dele.
Perdi o controle completamente.
No meio daquele gozo desesperado, violento, sem fim, eu mijei.
Sim… mijei literalmente.
Na cara dele. Na boca aberta dele.
Um jato quente, forte, incontrolável, jorrando como se todo o tesão acumulado de anos tivesse explodido de uma vez só, molhando o rosto dele, escorrendo pelo queixo, pingando no sofá de couro que já tava encharcado.
papai não recuou.
Não fez careta.
Não parou.
Ele simplesmente aceitou. Bebeu.
Bebeu como se fosse a bebida mais forte, mais embriagante, mais proibida e deliciosa que eu poderia oferecer naquela madrugada fria de Curitiba, com os últimos fogos ainda estourando ao longe e o ar cheirando a sexo, suor e pólvora.
Eu olhava tudo aquilo incrédula, olhos arregalados, boca entreaberta, meio em choque, meio encantada, o coração batendo tão rápido que parecia que ía saltar pela boca.
Como papai podia querer tanto isso? Como ele podia olhar pra mim, sua filha, com tanto desejo enquanto bebia o que saía da minha bocetinha no auge do prazer?
Papai só sorria — aquele sorriso sujo, apaixonado, predador —, lambendo os lábios devagar, devagar, os olhos fixos nos meus como se dissesse sem precisar de palavras: “Me dá mais, amor… solta tudo de novo, eu quero cada gota que você tiver”.
Naquela hora, todo o meu ser foi pra um lugar que eu nunca imaginei que existia. Um lugar onde o prazer é tão grande que vira quase loucura, onde gozar não é só sensação — é dissolução, é explosão, é se tornar líquido puro de tesão. Eu chorei mais ainda, dengosa, manhosa, tremendo inteira, porque era bom demais, sujo demais, intenso demais pra ser real. E eu nunca mais quis voltar de lá.
Paula, minha amiga, eu tava zonza pra caralho, aérea, a cabecinha rodando.
O ar da sala cheirava a suor, a sexo, a pólvora dos fogos que ainda estouravam fracos lá fora.
Cada espasmo que atravessava meu corpo era um choque elétrico subindo dos dedinhos dos pés, passando pelas coxas trêmulas, apertando a boceta inchada e explodindo nos mamilos duros.
Eu vi com meus próprios olhinhos, minha bocetinha tava vomitando esperma — o meu misturado com o dele —, espumando branco e grosso, escorrendo devagar pelas virilhas, melando as coxas, pingando no couro do sofá que já tava todo melecado de tanto que a gente tinha sujado.
Ela pulsava no ritmo acelerado do meu coraçãozinho, viva, faminta, como se cada batida fosse um “mais, mais, mais”, sentindo cada segundo daquela pirocada que acabado com ela.
E então veio a última sequência de estocadas — fortes, fundas, cruéis de tão precisa, e eu senti.
Senti o jorro quente explodindo lá no fundo, dentro de mim, grosso, pesado, como se ele tivesse gozado com a força de uma bomba, enchendo tudo, transbordando, o leite quente se espalhando nas minhas entranhas como mingau grosso, cremoso, marcando cada centímetro com o cheiro e o peso dele.
Era tanto, mas tanto, que eu sentia escorrendo pra fora mesmo com o pau ainda dentro, misturando com o meu gozo, formando uma bagunça quente e pegajosa entre nós dois.
Foi aí que eu quase apaguei.
Meu corpo se curvou pra trás num arco involuntário, as mãos tremendo sem força, as unhas ainda cravadas nas costas dele, a boca entreaberta soltando suspiros roucos sem conseguir formar palavra nenhuma.
Eu não sabia mais onde eu tava — se era o sofá, a casa dele, Curitiba, o ano novo.
Não sabia mais quem eu era — a menina boazinha, a filhe preferida, a filha certinha. Só sabia que, naquela madrugada de réveillon, eu tinha virado dele.
Totalmente. Irrevogavelmente.
Minha boceta, meu corpo, minha cabeça — tudo agora carregava a marca dele, o gosto dele, o cheiro dele.
Não tinha mais volta.
E eu não queria que tivesse.
Mas até hoje, anos depois, quando fecho os olhos e sinto um arrepio subir pela espinha, eu me pergunto… Como foi que isso tudo começou? Como foi que ele, justamente ele — o pai que me ouvia chorar, que me levava pra casa, que eu jurava amor eterno de filha —, chegou ao ponto de me foder daquele jeito? Como se minha bocetinha tivesse sido esculpida, moldada, feita exclusivamente pra engolir a piroca dele, pra apertar em volta dela, pra gozar só por causa dela? E o pior: por que, mesmo depois de tanto tempo, toda vez que penso nisso, minha calcinha fica molhada de novo, e eu sinto falta daquela sensação de ser dele… completamente dele?