A MÃE DO IGOR (pt2)

Olá querido leitores.
A pedidos, estou trazendo aqui a segunda parte da
linda história da minha amiga Natália com seu filhote.
Quero agradecer a todos os comentários e votos
recebidos na primeira parte da história.
Não esqueçam, comentem e votem, é muito
importante.

Ver sem querer a piroca do meu filho naquele dia abalou toda a minha estrutura. Emocional, racional, moral… tudo.
Meus conceitos sobre o que é certo, o que é errado, os limites que eu sempre mantive — a mulher madura que eu achava que era, tudo balançou como se o chão tivesse sumido.
De repente, eu não me reconhecia mais — era como se uma parte selvagem tivesse acordado e gritasse pra ser ouvida.
A imagem da piroca daquele garotinho não saía da cabeça.
Por mais que eu fechasse os olhos forte, respirasse fundo, tentasse me concentrar no trabalho, na TV, tentando de tudo pra expulsar — lavava louça com força, caminhava pela casa, tomava banho frio… mas lá estava ela, viva na minha mente: grossa, veiada, marcada na cueca fina, na minha memória. "Nana, para com isso", eu repetia pra mim mesma no espelho, voz baixa, quase suplicante. "Ele é só um menino. É o bebezinho da casa. Você é adulta, é a mãe dele, tem que controlar."
Parecia algo satânico, quanto mais eu tentava apagar, a lembrança voltava, mais nítida, mais insistente.
E junto minha boceta latejava forte, inchava sob a calcinha, molhava o tecido devagar fazendo ela se babar todinha.
Eu cruzava as pernas, tentava ignorar a baba que fazia o pano do tecido da minha calcinha grudar na carinha da minha bocetinha, tentava sufocar o formigamento no clitóris.
Era inútil.
Alguns dias depois de tanto lutar, em uma noite cheguei à conclusão de que eu não queria mais que aquela imagem desaparecesse.
E me deixei levar por aquilo.
Então, um dia eu não aguentei mais a pressão, o desejo de fuder meu próprio filho surgiu pela primeira vez que toquei uma siririca pensando na piroca dele.
No escuro do quarto, sozinha, com a porta trancada duas vezes como se isso apagasse o pecado.
— Aaaaaaaaiiiiiiiiii, meu filhote… meu amooooor, meu bebezinho...
Estava hipertensa, coração na boca a vergonha ainda queimando o rosto, simplesmente trêmula, corpo inteiro, culpada, mas o desejo era a dose mais forte dentro de mim.
Dedos tímidos roçando o clitóris inchado por cima da calcinha já bem molhada.
Eu não sabia direito o que fazer — ía no impulso, no instinto que guiava toda a minha ação.
No início estava completamente insegura, me sentindo ridícula me masturbando como adolescente.
Medo de gemer alto, medo de gostar demais, medo de não conseguir parar nunca mais. Mesmo assim, continuei.
O desejo era insano, um incêndio que consumia tudo: razão, princípios, vergonha.
Eu queria ir até o fim, queria imaginar aquela piroca me abrindo, me enchendo, me fazendo gozar como nunca.
Nos meus pensamentos, mergulhei tão fundo que perdi o senso de realidade e sonho.
Como num transe hipnótico, estava deitada de ladinho na cama no meio da noite, sem pregar o olho, o corpo inteiro fervendo com imagens de pica — grossa, a do meu filhote.
Senti como se ele estivesse ali mesmo, deitado atrás de mim, o peito colado nas minhas costas, respiração quente no meu pescoço.
A boceta já tava enlouquecida, latejando forte, piscando e pulsando no mesmo ritmo acelerado do meu coração — bum-bum, bum-bum.
Toda babada, encharcada de um jeito que eu nunca vi em mim mesma, o pano da calcinha grudado na testa, formando aquele risco escuro e indecente bem no meio, marcando minha brechinha.
As coxas tremiam sozinhas, abertas na cama, quadris se mexendo devagar no ar, procurando um pau que não estava ali — mas na minha imaginação eu podia sentir atrás de mim, duro, grande e grosso, o filhote me pressionando.
Senti o cheiro forte dos fluidos da minha boceta subir como ar quente, misturado ao suor da baba que minha bocetinha cuspia, um aroma inebriante que me entorpecia no quarto escuro — era o cheiro do meu tesão incontrolável, algo que eu nunca senti tão intenso nos anos de casamento seco e sem paixão.
Meu corpo inteiro formigava, como se cada poro estivesse acordando depois de um sono eterno.
Meu dedinho trêmulo de nervosismo e tesão se lambuzou todo, roçando com força a calcinha molhada, o tecido grudado como uma segunda pele, quente e pegajoso contra a carne inchada.
Ele me abraçava por trás com força na medida certa me causando um arrepio por toda a pele do corpo.
Como um predador feroz o filhote me dominava puxando minha cintura até meu cuzinho sentir a cabecinha de sua piroca cutucar meu cuzinho por trás.
Com meu corpinho mole de tesão eu era movida como ele queria.
Um gemido escapou rouco da garganta, baixo no começo, mas crescendo em eco no meio daquele silêncio.
— Aaaaaaaaiiiiiiiiieeee!!!! Filhotinhooooo!!! A bocetinha da mamãe não... A bocetinha da mamãe não... Por favor!!! Não me fooodeee!! Não me fooodeee!! Paaaara!!! Não mete... Se não eu vou gritar no teu pau... Para, se não, eu vou chorar no teu pau...
Mas era mentira — eu queria, oh como eu queria.
Na fantasia louca, o filhote me agarrava, mãos firmes nas minhas ancas, pegando com força exatamente como eu sonhava quando era mais nova, imaginando um marido que me tomasse assim, com paixão crua, mas que nunca rolou.
Então ouvia sua voz dizer.
— Calma!!! Eu vou comer bem gostoso, eu não vou te machucar mãezinha. Mas se você chorar não vai ser de dor, e sim de prazer. Vou fazer a senhora gozar até chorar de tanto que vai gozar no meu pau e na minha boca.
Era o filhote fazendo isso: corpo jovem e forte colado no meu, pau grosso escorregando entre minhas nádegas, cutucando por baixo, entre minhas pernas a entrada da boceta faminta.
Enquanto ele falava baixinho sussurrado ao meu ouvido, meu corpo serpenteava, roçava em seu corpo pedindo pica.
O filhote me beijou enquanto acariciava meus seios.
Com a boca grudada na dele eu gemia sufocada de tanto tesão.
Meu dedinho circulava mais rápido agora, pressionando o clitóris, boceta contraindo em ondas ritmadas, pernas tremendo como se ele estivesse me possuindo de verdade.
O filhote beijou toda a pele do meu pescoço, beijou e chupou cada seio demoradamente, sem pressa.
Eu me derretia cada vez mais.
Quando beijava meus mamilos inchados, biquinhos duros e doloridos de tesão, descendo lentamente pela barriga até meu umbigo, meu corpo se contraía todo.
Virando meu corpo, fiquei na posição de dar à luz, pernas dobradas, bem abertas, ele com o rosto bem na carinha da minha bocetinha.
E então aproxima a boca da minha bocetinha inchada, e beija apaixonadamente sobre a calcinha babada com selinhos que estalavam.
Eu só olhava cada movimento.
Usando seus dedinhos, a aba da calcinha foi afastada para o lado e minha bocetinha ficou diante de sua boca.
Ele olhou com paixão e beijou da mesma forma.
Quando sua língua dividiu minha brechinha em duas partes, soltei um gritinho soluçado que ecoou no quarto.
Minha bocetinha era chupada deliciosamente, enquanto meu corpo se entortava, envergando para trás fazendo um arco na minha costa.
Eu gemi, solucei e ele chupava.
Na fantasia, ele se posicionou atrás de mim de ladinho, corpo colado, uma mão guiando o pau grosso enquanto a outra segurava minha cintura com posse carinhosa.
Eu, toda encolhidinha na cama, de lado, cabeça virada olhando pra ele com olhos cheios de desejo, boca entreaberta, esperando o momento que meu corpo implorava há tanto tempo.
A cabecinha hiper inchada daquela piroca encontrou meu buraquinho babado, roçou uma, duas vezes, me fazendo arrepiar inteira, e então empurrou — suave no início, mas com pressão, pressão de macho alfa, de predador.
O pau entrou inteiro de uma vez só, grosso, maciço, abrindo meu canal com uma pressão deliciosa que me fez arquear as costas e soltar um gemido rouco e longo.
Senti cada detalhe: as veias pulsando contra as paredes internas, a boceta se dilatando, apertando aquele delicioso intruso que violava a bocetinha.
Fechei os olhinhos com força, mordendo o lábio inferior, vivendo cada segundo dessa experiência profana com meu filhote.
Era preenchimento total, plenitude que eu nunca tive — o pau dele batendo fundo, me esticando até o limite, fazendo meu clitóris latejar só com o atrito interno.
Meu corpo tremia todo, quadris empinando pra trás pra sentir mais, gemendo descontrolada "filhotinho… me fode… me enche…".
Meu quadril se moveu sozinho pra trás, querendo mais, gemendo baixinho "filhotinho… sim… entra todo…".
É nesse momento que meu corpo não suportou aquela pressão e gozei berrando, descontrolada, sem pudor, sem vergonha, possuída apenas pelo desejo de fuder meu filhote.
O som dos gritos de prazer ultrapassou as paredes do quarto.
E ele ouviu.
O meu gozo durou, acho que uns 3 a quatro minutos.
Eu ainda estava ofegante e me recompondo sobre a cama quando ele bateu.
— Mãããããeee! Está tudo bem aí?
Eu gritei de susto.
— Ooooi filhote!! Sim, sim, sim es-está sim.
Eu pensei.
— Tô fudida... o que ele tá pensando?


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Ficha do conto

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Nome do conto:
A MÃE DO IGOR (pt2)

Codigo do conto:
253967

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
05/02/2026

Quant.de Votos:
4

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