Encontro aleatório numa tarde quente

Era uma tarde quente e eu precisava pagar um boleto em uma lotérica. Saí da faculdade e fui direto para a lotérica mais próxima, que ficava no centro da cidade. Chegando lá, uma fila das grandes. Peguei meu lugar na fila e fiquei de bobeira esperando a minha vez. Entre os olhares pra o nada, rola um olho no olho com um carinha branquinho, magro e loiro. Ele me chamou a atenção e volta e meia eu olhava pra ele de novo. Ele parecia ter se interessado em mim também e às vezes era ele quem estava me encarando.

A fila fazia um vai e vem e em um momento nós dois estávamos do lado um do outro. Eu puxei assunto. Falei sobre o boleto, demora da fila, do calor. Perguntei o que ele fazia e ele também só estudava. Fazia cursinho. Perguntei o que faria depois que saísse dali e ele só iria voltar pra casa. Nisso, a minha vez estava chegando. Falei com ele que ia esperar ele lá fora. Quando ele saiu, perguntei se ele queria carona pra casa. Que eu também estava de bobeira. Ele aceitou.

A gente continuou conversando e nisso soltei que achei ele bonito e por isso puxei conversa. Ele disse que me achou bonito também. Daí eu peguei na perna dele. Ele sorriu e eu fui subindo a mão. Ele pegou na minha perna e meu pau já subiu. Sem demorar ele já pegou no meu volume e ficou apalpando e rindo pra mim.

Chegamos no condomínio dele e eu recebi o convite que eu queria, pra subir com ele. Subimos para o apartamento. Ele estava morando com a irmã e os filhos e marido dela, enquanto fazia cursinho. Os pais dele moravam em outra cidade. E naquele dia, ele estava sozinho.

Tinha um colchão na sala, de frente pra TV. Ele me chamou pra sentar, ligou a TV e a gente começou a se beijar. Um beijo meio tímido no começo, mas que foi encaixando. Ele era mais magro do que eu e isso me deu uma sensação boa de dominação com ele. Fui tirando a roupa dele e o abraçava forte, apertava ele contra meu corpo. Era uma sensação gostosa de estar no controle da situação.

Eu tirei minha cueca e forcei ele pra baixo. Ele se ajoelhou e ficou surpreso com o tamanho e a grossura do meu pau. Antes de chupar, ele pegou apertou, olhou e bateu com meu pau em seu rosto, dos dois lados. Eu olhei pra ele e sorri. Gostei do que ele fez. Então ele começou a lamber meu pau pelas laterais e descia a língua até o meu saco. Voltava até a cabeça e descia pelo outro lado. Estava uma delícia.

Eu meti o meu pau na boca dele. Segurei pelos cabelos e fodi um pouco a boca dele e só entrava a metade da minha pica. Ele também estava gostando, me olhava e sorria com meu pau enfiado na sua boa sendo melado pela saliva dele.

Perguntei se ele ia aguentar me dar. E ele só fez um “hã hã” sem soltar minha pica. Ele levantou e pegou camisinha e lubrificante. Eu encapei o pau e ele passou o lubrificante em seu cuzinho. Deitou de lado no colchão e falou: “vem, pode me comer, mas mete devagarinho”.

Eu fiquei doido naquela hora. Encostei a ponta da minha pica em seu cuzinho e era muito apertado. Ele fazia cara de dor. Mas só encostou a mão em mim e disse pra eu ir metendo devagar, mas sem tirar. Continuei empurrando o pau dentro ele, bem devagar. Entrou metade e ele pediu para eu parar e não tirar e eu fiz desse jeito. Dobrei meu corpo sobre ele e demos um beijo romântico. Ele foi relaxando e deu uma reboladinha. Foi o sinal pra que eu também começasse a entrar mais.

Comecei a fazer um vai e vem devagar, só com a metade da pica entrando e saindo dele. Ele foi relaxando o cuzinho e falou: “mete tudo agora”. Eu só empurrei o pau naquele viadinho gostoso. E daí em diante fui ficando cada vez mais intenso.

Deitei ele de barriga pra cima, abri bem as pernas dele e segurei pra cima. Meti forte naquela bunda branquinha, enquanto olhava nos olhos dele. Só via o rostinho de alegria, de quem tava querendo há muito tempo ser comido daquele jeito. “E aí, putinha, tá do jeito que você queria?” - eu perguntei. Ele só ria e gemia, mal conseguindo dizer “sim”.

Eu estava com as pernas dele apoiadas nos meus ombros e já com meu corpo bem inclinado sobre ele. Sentina meu pau indo fundo naquele cuzinho apertado, que estava se moldando na minha pica. Tirei tudo de uma vez e pedi pra ele ficar de 4. Peguei mais lubrificante, passei no meu pau e derramei um pouco no cuzinho dele. Fui empurrando pra dentro com a minha pica. Ele já estava aguentando bem.

Segurei ele pela cintura e fodi com força. O pau já entrava fácil e eu metia mais rápido. Comi bem aquele cuzinho. Dei uns tapas naquela bunda branquinha, que já estava ficando rosadinha. E ele só gemia baixinho, sentindo cada estocada dentro dele. Eu não estava mais aguentando segurar o tesão e antes de pensar onde eu ia gozar, senti o meu pau pulsando e enchendo a camisinha de leite, dentro do cuzinho dele. Eu soltei um urro forte e ele deu uma apertada no meu pau.
Ele ainda não tinha gozado. Eu tirei meu pau do cuzinho dele e deitei ao lado. Enquanto fui descansando, ele me beijava, chupava meus peitos e minha boca e passava a mão pelo meu corpo. Eu fazia carinho nos cabelos dele e o abraçava. Ficamos assim um tempo, namorando. Meu pau começou a subir de novo. Eu peguei outra camisinha e lubrifiquei o cuzinho dele, enfiando meus dedos. Falei que queria que ele gozasse, com meu pau dentro dele.

Ele deitou de barriga pra cima, eu meti tudinho naquele rabo. Lubrifiquei minha mão e comecei a bater punheta pra ele. O pau dele era pequeno e fino. Eu olhava pra ele, metia devagar e cadenciado e masturbava o pau. Antes mesmo que eu começasse a meter mais forte ele começou a tremer as pernas. Foi ficando mais solto, o tesão subindo, até que ele começou a gozar com a minha punheta. Melou todo o seu peito de leite quente. Eu tirei o meu pau de dentro dele. Ele me olhando, passava o dedo sobre a porra em seu corpo e lambia tudinho. Eu fiquei com muito tesão com essa cena. Com ele ainda deitado, enfiei o pau na boca dele e bati punheta pra mim, alternando com as mamada dele. Até que senti aquela sensação gostosa do gozo chegando e soltei minha segunda gozada na boca dele.

Ele engoliu a minha porra e eu dei um beijo demorado nele. Senti o gosto do leite naquele beijo. Levantamos e tomamos um banho juntos. Trocamos os telefones e só então a gente perguntou o nome um do outro. E assim foi uma tarde tranquila e cheia de tesão, muito além do que eu imaginava.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Encontro aleatório numa tarde quente

Codigo do conto:
253452

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
29/01/2026

Quant.de Votos:
3

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