Ele saiu do carro primeiro, e eu fui atrás, descendo do carro. Acontece que ele planejava abrir a porta para mim, mas como me adiantei, ele sentiu a necessidade de me ensinar quem é que mandava ali. Me vendo descer do carro ele me perguntou:
- Quem foi que deixou você sair do carro, Celine?
Eu nem conseguia formular uma frase, só ri, sem graça.
Ele caminhou até ficar tão perto de mim que começou a me pressionar na porta do carro. Eu estava amando. De repente, ele me dá um tapa bem forte no rosto e me diz:
- A partir de agora você não faz absolutamente nada sem a minha permissão, tudo bem? Você é minha. Você ficou tanto tempo se exibindo para mim, usando todas as armas que podia para me fazer sair da linha. Eu me controlei ao máximo, mas agora eu saí da porra da linha. E isso significa que você é minha, você vai fazer absolutamente tudo o que eu mandar sem questionar. E você só pode se mover se eu mandar você se mover. Entendeu?
- Sim. Me desculpa. Eu vou fazer só o que você mandar a partir de agora, prometo. Eu sou sua, minha boceta é sua. Eu tô encharcada, Henrique. Minha boceta tá pegando fogo por você.
- Fica tranquila, eu vou foder essa boceta gostosa a noite inteira. Agora passa na minha frente, entra na casa, tira toda a roupa e vai direto para o sofá com as pernas abertas.
Eu segui atentamente todas as instruções. Ao entrarmos na casa ele tirou a roupa completamente, e eu fiquei sentada no sofá com as pernas abertas, minha bocetinha exposta e bem aberta, mostrando que queria pau. Ela não parava de babar, eu estava jorrando um melzinho gostoso, mesmo sem tocar nela.
Ele veio direto abocanhar a bocetinha dele, sem falar uma palavra. Só ficou ajoelhado no chão e chupando minha boceta sem parar. Eu gritava de prazer, acariciava a cabeça dele. O prazer foi tanto, que quando gozei eu prendi minhas pernas com força em volta da cabeça dele enquanto ele ainda me linguava. Meu deus, juro que não sabia que era possível sentir tanto assim.
Depois de gozar gostoso e gritar obscenidades para Henrique. Ele só mandou eu ficar de joelhos no chão. Fui prontamente e já sabia que a minha hora tinha chegado. Eu ia mamar aquela piroca gostosa. Ia sentir esse pau delicioso na minha garganta. Minha ansiedade estava tão grande que não esperei ele mandar eu abocanhar. Já fui logo pegando no pau e abrindo a boca, mas fui interrompida por outro tapa na cara, o mais forte de todos. Meus olhos encheram de lágrimas, mas aquela dor se envolveu com prazer e eu sentia que poderia gozar de novo só por conta desse tapa.
Olhei para Henrique com os olhos marejados e pedi desculpas. Ele só ficou me olhando bobo, com um sorriso malicioso, e finalmente disse as palavras mágicas:
- Agora sim, chupa esse pau, cachorra. Mama ele todinho até meu leite jorrar na sua garganta.
Eu paguei o melhor boquete da minha vida. Modéstia à parte, eu sempre fui boa. Comecei aos 17 anos, e desde então acho que não fiquei nem um mês sem chupar uma rola. Eu amo mamar bem gostoso, até hoje é uma das coisas que mais gosto de fazer. Já perdi as contas de quantos entregadores já vieram deixar um lanche no meu apartamento e ainda levaram uma mamada de presente. Mas calma, não quero me perder aqui, posso contar essas histórias outra hora, o foco da vez é o boquete que fiz no Henrique. Mamei a rola dele com muito gosto. Engolia as bolas, passava a língua ferozmente na linha entre as bolas e o cu. Botava bastante pressão na cabeça gigante daquela rola, foi uma loucura. Ele conseguiu aguentar 10 minutos antes de jorrar leite para todo o lado. A maior parte caiu na minha boca, obviamente. Mas até as gotas que caíram no chão eu peguei com dedo e lambi. Era a minha porra, não queria desperdiçar. Mostrei para ele a boca cheia do leite dele, olhando bem nos seus olhos (que a essa altura quase não conseguiam se abrir de tanto prazer).
- Caralho, você é muito gostosa. Engole tudinho, Celine. Engole o leitinho do seu dono.
Engoli todo o leitinho sem perder contato visual com Henrique. Pedi se podia me levantar, ele assentiu e caiu no sofá. Estava exausto. Mas eu queria mais.
Chupar aquela piroca me deixou ainda mais sedenta. Queria levar na bocetinha, com força.
Me sentei ao lado dele, fiz carinho na sua cabeça enquanto ele respirava fundo. Mas logo já comecei a sussurrar no ouvido do Henrique que ele ainda precisava me comer. Ele riu, disse que precisava de 5 minutos e já voltaríamos.
Passamos esses 5 minutos nos beijando, até que o pau dele ficou duro feito uma barra de ferro contra a minha perna. Ele se levantou, afastando nosso beijo, olhou nos meus olhos e me mandou ficar de 4. Não preciso nem dizer que em 1 segundo eu estava assim, bem aberta para ele.
Ele deu uma cuspida no próprio pau, punhetou um pouco para espalhar, e veio com o cacete em direção a minha boceta. Achei que ele iria fazer um joguinho, ficar passando o pau por toda a minha região, mas não, ele entrou firme e de uma só vez. Minha boceta já estava tão molhada que nem senti dor, só o prazer daquele pau latejando dentro de mim.
- Eu esperei para ter seu pau assim há tanto tempo, Henrique.
- ?E aí, valeu a pena?
- ?Muito. Agora vou aproveitar cada segundo e te dar muito prazer. Pode me foder com o máximo de força que conseguir, quero sentir você a semana inteira.
Ele riu e já enfiou a primeira vez com uma força astronômica. Eu sei que fui eu quem pediu, mas tinha horas que achava que iria desmaiar com aquelas bombadas. Ele ficou me fodendo assim por pelo menos uns 50 minutos, sem parar. Bateu tanto na minha bunda que eu tinha certeza que no dia seguinte ela ficaria roxa.
Eu gritei de prazer até perder a voz. Devo ter gozado no mínimo umas duas vezes, mas ele não parava, só metia aquele pau em mim como se o mundo fosse acabar.
Depois de 50 minutos insanos, ele tirou o pau da boceta e me mandou ficar de joelhos para tomar mais leite. Dessa vez ele pegou com minha cabeça com força, enfiou o pau até a garganta é só senti a borrada quente escorrendo. Que gozo gostoso. Eu queria tomar tudinho, o máximo que pudesse. Não chegava a ser doce, mas tinha um gosto agradável, gostinho de homem safado, amo.
Depois de mais essa ele me mandou tomar um banho no banheiro perto da sala, enquanto ele usava o banheiro do quarto. Minha boceta ardia e eu só conseguia sorrir, com orgulho do que tinha acabado de acontecer.
Minha noite com Henrique ainda durou bastante, com direito a boquetes de hora em hora. Se quiserem posso contar mais, mas isso fica para outro dia, já estou excitada demais e hoje não tem ninguém para me comer, vou precisar me aliviar sozinha :(
Um beijo. Até a próxima. Interajam comigo nos comentários, tá? Quero saber se minha história deixou você excitado.
celinelioncourt