Ela Comeu todo mundo - parte II Bem, após resistir bravamente à curiosidade daquela conversa em cochichos e, já com o pênis querendo saltar para fora da calça, dei uma leve cutucada na Maria para tentar me inteirar da situação. Maria olhou-me toda safada e cochichou no meu ouvido: - Ela me disse que você pode come-la no buraquinho que quiser se você me deixar comer o cuzinho do marido dela com o cintaralho que ela trouxe. Vou comer o cú dele mas voce comer ela ainda nao decidi. Tania Me disse que não preciso beija-lo nem nada, apenas meter no cuzinho dele com força ate ele ejacular na boca dela. Confesso que a ideia de envolver outro homem na história me incomodou um pouco mas as condições propostas pareceram justas. Pelo que costumávamos combinar, já havíamos ultrapassado vários limites. Maria e eu temos uma vida sexual extermamente ativa, fazemos anal (que por sinal é a via preferida dela pois tem orgamos incrivelmente longos e intensos(quem quiser dicas de como deixar uma mulher confortável e apreciar um analzinho é so entrar em contato)), vaginal, oral, inversão de papeis etc. Mas nunca tínhamos tido nenhuma experiência que não envolvesse apenas nós dois. Com essa infinidade de pensamentos na cabeça e metódico como sou, sai da caixinha e instintivamente respondi. TOPO MUITO (mas cochichei no ouvido da Maria que fazia questão de estar junto(até por questão de segurança). Dito tudo isso, levantamo-nos com Tania puxando Maria pelas mãos e fomos procurar Leandro(seu marido), que estava sentado em frente a uma das cabines, com seu pênis de fora, apenas alisando-o sem pretençoes enquanto assistia um casal num sexo anal VIOLENTO aparentemente com fetiches de exibicionismo pois ambos olhavem para ela fixamente enquanto metiam. Homem de estatura média, corpo bem definido(malhado eu diria), pênis grande(considerando estar mole) e um olhar doce, quase afeminado Leandro nos viu chegando e guardou seu penis rapidamente. Quando viu Tânia chegando e, já sabendo do que se tratava(afinal sabemos que ela foi caçar pra ele), teve que conter sua alegria e excitação para não parecer uma criança empolgada com as possibilidades. Afinal, Maria, com certeza era a mulher mais linda do local e, para mim, do mundo todo. Maria e Tânia, que a esta hora pareciam se conhecer a séculos, não soltavam as mãos uma da outra. Quase sobrei ali mas ainda assim estava muito excitado e encantado com aquele novo mundo. Nos apresentamos cordialmente(de maneira formal entre nós homens) mas as mulheres nos beijaram acolhedoramente no rosto. Tania me beijou novamente, desta vez com a linguinha safada chapiscando meu canto da boca e dizendo: - Não se preocupe, vou cuidar de você jaja, mas imagino que antes de fazer O QUE QUISER COMIGO, vai querer assistir Maria atuando né. - lembre-se tambem que Leandro quer dar essa gozada na minha boca. Espero que não se importe com o gosto da minha língua depois kkk disse ela. Aquilo, saindo da boca dela ao invez de me provocar repulsa me excitou ainda mais. Beijar aquela boca após receber uma gozada me pareceu sujo e excitante demais ao mesmo tempo. Encontramos uma sala privada, vazia e la nos sentamos. Maria e Tânia não paravem de se pegar a essas alturas, se cutucando e trocando carícias a todo momento. Tanis, mais experiente mandou-nos tiar toda a roupa e assim também o fez, ajudando Maria sensualmente tirar a roupa dela exibindo aquele corpo perfeito com seios grandes, firmes, a bunda mais perfeita da história e, o mais importante: Uma safadeza/putaria no olhar que jamais vi em qualquer outra mulher na vida. Todos nus, pediram inicialmente que ambos os machos as assistissem trocando carícias. Tânia, mais habituada com a situação e, salivando nitidamente deitou maria com as pernas para cima expondo aquela xoxota que até brilhava de tao melada. O liquido de toda aquela excitação escorria-lhe pelo cú(normalmente bebo todo esse liquido enfiando a língua na xota e no cú para deixar bem limpinho). Tânia, então, sem nenhum pudor começou a lamber os pés de Maria, que não aguentando de tesao se tocava no clitoris suavemente enquanto sabia que o caminho que Tânia percorreria. E assim foi. Tânia lambeu cada parte daqueles pes, pernas e coxas sem sequer perceber que o mundo envolta existia. Maria que habitualmente já goza so com o balanço do carro, rapidamente venceu a timidez e gozava compulsivamente, as vezes esguichando na boca de Tânia que com um apetide voraz bebia tudo o que saia da vagina de Maria. após, quase exaurida, Tania, sabendo ser a primeira vez de Maria com uma mulher, não tentou fazer com que o favor fosse retribuído( ao menos não naquele dia). Ao invez disso lhe fez uma massagem nos pés(olhando fixamente e, ainda com um nítido desejo de meter a boca em Maria), tentando faze-la recuperar as energias para, finalmente comer o cuzinho de Leandro que, juntamente comigo estava agora alisando o pau com muito mais vigor. Tinha um pênis um pouco menor que o meu, bastante cabeçudo e que , como o meu, babava bastante como se estivesse vazando óleo de uma lata furada. Tânia, acostumada, pelo visto a organizar tudo e com ar, agora de Dominatriz, MANDOU Leandro deitar de quatro na cama e ficar esperando sem olhar para tras. Ajudou Maria a Vestir o cintaralho que, a estar alturas apresentava dificuldades em se manter centralizado devido a excessiva produção de secreções vaginais de Maria. Tania, muito fofa neste momento deixou Maria bem a vontade para desistir daquilo tudo. Maria, no entando ao olhar para mim aguardando um aceno de cabeça( o qual prontamente dei), direcionou a glande daquele pênis de silicone de uns 25 cm de comprimento e da grossura de uma latinha daquelas de coca cola com cafeína e encostou na portinha do ânus de Leandro (que piscava feito um louco e pingava secreções do pênis na cama. Maria entrou em baixo de Leandro, limpou aquele pênis com uma rápida e profunda chupada e lhe disse: - Aguenta sem chorar sua putinha. Logo depois veio em minha direção. Eu, confesso muito apreensivo com aquela nova Tãnia dominatrix esperei-a se aproximar para ver o que ia rolar. Sem esperar qualquer frase sair da minha boca, segurou minha cabela e enfiou aquela língua macia e delicada com o gosto do pau de seu marido na minha boca. Não consigo descrever o que senti naquele momento pois, apesar de não ter nojo de nada(principalmente relacionado a sexo) nunca gostei de pênis (Apesar da minha tara por transsexuais que fica pra outra história). Sentindo aquela língua macia invadinho minha boca, instintivamente toquei seus seios. Ela, no entando, tirou minhas mãos daquelas mamas deliciosas e metu com força no meu das pernas dela. Nesse momento tentei olhar para Maria para buscar seu consentimento (como ela fez comigo) mas esta já estava com metade do pau de silicone enfiado no cú de Leandro que a essas alturas se controlava para não gemer tao alto tamanho o prazer que estava sentindo. Como adoro mamar uma xoxota melada e, sentindo que havia tempo pra isso, sentei no chão, pedi para Tânia colocar uma das pernas no sofá e expus aquela maravilhosa xoxota, toda melada para explorar com a ligua e sugar de todas as formas possíveis. Da mesma forma que faço sempre com Maria, comecei levemente para sentir as reações de Tânia e perceber quais movimentos, pressão, localização e velocidade mais a agradava. Não foi difícil pois, experiente como era foi dizendo exatamente como queria ate gozar na minha boca me pedindo, neste momento para enfiar minha língua em seu cu pois aquilo era o ceu para ela. Assim o fiz e aquel cuzinho começou, juntamente com a xoxota a forcar para fora( de maneira involuntária como se fosse evacuar- sinal de um orgasmo anal forte com o os que a Maria tinha frequentemente). Aquele orgamso demorou tando que, apesar de extremamente excitado fiquei um tanto esgotado de foder aquele cuzino delicioso com a língua ate o fims das contrações. Neste momento Leadro gritou- Tânia corra que vou gozar e tem que ser no fundo da sua garganta. Tania rapidamente se recompôs e correu para baixo de Leandro enfinado seu pau numa posição um tanto quanto desconfortável(para ela) no fundo de as garganta. Não demorou nem 10 segundos Leandro gozou fartamente fazendo Tania engasgar e ter que sair debaixo dele para tossir ate se recuperar. Olhou para mim tentando buscar um sinal que poderia me beijar novamente(parecia ser uma tara dela). Não opus nenhuma resistência assentido com o olhar que esperava aquela beijo com sua boca ainda com porra grudada nos lábios e escorrendo pelo queixo. Nos beijamos loucamente um lambendo a cara do outro enquanto Maria tirava a camisinha do cintaralho mas mantendo o mesmo na cintura. Tânia então me direcionou também para a cama, deitando-me com a barriga para cima, me indicando pra abrir as pernas(cujo objetivo eu ainda não havia entendido) e continuou me beijando a alisando levemente meus mamilos. Quando percebi, Maria já havia colocado outra camisinha no cintaralho quando então percebi a intensão das duas. Confesso que não sei exatamente se aquilo foi planejado ou uma decisão de momento. Com as pernas abertas e o cu exposto, veio agora Maria com o mesmo cintaralho apontando para minha bunda. Fique excitado mas também com certo receio pois aquilo era bem maior do que eu e Maria estamos acostumados a levar. Pra me tirar a visão, Maria sentou no meu rosto (sem apoiar muito peso) e me ORDENOU que a chupasse ate que estivesse com meu coznho relaxado. Totalmente perdido, embora muito excitado sem ter qualquer ideia do plano das duas assim o fiz. Maria após delicadas estocadas, quando percebeu que meu cu relaxou e estava realmente aproveitando aquele momento pediu à Tania que me chupasse o pau enquanto comia meu cú pois sabia que eu adorava gozar assim( com algo no cu e estimulo no pau). Já me segurando para não ejacular(pois ejaculo as vezes sem sequer tocar no pau quando maria comem meu cu)esperei Tânia brincar um pouco de me chupar, afinal queria muito sentir aquela boca e sua técnica antes de gozar. Repentinemente tirou meu pau de sua boca, mantendo sua xota extremamente melada e pingando deixando meu rosto ate brilhando, virou pra mim e disse: - goza o mais fundo que puder na minha garganta que agora quem vai provar porra de outro cara é o Leandro. Aquilo me excitou tanto que, poucos minutos depois, apesar de tentar me segurar o máximo para aproveitar aquilo tudo, comecei a contrair o anus num orgamos anal intenso e longo(como tenho com fequencia) seguido de contrações, agora a caminho do períneo, me fazendo sentir a porra a caminho da saída do meu pau. No momento que comecei a gozar fartamente afundei a xota de Tânia na minha boca(como se estivéssemos agora num 69) e mordi aquela vulva com forca enquanto minha porra jorrava em sua garganta(agora por cima de mim não corria o risco de engasgar). Com aquela mordida na vulva percebi que começou também a gozar fortemente mordendo também meu pau que, a estas alturas já estava um pouco menos rijo após tamanha leitada. Virou pra mim falando com dificuldade para não engolir a porra e saiu na direção de Leandro que, pelo jeito esperava ansiosamente aquele leite de outro homem para engolir junto com sua esposa. Dito e feito, Ambos dividiram meu leite, fizeram questão de mostar que engoliram cada gota e vieram deitar-se comigo em com Maria na enorme cama que nos serviu de leito de sacanagem. As duas no meio da cama de mãos dadas e nos, os maridos, estarrecidos com aquela delicia toda. Ninguem ali pareceu enciumado pois não tínhamos comido ninguém, apenas servido de objetos de prazer e sadismo para nossas fêmeas. Não trocamos números nem nada, mas Maria fez questão de decorar o nome e sobrenome de Tãnia que havia visto em um cartão de credito quase caindo de sua bolsa. Após um relativo longo período de descanso pois parecia que Maria e Tania não queriam soltar suas mãos, nos vestimos, nos despedimos formalmente e saímos com aquela cara de quem ainda não tinha processado tudo aquilo que aconteceu. As próximas aventuras, do casal (ex virgem) e agora muito mais experiente conto nos próximos contos
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