Minha primeira experiência sexual passiva com homem, foi aos 18 anos, mas a vontade começou ainda quando criança.
Sempre fui do tipo de ficar olhando meus amigos, que posteriormente fui entender que sempre gostei de olhar rola alheia ou na menor das hipóteses, o volume que elas faziam nas roupas masculinas.
Talvez esta admiração, veio do fato de eu ter um pau pequeno (3cm mole e 8cm duro), onde na maior parte dos casos quase nunca ficava pelado perto de alguém, justamente para evitar possíveis zuações. No início comecei a olhar os paus alheios e ficar imaginando ter um pau igual, e isso começou a virar rotina, e comecei a gostar. Fazia no vestiário da escola, onde demorava para me trocar, apenas para ver os caras saírem pelados do box e irem até o armário se trocar. Olhava disfarçadamente as rolas balançando enquanto andavam. Uns tinham paus ligeiramente pequenos mas sempre maiores que o meu, outros tinham paus médios e outros mesmo moles, tinham rolas assustadoras. Também comecei a olhar caras na academia, no ônibus, na rua etc. Sempre fui tímido, e nunca deixei transparecer que eu gostava disso, minha vida era normal como um cara igual aos demais e assim foi. Gostava de mulheres mesmo nunca tendo contato físico com elas, mas tinha esse fetiche estranho. Com o passar do tempo fui evoluindo o pensamento, e começou a me dar vontade de colocar o dedo no ânus para sentir como era, passei a ter pensamentos sendo comido e tal, mas sempre voltava ao normal abandonando essa vontade, não tinha coragem de iniciar e terminar. Até que conheci Rafael, um cara assumidamente gay que mudou-se para a vila. Ele era pedreiro, até então nada demais, não tinha preconceito com isso. Sempre cruzávamos na rua indo pra casa ou outro lugar, a amizade foi crescendo e cada um ficava em seu lugar sem invadir o espaço do outro. Numa festa de fim de ano. Rafael me convida para dar uma passada na casa dele, só estaria ele e um amigo do trabalho, pois assim como eu, ele morava sozinho. Decidi ir lá. Comemoramos a festa e seu amigo foi embora ficando só eu ele. Começamos a conversar de vários assuntos até que Rafael me pergunta se poderia me fazer uma pergunta indiscreta. Eu digo que sim e então ele me pergunta se eu também era gay. Gaguejando digo que não e de certa forma perco o ar. Ele me diz que eu poderia ficar tranquilo, mas que ele conhece quando um cara está dividido naquilo que é em relação ao que quer ser realmente. Eu balanço a cabeça negando e não digo nada. Ele continua me olhando, e diz que era meu amigo sobre qualquer situação e se quisesse conversar estaria ali pra ouvir.
Sem entender o motivo, naquele momento decido me abrir com ele contando tudo o que aqui relatei. Ele ouve cada palavra com atenção. Termino de dizer tudo e ele me diz que eu ainda não sabia quem era, e que era normal isso, pois eu tinha que me descobrir e aceitar quem era de fato. Vai com calma em tudo o que fizer, este foi o concelho que me deu. Ele era mais experiente nisso, e comecei a tirar dúvidas com ele. Disse sobre minha vontade antiga de chupar um pênis e também da nova vontade de ser penetrado, mas que tinha medo, vergonha do que aquilo poderia gerar em minha vida. Rafael então disse que poderia me ajudar se eu confiasse nele. Perguntou se eu já tinha tido contato com num pênis alheio alguma vez. Respondo que não. Perguntou se gostaria de olhar e tocar o dele naquele momento. Eu novamente perco o ar e só fico olhando pra ele sem saber o que dizer, mas com vontade de ver e tocar. Rafael se levanta e vem em minha direção. Para na minha frente, coloca a mão na minha cabeça descendo pelo meu rosto, tipo fazendo um carinho. Começa a soltar o cinto de sua calça, desabotoa, começa a descer o zíper bem devagar, talvez dando tempo para eu desistir daquilo. Eu nada faço a não ser ficar olhando e tremendo. O zíper desce por completo, percebo que o pênis dele estava para o lado esquerdo da calça, onde a cabeça fazia um volume arredondado. Ele começa a descer a calça, onde percebo que estava sem cueca. A cada centímetro que a calça abaixa, eu vejo centímetros de uma rola linda aparecendo. Ela estava bem ali, a uns cinco dedos de distância de meu rosto. Cinto o cheiro de perfume que vinha dos pentelhos que eram bem aparados. Antes de seu pênis aparecer por completo, Rafael para de descer a calça e pergunta se eu quero que ele continue. Eu olho para cima, e timidamente balanço a cabeça concordando. Então ele termina de se despir apresentando sua intimidade pra mim.
Era um pênis lindo, meio grosso e circuncidado. A coroa de sua glande era bem alargada, e mesmo ainda mole deveria ter uns 15 cm de comprimento. O saco era grande, depilado e alongado para baixo, com bolas volumosas e uma mais alta que a outra. Rafael me diz então, que eu poderia fazer o que eu quisesse, pois ali éramos só eu e ele. Eu ainda estou embriagado com o perfume e visão daquele macho até então. Vendo que eu não conseguia ter uma atitude, Rafael pega minha mão e leva até seu pênis, fazendo eu segura-lo. Sinto a carne macia e quente de seu sexo que começava a pulsar entre meus dedos. Ainda segurando minha mão, Rafael faz eu masturba-lo de forma guiada. Ele solta minha mão e eu continuo sozinho. Aquele pau começa a crescer na minha mão, esticando e ficando ainda mais grosso. A cabeça cresce mais rápido ficando brilhante e com a coroa ainda mais alargada. Minha respiração acelera, tudo o que eu sempre quis fazer, naquele momento eu estava fazendo. O pênis dele fica totalmente ereto, veiúdo por cima e nas laterais. Meus dedos diferente de antes, agora não estão mais unidos, não conseguindo abraçar aquela rola linda e mais grossa. Era a coisa mais linda que eu já tinha visto na vida. Acho que media uns 21 cm. Ele me diz o que achou daquilo, e gaguejando respondo que foi o que sempre quis.
Solto o pênis dele, que fica em pé por conta própria e pulsando conforme seu coração bate. Rafael se aproxima mais deixando a cabeça da rola a milímetros da minha boca. Coloca a mão no meu queijo forçando ele para baixo com o polegar. Minha boca se abre e eu deixo. Ele coloca aquela cabeça enorme nela, quase não cabe, mas eu deixo ela invadir e nada faço. Entra quase a metade do pau, e a cabeça bate no fundo da minha garganta. Agora com as mãos em minha cabeça, ele me força a ir e voltar, fazendo eu passear na extensão de seu pênis enorme. Algumas vezes ele deixava o pênis sair por completo, e passava ele na minha cara, batendo na boca, passando pela bochecha e parando com a cabeça no meu olho enquanto seu enorme saco encostava em meu queixo e boca. Voltava e aí sim colocava de novo na minha boca. Era um misto de medo e prazer que eu fazia questão que continuasse. Ele tira toda a sua roupa, e pede que eu tire a minha também. Fico com vergonha por causa do tamanho do meu pênis, que mesmo estando duro naquele momento, não chegava nem na metade da metade do tamanho do pau dele. Ele me olha e diz: Sem neura, aqui somos livres e preconceito aqui não existe. Confio nele e fico nú. Ele me olha de cima abaixo e se aproxima novamente. Me abraça encostando seu pênis em mim, me beija na boca me levando para o sofá guiando-me pela cintura. Eu sento no sofá, ele se ajoelha na minha frente, põe as mãos em meus joelhos e separa minhas pernas bem devagar. Meu pênis estava tão duro, que me deu a impressão de estar um pouco maior do que de costume. Rafael se abaixa, e começa a chupar meu pênis. Pega ele com quatro dedos por cima e o dedão por baixo dando assim o tamanho exato de meu pau. Arregaça a cabeça expondo ela por completo, começa a passar a língua nela enquanto dirige seu olhar para o meu. Eu deliro naquilo, pois nunca tinha sentido essa sensação. Sem dificuldade alguma, ele engole todo o meu pênis, indo e vindo me levando a um êxtase sem igual. Começa a lamber meu saco deslizando sua língua quente sobre a pele depilada. Volta para meu pênis que agora estava pulsando mais forte. Sinto que vou gozar e empurro a cabeça dele para soltar meu pênis, e retira minha mão e continua chupando. Eu gozo dentro da boca dele com jatos fortes de porra quente. Ele engole quase tudo sem deixar sair nada. Começa a engolir meu pau até a base, onde aperta ele com os lábios voltando até chegar na cabeça, tipo querendo retirar todo o leite que ainda poderia estar lá dentro. Ele vem até mim, e me beija novamente. Sinto o gosto salgado do meu esperma, pois ele ao me beijar, colocou um pouco da minha porra na minha boca. Me olha nos olhos e diz que aquilo era uma prévia o gosto que eu iria sentir em breve...
Continua na parte -2