ARROMBADO PELO VIZINHO NEGÃO

A única faculdade que me aceitou ficava a cinquenta quilômetros de casa, uma distância que forçou uma mudança para a qual eu não estava preparado. Dinheiro era curto, então acabei num conjunto de kitnets no fim da rua, um amontoado de cubos de concreto que alugavam por uma bagatela. A minha era a última, encostada no muro, sem vista para nada além da janela da outra kitnet. Por quatrocentos reais, a falta de paisagem era um preço baixo a pagar.

Certa tarde, imerso em anotações, um movimento na janela ao lado me distraiu. Era ele. Um homem negro, recém-saído do banho, nu, passando uma toalha no corpo. A luz baixa do seu quarto destacava os músculos das costas e, entre as pernas, um membro mole, impressionante no tamanho, ainda gotejando água. Ele percebeu meu olhar fixo e um sorriso cúmplice, quase um desafio, surgiu em seu rosto. Desviei o olhar, o coração martelando no peito.

Trinta minutos depois, uma batida na minha porta. Abri com a respiração presa. Era ele.

"Desculpa incomodar", começou ele, com a voz calma. "Tem um pouco de arroz aí? Pra mim fazer algo. Amanhã te devolvo, juro."

Ele estava de shorts, mas o volume à mostra era inegável, uma provocação deliberada.

"Claro, um segundo", gaguejei, indo pegar o pote. Entreguei a ele em silêncio, nossos dedos se roçando por um instante. Fechei a porta e encostei nela, a mente girando. Fui direto para o chuveiro. Deixei a porta entreaberta, a cortina apenas um véu. Sabia que ele estava olhando. Lavei-me demoradamente, expondo meu corpo, especialmente meu bumbum, que sei ser arredondado e atraente. Ao sair, me enxuguei devagar, sentindo seu peso no olhar. Vesti apenas uma cueca justa, desliguei a luz e me enfiei na cama, mas o sono não veio. Apenas a expectativa.

Na noite seguinte, a batida se repetiu. Ele voltava com o arroz. Convidei-o para entrar.

"Obrigado de novo, cara", disse ele, entregando o pote.

"Não por isso. Quer tomar uma coisa?", ofereci, indo até a pequena cozinha pegar duas latinhas. No caminho de volta, num movimento "desastrado", derramei toda a bebida em seu shorts.

"Ah, desculpa!", disse, pegando uma toalha. Ele riu, uma risada de quem entende perfeitamente o jogo.

"Sem problema, gente desastrada é gente boa", brincou.

Não perdi tempo. Kneeii à sua frente e puxei seu shorts para baixo. Aquilo que eu tinha visto mole, agora ereto, era de uma magnitude totalmente diferente. Duro, quente, pesado na minha mão, era sem dúvida o maior pênis que eu já tinha visto. Chupava com avidez, sentindo-o engrossar ainda mais.

"Vamos para o chuveiro", sugeri, entre um beijo e outro.

Lá, sob o jato d'água, a realidade do tamanho dele bateu. As camisinhas que eu tinha eram uma piada; duas esticaram e se rasgaram em minhas mãos. O tesão era mais forte que o bom senso.

"Foda sem capa mesmo", sussurrei.

Seus olhos brilharam. Ele me encostou na parede fria, e a cabeça daquele pau monstruoso começou a pressionar minha entrada. Estava apertado, muito apertado. Quando a cabeça finalmente rompeu a resistência, um gemido alto escapou da minha garganta, uma mistura de dor e prazer intenso.

"Calma", pedi, ofegante. "Vai com calma, por favor."

"Estou indo, garoto... relaxa pra mim", ele respondeu, a voz um sussurro no meu ouvido. Ele foi paciente, um vai e vem lento e profundo que me abriu, centímetro por centímetro. Vi sangue escorrer pelas minhas coxas misturado com a água do chuveiro. Eu estava sendo arrombado, e aquilo me excitava de uma forma doentia.

Fomos para a cama. Deitado de costas, senti-o entrar novamente. Desta vez, a dor tinha dado lugar a uma sensação de plenitude avassaladora. Montei nele, sentindo cada centímetro daquele tronco me preencher até o talo.

"Vai gostoso, que pau maravilhoso! Estou todo arrombado pra você!", gritava, perdido no delírio.

"Você é um tesão, garoto. Essa bunda... ninguém fez isso comigo nunca", respondia ele, com a voz rouca de prazer.

"Me come de quatro, me chama de sua vadia!", pedi, no auge do desejo.

"VAI, PUTA! CAVALGA! METE TUDO! QUERO TE ENCHER DE PORRA!", ele rosnou, me pegando pelo pescoço e dando tapas nas nádegas enquanto eu rebolava, louco de tesão. Então, ele disse: "Agora vou te dar o que você merece. Vou gozar de vez nesse seu cuzão." Com a força que só ele tinha, me suspendeu no ar e me enterrou com toda a violência. Seu jato foi intenso, quente, e pareceu não ter fim. Quando ele saiu de mim, toda a porra escorreu para as cobertas.

Dormimos juntos. Na madrugada, acordei às cinco com seu pênis já duro na minha mão. Despertei-o com uma chupada deliciosa, tomei meu banho e fui para a faculdade, sentindo ainda latejar.

Repetimos aquela rotina por um mês. Até que a carta chegou. Eu havia sido aprovado numa universidade federal, muito mais perto de casa. A mudança foi rápida e, com ela, o adeus. Nunca mais o vi, nem me envolvi com alguém tão bem-dotado.
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Comentários


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engmen Comentou em 03/02/2026

O que parece ser um desgosto pode se transformar num delicioso delírio de prazer. Gostoso conto.

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edumanso Comentou em 03/02/2026

Que puta tesão !!!!!

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gordinhopassivo100 Comentou em 03/02/2026

Votado! Um pauzão grande e grosso é o melhor que há.

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aildison Comentou em 02/02/2026

Os negões são os melhores




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Ficha do conto

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josiassilva

Nome do conto:
ARROMBADO PELO VIZINHO NEGÃO

Codigo do conto:
253727

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
02/02/2026

Quant.de Votos:
8

Quant.de Fotos:
1