Numa férias na praia, ainda adolescente, saindo à noite e naquela fase que um viadinho tenta esconder quem é dos amigos verdadeiramente machos. Mas por eu não ter atitude para pegar meninas, acabei sendo excluído para um grupo de dois machos que não pegavam mulher mas porque eram feios e bem escrotos: os dois grordos, mas um branco peludo e com a cara cheia de espinhas, e outro negro com uma barriga grande e andava sem cuecas então dava para ver que era muito bem dotado.
Um dia a noite, após não consiguir nenhuma menina (não que eu tivesse tentado, mas eles me levavam pq eu pagava as cervejas), estavamos bebendo no apartamento do gordo branco que a mãe dele deixava passar sozinho as férias na kitnet da praia, pois ela tinha trabalhar na cidade durante as férias de colégios. Daqui a pouco o gordo branco pega uma revista de mulher pelada (isso se passa nos início dos anos 90, bem antes de internet) e começa ver e o negro pergunta se não tem outras dessas, e ele disse que só tinha conseguido aquela, então ele pede pra deixar em cima de uma mesa pra gente ver todos (eu já ficando sem jeito, pois além do meu pintinho ser muito pequeno e nunca conseguia ficar durinho olhando mulher pelada)...
Eles abaixam os shorts e começam a bater punheta com os paus já duros (aquela idade que os hormonios estão à mil) e tentando disfarçar meu pintinho mole. O negro diz: puta merda, nessa praia só tem mulher que fica com os playboy e cara de carro, que merda, eu tô no maior tesão e nessa seca. O branco fala concordando: dá raiva cara, toda noite é isso aqui, me acabando da punheta. A coversa entre os dois evolui nessa direção com eu queitinho concordando com cabeça...
Até que o negro percebe meu pintinho pequeno e mole, e diz rindo para mim e para o outro: hahaha q pauzinho ridículo, olha como é pequeno cara! - o outro puxa minha mão q escondeu de cima e começa a rir junto e a debochar, e o negro fala: nem se tiver uma mina ti qrendo, não ia conseguir foder coisa essa coisinha mole hahahaha - e o branco diz: com esse cabelinho dele lisinho cumprido e tu que parece uma minazinha - e o outro diz rindo: verdade, agora teu apelido será luluzinha kkkk - e a gozação aumentando e eles vendo eu sem reagir e ficando meio chorosa, estimulava mais ainda a zoeira....~e o br
Mas uma hora tento levantar puxando meu short pra cima, mas o branco, fala alto grosso e debochanto também: não vai embora não! - e puxou meus shorts pra baixo e o outro me empurra tentando me segurar me fazendo cair de bunda para cima num sofá.... e o negro diz rindo: hummm a bundinha parece de mina, cara, olha é bem lisinha hahaha - e o branco: é mesmo cara! - e o branco continua só que sério e diz para negro: tó de pau duro cara, que acha fazer a luluzinha ser mulherzinha? - sinto um frio na barriga quando o negro diz sério: cara, já que tu falou, confesso q já comi viadinho e dá pra aliviar legal o saco.
O branco: Beleza, vem luluzinha, tira essa roupa e vamos lá no quarto - e eu tento dizer q queria ir em bora, e o negro me dá um tapão na cara dizendo: cala boca, e faz o q tamo mandando, vai ser nossa mulherzinha por bem ou por mal (e comenta para o branco) tem ser assim com viadinho, mostram quem manda.
Eu chorando tiro as roupas com eles me xingando, e depois me empurrando pro quarto que tinha cama de casal. O branco diz entusiasmado, já sei e tira um bikini duma gaveta que uma amiga da mãe dele esqueceu lá, e me mando colocar e quando colequei e senti o fio dental entrando no meu bumbum carnudo, foi aí que fiquei sem nenhuma motal, eu senti tesão e meu pipizinho ficou durinho e eles notaram, e passaram a me xingar e admitir que eu era mulherzinha, putinha, bixinha e que eu me chamava luluzinha.
Naquela noite me colocaram para mamar, revezaram metendo na minha bunda, puxando meus cabelos, xingando e dando tapas... fiquei de quatro e enquanto um metia o outro me colocava para mamar, mas o pauzão do negro me fez chorar de dor pelo cuzinho, e como nenhum dos dois queria meter meu cuzinho melado da porra do outro, ambos gozaram na minha boca e me mandando beber tudo. Depois o negro teve que ir pra casa, e o branco me fodeu ainda mais de madrugada.
E então, nas férias, o branco convenceu a mãe dele falar com a minha mãe para deixar eu ficar na kitnet do branco que ficava sozinho e ela disse q era melhor o filho dela ficar juntos com um amigo de confiança (minha mãe deixou, afinal ela estava de namorado novo e eu estava no caminho pra curtirem). Eu passei sendo mulherzinha dos dois as férias toda. E durante o dia, eu era mandada limpar a kitnet e fazer comida para eles. Eu ficava na kitnet de bikini, as vezes de aventalzinho de doméstica e compraram um batom rosa pra eu usar. E também os dois com raiva de não conseguirem mulher de verdade pra foder, passaram a ser mais agressivos comigo: me xingavam, surras em mim com tapas, chineladas, cinto e vara, e me humilhavam muito: lamber e beijar os pés deles, cheirar as cuecas deles, cuspir na minha cara, mijar em mim e tb me mandar beber mijo, e uma vez para me fazer passar vexame, mandaram eu ir numa dessa lojas baratas de roupas femininas, e eu comprar um vestidinho lycra bem curtinho, duas calcinhas, shortinho de lycra estilo dançarina de axé que tava na moda na época, duas mini blusas... eu tive que ir usando o bikini por baixo e com um pepino grosso atolado no meu cuzinho e meu pintinho (algo que começaram a fazer) amarrado pra trás por um cordinha, o que deixava tudo dolorido... eles ficaram vendo de longe, sem se exporem, eu cumprir o que me mandaram: além de comprar as roupinhas e pedir para vendedora eu ir no provador para experimentar tudo, menos as calcinhas claro. E aí eu me senti humilhada, com ela e as colegas dela controlando os risos de mim.
E assim que deveriam ser as férias de uma viadinha inferior....