Esta história aconteceu quando eu tinha 55 anos e quem me comeu foi um homem de 39 anos chamado Rodrigo, que eu conheci numa sala de bate-papo da internet. Olá a todos, meu é lauro, sou branco, casado, tenho 59 anos, 1,90m, 115kg, cabelos e olhos castanhos, um pouco calvo, um pouco grisalho, bunda de média pra grande, com pelos nas pernas, na bunda e no tórax, boca gulosa e cu hospitaleiro. Pois bem, de vez em quando eu encontrava Rodrigo nas salas de bate-papo. A gente conversa um pouco e ele sempre me convidava para alguma de suas aventuras, que são, basicamente, transar em lugares públicos, já que ele não tem lugar pra receber, nem carro. Na ocasião, eu estava sozinho em casa, pois a minha família tinha viajado, e queria muito dar a bunda. Sendo assim, comecei a procurar uma pica nas salas de bate-papo e, por volta das 19 horas, Rodrigo entrou na sala. Reconhecendo meu apelido e logo puxou conversa: – Aí, tô muito a fim de jogar um leite. Tá a fim de um lance? – Me perguntou ele. – Até estou, mas sem local é foda! – Respondi. – Ah, local é que não falta! - Sei, local pra você é sinônimo de mato, não é? – Perguntei, rindo. - É, mato também é um local, mas tem outras opções que eu já te falei! – Respondeu ele. Nessa hora ele me relembrou sobre essas opções de locais que ele tinha e que já havia me falado sobre elas anteriormente, porém nessa nossa conversa uma delas me despertou muita curiosidade e tesão: Um local dentro dos muros da linha férrea que cortava a nossa região e que ficava não muito distante do meu bairro. Pedi, então, a ele mais detalhes sobre esse local e ele me informou que se tratava de uma área onde havia muitas árvores altas dentro dos muros de uma estação de trem. No caso, havia dois buracos nos dois muros da estação que permitiam aos moradores da localidade cruzarem a linha, cortando caminho. No entanto, não era só para esse objetivo que essas falhas nos muros eram usadas: Alguns machos do local se aproveitavam da grande quantidade de árvores existentes ali pra comerem os viados e as putas da região, a noite. Como essas árvores ficavam a uma certa distância da estação de trem eles nunca eram incomodados pelos guardas da ferrovia. Percebendo o meu interesse, Rodrigo não perdeu tempo e foi logo dando o bote: – E aí, vamos? – Não sei, parece ser perigoso. Alguém pode ver! – Respondi. – Que nada. É limpeza. Tem umas árvores legais lá. A gente vai para atrás delas e ninguém vê a gente. Nem do trem dá pra ver! – Não sei, Rodrigo, eu fico com receio de ir a um lance assim! – Falei, mas, no íntimo, estava torcendo para ele insistir mais. E não deu outra: – Ah, vamos. Se você vier e não gostar a gente cancela. Mas te garanto que é seguro! – Disse ele, pra minha alegria. – Não sei! – Respondi, fazendo cu-doce. – Se você quiser pode ser só um boquete. Vem, que eu estou com o pau aqui em ponto-de-bala. Tô doido pra gozar! – Insistiu ele. A conversa ainda durou alguns instantes até que eu resolvi ceder ao tesão. – Tá, vou tomar um banho, me vestir e já estou indo! – Falei. – Joia. Você não vai se arrepender, eu garanto! – Disse ele, cheio de tesão na voz. Alguns minutos depois e eu estava saindo de casa para me encontrar com um homem que eu só conhecia através de conversas na internet. O que o tesão em dar o cu não faz, não é? Kkkkkkkkk... Peguei, então, um Uber e fui me encontrar com o macho, chegando no local combinado por volta das 20:15 hs. Assim que desci do carro vi Rodrigo em pé na esquina me esperando. Fui até ele e nos cumprimentamos. Ele era branco, tinha cerca de 1,80m, corpo normal, com cavanhaque e cabelos pretos compridos, chegando até os ombros. Rodrigo estava usando uma camisa do Flamengo, bermuda jeans e tênis preto e eu estava usando camisa polo preta, calça jeans, cueca cinza, meias e tênis pretos. Depois dos cumprimentos ele me disse que tínhamos que andar por alguns minutos até onde se localizava o buraco no muro da estação de trem. Já no local, não entramos logo pela passagem, mas, por segurança, fizemos uma volta no quarteirão e depois retornarmos, sendo que ele seguiu na frente e eu atrás, um pouco distante. Dessa forma ele passou pelo muro, atravessou a linha férrea e se moveu para a esquerda, onde havia uma grande concentração de árvores. Nem bem ele havia chegado nas árvores eu o segui e o encontrei ao lado de uma amendoeira grande cheia de galhos e folhas. – Fica agachado aqui atrás da árvore! – Pediu ele. Fiz o que ele pediu: agachei-me encostado na árvore, ficando de frente para o outro muro e de costas para a linha do trem, enquanto ele se posicionava em pé minha frente. Eu estava num misto de medo e tesão, olhando para os lados pra ver se vinha alguém. Rodrigo, então, já na minha frente, deu uma olhadinha também para os lados e, vendo que tudo estava calmo, abaixou a bermuda até os joelhos, liberando seu objeto de prazer. Na posição que estávamos o pau dele, já duro e bem babado, ficou a poucos centímetros de minha cara. Ele, então, levou-o até a minha boca com sua mão direita enquanto me puxava pela cabeça com a mão esquerda e me dizia: – Aqui, viado, chupa meu pau, chupa! Vendo aquela piroca linda na minha frente não perdi tempo e caí de boca, abocanhando a cabecinha babada. Ele deu um gostoso suspiro de alívio e desejo: - Aaaaaah, caralho, que bocão gostoso você tem, viado... Puta-que –pariu... Aaaaaaaah! Daí pra frente foi só pirocada. Rodrigo segurava a minha cabeça com as duas mãos e metia com vontade na minha boca, como se fosse uma xota. Eu me limitava a ficar olhando pra ele enquanto a sua pica entrava e saia da minha BOCA-DE-CHUPAR-PAU. De vez em quando ele tirava a rola e ficava batendo com ela na minha cara e lábios, depois colocava ela novamente e eu continuava com o boquete. Como o piru dele era normal eu não tive dificuldade pra pagar o boquete sem engasgar. – Aaah, viado, que boca gostosa você tem... Caralho, boquinha de chupar pau...! – Ficava falando ele, baixinho, em meio ao vai-e-vem de sua pica na minha boca e seus gemidos de prazer. – Mmmmm... Mmmmmm... Mmmmmmmm... Sluuuuurp...! – Era o único som que eu conseguia fazer com a boca cheia de rola. Rodrigo sabia muito bem controlar o momento do gozo e eu já estava com o queixo doendo quando ele tirou o pau da minha boca e me pediu: – Aí, deixa eu comer o seu cuzinho, deixa? - Tá! – Respondi. Cheio de vontade de dar o cu rapidamente me levantei e fiquei em pé, de frente pra árvore e abaixei a minha calça jeans e minha cueca até os joelhos. Como ele era mais baixo que eu, tive que dobrar um pouco os joelhos pra ficar na altura do seu pau. Posicionado com as mãos segurando na árvore, o corpo levemente inclinado pra frente, a bunda arrebitada e os joelhos dobrados, fiquei esperando Rodrigo salivar a sua rola e o meu cu pra me penetrar. Ele fez isso rapidamente e logo eu senti a cabeça salivada do seu pau na entrada do meu DEPÓSITO-DE-ROLAS, o meu cu, forçando a passagem. Com duas forçadas e a cabeça entrou, com mais uma forçada e a pica deslizou toda pra dentro de mim. Rodrigo, então, me segurou forte pela cintura e mandou vara pra dentro de mim. - Ai, fode, fode meu cu, fode... Isso, fode gostoso, fode... Assim, fode, fode mais, fode... Ai, meu cu... Fode, fode o cu do lauro, fode... Fode gostoso, vai... Ai, caralho, que piru gostoso... Me dá piroca, me dá piroca... Ai, meu cu... Ai...! - Ah, puta-que-pariu, que cuzão gostoso você tem, viado... Toma rola no cu, filho-da-puta... Caralho! – Gemia ele. As estocadas eram rápidas, fortes e profundas e mais uma vez eu fiquei passivo, me limitando apenas a vigiar o local enquanto ele socava dentro de mim. – E aí, viado, tá gostando de levar no cu na linha do trem? – Me perguntou ele ao mesmo tempo que um trem passava diante de nós. - Ai, tô sim... Tá muito gostoso! – Gemi na pica do macho. - É? Então eu vou arregaçar esse seu cuzão... Você quer, viado? Quer que eu arrombe esse seu cu? – Ai, quero, fode meu cu, fode... Fode mais, fode... Assim, fode gostoso... Fode com força, vai... Ai, meu cu... Fode mais, fode... Assim... Ai...! Incentivado por minhas palavras o macho passou a socar ainda com mais força e mais profundidade a sua rola pra dentro do meu ALOJAMENTO-DE-PIROCAS, o meu cu. Feliz da vida, fiquei ali tomando no cu em pé por um bom tempo durante o qual vi passarem 6 trens, até que Rodrigo não aguentou mais e, se introduzindo todo dentro de mim, anunciou que ia gozar e gozou: - Aaaaaaah, caralho, eu vou gozar... AAAAAAAH, VIADO FILHO-DA-PUTA... AAAAAAAAAH... AAAAAAAAAAAH... AAAAAAAAAAAAAAAAAH, PUTA-QUE-PARIU... AAAAAAAAAAH, CARALHO...! – Urrou ele enquanto se derramava dentro de mim. - Goza, goza tudo, goza... Isso, goza gostoso, goza... Goza no meu cu, goza... Assim... Aaaaaaah...! – Gemia eu, ao mesmo tempo que rebolava devagar com meu burrão na piroca do macho. Após ele terminar de gozar tudo sua rola amoleceu e escapuliu de dentro do meu COFRINHO-DE-LEITE e logo depois a sua esporra começou a escorrer do meu cu, descendo pela minha perna esquerda. Levantei, então, a calça e a cueca, me recompondo, enquanto Rodrigo mijava no muro da estação. Assim que terminou ele me pediu: - Aí, dá uma limpadinha aqui no meu pau com a sua boca pra deixar ele limpinho! - Tá! – Respondi e, me agachando diante do macho, mamei a sua piroca e limpei com minha boca todo e qualquer vestígio de cu, porra e mijo que havia lá, deixando-a limpinha e pronta pra ser guardada no seu ninho. Após isso ele também se arrumou e, depois de verificarmos que o local estava seguro, saímos de lá separadamente fazendo o caminho de volta. Já na rua nos aproximamos e fomos conversando até o local onde eu iria pegar o Uber pra retornar para casa. - E aí, gostou da aventura? – Me perguntou ele. - Gostei sim, bastante! – Respondi. - E você gostou da minha piroca? - Sim, gostei muito. Você tem uma pica muito linda e sabe muito bem como usá-la! - Que bom que você gostou. Eu também gostei muito de você, ainda mais que a gente já se conhece há tanto tempo e eu nunca conseguia te comer! - Pois é! - Mas hoje eu tô feliz por ter conseguido te convencer a dar pra mim! - É, agora eu faço parte do seu cardápio! – Falei, sorrindo. - Sim, agora você é mais um viado do bairro que eu conheço e como. Mais um pra minha lista e pra minha estatística! – Falou ele, também sorrindo. - Eu gosto de fazer parte de listas, cardápios e estatísticas como essas. Meu nome deve fazer parte de muitas! - É mesmo? Bom saber. Então que tal a gente repetir a brincadeira em breve, em um dia desses! - Com certeza! – Respondi. Nisso nós chegamos no local onde eu ia pegar o Uber e, assim que ele estava chegando, Rodrigo me falou: - Agora você pode ir pra casa, feliz, com o cuzinho molhadinho e sentindo a minha porra escorrendo dele! Contente com sua declaração me despedi dele com um sorriso e entrei no carro para retornar para casa, realmente feliz, sentindo o cu molhadinho pela porra do macho e aquele gostinho saboroso de piroca na boca... Kkkkkkkkk... Um abraço a todos!
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.
Votado. Também já dei muito na mata ao lado de trilhos de trem é muito bom, pena que era um cara só, comigo eram sempre vários. Quem dá não pode se recusar a nada que os machos queira , pode gemer, gritar, chorar até sangrar, mas tem que aguentar tudo e implorar por mais, somos depósitos de rolas, cuspe porra e mijo dos machos e quanto mais machos roludo melhor,m a dor passa e o tesão só aumenta.