Depois daquela tarde insana, eu e Luana viramos amantes inseparáveis. Sérgio saía pro trabalho cedo, e íamos pra praia. Na volta, sexo a tarde inteira. Eu estava preparando o terreno devagar pra inclui-lo na nossa brincadeira: contava pra ela como o pauzão do meu marido me deixava louca, como o ménage com o primo dele tinha sido maravilhoso.
- Imagina nós três, Lu? Você ia pirar no pau dele.
- Eu provocava, enquanto chupava sua bucetinha apertada. Ela gemia, rebolando na minha cara:
- Porra, Val... Gostosa!
Mas não dizia nem sim, nem não.
Mesma coisa na terça e quarta, eu a provocava, mas ela continuava na dela.
Na quinta, estávamos na cama no maior amasso e com sua concordância, vendei seus olhos:
- Tenho uma surpresa pra voce.
Peguei no armário um strapon que eu usava pra fazer inversão com meu marido. Vesti e dei-lhe uma ordem:
- Fica de quatro, putinha safada!
Ela me obedeceu, com um sorriso sacana. Meti a língua em seu cuzinho, descendo para a buceta melada, arrancando-lhe gemidos incontidos:
- Ahhhh, Val! Me fode!
- Val é o caralho! Eu sou o Sérgio e vou te foder com força!
Falei, voz ríspida. Ela entrou no clima e suplicou:
- Vem Tio! Fode minha bucetinha!
Talvez pela diferença de idade, ela só o chamava de tio. Encostei o dildo em sua pepeca encharcada e empurrei:
- Ahhhh!! Delícia!
Ela rebolava na pica de silicone, gemendo alto e pedindo mais:
- Vem, Tio gostoso! Fode sua sobrinha safada!
- Toma, vadia! Goza no pau do teu macho.
Aquele diálogo insano nos deixou loucas de tesão. Gozamos juntas, caindo na cama, exaustas. A putinha ainda chupou meu pau de silicone, como se fosse um caralho de verdade.
- Sérgio ia amar te foder, safadinha!
Falei, esperando sua reação. Ela não falou nada, mas acho que estava pronta.
Eu não ia esperar mais, devia isso ao meu marido que me dividiu com seu primo. Na sexta-feira de manhã, depois de uma trepadinha gostosa, avisei ao Sérgio da surpresa maravilhosa que ele teria se chegasse cedo em casa. Mas não falei nada pra minha priminha.
À tarde, chegamos da praia e, depois do banho, fomos pra cama nuas. Ela, de quatro entre minhas pernas, mergulhou seu rostinho lindo na minha buceta, lambendo voraz, enfiando três dedos enquanto sua língua deslizava em meu clitóris. Eu gemia alto, puxando seus cabelos:
- Isso, Lu... me fode gostoso!
No auge de nossa foda a porta rangeu. Sérgio entrou, olhos arregalados, pau duro na calça.
- Porra, estou no paraíso... minha mulher e a priminha são amantes!
Luana congelou, boca melada no meu gozo, mas eu sorri safada:
- Vem amor, fode essa putinha. Ela tá louca pra levar um pau de verdade!
Ele se despiu rápido, pauzão latejando, se ajoelhou atrás dela e enfiou a língua em sua bucetinha adolescente. Ela gemeu alto, se entregando ao prazer.
Sérgio, de pé atrás dela, encostou a cabeçorra em sua vulva. Com medo dele assustá-la, bradei:
- Devagar, amor! Não vai arrombar nossa gatinha!
- Devagar é o caralho! Me fode com força, porra!
A safada rosnou, pedindo para ser arregaçada. Meu marido socou forte, a boca de Luana batendo em minha bucetona. Uma sinfonia de gemidos tomou conta do quarto. O rosto de Sérgio entregava todo o seu tesão em comer uma bucetinha juvenil.
A meu pedido, meu maridinho se deitou de costas, eu cavalgando seu rosto (língua explorando minha buceta inchada) e Luana montada no pau dele, gemendo alto enquanto levava pau na xoxota apertada.
- Que pauzão gostoso!
Ela gritava. Nós duas nos beijando, trocando salivas e desejos proibidos.
Em seguida, me coloquei por trás dela, minha buceta esfregando em sua bundinha perfeita, meus seios eriçados em suas costas. Uma das mãos em seu grelinho duro, a outra apertando seus mamilos, língua no ouvido, escorregando até encontrar a sua:
- Goza, putinha!
- Ahhh, Val! Assim eu gozo! Ahhh!
Seu corpo estremeceu, convulsionando. Ela gozou muito, vocalizando todo o seu prazer. Exausta, caiu de lado, deixando a pica do meu marido livre pra mim. Meia dúzia de quicadas naquela rola dura e eu também gozei gostoso, olhos apaixonados nos olhos da minha jovem amante que assistia tudo maravilhada. Mas Sérgio se mantinha ereto, querendo mais. Escorreguei pelas suas pernas, colocando seu pau na minha boca. Eu chupava e punhetava forte, ordenhando o meu maridinho.
- Ahhh, caralho! Eu vou gozar! Ahhhh!
Sérgio encheu minha boca de porra, contorcendo seu corpo e urrando alto. Luana colou seu rosto no meu, me ajudando a limpar o pau do nosso amante, que gemia baixinho.
Sérgio foi pro banho, nos deixando sozinhas na cama. Quando ele voltou, já estávamos engalfinhadas, uma na outra, num 69 maravilhoso, ela por cima.
Luana me iniciou no lesbianismo, eu iniciei-a no ménage, mas ainda faltava o anal e o DP. Era chegada a hora.
Meu marido, de pé, ficou nos assistindo, manuseando sua rola a meia bomba. Em poucos minutos ele já estava pronto pro segundo round.
Com Luana de quatro, ele penetrou sua buceta, polegar escorregando pro cuzinho.
- Vai devagar, Tio... meu cu é virgem.
- Ela suplicou, bundinha arrebitada. Ele pegou o lubrificante e foi passando uma boa quantidade, fazendo-a relaxar.
Sérgio, mestre na arte de comer um cu, tirava da buceta e encostava a cabeça no seu anelzinho, forçando devagar. Voltava a colocar na buceta e outra vez na portinha do cu, até que a cabeça entrou.
- Ai, porra... tá me rasgando!
Ela gritou! Mais prazer do que dor. Eu, por baixo, ajudava lambendo sua bucetinha e massageando o clitóris.
A pedido dela, ele foi fundo, metendo ritmado. Luana pirou:
- Fode meu cu, Tio! Me arregaça!
Me virei por baixo dela, beijando sua boca safada enquanto Sérgio metia forte. Ela gozou pela primeira vez tomando no cu, tremendo toda.
Sérgio se segurou, pois ainda faltava o DP. Vesti o strapon e me deitei de costas:
- Vem, Lindinha!! Cavalga sua dona!
Ela rebolava na minha rola sintética, cara de safada, gemendo alto. Puxei-a para um beijo lascivo, línguas se enroscando, extravasando toda nossa paixão. Sérgio voltou a penetrar o cuzinho de Luana.
- Caralho! Pauzão da porra!
Ela grunhiu, abafada pela minha boca. Sérgio metia com força, nós duas quicando, seios e rostos colados. Gozamos juntas, ele enchendo o cuzinho dela pela primeira vez. Ficamos os três embolados, suados e felizes. Luana entre nós dois, me beijando carinhosamente enquanto Sérgio roçava o pau a meia bomba em sua bundinha.
Foram dois meses de putaria, os melhores da minha vida. Quando Luana voltou pra sua cidade senti um vazio imenso no peito. Não era só sexo, era uma conexão incrível, que eu só havia sentido com meu marido. Levei meses pra me recuperar. Até hoje sinto saudades dela.