Meu nome é Bárbara. Aos vinte anos, minha vida era previsível: trabalho, faculdade, cama. Nada de baladas, nada de bebida, nada de homens. Eu gostava da ordem, da segurança da rotina. Até aquela sexta-feira.
Tudo começou com uma mensagem da Jenifer: “Bárbara, hoje é sexta! Vem sair! Vai ser divertido.” Eu quase recusei, mas algo dentro de mim, um pequeno impulso, disse que talvez fosse hora de quebrar a rotina.
Chegando à balada, o mundo parecia diferente. Luzes pulsantes, música alta, risadas, corpos se esbarrando. Jenifer me puxou para o bar. Eu hesitei, olhando para a bebida que ela me oferecia.
— Só uma dose — ela disse.
A primeira dose queimou minha garganta. Estranha sensação de calor misturada com nervosismo. A segunda me fez rir de coisas bobas. A terceira… a terceira me deixou leve, solta, quase flutuando. Eu não era mais a Bárbara que caminhava timidamente pela faculdade. Eu era outra, pronta para sentir, para experimentar.
Logo percebi que fumar não era tão ruim quanto imaginava. A primeira tragada me deixou tonta, mas excitada. O proibido tinha um sabor intenso.
E então vieram os olhares. Um homem se aproximou, sorriso confiante. Outro me puxou para dançar. Meu corpo, antes rígido e controlado, começou a seguir a batida. Mãos deslizando, respirações pesadas, sorrisos cúmplices. Eu sentia algo novo pulsando dentro de mim.
Foram tantas mãos bobas durante a noite que eu perdi a conta. Eu estava disponível para qualquer um. O álcool me fez rebolar até o chão. Eu digo que era o álcool, mas eu queria. Eu queria me sentir a mulher safada, ousada que estava sendo.
Jenifer sumiu durante a madrugada. Eu estava fumando o cigarro que ganhei e fui ao fundo mijar. Me deparei com uma cena tentadora.
Uma menina estava ajoelhada, chupando dois homens. Ela era uma boa profissional. Eu, mijando ao lado, e ela engolindo duas picas.
Um dos homens veio até mim, com o pau duro, colocou na minha frente e disse:
— Quer participar?
Eu, no meu estado de excitação, não perdi tempo. Segurei o pau dele e comecei a chupar.
— Porra, chupa… Chupa com vontade.
Comecei a chupar a cabeça como se fosse um pirulito de carne saboroso. Ele segurou meu cabelo e, com brutalidade, forçou o pau fundo na minha garganta.
— Engole, vadia. Chupa tudo.
O pau batia fundo na garganta, me deixando sem ar, e eu escutava ao lado a menina que eu nem conhecia sugando o pau com vontade e fazendo o cara gemer. Os caras se comunicavam como se fôssemos objetos, e isso foi excitante demais.
— Vamos trocar.
Eu e a menina, ajoelhadas uma do lado da outra, chupando dois desconhecidos. O pau dele era uma delícia, e eu estava completamente dando o meu máximo para engolir cada centímetro. Os gemidos deles me excitavam.
O cara colocou a menina de pé, levantou o vestido dela e puxou a calcinha de lado. Eu, com o pau na boca, não tirava os olhos do que estava acontecendo com a menina. Ela afastou as pernas, encostada na parede, e o cara começou a enfiar nela.
— Ah, mete… Me fode, me fode — ela gritava.
O cara que eu estava chupando disse:
— Não para, tá gostoso.
Comecei a fazer a sucção, sugando com vontade, sentindo o vácuo que eu criava. O som era obsceno: aquele slurp úmido, o barulho da minha saliva misturada com o prazer dele. Eu não parava. Minha cabeça ia e voltava, e a cada vez que eu descia mais, sentia ele batendo no fundo da minha garganta. Eu lacrimejava, mas não soltava. Usei as mãos para segurar a base dele, sentindo os testículos pesados e quentes contra o meu queixo.
— Vai, engole tudo — ele ordenou, a voz falhando.
— Caralho, eu vou gozar — gemeu, segurando minha cabeça.
Ele me puxou pelos cabelos com força, tirando o pau da minha boca apenas para que eu visse o que vinha a seguir. O primeiro jato veio quente e pesado, atingindo minha bochecha com uma força que me fez fechar os olhos por instinto. Mas eu logo os abri. Eu queria ver a minha marca.
Os jatos seguintes foram certeiros, sujando meu queixo, meus lábios. Escorreram pelo meu queixo e sujaram minha roupa. Eu estava ali, feliz e totalmente diferente de antes.
Saí de lá antes mesmo do outro cara gozar na menina. Eu estava realizada.
Encontrei Jenifer, e ela sorriu:
— Tá toda suja. Vamos se limpar!
— Eu sou uma verdadeira puta agora, amiga.
— Você é.
Rimos, e a noite não parou por aí.
Eu me tornei uma verdadeira puta naquela noite
Que delícia de conto