VADIA DO AFTER

A Vadia do After
Eu passei a noite inteira bebendo e fumando; era tudo novidade, minha primeira vez vivendo aquilo. Eu mal tinha acabado de limpar a primeira gozada do rosto, com a ajuda da Jenifer, quando ela resolveu me apresentar o dono da cena.
— Amiga, esse é o Carlos. É ele quem faz as festas mais loucas da cidade — ela disse, com os olhos brilhando.
— Sério? Gostei daqui, é bem legal — respondi, tentando parecer mais segura do que realmente estava.
— Aqui é maneiro, mas você precisa conhecer as outras — ele disse, me medindo.
— Quando der, chama a gente. Nós vamos — garanti.
— Querem participar de um after hoje? — ele perguntou, direto.
— Claro! A gente vai — Jenifer respondeu por nós duas, sem nem pensar. — Saímos em dez minutos.
A empolgação da Jenifer era contagiante, eu nunca a tinha visto daquele jeito. Por outro lado, eu estava exausta. Já era madrugada e minha mãe tinha me ligado ou mandado mensagem umas sete vezes. Peguei o celular e manduei algo rápido: "Vou dormir na Jenifer, tá tudo bem. Beijo." Mentir nunca foi tão fácil. Guardei o aparelho na bolsa e me afunduei no banco de couro do carro do Carlos. O trajeto foi um borrão de luzes e risadas.
Entramos em um apartamento pequeno, mas arrumado. O cheiro era uma mistura estranha de perfume, produtos de limpeza e um rastro de sexo recente. Sentamos no sofá e ele colocou uma música baixa, espalhando garrafas de whisky e vodka na mesa de centro.
— Fiquem à vontade — disse ele, acendendo um baseado.
A fumaça tomou a sala e o cheiro me deu um arrepio. Quando ele ofereceu, a Jenifer aceitou de cara, e eu, movida por aquele tesão de provar coisas novas, aceitei também. Senti meu grelo inchar e uma euforia tomar conta de mim. Carlos sentou entre nós duas e colocou a mão na coxa da Jenifer. Inventei uma desculpa e fui ao banheiro.
Me olhei no espelho e o pensamento veio: "O que eu estou fazendo da minha vida?". Mas logo respondi para mim mesma: "Foda-se, eu tenho que aproveitar". Lavei o rosto e voltei.
Cinco minutos foram o suficiente para a cena mudar: Jenifer já estava só de calcinha, entre as pernas do Carlos, fazendo um boquete de tirar o fôlego. Fiquei ali parada, assistindo. Ele segurava o cabelo dela com uma brutalidade que me arrepiou inteira, ditando um ritmo violento que a fazia engasgar e babar.
— Está com inveja dela? — ele perguntou, me notando.
— Eu? Não... eu estou de boa — gaguejei.
— Senta aqui do meu lado.
Eu obedeci. Ele segurou meu queixo e me deu um beijo de língua delicioso. A sensação de estar nas mãos de um homem de verdade, de ser dominada, era inexplicável. Ele enrolou a mão no meu cabelo e deu um puxão seco.
— Fica de pé e tira a roupa.
Eu tirei tudo: blusa, sutiã, saia e, por fim, a calcinha. Ele me olhou de cima a baixo com um sorriso sujo. Com um comando bruto, ele me puxou para perto e, antes que eu pudesse raciocinar, eu já estava ajoelhada ao lado da minha amiga, dividindo o mesmo pau.
Estávamos em uma sincronia doentia. Nossas línguas se cruzavam enquanto lambíamos aquela cabeça latejante, disputando espaço para ver quem engolia mais fundo. O som era obsceno — um barulho úmido de sucção que preenchia a sala. Foi quando a porta se abriu. Dois caras entraram rindo e pararam no ato.
— Calma, princesa — um deles disse. — Eu sou o Vinícius e esse é o Marcos. Podemos participar?
— Claro que podem — Carlos respondeu por mim.
Enquanto eles se despiam, Carlos jogou a Jenifer de quatro no sofá. Ouvi o estalo seco do tapa que ele deu na bunda dela antes de enfiá-la com tudo. Eu, por outro lado, me vi com o rosto espremido entre dois paus enormes. O Vinícius vinha pela esquerda e o Marcos pela direita. As cabeças se chocavam contra minha língua, preenchendo cada milímetro da minha boca. Eu engasgava, a saliva escorria, e o cheiro forte de homem me dominava.
Logo fui puxada pelo cabelo e colocada de quatro ao lado da Jenifer. O Marcos deu o primeiro tapa. Minha bunda ficou vermelha na hora.
— Isso! Bate na minha bunda! — eu pedi, sentindo o calor subir.
— Você gosta, né, sua vadia?
Vinícius veio por trás e mandou eu abrir as bandas. Senti a língua dele percorrer meu cuzinho, lubrificando tudo. Eu tinha espasmos, meu grelo pulsava. Quando ele se posicionou e entrou devagar, senti o peso de um pau grosso depois de tanto tempo sem sexo.
— Porra, que apertada! — ele rosnou.
Aos poucos, ele foi aumentando o ritmo, me arrombando com força. Eu gemia, pedia por mais pica, sentindo os ovos dele baterem no meu grelo. Na minha boca, o Marcos me fazia engasgar. Eu só conseguia pensar no quanto aquilo era gostoso.
Carlos anunciou que ia gozar. Ele se afastou da Jenifer e disparou jatos quentes no rosto dela. Ela ficou lá, lambuzada, exibindo aquilo como um troféu.
— Lambe o rosto dela. Limpa a porra — ordenou Vinícius.
Como uma puta obediente, lambi o rosto da minha amiga, sentindo o gosto amargo e quente, sem nojo. Depois, abocanhei o pau do Carlos que ainda pingava, sugando até a última gota.
A noite continuou nesse caos. Marcos me puxou para cima dele no sofá e eu comecei a cavalgar. Eu estava no controle, sentindo ele bater lá no fundo, mas o Carlos não quis ficar só olhando. Ele segurou meu rosto e enfiou o pau na minha boca. Eu estava sendo usada nas duas extremidades: o Marcos me puxando por baixo e o Carlos ditando o ritmo na minha garganta.
De repente, o Carlos me tirou de cima do Marcos com um puxão. Eu estava bamba, pingando suor, mas ele me suspendeu no ar, me prensando contra a parede. Sem apoio nenhum, ele me espetou com tudo. O impacto da pele com a parede ecoava. Ele me segurava como um troféu, me arrombando com um ritmo doentio que me deixava sem ar.
Quando ele finalmente me soltou, desabei de joelhos.
— Abre a boca, Bárbara. Deixa eu ver o quanto você aguenta.
Abri e esperei. O primeiro jato atingiu minha bochecha, seguido por outros que acertaram meus olhos e nariz. Eu estava sedenta por aquilo, sentindo a viscosidade escorrer pelo meu pescoço.
Marcos e Vinícius nos jogaram no tapete, lado a lado. Éramos dois animais domesticados. Eles se masturbaram na nossa frente e a "chuva" começou. Vinícius cobriu a Jenifer, e logo depois senti o jato quente do Marcos atingir meu rosto e entrar na minha boca. Engoli o que consegui, sentindo a porra descer pela garganta enquanto o resto grudava no meu queixo.
Quando tudo acabou, eu e a Jenifer fomos para o banheiro como duas zumbis. Ligamos o chuveiro no máximo. A água quente criava uma névoa branca com o sêmen que escorria pelo ralo.
— Amiga, olha o meu estado... acho que nunca fui tão arrombada na vida — a Jenifer falou, rindo entre os gemidos de cansaço.
— Nem me fala — respondi, gargalhando. — Tô toda aberta, parece que passou um caminhão por cima. Mas quer saber? Estou realizada, Jen. Sério. Obrigada por me ajudar a me libertar. Eu precisava desse choque para ser eu mesma.
— Você nasceu para isso, Babi. Bem-vinda ao clube.
Saímos enroladas nas toalhas. Os caras já estavam prontos para ir.
— Vocês precisam voltar — Vinícius disse, com um sorriso de canto. — Ainda temos muito o que inventar com vocês.
Olhei para ele, sentindo o frio na barriga.
— Pode ter certeza que a gente volta. Só chamar. Não pensem que vai ser fácil se livrar da gente.
Eles riram, e o sol das seis da manhã lá fora marcava o início da minha nova vida. Bem mais suja, e bem mais real.

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254065 - VIRANDO PUTA - Categoria: Heterosexual - Votos: 12

Ficha do conto

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Nome do conto:
VADIA DO AFTER

Codigo do conto:
254072

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
07/02/2026

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