A ideia até que não era má kkk o cara era bonito, pardo, aparentemente bem novo, e de óculos, o que o deixava mais sexy, se chamava Bernardo. Ele me dava aulas pela manhã, logo após as 10h. Bom depois de umas semanas, podemos dizer que já havíamos criado um laço de amizade. Todas as vezes durante a aula ele deixava seu celular próximo da mesa, certa vez comecei reparar em seu papel de parede, era uma foto dele na piscina, foi então que reparei no seu abdômen trincado, era lindo.
Toda vez que seu cell notificava eu apreciava aquela foto, mas sem mais. Na brincadeira uma vez ele me perguntou se eu já havia me encontrado, eu sem entender perguntei “como assim?” E ele explicou que geralmente é no ensino médio que a gente se descobre gay, bi ou hétero. Aí falei que achava que era Bi, mas não tinha certeza. Até então nada demais, só assuntos normais. Meu tesão por ele despertou tempos depois quando sua nova de celular mudou para ele de sunga na praia. Eu babava olhando aquilo, até que resolvi elogiar ele dizendo que seu abdômen era lindo, que nunca havia reparado.
Ele deu risada e falou que era resultado de academia, ele prontamente levantou a camisa para me mostrar, eu fui ao chão vendo aquilo. Hipnotizado olhando ele perguntou se eu achava maneiro, ma loucura e sem pensar falei que achava uma delícia, ele riu e me chamou de safado.
Meu instinto de putinha havia sido ativado, eu estava no cio, mas não sei se coisa da minha cabeça, mas aquele homem parecia ter intensificado as brincadeiras e assunto comigo, chegou falando que estava morrendo de sono e que dormiu tarde, que saiu de madrugada para fuder uma bucetinha, arrebentou ela e voltou pra casa.
Eu zoei ele falando “nossa deve ser muito grande então pra ter acabado com ela”. Ele riu e perguntou se eu estava duvidando, falei que sim, que só acreditava vendo. Rimos e voltamos ao foco da aula. Já quase indo embora ele me perguntou se falei sério ou brincando o assunto de mais cedo. Aquilo pra mim foi o gatilho, perguntei que se ele fosse me mostrar, então estaria falando sério.
O puto sem mais nem menos, baixou a calça e jogou seu pau pra fora, de fato era grande, comprido e veiudo. Eu fiquei sem acreditar, eu segurei e já joguei na lata, “eu quero dar pra você”. Ele duvidou de mim e falou que eu não aguentaria, eu putinha que já era disse a ele “me faz aguentar”.
Na mesma hora o puto me tirou da mesa e me jogou de bruços no sofá da sala, baixei o short expondo meu cuzinho Rosinha pra ele. ele deu um tapa e falou que iria me atravessar, pois meu bumbum era pequeno, falei que era dele, ele cuspiu e forçou meu reguinho, mas ele tava relutente em rever aquele cacete veiudo.
Fui até o quarto da minha mãe pegar o lubrificante dela, mas já estava acabando, ela poderia desconfiar, então peguei o primeiro creme de corpo que vi, melei meu cuzinho e ainda no quarto, chamei ele. Fiquei ali de franguinho assado, quando ele entrou ainda com as calças no meio da perna, me chamou de vadia, e começou forçar meu cuzinho.
Já acostumado com o jeito bruto do borracheiro me fuder, pedi pra que ele metesse de uma vez. Ele me segurou pelo pescoço e socou fundamente no meu cu, eu vi estrelas e gemi. Já com meu cuzinho preenchido por seu cacete, virei pra ele e pedi pra ele fazer em mim o que fez com a bucetinha que ele fudeu. Ele parecia estar com fome de cu, metia e tirava, socava fundo em com vontade, eu gemia, me contorcia olhando em seu rosto. Me xingava de tudo que era nome, e eu me sentia realizado. Eu segurava seu corpo abraçando com minhas pernas.
A visão do seu corpo escultural, me fudendo e socando forte, meu cuzinho fazia barulhos, parecia estar abertinho e bem relaxado. Ele me elogiava dizendo que eu cuzinho era quentinho e macio por dentro. Apesar do jeito forte de socar, eu parecia gostar da brutalidade, do jeito macho com que me tratava. Após minutos me fazendo de fêmea, ele rapidamente subiu e jogou todo seu leite no meu rosto, era bastante leite para quem tinha transado a madrugada. Eu tava em êxtase, não me imaginava sendo fêmea daquele macho. Ele ficava parado me admirando de franguinho, vendo o estrago que ele fez no meu cuzinho
Ele urrou após me leitar, e falou que já sabia o que eu era, era puta que nasceu pra levar rola. Se vestiu, se despedimos e falou até a próxima semana, eu já estava ansioso pra levar mais.
