Tenho longos cabelos pretos e um sorriso encantador. Porém, às vezes, pinto o cabelo de loiro...mais puxado para o branco...rsrs. Enfim, espero que estejam se divertindo com nossos contos.
Neste conto, irei relatar quando estive em São Bento do Sul, uma cidadezinha de Santa Catarina. Eu tinha 18 aninhos e estava acompanhada de meus pais. Vamos ao conto!
— Nossa, mamãe. Tanto lugar pra viajar e viemos parar aqui?
Meu pai tinha ganho uma viagem paga pela empresa que trabalha.
— Não seja ingrata, Karol. Sabe muito bem o tanto que ele se esforçou para virmos para cá.
Estávamos no hotel Vila verde, era noite de sábado. Porém, eu queria mais.
— O que tem pra se fazer aqui?!?
— Seu pai disse que tem um parque aqui perto.
Pesquisamos no celular, achei interessante, principalmente o horário que abriam, 06:30h da manhã. Sabia que estaria frio, mas nada me impediria de ir.
— Nada disso. Eu que não vou acordar tão cedo em pleno domingo para caminhar. — disse minha mãe terminando de guardar nossas roupas.
Meu pai chegou e ela saiu do quarto em que eu estava. Fiquei sozinha já preparando a roupa do dia seguinte.
“Como será que são os homens daqui? Será que vai rolar algo no tal Ecoparque Samae.” — pensei enquanto tomava meu banho e me depilava todinha.
— Melhor estar preparada. A gente nunca sabe quando vai levar pirocada. HAHAHA
No outro dia, acordei em volta das 05:00h. O Sol estava nascendo, tomei um café da manhã enquanto meus pais ainda dormiam. Coloquei uma calça legging, camisetinha branca e um casaco. Sai do hotel e fui até o tal parque. No caminho, fui olhando as casas, as lojas...
No parque, encontrei uma placa indicando os pontos pelo local. Claro, escolhi a trilha. Havia algumas pessoas corajosas caminhando, pois estava muito frio.rsrsr
Foi quando vi ao longe, um homem de uns 50 anos se alongando. Devia ter 1,75m e uns 80kg... Me aproximei, apesar de estar bem curtinho, notei seus cabelos grisalhos e, claro, o volume marcando no short de corrida abaixo da camisetinha preta colada.
— Oi, mocinha.
— Olá. — falei timidamente enquanto olhava para as pernas do coroa. — O senhor não está com frio?
Ele riu e me encarou.
— Primeira vez que vejo uma japonesa loira.
— Ah não..não.. eu sou coreana. Na verdade, descendente sabe?!?
Senti a maldade no olhar dele me comendo dos pés à cabeça.
— Está sozinha?
— Estou hospedada em um hotel, mas vim sozinha aqui hoje. Eu sou Karol.
O coroa olhou em volta.
— Eu sou Walter, japinha… ops! Coreana!
Demos risada e ele deu uma ajeitada no short. Seu pau parecia duro.
— Parece muito novinha. Quantos anos, Karol?
— 18 e o senhor?
— 47 anos. Sou casado, mas gosto de vir aqui pela manhã, sozinho. Quer me acompanhar?
Meu coração disparou. Ele não era meu estilo. Prefiro gordinhos, porém aquela rola marcando no short, eu precisava daquilo.
— Pode ser. Aonde vamos, primeiro?
Ele arregalou os olhos.
— Quer se aventurar por entre as árvores?
Apenas balancei a cabeça. Fomos caminhando pela trilha, jogando conversa fora até chegarmos em uma ponte azul enferrujada. Paramos e fiquei olhando o riozinho que passa por baixo. O barulho dos animais em volta, de algumas pessoas caminhando ao longe e ainda assim, o silêncio na ponte, me deram um tesão que não sei explicar.
— Está tudo bem, Karol?
— Sim, Seu Walter. Tudo ótimo. — falei me apoiando na guia da ponte. — Aqui é bem quietinho, né?
Ele encostou ao meu lado.
— Realmente. O bom de vir cedo é que tem poucas pessoas por aqui. Antigamente... bem, eu dava uma namorada por aqui.
Comecei a rir.
— Sério?!? Aqui?
— Quem nunca, Karol. No meio do matinho... sentindo a adrenalina de ser pego ou não.
— Eu nunca fiz isso. — provoquei colocando o dedinho na boca. — Quem sabe um dia eu encontre alguém pra brincar no meio do mato.
O coroa nitidamente queria me agarrar. Olhou em volta e sorriu.
— Bem, quer que eu te mostre aonde íamos?
— Quero, Seu Walter.
Caminhamos até chegar em um espaço aberto. Passamos pelo playground, pelo parcão e chegamos na pista de skate com uma quadra de basquete ao lado. O coroa foi até a parte de trás da pista de skate e o acompanhei. Entramos em meio às árvores e lá, uma pequena clareira se apresentou.
— É aqui, japinha. — ele se encostou em uma árvore. — Daqui conseguimos ver a pista de skate, mas ninguém nos veria se...
Ele ficou calado. Parei na frente dele.
— Se o que?
— Isso é muito errado. Mas... desde que te vi... — O coroa colocou a mão no meu queixo. — Só penso nessa boquinha chupando meu cacete. — Ele passou um dedo nos meus lábios.
— Aposto que chupa uma pica como ninguém.
Ele é mais alto do que eu. Me virei, peguei nas mãos dele e coloquei sobre minha cintura.
— É isso mesmo que o senhor quer?
Comecei a rebolar, ele me puxou e me encoxou. Sua rola dançava conforme eu me mexia.
— Puta que pariu. Nunca vi uma japinha tão magrinha e gostosa. Que bundinha sensacional!
Joguei os braços para o alto em volta da cabeça dele. O coroa beijou meu pescoço.
— Se eu te pego de jeito, te arrebento. Safadinha!
Nos beijamos, Seu Walter subiu a mão por dentro do meu casaco e apertou meus seios.
— Sou tarado em orientais. Uma loirinha dessas, então?
Ele me virou e sorriu.
— Olha como estou. O que vai fazer pra resolver isso?
Me agachei já baixando o short e libertando a rola dura. Que cacete gostoso! Uma rola morena, cabeçuda e com saco marrom.
GLUB, GLUB, GLUB
Comecei mamando o saco, Seu Walter apenas sorria, surpreso.
— ISSOOO! Chupa gostoso, vamos!
O pau apontava para o alto, uns 17cm que tive dificuldade de engolir.
GLUB, GLUB, GLUB
— OHHH! DELICIAAAA! ASSIM... não sabe quanto tempo esperei por isso!
— Isso o que?
Ele botou a mão na minha nuca e bateu com o pau na minha cara.
— Uma japinha pra ser minha vadia.
GLUB, GLUB, GLUB
Ele socava a rola de lado, a cabeçona batia na parte interna da minha bochecha.
— OHHH! Assim..issooo.. mama de ladinho, Karolzinha! OHHH
Eu o soltei e me levantei.
— O que foi?
— Pensei ter visto alguém nos vigiando da pista de skate. — falei e corri enquanto ele subia o short.
Fui até alguns bancos de madeira em frente ao playground e me sentei tirando meu casaco. Logo, Seu Walter me encontrou e sentou ao meu lado.
— Está tudo bem. Aqueles garotos não viram nada, eu juro.
Mais pessoas foram chegando e caminhando pelo local. Porém, estávamos sozinhos no banco. Olhei para o short do coroa, o pau estava meia bomba.
— Que droga! Estava tão gostoso!
Ele riu.
— Jura?
— Sim. Que cacetão gostoso. — sussurrei.
Então, me deitei no banco colocando a cabeça sobre a barriga dele.
— Veja lá, hein. Tem gente passando.
Com jeitinho, coloquei a mão sobre o short e alisei.
— O senhor não gosta de adrenalina?!?
— Sim, mas... OHHH!
Puxei levemente o short expondo a cabeça no meu rosto. Lambi a cabeçona e fiquei esperta com a movimentação das pessoas.
GLUB, GLUB
Chupei a ponta do cacete e guardava quando alguém aparecia caminhando.
— O povo vai desconfiar. Além do mais... se virem uma japinha loira deitada assim no meu colo. Cidade pequena... logo, chega na minha... AHHNNN! UINNNN!
Criei coragem, abaixei bem o short e engoli até onde dava.
GLUB, GLUB, GLUB
O coroa delirava.
— Porra, Karollll! OHNNN!
Ele acariciava minhas costas. Então, pegou meu casaco, colocou sobre minha cabeça e deu uns tapinhas. Fiquei paradinha com o pau na boca.
— Oi.... ela?!? Minha filha... isso... descansando.
O coroa conversava com alguém. Rodopiei minha língua na ponta da rola.
— Ok... entendo! Já estamos indo!
Depois de um tempo, ele tirou o casaco de cima de mim e guardou a rola.
— Caralho, quase nos pegam. Ainda bem que fui rápido.
— O que houve?
Seu Walter se levantou segurando no meu braço.
— Vem, minha putinha. Preciso meter a vara logo em você.
Fomos até os meios das árvores novamente. Encontramos um pequeno rio e paramos. Seu Walter me encostou na árvore, subiu minha camisetinha e tirou meu sutiã.
— Delícia! Que seios maravilhosos!
— AINNN! UINNN! CHUPA COROAAA SAFADOOO! OHHNNN!
Ele desceu a mão até minha calça, passou pela calcinha e tocou na minha bucetinha.
— HUMMMM! Está molhadinha. Que tesão!
O coroa se agachou abaixando minha calça junto com a calcinha até abaixo dos meus joelhos.
Ele parou e me admirou.
— Toda branquinha. Bucetinha rosa! Não preciso de mais nada.
— AINN! UINNN!
Eu gemia com as mãos dele ao redor da minha buceta sentindo sua língua me sugando.
— NOSSAAAA! SEU WALTERRRRR! OINNN!
Depois de um tempo, o coroa se levantou e me virou. Já coloquei as mãos no tronco empinando a bunda, só aguardando.
— Que rabão branco. Adoro uma bundinha assim. Sua buceta rosa está precisando de um cacete moreno. OHNNN!
Sem cerimônia, ele enfiou o cacete enquanto eu mordia os lábios.
— Veio pra São Bento só pra levar rola, Karolzinha. TOMAAAA!
PLAU, PLAU, PLAU
Seu Walter colocou as mãos em meu ombro e meteu como um animal.
— AINNN MINHA BUCETAAAA! AHNN! AHNNN!
— Bem que dizem que japinha tem buceta apertada. CARALHOOO!
PLAU, PLAU, PLAU
Escutei vozes ao longe, já nem me importava com mais nada. Pensei em meus pais tomando café da manhã, as pessoas caminhando na trilha, outras com seus cachorros e eu ali. Levando pirocada do coroa safado.
— Que delícia de xota!
Seu Walter parou, me ajudou a tirar a roupa e colocou sobre uns galhos, me deixando peladinha. Ele me segurou em seu colo, me tirando do chão e com a rola apontada na entrada da minha buceta que pingava de tesão. Eu o segurava com os braços ao redor do pescoço.
— Hoje, você vai gozar em meio a natureza!
PLAU, PLAU, PLAU
Eu parecia uma boneca de pano levando madeirada. Subia e descia sendo segurada na cintura pelo coroa. Era apenas um objeto sexual e estava dando prazer ao coroa.
— FODEEE! Mete assim...ohhnn! ainnn!
Meus gemidos eram agudos e altos.
— Não aguento mais...AINNN Seu Walteerrr!
— Goza, puta. Goza no meu pau!
Ele meteu rápido, parecia que queria me rasgar no meio.
— OHNN! AINNN! EUUU! OHNNN! To goo ooo o oo nnndoo o ooo!
Ele beijou meu pescoço enquanto lutava para me segurar na posição já que eu tremia toda.
Quando me botou no chão. Tirou a camiseta toda suada e, junto com o short e a cueca, fez uma trouxinha e colocou no chão perto do riozinho.
— Fica de 4, Karol.
Meio sem jeito, coloquei os joelhos sobre sua roupa e a mão no chão. Ele abriu minha bunda e chupou meu cuzinho por alguns segundos.
— Pronto! Só meter a rola.
Nem deu tempo de debater. Seu Valcir se agachou e encaixou a pica que deslizou bem gostoso.
— HUMMM! Já deu esse cu, né?
Só parou quando o saco bateu em mim.
— UINNN! Adoro plantar mandioca em novinha sem vergonha.
PLAU, PLAU, PLAU
— Tá doendooo..ainnn!
— Cala boca, biscatinha. — Seu Walter se jogou sobre mim, montando como se eu fosse uma sela.
Logo, estava sobre mim, suando e metendo gostoso.
PLAU, PLAU, PLAU
Parecíamos dois animais grudados em meio a natureza. O Sol bateu no meu rosto e ele riu.
— Você fica ainda mais linda assim. OHH! AHNNN!
Seu Walter se mexia e eu apenas aceitava minha posição de ninfeta submissa.
— CARALHOOO! Seu pau tá bem fundooo! OHNNN!
O coroa foi para trás, segurou meus longos cabelos e meteu com ferocidade. Meu corpo ia pra frente na pirocada e voltava com ele puxando meu cabelo.
— Toda novinha gosta de piru no cu. TOMA! TOMAAA! ARGHHHH!
Seu Walter explodiu dentro de mim.
— PORRAAAA!
Contrai meu cuzinho e recebi toda sua carga de porra grossa.
— Safadaaaaa! Paulistinha gostosaaaa! OHNNN!
Quando deu a última estocada, tirou o cacete e seu leite escorreu melando minhas coxas.
— Agora sim.... vai voltar pro hotel com leite no rabo. Queria ver a cara dos seus pais se soubessem que a filhinha deles é uma puta promíscua que mete no meio da mata. HAHAHA
Por fim, nos vestimos, meu cuzinho ardia e Seu Walter parecia realizado.
— Vai ficar aqui por quanto tempo? — perguntou enquanto caminhávamos de volta.
— Uma semana. Acho melhor eu voltar pro hotel, Seu Walter.
Ele me acompanhou até a saída do parque.
— Escuta... estou de férias esta semana. Sempre venho neste horário. Volta aqui amanhã pra gente repetir nossa brincadeira.
Dei um sorrisinho sacana.
— Pode deixar. Enquanto eu estiver aqui, o senhor não vai ficar sem cuzinho.
Dei um beijinho no rosto dele e voltei para o hotel. Naquela semana, ainda nos encontramos mais uma vez, porém não rolou nada já que meus pais estavam juntos.
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Bjinhos.




Baita conto Camila querendo por vcs no canil, essa mulher é 🔥 só quer as gostosas
Três belas cadelinhas, pegaria vocês três e mandaria colocar um vestidinho bem curto e decotado, sem calcinha e sem sutiã, colocaria um plug no rabo de cada e uma coleira nos seus pescoços, depois levaria as três para um shopping bem movimentado e desfilaria com as minhas três cadelinhas nos corredores do shopping, para todos verem e apreciarem minhas cachorrinhas no cio, Alicia, Rebeca e Carol, depois levaria vocês para o meu apartamento e pegaria sem dó o rabo das três. Domme Camila.