- Se você me foder hoje, só hoje! - Ela falou com os olhinhos de cachorro sem dono - Eu recompenso você, eu faço aquele pudim que você gosta!
Eu adoro aquele pudim, ela sabe disso, mas uma das partes mais divertidas da nossa vida é a tortura, eu puxei ela, beijei profundamente (nenhuma regra me impedia de beijar), e falei pertinho dela:
- Você vai fazer o pudim para mim amanhã, e eu só vou te foder quando você achar minha nova cadelinha!
Aquilo foi pior que se eu tivesse batido na cara dela, deu pra sentir o suspiro dela, ela morria de tesão, o Famoso aplicativo de paquera estava no celular, ela não largava aquilo, ela já tinha trazido 2 propostas, uma era uma menina de 18 anos, plenamente hétero, queria experimentar, deixei claro que não quero experimentação, eu quero uma cadela para foder como ela, sempre que quiser, ela concordou e continuou, a segunda proposta era de uma menina bi, mas com namorado, ela queria se vingar do namorado, essa ela me mostrou mas ela mesma desistiu, não era uma vingança que queríamos, nossa relação nunca foi sobre um convencer o outro, não seria interessante convencer uma terceira nosso estilo de vida, então, na terceira semana, numa sexta, eu cheguei do trabalho especialmente cansado, e encontrei ela na sala, sorriso de orelha à orelha, eu olhei na cara dela e perguntei:
- hmmmmmmmmm, que foi, hein Nzinha? Conseguiu outro projeto? - (ela tinha trabalhado duro a uns meses para conseguir um projeto dela).
- Nana-nina-não! - Ela falou vindo pra porta e me abraçando apertado - Eu achei ela, achei sua cadelinha, meu amor!
- Achou? - Falei já desanimado, os fracassos anteriores minguaram minhas expectativas.
- Achei, e eu tô tão feliz! Ela é ótima! E além de divertida é perfeita! - Falou animada, dando pulinhos, ela estava fofa como sempre, agarrei o rostinho dela e enchi de beijos.
- Você quer me mostrar ela? Vamo lá! - Não me animei pela notícia, me animei pela animação dela, era a luz do meu dia ver a sua alegria.
Deitamos no sofá-cama, e ela corria uma linha de conversa, o nome da cadelinha nova era C, ela aparentava uns 30 anos, mas tinha 40 e poucos, era casada, quando ela me contou isso, quase desanimei de vez, lembrando do caso 2, mas ela explicou que não estava buscando vingança, estava bem com o marido, tão bem que o marido, Sr. D (ele virará personagem eventualmente) revelou que queria ser corno, ela não queria dar para vários homens sem conhecer, e os dois conversaram sobre um namorado, é discreto a ponto de garantir a segurança dela, mas supre a demanda do Sr. D de ser chifrado, N me explicou que já conversou com ela, e C tinha falado com o marido, e ele tinha concordado em ao invés de 1 namorado, ser 1 casal, se o casal se limitasse a 2, por fim, só faltava a minha aprovação, eu olhei a conversa, olhei as fotos de D, o perfil não mostrava o rosto, mas no chat ela mandou fotos, mandou uma foto dela de biquini na praia, um belíssimo rabão, coxas torneadas, bronzeada, cabelos longos e cacheados, mais longos até que os da N, peitos médios mas durinhos, mas principalmente, alta! Eu já sou alto e a mulher tinha 1,80! Inicialmente, N sabia que eu tinha preferência por mulheres mais velhas, eventualmente tinha falado com ela que eu gostava de mulheres altas, mas em outro momento, em outro contexto, quis o destino que além de uma MILF, N tivesse encontrado também um absoluta cavala! Nas fotos tinha também uma foto dela com Sr. D, ela estava elegante com um vestido longo com uma fenda, deu para perceber que ela era mais velha, mas o Sr. D era muito mais, por fim, reparei o olhar de N, fixo na minha cara, com altas expectativas, eu então virei para ela e falei:
- Meu amor, você encontrou kkkkkkk, eu gostei dela! Gostei mesmo! Mas não vamos trocar os pés pelas mãos, eu acho que agora que você escolheu e eu aprovei, eu posso tomar o lugar e conversar com ela, seria muito estranho sair com ela e não conhecer ela, né? Além de que, dá pra ver que vocês já se conheceram!
- Sim sim sim! Ela é uma fofa, muito divertida, ela já tinha me passado o número, vou passar o número dela pra você sim, mas…
- O que foi, meu amor… Tava tão felizinha!
- O nosso combinado - Ela falou subindo o olhar de coitada dela - era que eu não ia ter pica até ter achado uma cadelinha, eu meio que encontrei, não encontrei?
- Você achou - Falei mudando de persona - A minha cadelinha tá bem adestrada, tá até farejando cadelinhas para mim! - Peguei no pescoço dela e a enforquei.
- Ca-de-li-nha - Falou ela com dificuldade - É-uma-pu-tinha-só… - sorriu no final com toda a maldade que tinha.
- É o que eu precisava, mas tem outra buceta que tô com saudade… - Escorreguei a outra mão para dentro do vestido dela, ela já estava sem calcinha e molhada - Agora eu preciso tirar o atraso e dar o prêmio da minha cadelinha velha!
- Mas meu a… meu dono, e o jantar? - Ela falou, já chupando meu dedo.
- Eu quero que se foda o jantar, hoje eu vou jantar o seu rabo! - Dei um tapa na cara dela, puxei o cabelo dela, e empurrei a cabeça em direção do quarto.
A caminho do quarto, ela ia saltitante, olhando para trás, chegando lá, fechei a porta atrás de mim, e tranquei, um gesto que ela sabia o que significava, normalmente, eu largava o personagem assim que gozava, mas trancar a porta significava que ela seria minha cadela até de manhã, até eu destrancar a porta, os olhinhos dela abriram e brilharam, naquela noite, entramos no quarto 18:30, fui devagar, torturei ela bem, diferente do usual, quando eu quero, eu lido bem com o que pode-se chamar de preliminares, comecei de um jeito incomum, me mantendo de roupa, tirei só o tênis e as meias, ela não tirou o vestido, azar o dela, peguei 2 tiras de cetim que tinha no armário, numa gaveta que chamamos carinhosamente de “brinquedoteca”, amarrei os braços dela nas costas pelos punhos, e a vendei, ela perguntou como eu ia tirar o vestido dela com os braços amarrados, rasguei pelo decote o vestido, segurei um peito e chupei, enquanto apertava forte o outro, ela estava ajoelhada na cama, começou a abrir as pernas, eu tirei a mão que estava no peito e desci para a boceta, impaciente, alisei 2 vezes uma buceta estupidamente molhada, e já enfiei 2 dedos, ela começou a gemer e eu comecei a meter os dedos.
Larguei o peito que estava chupando e agarrei os cabelos, abafei o gemido alto dela com minha língua, percorrendo a boca dela, quando acabei o beijo, puxei o cabelo, ela continuou com a boca aberta e a língua procurando a minha, larguei o cabelo e dei um tapa em sua cara, segurei o rosto e cuspi na boca, ela engoliu e voltou a abrir a boca com a língua para fora, ela sabia bem como me provocar, segurei o cabelo e puxei ela até o canto da cama, dava para ver que ela esperava chupar minha pica, quebrei as expectativas dela colocando ela de barriga para cima, com os peitões bem à vista, ela entendeu a mensagem, colocou o língua para fora, tirei as minhas calças e ao sacar a cueca o pau pulou na sua cara, ela se assustou por reflexo e eu botei o pau na boca dela, ela abriu a garganta, sabia que o papel dela não era chupar, era ser uma boneca, eu apertei bem o pescoço, e fodi a boca dela, tirava as vezes para ela respirar enquanto esfregava a rola na cara dela, aos poucos, sua cara estava uma bagunça completa, mas não importa o quanto fodesse sua boca, não tirava o sorriso idiota, ela estava adorando aquilo, aproveitava enquanto apertava o pescoço para dar tapas fortes nos peitos, ela engasgou algumas vezes sem reclamar nunca, como uma boa cadelinha, eu gozei fundo na garganta dela, senti os jatos na garganta, ela engolindo, quando tirei a pica, só a saliva dela estava lá, ela lambia os beiços e catava as últimas gotas da minha pica, mesmo de cabeça para baixo, virei ela de quatro, os braços amarrados para trás ainda estavam firmes, busquei na brinquedoteca um vibrador, liguei na última velocidade e enfiei na buceta, ela gemeu alto, e reclamou: “eu não vou ganhar pica não, meu dono?
Eu não respondi, só enfiei o vibrador mais fundo fazendo ela gritar, e passei a lamber e chupar o cu dela, pelo jeito que o vibrador entrou, tinha certeza que ao menos uma vez ela tinha gozado enquanto fodia a boca dela, provavelmente nos tapas nos peitos, que eram bem sensíveis, tinha uma regra pessoal, só metia no rabo dela depois de fazer ela gozar, aprendi a duras penas que cu só se come relaxado, então depois de gozar, estava preparando o terreno, busquei na brinquedoteca o lubrificante, passei no rabo, e ela começou a sorrir, dava para ver o sorriso bobo dela, estava de costas, não tinha o que olhar vendada, mas claramente ela sabia o que vinha, enfiei a cabeça da minha pica no cu, ela abriu bem a boca sem exclamar som algum, então comecei a enfiar e tirar a pica, até enfiar tudo, na última enfiada, fiz questão de tirar a pica toda, e enfiar tudo de uma vez, faço isso sempre, ela curte sentir cada centímetro entrando, a cadela que até então estava muda, deu um urro seco, perguntei por que aquele escândalo, já começando a meter:
- Que saudade dessa pica! - Falou sem reação no corpo, completamente mole
- Tá falando dessa no teu rabo? Ou do vibrador? - Falei, provocando
- Meu cuzinho! Meu cuzinho é só seu, meu dono! - Falou mordendo o lençol
- Puta safada! - Falei puxando o cabelo dela para largar o lençol e ela voltou a gemer alto
- Sua! Sua puta! Sua puta! Sua puta!!! - Ela gozou, de novo.
Tirei a pica do cu e vi as pernas tremendo, dava para ver o reflexo do cuzinho fechando, piscando, meti a pica no cu e voltei e meter. Naquela noite, eu comi o cuzinho dela de 4 (com os braços amarrados), botei uma camisinha, comi a boceta dela de frente, virei de lado e comi com uma perna levantada, virei ela de frente mim de novo, coloquei as pernas dela no meu peito, tirei a camisinha, e meti no rabo dela olhando para sua cara, a expressão de prazer e loucura, a venda não permitia que ela me visse, mas eu me deleitei por longos minutos metendo, a enforcando, batendo na sua cara, beliscando os seus peitos, até finalmente largar porra no fundo do cuzinho dela, larguei ela na cama, aumentei o ar-condicionado (para isolamento acústico, nosso AP não tem mais entrada de ar, “brincar” esquenta muito, então usamos ar-condicionado bastante), busquei uma água no frigobar, não ia na cozinha buscar e acabar com a magia, olhei para N deitada na cama, ela ainda estava sorrindo, virei a cabeça dela para cima, ela botou a língua para fora, enchi a boca de água, cuspi na boca dela, ela engoliu, bebi meia garrafa, ela bebeu meia garrafa desse jeito, fui no banheiro, lavei o pau, voltei, sentei na cama, e coloquei ela sentada na minha frente, masturbei ela, enfiei os dedos na buceta dela, ela gemia alto, falando todo tipo de putaria, pedindo para gozar, como sempre, provocava, dizia que ela não merecia, ela confirmava, mas implorava por pica, que tinha saudade, por fim, joguei ela de 4 na cama, e comi a buceta dela, o cuzinho arrombado dela piscava a cada enfiada que eu dava, quando ela finalmente gozou, eu tirei a pica, ela choramingou, devidamente repreendida com um tapa na bunda, os 5 dedos ficaram marcados por uma semana, busquei um plug anal na brinquedoteca, um que tinha um rabinho, botei no rabo dela e voltei a comer a boceta dela, e prossegui comendo ela até umas 2:00h, quando reparei que ela já estava sem energia, já gemia baixo, fiz ela chupar minha pica, dei leite na boca dela, e provoquei uma última vez:
- Escuta bem - falei com um tapa na cara e segurando o rosto
- Diga, meu dono! - Falou ela com um sorriso no rosto, baixo, sem fôlego.
- A próxima que vai ganhar leitinho na boca, é a minha nova cadelinha, até lá, você vai tratar ela muito bem!
- Vou sim, meu dono! - Falou assentindo com a cabeça e engolindo seco.
Eu dei mais um tapa na cara, e tirei a venda, reparei que os olhos estava cheios de lágrimas, provavelmente de quando comi o cu, enxuguei com os dedos. desamarrei os braços e dei um beijo no rosto, e perguntei se ela queria água, ela pediu por favor, eu dei, dessa vez a garrafa, e fui tomar um banho, no meio do banho, ela entrou no box, não havia mais tesão, apenas a cumplicidade de 2 amantes, abraçados embaixo do chuveiro, trocamos juras de amor, nos enxugamos, e mandei ela abrir a porta e buscar meu celular, ela pediu desculpa, disse que achava que não conseguia, mal estava em pé, eu beijei ela, e deixei na cama, fui eu mesmo na sala, busquei meu celular, o dela, e um copo de suco, dei o copo de suco para ela, que me olhava com aquele olhar doce e agradecido, bebeu olhando para mim, a criatura mais fofa era também a mais safada, desbloqueei o chat do Famoso aplicativo de paqueras, busquei o número, adicionei no meu celular, meus dedos correram pela tela: Oi C, tudo bom? R aqui, prazer em conhecer!


ocanil