*PARTE 9* A resistência ainda persiste: mesmo assim, eu sempre senti tua presença antes mesmo de te tocar — o calor discreto, a respiração tranquila, esse jeito de existir perto que já dizia tudo. Entre contos e sonhos, escrever ajuda e, me tocar pensando em Você me motiva... Nossos dedos se encontraram quase por acaso. Não houve sobressalto, só reconhecimento. Um encaixe natural, como se o gesto já tivesse acontecido muitas vezes em outros sonhos. A proximidade trouxe um sorriso contido, daqueles que não precisam ser explicados. Cheguei mais perto. O espaço entre nós diminuiu até virar promessa. Teu perfume misturava calma e desejo, e eu fechei os olhos por um segundo só para sentir melhor. Quando os abri, teu olhar me encontrou com aquela intensidade mansa — não urgente, não faminta, apenas certa. O toque veio devagar. Primeiro um braço, depois as costas, como quem aprende um mapa com carinho. Cada movimento era um acordo silencioso: estamos aqui, é seguro, é nosso. A pele reagia em pequenos arrepios, e a respiração já não era tão regular quanto antes. A gente mal entrou no quarto e ele já foi logo me lambendo e beijando meu pescoço,já me encostou na parede e me apertando. Ali já deu pra eu sentir que ele já tava com o pau bem duro. Nisso ai já fiquei com mais vontade e muito tesao. Ele me beijando e me apertando contra a parede, me lambendo, foi descendo a mão e foi passando a mão na minha bucetinha por cima da calça. Nisso comecei a apalpar o pau dele e já percebi que estava ainda mais duro que da última vez. Uma hora ele abriu minha calça e já colocou a mão na minha buceta por cima da calcinha e falou: “toda molhadinha aí em baixo”…só dei um gemido confirmando e ele afastou ela e meteu o dedo dentro. Não me aguento pra Ele: “Pode vir com força, sem piedade.” Ele nem respondeu. Só avançou, agarrou as nádegas com as duas mãos como se fossem dele por direito, abriu com violência, enfiou o rosto entre elas e deu uma lambida longa e possessiva do cuzinho até a buceta encharcada. Depois se levantou, segurou mru pescoço com uma mão e falou bem perto do ouvido: “Você vai implorar pra eu parar. E eu não vou parar.” E eles sabem.que quando os corpos finalmente se entregaram, não é só prazer — é presença, porque sexo quando é conexão, não é excesso. É vida. Então me jogou de bruços na cama, e a entrada foi lenta só no começo — dois, três centímetros —, depois ele travou os quadris e meteu até o talo num movimento bruto. O grito foi rouco, animalesco. Ele segurou firme e começou a socar de verdade. Cada estocada fazia as nádegas tremerem, a pele ficando vermelha dos tapas que ele dava enquanto metia. “Aguenta, caralho. Você pediu pra ser fodida pelo teu amante como você merece” Puxou o cabelo dela pra trás, obrigando-a a encarar o reflexo: rosto destruído de prazer e dor, boca seca, cu esticado ao redor da rola grossa que entrava e saía sem parar. Ele alternava: socava fundo, parava todo dentro, girava o quadril pra esfregar as veias nela ainda mais fundo e depois metia mais rápido, mais forte, até o som molhado e os tapas ecoarem pelo quarto. Quando terminou, saiu devagar. O cu ficou aberto uns bons segundos, vermelho escuro, inchado, sêmen grosso escorrendo em fios lentos pelas coxas. As nádegas cheias de marcas de dedos, e a satisfação estampada no rosto. Ali não havia pudor. Só vontade.Só entrega. Porque sexo não é só ato: - É tensão. - É domínio e rendição. É sentir-se vivo no corpo do outro! E como ele já dizia: "tem que ser safada"
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.