Olá. Pessoal eu de volta aqui, para contar o primeiro relacionamento que tive, depois da experiência com Sr. Elias, eu continuei fazendo os serviços na casa dele, porém sem tanto contato ele foi ficando mais velho, e então ele teve que se mudar para perto de sua família, fiquei meio triste pois ele era especial, então o tempo foi passando e resolvi que tinha que sair um pouco de casa, pois só fazia as tarefas domesticas, então indo a igreja foi aberto um espaço de cantos para homens, de imediato fui me inscrever, na verdade era um grupo de homens que iriam cantar, eu como estava sem fazer nada resolvi ir no encontro que aconteciam segundas e quinta das 19 as 21 horas, no inicio fui bem arrumado, porém para minha surpresa só tinha homens mais velhos, eu era o único jovem, fiquei chateado, pois achei que encontraria alguém da minha idade, nesse tempo eu estava com 22 anos, então chegando na igreja tive que me apresentar para todos, morrendo de vergonha, porém vendo que eu estava perdido, o Sr. Laurindo veio ao meu lado e foi tentando me ensinar os cânticos e também algumas orações que eles faziam, então o Sr. Laurindo foi me ensinando o que foi aprendido por ele, com isso fui me tornando mais religioso, depois de 3 semanas eu estava mais adaptado com o ambiente, já conhecia a maioria dos homens que iam conversava pouco e voltava sempre de ônibus embora porém um dos encontros o Sr. Laurindo começou a conversar comigo logo após do término do encontro, então saímos da igreja e fomos caminhando no bosque por trás onde sempre tinha um casais namorando, é pouco escuro porém seguro e eu fazia esse caminho sempre para não perder o ônibus que passava no outro lado, no caminho o Sr. Laurindo me revelou que eu estava indo muito bem nas lições dos cânticos, e entramos numa conversa que pouco mais intima ele revelando que estava triste, pois era viúvo, e sentia falta de sua esposa, foi ai que perguntei sua idade que ele revelou estar com 62 anos, e tinha perdido sua esposa com 59 anos, então pegamos o ônibus e fomos conversando pois ele morava no mesmo bairro que eu, e começamos uma boa amizades, depois de 3 meses indo ao grupo de oração e cânticos, se tornamos mais amigos ele já me esperava no terminal do ônibus e voltávamos juntos, porém numa das noites enquanto caminhávamos no bosque ele me revelou que eu parecia sua falecida esposa, nossa na hora tomei um susto enorme e perguntei: Eu: Sr. Laurindo como assim pareço com sua esposa! Ai ele me respondeu: Sr. Laurindo: Não me leve a mal meu amigo, ela era baixinha e gordinha igual você, e mesmo tom de pele! Fique meio assustado com suas palavras, porém até ai eu não via nada demais nele, apesar que ele tinha 62 anos, era um senhor de bigode grosso, meio gordinho, braços grosso e peludos, baixo e usava chapéu, mais parecido com aqueles vovô que aparece em novela da globo, mas um senhor muito gentil, simpático e prestativo, chegamos a trocar whastapp, ele começou a sempre me enviar bom dia, boa noite, algumas figurinhas, então comecei a me sentir atraído por ele, começamos a conversar até tarde, e sempre nos encontrando na igreja, e devagar ele foi ficando mais intimo sempre me abraçando sempre, as vezes ficávamos conversando nos bancos do bosque até mais tarde, então me senti confortável com a situação até que uma vez vezes que voltávamos embora, pegamos o ônibus, estava lotado então eu subi primeiro e ele subiu logo em seguida, passei a roleta e mal conseguia me segurar, achei um espaço muito apertado mas consegui me segurar enquanto o Sr. Laurindo também passava a roleta de repente senti alguém atrás de mim quando olhei para trás era o Sr. Laurindo procurando um espaço no meio daquele tumulto, então ele se posicionou atrás de mim, era impossível ir para trás do ônibus, foi quando senti uma mão na minha cintura, fiquei assustado olhei para baixo era mão do Sr. Laurindo me segurando, ele me vendo que tinha percebido, fala meio baixo: Sr. Laurindo: Vou me segurar em você não consigo alcançar a barra, sou muito baixo! Indagou ele . Apenas virei o rosto ignorando o susto que levei, porém enquanto o ônibus andava comecei a sentir uma coisa grossa no meu traseiro, fiquei atônito e confuso, será que o Sr. Laurindo estava excitado, tive certeza quando ônibus parou e pegou mais gente, pois duas mãos seguravam na minha cintura e me puxavam contra seu membro que parecia explodir, aquilo foi situação única, pois a cada balanço do ônibus ele me posicionava em cima do seu membro, me fazendo fica encaixado em seu corpo, resumindo ele estava me bulinando ou encoxando dentro do coletivo. Quando o ônibus chegou ao terminal foi um alivio, então eu estava apertado e disse a ele que iria no banheiro, ele também precisava ir então entrei e urinei e quando sai fui lavar mão ele ainda estava urinando ele acho que propósito ficou afastado do mictório meio que mostrando parte do seu membro, tomei um susto quando vi, não era muito grande mas era grosso e parecia meia bomba ainda, então disfarcei, e sem dizer nada sai do banheiro, por dentro assustado com o que tinha acontecido no coletivo com o que vi no banheiro. Então pegamos o ônibus que ia para nosso bairro, enfim sentamos pois o veículo estava vazio, então novamente ele começou a falar que sentia falta de uma companhia, quando chegou no ponto da minha casa nos despedimos com um abraço. Quase não dormi pensando que tinha acontecido, confuso, assustado, então por várias noites fiquei pensando nele enquanto ia dormir, no dia do encontro na igreja, eu estava ansioso então sem pensar muito, tomei um belo banho, coloquei uma calcinha branca, coloquei uma calcinha jeans apertada, e levei numa sacola uma calça legging, resolvi que tinha que tirar a certeza que o Sr. Laurindo estaria mesmo afim, peguei o ônibus das 18:00 no ponto perto de casa, não estava cheio, então chegando ao terminal corri ao banheiro e troquei de calça coloquei a Jeans na sacola e decidi colocar a legging, nunca tinha saído desse jeito, porém como tinha colocado uma camiseta mais comprida não ficava destacando nada, no terminal como de costume encontrei o Sr. Laurindo que me vendo veio rapidamente em minha direção me cumprimentando e me abraçando. o ônibus que chegou no terminal que passava na igreja já estava lotado, então logo que entrei mal consegui passar na roleta e fiquei posicionado próximo a uma das poltronas do coletivo, logo que o ônibus começou a andar senti alguém quase me empurrando pra frente , quando olhei era o Sr. Laurindo já com as mãos na minha cintura, e com tanta gente no ônibus ele ficou colado em mim, conforme ônibus andava ele ia se ajeitando até uma hora senti ele ajeitar seu pênis no meio do meu traseiro, como eu estava de legging não tinha evitar, suas mãos na minha cintura o seguravam deixando totalmente encaixado, aquilo era torturante durante 20 minutos ele me apertava contra seu corpo, descendo do ônibus ele conversou comigo como se nada tive acontecido entramos na igreja e sentei nos últimos lugares, como ele que dava a lição ele foi a frente de todos os outros lecionar, durante todo o encontro nada ocorreu fiquei na minha nos últimos lugares, alguns velhos que estavam lá me olhavam e teve um dele que até me chamou para sentar ao seu lado, porém até me aproximei e sentei perto mas não ao lado. Então ao terminar, sai da igreja primeiro, com receio que alguém percebesse a legging que usava pois como estava de calcinha branca com certeza se não fosse a camiseta meio comprida alguém poderia perceber. Então como sempre fazia, esperei o Sr. Laurindo no portão da igreja, ele parecia meio apressado que mal se despediu das pessoas, então veio em minha direção, saímos conversando, quando demos a volta na igreja que chegamos no bosque, ele começou a novamente falar sobre sua esposa, de volta falava que sentia falta dela que se sentia sozinho, então encontramos vários casais namorando deitados na grama, outros conversando, então no caminho, ele pediu para sentarmos pois ele estava quase chorando, caminhamos e encontramos um espaço mais escuro perto de alguns arbustos e longe do caminho, sentamos ele iniciou sua história com sua esposa de repente ele começa uma conversa estranha: Sr. Laurindo: Sabe meu amiguinho, você pode achar estranho mais acho você parecido com minha esposa, desculpe falar isso, mas tudo em você lembra ela! Eu: Eu entendo Sr. Laurindo, mas vai passar, o Senhor tem vários amigo, e poderá até conhecer outra pessoa. Sr. Laurindo: Eu sei meu amiguinho, mas vai ser difícil, acho que não consigo superar e agora que conheci você vai ser mais difícil, pois ela tinha as mesma característica de quando a conheci. Nisso deitamos de frente pro outro apoiado pelo cotovelo na grama, ele quase chorando apenas dizia: Sr. Laurindo: Peço desculpa pela comparação, mas não consegui evitar, sua cor de pele, seu jeito! Nisso sua mão tocou minha cintura, ele continuou falando e já iniciando o choro: Sr. Laurindo: Até sua roupa me lembra ela, minha Nega sinto tanto a falta dela! Num pequeno movimento sua entrou por dentro da minha camisa, tocando minha pele na cintura, senti um enorme arrepio pois sua mão grossa foi me puxando para perto dele se rosto foi aconchegando e vagarosamente ele foi levantando minha camiseta nisso sem nenhum pudor ele me abraça, eu me assusto e falo: Eu: Sr. Laurindo que pensa que está fazendo! Sr. Laurindo: Venha cá minha Nega, eu preciso de você mais que tudo, sinto tanto sua falta! Nisso ele abre sua boca, e sem dizer nada abocanha meu seio, sua mão me segurando forte pela cintura, na hora cheguei a dar um pulo mas ele fortemente me segurou me fazendo ir mais perto dele deixando nossos corpos encostarem, nisso eu realmente fico assustado e falo quase gemendo: Eu: Aaaaiiii Sr. Laurindo não sou sua esposa, aaaaiii, alguém pode nos ver, o que o senhor está fazendo? Sr. Laurindo: Aii Nega, quanta saudades, adoro seu cheiro, adoro sua pele venha me fazer feliz nega! Eu: aaaiiiii Sr. Laurindo, já disse não sou sua esposa, aaaiii não me chupa assim aaaiii seu Laurindo! Sr. Laurindo: "Não me chama pelo nome, me chame de papai, minha nega gostosa, que saudades que eu tava desse peito gostoso, venha cá com seu marido minha nega!" Nisso sua mão já estava passando em minhas costas, nessa hora meu receio passou ele realmente pensava que era sua falecida esposa, nesse momento ele chupava meio seio dando pequena mordidinhas, sua língua estava quente e rodeava nos biquinhos, já sua outra mão baixou o zíper de sua calça soltando seu pênis para cima. Sr. Laurindo: "Venha cá minha Nega, faz aquela massagem que só você sabe!" Nisso ele se deixa de barriga pra cima, e guia minha mão em direção ao seu pênis, e novamente ele volta a me chupar com mais fervor, eu já perdendo a consciência quase toco no seu membro e inicio uma masturbação no seu pênis ereto pra cima enquanto ele me chupa os seios deitado. Eu: aaaii seu Laurindo, que língua quente o senhor tem, uuuiii não morde, aaii não pode fazer isso aqui! Nisso a mão que me abraçava já entra por dentro da legging revelando que estava de calcinha. Sr. Laurindo: Já mandei você me chamar de papai, minha nega safada, esqueceu já! Ele diz isso sorrindo e apertando minha bunda, iniciando uma leve massagem em meu ânus. Eu: "aaii papai, olha que você esta fazendo, seu Laurindo,,, uuii papai, alguém vai ver a gente! Sr. Laurindo: Vem minha nega, faz massagem no papai, que peito saboroso! Nisso ele baixou a legging revelando a calcinha branca que estava por baixo, nessa hora fiquei com medo, apesar de estamos atrás de uns arbusto poderia passar alguém ali perto, porém nisso eu larguei o seu membro, e me sentei afim de colocar a calça novamente, porém ele me segurou pelo braço, e me levantou junto com ele quando ele viu a calcinha branca, me pegou pela cintura, e me puxou junto ao seu corpo, sem se conter, pegou seu membro hiper duro e colocou entre minhas pernas, nisso ele começou a me chupar o pescoço, suas mãos apertaram meu traseiro fazendo a calcinha entra toda, eu sem me conter apenas falo: Eu: aaaaiiii seu Laurindo não faça isso,uuiii seu safado! o sr. Laurindo ouvindo que lhe chamei pelo nome, da uma baita tapa na minha bunda, eu apenas retruco: Eu: aaaiii papai, não faz isso! Nisso, ele continuou me abraçando, e me apertando, ele mesmo me olhando continuava a me chamar de Nega, aquilo já tinha passado dos limites. Então ele me vira de costa pra ele, quando consigo me soltar para pegar minha roupa ele me puxa novamente contra seu corpo, e começa a me beijar minha nuca, suas mãos seguram meus seios, e minha barriga como me prendesse pra não fugir então ele solta meu seio, pega no seu pênis e coloca entre meu traseiro e começa a esfregar, eu apenas solto um gemido: Eu: aaaaiiii papai, que gostoso, , cuidado paizinho alguém pode nos ver, uuuuiiiii não faz isso paizinho! Sr. Laurindo: "aaiii minha nega que saudades que eu tava, vai gemer na rola do papai, geme, que bunda gostosa que você tem." Nisso seu pênis na estava esfregando na minha argolinha, apenas a calcinha estava tampando, então, ele solta e sei dizer nada abaixa minha calcinha, e me ajoelha no chão fazendo eu encostar a roto e o peitos no gramado. Neste ponto não teve jeito, eu já estava entregue ao Sr. Laurindo de calcinha no meio da coxa e com a bunda empinada, então ele se ajoelha atrás de mim e sem esperar cai de língua no meu cuzinho: Eu: uuuuuiii papai, que gostoso, lambe a sua nega lambe,aaaiii qu língua, hummmmm! Sr. Laurindo: hummm minha nega que bunda gostosa, que saudades que eu senti de você! Este momento sua boca explora toda minha argolinha, sinto sua língua entrando toda no meu bumbum, então ele para de me chupar, eu continuo de bunda pra cima, ele chega mais perto e vagarosamente sinto seu pênis, ele estava esfregando seu membro no meu traseiro quando de repente, sinto meu cuzinho de abrir e receber aquele mastro, apenas gemo: Eu: aaaaiiii seu Laurindo que delicia de pinto! Quando ele encosta de virilha no meio do meu traseiro ele fala: SR. Laurindo: aai minha nega que bunda gostosa, senti muito sua falta! Nisso ele se curvou e foi me beijando as costas até a nuca, senti um arrepio enorme praticamente grudados ele me beijando a nuca, me senti realmente a nega que ele tanto me chamava, então me deixei levar, aquele macho já estava dentro de mim, comecei a gemer quando ele fazia pequenos movimentos com a cintura fazendo seu pênis entrar mais ainda. Então, ele se levanta atrás de mim, e sem tirar seu mastro, ele me ergue fazendo meu traseiro ficar sem suas pernas, agora estávamos de joelho, ele continuava me beijando a nuca, me segurando pela barriga hora me passando as mãos no meus seios, nessa posição não tive muita chance, meu traseiro ficou na reta do seu pênis, ele me puxou e eu senti meu ânus se dilatando, e novamente seu pênis me invadindo e vagarosamente fomos ficando grudados, nossos corpos estavam unidos, seu pelos corporais me provocavam arrepios, suas mãos e sua boca no meu corpo eram divinos, então senti ele empurrar o quadril fazendo sua espada adentrar ainda mais no meu corpo. Eu: "aaaaiii seu Laurindo, está entrando todo". Sr. Laurindo: haaa Minha nega gostosa, estava com saudades do seu macho, se lembra que sempre te enrabava na beirada do rio sua safada. Nisso ele me deu um tapa na bunda por lhe chamar pelo nome e disse: Sr. Laurindo: " Já disse que pra você é papaizinho, nega! Ele dizia isso já alojando seu membro dentro de minhas carne anais, eu já não tinha como conter gemi a cada movimento do seu quadril, me fazendo subir e descer no seu pênis. Após alguns movimentos até pela sua idade, ele decidiu mudarmos de posição, então eu me tirou toda roupa enquanto me deitava em cima de sua camisa na grama, ele foi tirando sua calça completamente, revelando uma grande ereção, depois de despirmos ele se ajoelhou entre minhas pernas e apenas falou: Sr. Laurindo: Agora você vai se lembrar da minha piroca,nega! Nisso ele começou a esfregar sua glande no meu traseiro, sua chapeleta estava molhada, ele passava devagar, em proporcionando vários espasmos, nisso ele falava: Sr. Laurindo: Isso nega, abre as perninhas pro seu marido! Essas palavras mais ansioso ainda, a cada passada eu começava a erguer as pernas, porém num breve momento que ele parou, senti uma dor mais intensa, era a cabeça do seu pênis que tinha entrado em mim, nisso ele ergueu seu tronco e foi deitando sobre mim, eu só tive tempo de gemer: Eu: aaaiiii seu Laurindo, que piroca grossa! Sr. Laurindo: Sinta a piroca do seu maridinho entrando minha nega. Então, ele foi descendo , quando nossos corpos encostaram ele começou a chupar meus seios, enquanto seu pênis entrada devagar e saia, ele estava em meios das minhas pernas, como papai e mamãe, enquanto ele arrancava gemidos meus ele afundava seu membro para dentro até encostar seus culhões no meu traseiro, porém enquanto eu quase me desfalecia, abri o olho e vi um casal bem próximo que nos olhava, eu me assustei, bati rapidamente na costa do seu Laurindo: Eu: Sr. Laurindo tem gente aqui, tem gente aqui, temos que ir embora! o sr. Laurindo se ergueu o tronco porém sem tirar o pênis de dentro apenas disse a eles: Sr. Laurindo: "O que vocês estão olhando, nunca viram o casal transando seus curiosos, querem ver se o pinto está dentro dela, hein!" Nisso quando percebi que estava nos olhando eu peguei minha camiseta e coloquei em cima do meu rosto para não me reconhecerem pois não sabia quem era. Então me surpreendi enquanto ele falava isso com casal ele me fala: Sr. Laurindo: "Vai nega fala pra eles, meu pinto está dentro de você fala!" Nisso ele me bate na bunda, eu respondo: Eu: "Sim papai você colocou tudo!" Falei isso com a toalha em cima do rosto virando para o lado oposto que o casal estava. Sr. Laurindo: Fala nega, ta muito grosso, a cabeça é grossa, fala nega! Eu: "Sim papai, é muito grossa papai!" Sr. Laurindo: "Fala nega está gostando? Fala para esses curiosos!" Fiquei em silêncio alguns segundos, porém ele vendo que não respondia, eu uma estocada mais forte, que cheguei ver estrelas, e disse: Sr. Laurindo: " Vai nega fala ta gostando?! Eu: aaaaiii papaiii, não faz assim, ta gostoso sim, aaaiii! Enquanto eu respondia, ele começou a mexer seu pênis dentro de mim, e falou para o casal: sr. Laurindo: Vão embora, vocês não perderam nada aqui! Nisso, ele baixa seu tronco novamente, se deitando sobre mim, e inicial uma estocadas de leve fazendo meus seios pulares em sua boca, eu sem temer nada mais começo a gemer: Eu: "Aaaai que gostoso, paizinho, que pinto grossão você tem, vem meu maridinho, coloca tudo!" E assim ele foi me transformando em sua esposa, eu estava ali com aquele senhor no meio de minhas pernas, com seu pênis dentro de mim, minha pernas já estavam flexionadas facilitando sua investida, o casal foi indo embora, e o Sr. Laurindo se ergue novamente e diz: Sr. Laurindo: "Pode tirar a camiseta do rosto nega, eles estão indo embora!" Eu tiro a camiseta do meu rosto e vejo finalmente seu rosto e peito cabeludo, enquanto ele olhava pro lado vendo se o casal indo embora, ele segurando minha pernas com seu membro todo dentro. Sem resistir, eu começo a passar a mão no seu peito cabeludo e forte, desço a mão até sua barriga percebo seu corpo colado no meu, provavelmente aquele velho fazia tempo que não tinha relações, pois sentia a quentura e dor ao mesmo tempo, aquele velho estava me possuindo, então ele percebendo que estava tranquilo, começou a mexer seu pênis enquanto passava a mão em seu peito sua barba, eu novamente gemia: Eu: "Aaaai seu Laurindo que delicia, que pauzão que você tem!" Sr. Laurindo: "Já disse para me chamar de papai,nega!" Ele ouvindo que o chamei pelo nome desce o tronco me chupando os seios e agora penetrando mais forte me fazendo gemer mais ainda e apenas falando: Sr. Laurindo: "Isso nega geme no meu pau, hora de lembrar como é ser emprenhada!" Eu: "aaaai paizinho, isso emprenha gostoso sua esposa!" Nisso ele começa a mexer mais rápido, seu corpo suava neste ponto, eu começo a gemer mais de repente sinto uma quentura dentro de mim e um gemido forte dele, finalmente ele ejaculado dentro e ele falando: Sr. Laurindo: "Isso, isso, vai nega, deixa o paizinho leitar, deixa, aaaiiii que bunda gostosa!" Ele dizia isso enquanto o primeiros jatos já estavam saindo do seu membro, me inundando por dentro, enquanto ele ejaculava ele se ergueu segurando minhas pernas com seu corpo no meio, eu voltei passava a mão em seu peito agora suado, enquanto recebia as últimas carga do seu sémen que ele descarregava dentro de mim, nesse momento me sentia sua esposa, então ele deu os últimos gemidos deixando seu pênis dentro de mim mais alguns instantes, e vagarosamente foi tirando, enquanto saía ele deitou em cima de mim novamente e me deu um beijo no pescoço enquanto seu membro já saía todo molhado, deixei ele deitado em cima de mim por alguns minutos senti seu membro já mole em minhas nádegas e seu corpo suado, então ele se levanta demonstrando cansaço, seu pênis estava com a glande bem inchada, e ele recoloca a roupa, e eu também me levanto, colocando minhas vestes então, ele vendo que coloquei a calcinha com a legging, me dá um tapa na bunda, falando: Sr. Laurindo: você está muito gostosa, nega! Eu com vergonha nada falo, então saímos do arbusto e fomos ao ponto, tivemos que esperar o ônibus se nesse meio tempo perdemos depois de uns 20 minutos aguardando passou o próximo, cheio como sempre então, assim que entrei ele veio atrás de mim, mas dessa vez ele se fixa no meu traseiro me encoxando na frente de todo mundo me segurando na barriga, quando eu me assusto com seu gesto ele chega no meu ouvido e fala: Sr. Laurindo: "Agora você é minha esposa, e vou fazer de tudo para lhe agradar!" Disse isso me apertando sem receio de alguém falar algo, nisso começamos um breve romance, onde me tornei sua esposa.
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