Dei muito na Dark Room

A noite estava sufocante, o ar úmido grudando na pele antes mesmo de entrarmos. Meu amigo Lucas me arrastou pela mão até a porta lateral do galpão abandonado que servia de casa praquela festa underground. Ele já conhecia o lugar, eu não. “Relaxa, vai ser intenso, mas você vai amar”, ele disse com aquele sorriso safado enquanto o segurança — um negão de quase dois metros, tatuagens subindo pelo pescoço — nos liberava com um aceno lento, os olhos fixos na minha bunda marcada pela calça jeans justa.

Lá dentro, o som era grave, quase hipnótico, batendo no peito como um segundo coração. O corredor escuro cheirava a cigarro, poppers e sexo cru. Lucas me levou direto pra dark room principal. Quando a cortina preta se abriu, o calor me acertou como um tapa. Luz vermelha baixa, sombras se movendo, gemidos abafados misturados com respirações pesadas. No centro, um colchão king size jogado no chão, coberto por lençol de borracha preta já brilhando de suor e fluidos. Ao redor, uns bancos baixos, correntes penduradas no teto, ganchos nas paredes.

Lucas me empurrou de leve pro meio.

“Ele é o novato. Pode usar.”

Nove caras já estavam ali, esperando. Não eram adolescentes magrinhos; eram homens feitos: musculosos, barrigudos, tatuados, carecas, barbudos, de todas as idades entre 30 e 50. Paus duros pra caralho, alguns já melados de pré-gozo. Eu senti o pau pulsar dentro da calça só de olhar.

Tirei a regata devagar, sentindo os olhares. Depois a calça, ficando só de jockstrap preto. Alguém assobiou baixo. Outro já veio por trás, mãos grandes agarrando minha cintura, me puxando contra um peito peludo e quente. Dedos grossos entraram na minha boca, me fazendo chupar enquanto outro cara abaixava meu jock até os joelhos.

O primeiro a me pegar foi um cara alto, barba cheia, pau grosso e veioso. Ele se sentou no colchão, pernas abertas, e me puxou pro colo dele. “Senta, vai.” Eu obedeci. Desci devagar, sentindo a cabeça abrir caminho, o pau esticando minha entrada até queimar gostoso. Quando cheguei no fundo, soltei um gemido rouco que ecoou. Ele segurou meus quadris e começou a me fazer quicar, forte, ritmado.

Enquanto eu subia e descia, outro se ajoelhou na minha frente e enfiou o pau na minha boca. Era comprido, batia no céu da boca. Eu chupei com vontade, babando, enquanto o de baixo metia fundo. Logo um terceiro veio por trás. Ele cuspiu na mão, esfregou no meu cuzinho já ocupado e forçou a entrada ao lado do primeiro. Dois paus me abrindo ao mesmo tempo. A dor foi aguda, deliciosa, me fez arquear as costas e gemer alto no pau que estava na minha garganta.

“Olha como ele aguenta”, alguém riu.

Eles começaram a se alternar: um socava enquanto o outro saía um pouco, depois trocavam. Meu corpo tremia, suor escorrendo pelas costas, pelas coxas. Gozei sem encostar no pau, jorrando no peito do cara de baixo. Ele grunhiu de prazer e apertou meus mamilos com força.

Mais dois se aproximaram. Um deles trouxe uma coleira de couro preto com argola de metal. Ele passou no meu pescoço, apertou até ficar justo, depois prendeu uma guia longa. “Agora você é nosso cachorrinho.” Puxou a guia com força, me obrigando a arquear o pescoço pra trás enquanto continuava sentado nos dois paus. Outro cara segurou a guia do outro lado, puxando na direção oposta, me mantendo no lugar como se eu fosse um brinquedo. Eles me foderam assim, puxando a coleira pra frente e pra trás, me fazendo quicar mais rápido, mais fundo. Cada puxada fazia a coleira apertar meu pescoço, cortando o ar só o suficiente pra deixar tudo mais intenso.

Os outros cinco foram se revezando. Um gozou na minha boca, segurando minha cabeça com as duas mãos, enfiando até o talo e jorrando direto na garganta. Eu engasguei, tossi, mas ele não tirou até terminar. Outro veio logo depois, puxou meu cabelo com violência, segurou minha cabeça no lugar e gozou fundo, me obrigando a engolir cada gota. “Engole tudo, puto.” Quando saía, batia o pau babado na minha cara, deixando fios de porra grudados no meu rosto.

Mais um entrou no meu cu junto com os dois que já estavam lá — três paus forçando espaço. Não cabia inteiro, mas eles empurravam mesmo assim, esfregando, abrindo, me deixando aberto como nunca. Eu gritava abafado no pau que estava na minha boca, o corpo inteiro tremendo. Gozei de novo, dessa vez sem nem sentir o orgasmo chegar, só jorrando enquanto eles riam e metiam mais forte.

Um por um, eles gozaram. Dentro de mim, na minha cara, no meu peito, nas minhas costas. O sêmen escorria pelas coxas, pingava no colchão, misturava com o meu suor. Minha coleira estava melada, o couro escorregadio. Alguém puxava a guia de vez em quando só pra me lembrar que eu não mandava em nada.

Quando o nono terminou — um cara mais velho, barrigudo, que meteu devagar mas fundo, gozando dentro de mim com um grunhido longo —, eu desabei de lado no colchão. Corpo nu, destruído, cu latejando e escorrendo porra, rosto coberto, cabelo grudado, coleira ainda no pescoço. Lucas tinha desaparecido fazia tempo.

Alguém me ajudou a levantar. Me levou pelo corredor até o estacionamento. Lá fora, o ar frio bateu na pele suada e melada. Um SUV preto estava com as portas abertas. Três caras esperavam: o dono do carro — alto, camisa social desabotoada, barba rala, olhar de predador —, o segurança da entrada (o mesmo negão de dois metros) e um terceiro, mais magro, mas com pau visivelmente grosso marcando a calça.

“Entra, cadelinha.”

Eu entrei nu, de quatro no banco de trás. A coleira ainda pendurada no pescoço. O dono do carro entrou primeiro, abriu a calça e me puxou pela guia até meu rosto ficar no colo dele. Enfiou o pau na minha boca enquanto o segurança entrava pelo outro lado e se posicionava atrás de mim. O terceiro ficou na frente, ajoelhado no banco, pau na mão, esperando a vez.

O dono do carro segurou a guia com força, puxando minha cabeça pra baixo enquanto socava minha garganta sem dó. Cada estocada batia no fundo, me fazendo engasgar, lágrimas escorrendo. Ao mesmo tempo, o segurança cuspiu na mão, esfregou no meu cu já aberto e melado e meteu de uma vez, inteiro. O pau dele era grosso pra caralho, esticava tudo de novo. Ele segurou meus quadris com as duas mãos enormes e começou a socar com força bruta, o som da pele batendo ecoando dentro do carro.

O terceiro não esperou. Ele se inclinou, segurou minha cabeça pelo cabelo (a coleira ajudando) e enfiou o pau junto com o do dono do carro. Dois paus na minha boca ao mesmo tempo. Eles se revezavam: um entrava fundo enquanto o outro saía um pouco, depois trocavam. Eu babava, engasgava, tossia, mas eles não paravam. A guia era puxada sem parar, me obrigando a manter o pescoço arqueado, a boca aberta.

No cu, o segurança metia com uma força animal, cada estocada me jogando pra frente, fazendo os dois paus da boca entrarem mais fundo. Ele grunhia baixo, mãos apertando minha cintura, unhas cravando na pele. “Toma, seu puto, aguenta.”

Eles trocaram de posição. O segurança saiu, o terceiro foi pro meu cu e meteu com força, socando rápido, curto e violento. O dono do carro se posicionou atrás dele e — sem aviso — forçou a entrada junto. Dois paus enormes no meu cu de novo, abrindo tudo, esticando até o limite. Eu gritei abafado, o corpo tremendo inteiro, mas a boca estava ocupada pelo segurança, que agora metia na minha garganta com a mesma brutalidade.

Eles foderam assim por longos minutos. Trocando, socando, puxando a coleira, batendo na minha bunda, apertando meus mamilos. O carro balançava com os movimentos. O vidro embaçava. O cheiro de sexo, suor e porra enchia tudo.

O primeiro a gozar foi o dono do carro. Ele segurou meus quadris com força, socou fundo umas últimas vezes e gozou dentro de mim, jorrando quente, grosso, enchendo tudo. Quando saiu, o sêmen escorreu pelas minhas coxas. O terceiro continuou metendo no cu, usando a porra como lubrificante, socando mais forte ainda.

O segurança gozou na minha garganta. Puxou a coleira com violência, enfiou até o talo e jorrou direto no fundo, me obrigando a engolir enquanto eu tossia e engasgava. Ele saiu batendo o pau na minha cara, deixando mais porra grudada.

O terceiro foi o último. Ele me virou de costas, me fez sentar no colo dele no banco, pau ainda duro. Segurou meus ombros e me fez quicar com força, enquanto o dono do carro e o segurança se revezavam na minha boca. Ele gozou por último, fundo dentro de mim, grunhindo alto, me enchendo mais uma vez.

Quando terminaram, eu estava largado no banco, nu, melado de porra por todo lado, coleira pendurada, cu escorrendo, garganta inchada, corpo tremendo. Eles riram baixo, acenderam um cigarro, o carro ainda parado no estacionamento escuro.

O dono do carro olhou pra mim pelo retrovisor.

“Quer ir pra casa assim, ou quer mais uma rodada?”

Eu só sorri, rouco, destruído, satisfeito.

“Mais uma.”


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Comentários


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henriquebenson Comentou em 11/02/2026

Que tesão de conto. Dark room sempre dá pra aproveitar vários machos. Eu adoro, e o meu máximo foram 5 leitadas numa noite.




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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico sedutorrj

Nome do conto:
Dei muito na Dark Room

Codigo do conto:
254384

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
10/02/2026

Quant.de Votos:
5

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