Era uma manhã cinzenta e chuvosa no centro do Rio de Janeiro, o tipo de dia em que as ruas viram rios improvisados e o trânsito se transforma em um caos ensurdecedor. Eu, Alex, um jovem de 25 anos recém-formado em administração, caminhava apressado pela Avenida Rio Branco, o guarda-chuva lutando contra o vento forte que ameaçava virá-lo do avesso. Meu terno barato estava encharcado nas bordas, e eu sentia o frio penetrar até os ossos. Estava desesperado por um emprego. As contas se acumulavam no meu apartamento apertado em Copacabana, o aluguel atrasado há duas semanas, e as entrevistas anteriores haviam sido um fracasso total — respostas vagas, currículos ignorados. Essa vaga na consultoria financeira "Elite Advisors" era minha última esperança. Eu havia mandado o CV por impulso, sem esperar uma resposta tão rápida.
Cheguei ao prédio moderno de vidro fumê, o saguão elegante contrastando com minha aparência desgrenhada. A recepcionista, uma mulher de meia-idade com um sorriso profissional, me guiou até o elevador e para o 15º andar. "O senhor Marcus o espera na sala de reuniões 3", disse ela, apontando o corredor. Meu coração batia acelerado. Marcus Blackwood, o CEO, era uma lenda no setor: um homem que construíra a empresa do zero, conhecido por sua astúcia nos negócios e por uma reputação de ser implacável com concorrentes. Eu havia pesquisado sobre ele na noite anterior — fotos online mostravam um cara de uns 40 anos, alto e musculoso, com traços angulares, olhos verde-escuros penetrantes e uma barba bem aparada que lhe dava um ar de predador urbano. Ele era solteiro, ou pelo menos nunca mencionado em artigos com uma parceira, e havia rumores sussurrados em fóruns de que ele tinha "preferências particulares" nos relacionamentos.
Entrei na sala de reuniões, o ar condicionado gelado me fazendo tremer. Marcus estava sentado à cabeceira da mesa longa de mogno, folheando papéis com uma concentração intensa. Ele ergueu os olhos quando me aproximei, e por um momento, o tempo parou. Seus olhos vagaram pelo meu corpo de forma descarada, demorando no meu peito sob a camisa úmida, descendo pelas minhas pernas. Eu me senti exposto, como se ele estivesse me despindo com o olhar. Mas algo nele me atraía — uma energia magnética, uma confiança que me deixava inquieto e excitado ao mesmo tempo.
"Sente-se, Alex", disse ele, voz grave e autoritária, com um leve sotaque que eu não conseguia identificar. Apertei sua mão — forte, calejada, como se ele malhasse pesado além dos negócios. Começamos a entrevista: perguntas sobre minha formação na UFRJ, experiência em estágios de análise financeira, por que eu queria trabalhar ali. Respondi com confiança, citando projetos onde identifiquei riscos em investimentos e ajudei a otimizar portfólios. Mas ao longo da conversa, seus olhos não paravam de desviar. Ele se inclinava para frente, o colarinho da camisa aberto revelando um peito peludo e definido.
"Você tem um currículo impressionante para alguém tão jovem, Alex", comentou ele, o tom mudando para algo mais baixo, mais íntimo, com um sorriso sutil que fazia seus olhos brilharem. "Mas diga-me... o que você estaria disposto a fazer para garantir esse cargo? Porque aqui na Elite Advisors, nós valorizamos dedicação total. Corpo e alma, se necessário."
Eu pisquei, surpreso com a insinuação velada, mas algo no jeito dele me fez engolir em seco. "Eu... eu faria o que for preciso, senhor Marcus. Estou disposto a me entregar completamente ao trabalho."
Ele riu baixo, um som rouco e provocador que ecoou na sala vazia. "Se entregar completamente? Gosto disso. Vamos testar essa dedicação, então." Antes que eu pudesse processar, ele se levantou, trancando a porta da sala com um clique suave que soou como um ponto final. O som ecoou no meu peito. "Aqui, agora, vamos ver se você aguenta a pressão real de trabalhar comigo. Porque eu não contrato qualquer um... eu contrato quem me obedece, quem me satisfaz."
Ele me pressionou contra a mesa, o corpo dele colado no meu, cheiro de colônia cara e suor masculino invadindo minhas narinas. Suas mãos fortes abriram minha camisa devagar, botões voando um a um, expondo meu peito liso e trêmulo. "Olha só pra você... pele macia, corpo jovem e ansioso. Você tá tremendo, Alex? É de medo... ou de tesão?" Sua boca devorou a minha em um beijo faminto, língua forçando passagem, explorando com urgência, mordendo meu lábio inferior até eu gemer. "Isso... geme pra mim. Mostra que você quer isso tanto quanto eu."
Em minutos, ele me virou de costas, me inclinando sobre a mesa fria de mogno. Papéis voaram para o chão. "De joelhos, agora", ordenou, mão na minha nuca guiando com firmeza. Eu obedeci, caindo no piso acarpetado, o pau grosso e latejante dele saltando para fora da braguilha aberta — veias pulsantes, cabeça vermelha e inchada, cheiro almiscarado de homem excitado. "Chupa, Alex. Chupa como se sua vida dependesse disso. Porque depende. Se você me agradar, o emprego é seu... e muito mais."
Eu obedeci, boca abrindo para engolir o quanto podia, língua rodando a glande salgada, gemendo baixo enquanto ele fodia minha garganta com movimentos curtos e controlados. "Boa garoto... assim... toma tudo. Engole até o fundo, sua boca é perfeita pra isso. Você nasceu pra chupar pau de chefe, não é?" Ele grunhia, mão apertando minha nuca, forçando mais profundo até eu engasgar, lágrimas escorrendo pelos olhos.
Ele me ergueu depois, me inclinando sobre a mesa fria de mogno. Papéis voaram. Cuspiu na mão, passou no pau e me penetrou devagar no começo, mas acelerando até o fundo. "Ah, porra... você é apertado como uma virgem. Sente isso? Meu pau te abrindo inteiro. Grita pra mim, Alex. Grita que você quer mais." A dor inicial se misturou a um prazer avassalador — cada estocada profunda, batendo na próstata, me fazendo arfar e gemer alto. "Você é meu agora. Meu brinquedo, minha puta particular. Toda vez que eu quiser, você abre as pernas. Entendeu? Diz sim, senhor."
"Sim... sim, senhor", gemi, o corpo tremendo de prazer. Ele me fodeu ali mesmo, sobre a mesa, com uma intensidade que me deixou gemendo alto. "Você é meu agora", murmurou ele enquanto gozava dentro de mim, jatos quentes pulsando fundo. "Meu e só meu." Saí dali com o emprego – e com uma nova dependência.
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