Bar do Zé, Nossa cara metade. Toda sexta a gente ia, eu e Rosinha. Cerveja gelada, música ao vivo, aquela energia boa de fim de semana começando.
Ela tava um absurdo. Vestido preto, colado, daqueles bem curtos. Decote generoso, e sem calcinha para dar aquela provocada. Ela nunca usa quando sai comigo. Só o vestido. E o salto. Cabelo solto, batom vermelho que ela passou na frente do espelho me olhando pelo reflexo, devagar, mordendo o lábio depois, ali já começava a provocação.
A gente tava sentado numa mesa perto do palco, um violãozinho sertanejo de fundo. Ela de perna cruzada, o vestido subindo um pouco na coxa. Eu via os outros homens olhando. Uns mais disfarçados, outros nem tanto. Ela fingia que não via. Mas eu conhecia aquele sorrisinho.
Ela adorava, e eu tbm, já imaginava muita coisa
Foi quando o cara sentou no balcão. Sozinho. De social, manga dobrada, barba por fazer. Tipo daquele homem que já passou dos trinta e aprendeu a usar isso a favor. Ele pediu um uísque, virou de uma vez, pediu outro. Parecia distraído, mas não era. Eu percebi. Ele olhava pra ela.
Rosinha pegou meu copo, deu um gole da minha cerveja. Lábios vermelhos marcando o vidro.
— Aquele ali não para de me olhar — ela disse baixinho, sem virar o rosto.
— Eu vi.
— Você gosta?
— Você gosta?
Ela sorriu. Mordeu o lábio de novo. Meu coração acelerou.
— Convida — ela disse.
A voz dela saiu firme, mas eu senti a mão dela tremer na minha perna. Ela também tava nervosa. Era a primeira vez num lugar público. Primeira vez que a gente escolhia alguém sem planejar, sem app, sem meses de conversa. Só… acontecendo.
Levantei. Fui até o balcão. Me apresentei. Ele se chamava Walter. Advogado. Separado. Olhou pra trás, pra mesa, viu Rosinha me observando, as pernas cruzadas, o vestido subindo mais um pouco.
— Minha esposa — eu disse. — A gente… a gente gostou de você.
Ele piscou, processando.
— Gostou como?
— Gosta de companhia pra noite.
Ele sorriu. Pagou a conta. E veio.
Conversa solta no começo. Ele era inteligente, tranquilo, sem aquela pressa de caçador. Olhava pra Rosinha com vontade, mas respeitava o espaço. A música embalava. Ela ria das piadas dele, encostava o ombro no meu. O vestido subia, ela ajeitava, subia de novo. Provocação pura, ali já dava pra ver os pelinhos dessa bela bucetinha
Em algum momento, a mão dela pousou na coxa dele.
Foi um toque leve, quase acidental. Não foi. Eu vi. Ela olhou pra mim, confirmando. Eu acenei com o olhar.
Ele entendeu. A mão dele encontrou a dela, ali já não tinha mais como disfarçar o que ia acontecer
— Vocês são diferentes — ele disse, baixinho. — Nunca vi um casal assim.
— A gente gosta de coisas diferentes — Rosinha respondeu. Olhou pra ele, depois pra mim. — A gente gosta de compartilhar.
Não deu mais pra ficar no bar. Pedi a conta, paguei. O Walter chamou um Uber. Rosinha entrou no meio, eu de um lado, ele do outro. Durante o trajeto, a mão dela ficou na minha perna. A outra, na perna dele.
No apartamento, a luz do abajur. Ela tirou o salto, andou descalça até o sofá. Sentou. Nós dois em pé, olhando.
— Vem — ela disse. Não especificou quem.
Walter sentou primeiro. Ela se aproximou, ajeitou o vestido. Abriu as pernas dele com os joelhos, se encaixou. Beijou ele devagar, a língua entrando, as mãos no rosto dele. Eu fiquei atrás dela, vendo tudo. A nuca dela, os cabelos caindo. A mão dele descendo pelas costas dela, puxando o zíper do vestido.
O tecido escorregou. Ela levantou os braços, se deixou despir. Os seios dela apareceram, redondos, os bicos já duros. Ele abaixou a cabeça, chupou devagar. Ela gemeu baixinho, jogou a cabeça pra trás. Encostou no meu peito.
Eu passei a mão nos ombros dela, beijei a nuca. Ela tremeu.
— Tão bom… — sussurrou.
Walter levantou ela no colo, deitou no sofá. Abriu as pernas dela, puxou o vestido até o fim. Ela ficou nua, inteira, iluminada só pela luz da varanda. Ele ficou um tempo só olhando, admirando. Depois beijou a coxa dela, a virilha, e chegou naquela buceta deliciosa, que já estava melada de tesão.
Quando a boca dele encontrou a buceta dela, Rosinha arqueou o corpo inteiro.
— Ai, caralho…
Ela xingava baixinho, os dedos nos cabelos dele, puxando. Ele chupava com calma, com gosto, a língua rodando no clitóris, entrando e saindo. Ela já tava encharcada. A mão dela apertava o sofá, depois apertava a minha mão.
— Olha — eu sussurrei. — Olha ele te chupando.
Ela abriu os olhos, olhou pra baixo. Viu a cabeça morena entre as pernas dela. Gemeu mais alto.
— Tão bonito… — a voz dela falhou. — Meu Deus…
Quando ela gozou, agarrou o cabelo dele com força, prendeu a boca dele ali, esfregou a buceta na boca dele forçando a buceta na cara dele. Depois soltou, ofegante, os olhos marejados.
Walter levantou, desabotoou a calça. O pau dele já tava duro, grosso, a ponta molhada. Rosinha olhou, lambeu os lábios. Sentou na ponta do sofá, Abriu a boca, só esperando ele botar a rola na boquinha da minha esposa.
Ela chupou ele devagar, provando. A cabeça subia e descia, a mão dela apertava a base, os olhos fechados de prazer. Ele gemeu, segurou o cabelo dela. Olhou pra mim.
— Ela é foda — ele disse.
— Eu sei.
Depois, ele deitou ela de bruços. Ergueu o quadril dela, ajeitou um travesseiro. A bunda dela redonda, oferecida. Ele passou a mão, abriu, viu a buceta molhada e o cuzinho pequeno piscando.
— Pode os dois? — ele perguntou, a voz rouca.
Ela riu baixinho.
— Se você aguentar.
Ele meteu na buceta primeiro. De uma vez, fundo. Ela gemeu, agarrou o sofá. Ele fodia forte, o som da barriga dele batendo na bunda dela. Cada estocada fazia o corpo dela tremer. Eu fiquei na frente, admirando aquela cena tão gostosa da minha Deusa sendo devorada, ela olhava pra mim, agradecendo.
Depois de um tempo, ele tirou. Passou a mão molhada no cu dela, lubrificou com a própria buceta dela. Empurrou a ponta.
— Isso… — ela pediu. — Põe, põe…
Ele entrou devagar. Ela gemeu, apertou os dentes. Quando encaixou tudo, seu saco bateu na sua buceta, os dois suspiraram juntos. Ele começou a foder o cu dela, lento no começo, depois mais rápido. Ela gemia alto agora, sem vergonha. Os peitos balançando e eu fui ali e fiquei apertando seus peitos para ela ficar mais loca ainda, uma mão eu pega no peito dela a outra eu socava uma punha.
— Goza dentro — ela pediu. — Quero sentir.
Ele obedeceu. Enterrou até o fim, gemeu longo, esvaziou. Ficou dentro dela um tempo, os dois tremendo. Depois saiu, caiu sentado no chão, ofegante.
Rosinha ficou deitada de bruços, o corpo marcado, o cu aberto, o esperma escorrendo pela coxa. Ela não se mexeu por um minuto. Depois virou de lado, me olhou. Nesse momento tive um orgasmo tão gostoso, de ver ela toda cheia de leite de outro homem, aquela cena me deixou mais louco ainda por ela.
— Vem — ela pediu, a voz cansada. — Vem aqui.
Eu deitei do lado dela. Ela deitou no meu peito. O Walter ainda tava ali, tentando recuperar o fôlego. O silêncio era só nossa respiração.
— Tá bom pra você? — ela perguntou, baixinho.
Passei a mão nos cabelos dela suados.
— Tá perfeito, amor.
Ela sorriu. Fechou os olhos.
Mais tarde, o Walter foi embora. A gente ficou na cama, eu de conchinha com ela, o cheiro de sexo impregnado no lençol. Ela dormiu agarrada em mim, os dedos entrelaçados nos meus.
Fiquei acordado um tempo, olhando o teto.
Pensei no bar, no vestido preto, no olhar dela pedindo. Pensei em como a gente foi se encontrando nessa coisa doida, nesse desejo que parecia errado e hoje é tão nosso.
Sorri no escuro.
Apertei ela mais perto.
Dormi.
Uauuuuu que delícia de relato